História Guardião Dimensional - Capítulo 59


Escrita por: ~ e ~LordeKoorishiro

Visualizações 46
Palavras 3.640
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo-Ai, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 59 - Gohan vs Cell - A batalha decisiva


Capítulo 59 – Gohan vs Cell – A batalha decisiva

Todos olhavam para a nova forma de Cell com certa cautela, sempre mantendo a guarda alta. Afinal o mesmo poderia ataca-los sem que eles notassem, e isso poderia ser o fim da linha para os guerreiros Z. Goku encarava o Bio-Androide, enquanto estava levemente interessado na sua força. Ele caminhou até próximo do Gohan, sendo que Cell acompanhou os movimentos do Saiyajin com os olhos, interessado nos movimentos de Son Goku.

O homem colocou a mão no ombro de seu filho, que olhou para o pai, querendo saber o por que ele fazia isso.

—Gohan. Você derrotará Cell. – Disse Goku, de uma única vez, surpreendendo a todos. Uma veia surgiu na testa de Vegeta, que logo gritou, protestando:

—VOCÊ FICOU LOUCO, KAKAROTTO? COMO PODE DEIXAR ESSE PIVETE CUIDAR DE UM INIMIGO COMO O CELL!? – Gritou o príncipe, profundamente irritado. Goku se virou para Vegeta, com um meio sorriso.

—Já está na hora dele começar a assumir grandes responsabilidades. Se proteger a terra de um guerreiro como o Cell não é uma grande oportunidade, eu não sei o que é. – Disse ele, vendo Vegeta bufar, enquanto reclamava, porém ninguém deu importância. Já estavam acostumados com o mal humor do príncipe dos Saiyajins. – E então Gohan, acha que consegue?

O jovem ainda estava surpreso pelo que seu pai disse. Mas logo um sorriso determinado surgiu em seu rosto, enquanto ele ergueu os punhos fechados, e liberou um pouco de seu KI, mostrando que estava pronto para a batalha.

—Sim, Otou-san. Vou acabar com esse monstro do Cell. – Disse loiro, decidido. Cell apenas ergueu sua “sobrancelha”.

—Oh? Eu estou louco para te ver tentar, Saiyajin. – Provocou o Bio-Androide, com um sorriso mortal. – Mas então não seria legal apenas eu me divertir massacrando você, filho do Son Goku. – Disse. Logo ele fez alguma força, e de sua calda saíram 12 cópias pequenas de si mesmo. Vão lá crianças, matem eles.

Os pequenos pularam na direção dos outros, enquanto Gohan pulou na direção do Bio-Androide. Vegeta parecia enfurecido, inconformado pelo filho de Goku ter a chance de derrotar o Bio-Androide. Nisso, ele segurou um dos Cell juniores pela perna, e o atirou contra uma rocha, fazendo com que a mesma explodisse. Nisso, o pequeno se levantou com dificuldades, e levou um chute no rosto, enquanto o Saiyajin demonstrava estar furioso. Em seguida, Vegeta criou uma esfera de energia na mão, e a usa para desintegrar o menor, fazendo com que uma explosão ocorresse quando e a esfera entrou em contato com o menor.

—Um a menos! – Gritou Ash, que tinha visto o ataque de Vegeta. Nisso, ele espremeu com força a cabeça do que estava lutando, fazendo com que o corpo dele explodisse em seguida. – Ou deveria dizer dois? – Questionou olhando para as mãos.

Nisso, Wendy passa na frente dele com dois a perseguindo, sendo que ela para na frente deles, e com um sorriso sádico, pega os dois pela cabeça, e batendo-as uma com a outra, fazendo com que elas explodissem. Todos olharam para ela impressionados pela expressão de sadismo que ela tinha no rosto, com exceção de Ash, que sorria, e olhava para ela abobalhado.

—Wendy-chan é tão linda… - Comentou, deixando que estava perto de si com expressões de descrença. Vegeta deu um sorriso ao ver essa cena, mesmo que de longe.

—Essa é a expressão de um verdadeiro Saiyajin ao ver a companheira derrotando um verme inútil. – Diz, completamente convencido de suas palavras. Nisso, Goku mata mais dois dos pequenos Cell’s.

—Bem, de certa forma… - Comenta ele. Nisso, nota que todos conseguiram vencer as cópias de Cell com sucesso. Nesse mesmo momento, ele sente uma vibração no solo, e barulhos de golpes. Nisso, olha para o alto, vendo Gohan e Cell lutando.

Cell tentava atacar Gohan por todos os lados, porém o Saiyajin era mais rápido para desviar, assim como era mais rápido para atacar, o que deixava a todos impressionados. O garoto acertou um soco no estomago de Cell, fazendo ele cuspir um liquido roxo que devia ser sangue, e Gohan, aproveitando a falta de ar do Bio-Androide, o martelou em direção ao chão, sendo que quando o mesmo atingiu o solo, levantou uma grossa camada de poeira, abrindo uma cratera no chão. Nisso, Gohan desceu em velocidade até a cratera, caindo de pé na mesma. Com o impacto, ele atingiu o corpo de Cell, que cuspiu mais uma grande quantidade de sangue.

—Seu filho parece mesmo estar pronto para essa luta, Goku-san. – Disse Wendy, ficando ao lado do Saiyajin.

—Ele treinou com afinco para ficar mais forte. – Disse ele, orgulhoso do filho.

Nisso, eles viram Cell se levantando, e parecendo furioso, pois estava rosnando para Gohan, que se mantinha sério. Nisso, o Bio-Androide avançou no Saiyajin, tentando dar um soco no mesmo, porém Gohan segurou seu braço, e ainda usando o braço do mesmo, o jogou longe, na direção de outra rocha, explodindo ela. O filho de Goku sorriu de maneira sádica, e usando sua velocidade, apareceu segundos depois na frente de Cell, o atingindo no estomago consecutivas vezes, fazendo o Bio-Androide vomitar sangue.

—S-Seu… DESGRAÇADO! – Gritou Cell, atirando uma rajada de energia em Gohan, que usou seu braço, batendo na mesma, a desviando e jogando a metros dali.

—Cale a boca, seu lixo.- Disse ele, com um sorriso que não chegava aos olhos. Nisso, ele pegou Cell pelo pescoço, forçando Androide a ficar de pé, e após isso, acertou vários socos e murros no estomago do mesmo, sendo que o último golpe de sua sequencia foi um chute nas costelas do androide, que voou para o lado.

Cell conseguiu se recuperar e voar na direção de Gohan, sendo que o meio Saiyajin sorriu ao ver essa cena. Ele deu um soco na testa de Cell, quando este chegou perto dele, tentando o socar, fazendo a cabeça de Cell bater no chão, trincando o mesmo. Nisso, Gohan pisou em sua cabeça, com certa crueldade. Ao tirar o pé dali, Cell usou sua velocidade, e ficou a metros de distância de Gohan, sendo que suava e parecia bastante ferido.

—Você é um monstro! – Exclamou Cell, apontando para Gohan, que se enfureceu ao ouvir isso.

—Monstro? Eu? Eu não me lembro de ter absorvido várias pessoas, acabando com a vida delas para benefício próprio… - Diz o garoto apertando os punhos com força, enquanto tremia de raiva. Logo ele ouviu uma risada de Cell, fazendo com que o garoto cerrasse aas sobrancelhas ao notar isso.

—E esses humanos lixos tem alguma utilidade senão essa? – Questionou apontado para o Mister Satan, que estava nocauteado em um canto, jogado no chão comicamente, com a bunda para cima.  – Olhe como ele dorme… Esse pedaço de lixo! Humanos devem ser aniquilados, e usados para fortalecer raças mais poderosas como eu!

Uma veia surgiu na testa de Gohan, que tremia de raiva com mais intensidade que antes. O garoto não respondeu, apenas abaixou sua cabeça, enquanto o céu se tornava turvo. Nisso, vários relâmpagos começaram a cair, enquanto pedrinhas começaram a se erguer do chão, sendo que elas estavam em volta de Gohan. Todos que ali podiam sentir o KI de Gohan arregalaram os olhos, com exceção de Goku, que sorria, pois isso era planejado por ele. Issei comentou, impressionado:

—Acho que agora o Cell vai conhecer a morte. – Disse ele, vendo que o Bio-Androide estava descrente olhando para o oponente.

—Isso vai ser divertido, eu garanto. – Disse Goku, sorrindo.

Os cabelos de Gohan começaram a piscar num tom mais forte de amarelo, enquanto ele rosnava, enquanto seus poderes aumentavam de maneira assustadora. Nisso, o garoto parou, e assustando a todos, ergueu seu rosto em direção do céu, e gritando a plenos pulmões, enquanto uma forte aura dourada ficou em volta dele. Seus cabelos ficaram completamente arrepiados, sendo que pequenos raios estalavam de seu corpo. Nisso ele olhou para Cell, com um olhar frio.

—O-o que? COMO ISSO É POSSIVEL!? – Gritou o Bio-Androide, desesperado. Gohan sumiu no ar, deixando Cell em alerta, olhando para os lados. De repente, o Meio Saiyajin aparece, e dá um soco no estomago de Cell, sendo que gira o punho no local em que socou.

Cell é jogado para trás, e logo após bater em três rochas, ele para na quarta, e “vomita” os androides dezessete e dezoito que ficam inconscientes no chão. Nisso, Goku vai até lá, e tira ambos de perto de Cell.

Goku coloca a loira no chão, sendo que Kuririn corre até ela, com um saquinho na mão, e tira uma das sementes dos deuses, e faz a mesma engolir. Ela reage, porém não acorda. Wendy vendo a preocupação dele, sorri e diz.

—Ela está bem, vai demorar um pouco para se recuperar, pois o desgraçado exigiu muita força dela a usando para se manter. – O careca suspira aliviado, enquanto ela volta sua atenção para a luta.

Gohan se posiciona, sendo que coloca suas mãos juntas, e olha fixamente para Cell. Nisso, suspira, e concentra seu KI na palma das mãos.

—Kame… Hame… - Cell olha para desesperado, enquanto arregala os olhos. – HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!

Uma rajada de KI azul é disparada da mão de Gohan, atingindo Cell, que, por estar enfraquecido, é desintegrado instantaneamente. Gohan ao notar isso, para seu ataque, e desfaz sua transformação caindo no chão exausto. Nisso, Goku se aproxima dele, e diz com um sorriso:

—Um dia você será bem mais forte que eu meu filho. – Disse o Saiyajin, levantando o filho, e apoiando ele em seu braço. Gohan sorri, mas nega, enquanto olha para o pai, e diz:

—Você que foi o primeiro Super Saiyajin. Então é o mais forte dos Saiyajins. – Diz. Todos assentem, com exceção de Vegeta, que bufa e olha para o lado. Com isso, a terra teria mais um período de paz.

Em outro lugar, distante dali uma garota chamada de Kazehana brincava com outras crianças no parquinho, sendo que se divertia bastante. De repente, a garota para, e fica olhando em direção da floresta que tinha ali. Ela mexe seu narizinho, mostrando que farejou alguma coisa.

—O que houve, Kaze-chan? – Questionou uma das meninas, que brincavam com ela. Kazehana olhou para ela, e sorriu, de maneira fofa.

—Eu preciso ir ver algo, então só devo voltar amanhã! Tchau! – Exclamou a pequena, enquanto se afastava.

Sem medo algum, a pequena andou na trilha dentro do bosque, sendo que estava curiosa. Ela havia sentido cheiro de sangue vindo da mesma, e isso a deixou intrigada. Nisso, ela chegou num local em que viu um garoto, um pouco mais velho que ela. Ele estava cheio de ferimentos por seu corpo, e isso assustou um pouco a pequena.

O garoto estendeu o braço para ela, sendo que estava completamente sujo.

—M-Me ajude… - Gemeu. Kazehana sentiu que deveria ajuda-lo, sendo que se preocupou com ele. Ela fez uma expressão determinada, e se ajoelhou ao lado dele.

Ela posicionou suas mãos próximo ao garoto, sendo que uma aura verde esmeralda sai de sua mão, curando o garoto, que sentiu suas dores diminuírem um pouco. Ele conseguiu mexer as pernas, e conseguiu ficar de joelhos, ficando de pé logo em seguida.

Kazehana se levantou, e ficou ao lado dele, sendo que era mais baixa que ele. O garoto de cabelos azuis sorriu para ela, mesmo que ainda tivesse vários ferimentos pelo corpo, nenhum sangrava mais. Ela olhou para ele, feliz que o treinamento que seus pais estivessem lhe dando estavam dando certo.

—Qual é o seu nome? – Questionou ela fofa. O azulado olhou para ela, sendo eu seus olhos ficam sem brilhos, e ele parece estar confuso. Ele olhou para as roupas rasgadas, sendo que vestia uma regata branca, porém suja, e um shorts negro. Estava descalço.

—Eu não tenho nome, hime-sama – Disse ele, com uma expressão tristonha no rosto. Kazehana corou sem saber o motivo– Eu só sei que um homem loiro me bateu, e depois me largou na floresta, e eu vim me arrastando para cá. Aí você me encontrou.

Nisso, ele balançou uma calda de macaco lentamente, o que deixou Kazehana surpresa.

—Você é um Saiyajin como eu! – Exclamou a pequena feliz. O azulado olhou para ela sem entender o que ela queria dizer, mas sorriu, vendo que ela parecia feliz. Nisso, ele deu um gemido de dor leve, e pôs a mão no ombro, onde provavelmente sentiu a dor. A pequena olhou preocupada para ele. – Vamos eu vou ter de levar para a guilda, assim a vovó vai poder curá-lo.

O garoto assentiu, enquanto ela pegou na mão dele, e sai andando gentilmente com ele.

Alguns minutos mais tarde, Kazehana abre a porta, sendo que quando entra no local, vê que seus pais haviam retornado da missão. Eles estavam sentados com vários membros da guilda em volta deles.

—…Então fizemos os desejos usando as esferas do dragão, fazendo com que tudo voltasse ao normal, e depois disso esperamos Mirai Trunks voltar ao seu futuro, então voltamos para cá. – Explicou Ash, dando a entender para Kazehana que eles estavam contando mais uma de suas aventuras.

Nisso, Wendy sentiu o cheiro da filha e do garoto, e se virou para eles, se levantando e indo até eles, sendo que tinha uma expressão preocupada no rosto ao ver o estado do jovem. Ela deu uma corridinha e chegou neles.

—O que houve filha? Quem é seu amigo? – Questionou ela preocupada. Nisso, o azulado ficou tímido, e se escondeu atrás da Kazehana, se abaixando um pouco para que ficasse escondido atrás dela. A pequena explicou tudo que aconteceu, e quando terminou, se virou para ele, e acariciando a cabeça dele disse:

—Tudo bem, tudo bem, é só a minha Okaa-san. Ela pode te curar. – Disse ela, sendo que ele ficou um pouco mais tranquilo.

—Pode vir aqui um pouquinho? – O garoto, mesmo que timidamente, se aproximou da azulada, que sorria de maneira materna para ele. Ela começa a curar ele completamente – Não sabe seu nome querido?

Ele nega com a cabeça.

—Eu só sei que fui atacado por um homem de cabelos loiros… - Diz ele olhando para ela, sem saber como chama-la. A azulada sorriu para ele.

—Pode me chamar de tia. – Disse ela, sorrindo, de maneira materna para ele. O garoto estava completamente curado, e olhava para o corpo, impressionado que não houvessem mais ferimentos. Ash se aproximou deles nesse momento.

Ele tinha ouvido e visto tudo de longe, sendo que toda a Guilda acompanhava a situação em silêncio. O pai de Kazehana chegou na filha, e acariciou a cabeça dela.

—Você foi uma boa menina, filha. Estou orgulhoso de você. – Ela sorriu, e abraçou o pai. Nisso, ele olhou para o garoto que abraçava Wendy, que retribuía o abraço. Ele olhou para a azulada.

—Notou de quem ele têm os cheiros? – Questionou Ash, vendo ela assentir.

—Devemos ir falar com a Kaioshin-Sensei para ver o que faremos com ele? – Ash assentiu. Kazehana que estava ao lado do garoto infla as bochechas e diz:

—Eu quero ir junto! – Exclamou ela. Ash e Wendy se olharem, e viram que o garoto parecia mais à vontade na presença dela. Ash se sentiu desconfortável com isso, mas permitiu que ela fosse junto com eles.

Ash, Wendy, Kazehana e o garoto estavam na cúpula do tempo, sendo que observavam a Kaioshin brigando com um homem de terno e cabelos brancos, sendo que o mesmo parecia não estar ouvindo ela, enquanto estava sentado em uma pedra, parecendo entediado.

Ash deu uma tossida falsa, chamando a atenção da deusa, que bufa para o homem, o deixando de lado, e vindo até eles. Ela viu o garoto se escondendo atrás de Wendy e se espantou um pouco, mas não disse nada.

—Agradeço mais uma vez a vocês por terem ajudado na dimensão de Goku-san e dos outros. – Sorri ela. Wendy olha curiosa para o homem que vinha na direção deles com uma expressão entediada no rosto.

—Quem é ele, Sensei? – Questionou ela, quando o mesmo chegou perto. Chronoa apenas disse:

—Ignore-o.

—Sensei, esse garoto – Ash mostra o azulado, sendo que Kazehana fazia carinho na cabeça dele para poder o acalmar. – Ele apareceu em Magnólia, sendo que a Kaze que o achou na floresta. Ele tinha tomado uma surra, e foi jogado na floresta. Mas tem cheiro de Vegeta e Bulma…

A deusa suspira.

—Ele é o clone de Vegeta e Bulma. – Diz o homem, assustando Chronoa que olhou brava para ele. – E meu nome é Koorishiro. Sou um dos dragões lendários. Mas isso não importa agora.

—Prazer. – Diz Ash para o albino. – Clone do Vegeta e da Bulma…?

—Sim – Dessa vez é Chronoa que responde – Ele foi clonado por Demigra, e conseguiu fugir deles.

Wendy olha para o garoto e Kazehana, que não prestavam atenção na conversa, brincando entre si.

—E o que faremos com ele? – Questionou Ash.

—Podem criar como filho como fizeram com Kazehana-chan e os outros. – Sugeriu ela, pensativa. Nisso, Koorishiro intervém.

—Acho que tenho uma ideia melhor. – Disse ele. Chronoa olha para ele erguendo uma sobrancelha. – Edo-Wendy E Edo-Natsu tiveram seu filho morto pela Erza Knightwalker. Seria bom se eles tivessem um outro filho, não?

Nisso, todos olharam para o garoto, ainda sem nome que se divertia com a filha de Ash.

—Acho que seria justo, Ash-kun. – Comentou Wendy, vendo o companheiro assentir.

—Como vamos trazer eles até a gente para pegar ele? – Questionou Ash. Mais uma vez, Koorishiro sorriu, já tendo a reposta.

Algumas horas depois, o quarteto estava de volta na guilda, sendo que Ash portava em sua mão um cristal azulado. Ele ativou o cristal, que brilhou, e abriu um portal. Nisso, entrou no mesmo, e alguns minutos depois, saiu acompanhado de um rosado e uma azulada saem do portal. O garoto olha para eles. Trunks que estava junto, tinha vindo junto, pois Koorishiro tinha lhe pedido um favor. E porque não aguentava mais as brigas do Dragão com a Deusa.

—Por que nos trouxe aqui, quando nem nos conhece? – Questionou o rosado, que era igual ao Natsu, sendo que o Dragneel se surpreendeu ao ver sua contraparte de Edolas. Wendy Ketchum sentiu ciúmes de seu Ash ao ver uma Wendy igual a ela, mas se conteve. Era por causa de seu “sobrinho”.

—E dizendo que pode nos dar um filho… - Comenta Edo Wendy, com um tom triste. Ash sentiu seu coração apertar, mas se conteve. Nisso eles notaram o pessoal de Earthland, se lembrando deles. – A quanto tempo não nos vemos? Como estão?

—Bem. – Diz Natsu sorrindo para eles. – E vocês? E a Fairy de lá.

—Eles estão bem. – Diz Natsu Draggion olhando para ele. – Agora queremos saber porque seu amigo nos trouxe.

Nisso, Ash se aproximou do garoto, que olhava as versões de Edolas curioso.

—Bem, soube que a Knightwalker matou o filho de vocês. – O casal de Edolas se sentiu incomodado ao se lembrar disso. Edo Wendy chorou em silêncio. – Então temos um garoto que vocês podem adotar como filho. Não vai substituir o de vocês, mas…

Ele colocou o jovem na frente do casal, que chorou ao ver o jovem. O garoto olhava para eles, sentindo que podia confiar neles.

—Você vai ser minha Okaa-san? E você vai ser meu Otou-san? – Ele perguntou olhando para o casal. Edo-Wendy chorou, e se ajoelhou, abraçando o menino. Edo-Natsu fez isso em seguida, também chorando.

—Vamos, meu amor. – Diz ela. – E o seu nome?

—Eu não tenho nome Okaa-san. – Responde ele tristemente. Ela olha para Edo-Natsu, que assente com um balançar de cabeça.

—Então se chamará Katsu Draggion. O que acha? – Questionou ela, sorrindo para ele. O garoto abre um sorriso enorme.

—Obrigado, Okaa-san! – Ele abraçou a mulher de novo, com ela o abraçando de volta.

Nisso, Kazehana puxa a camisa de Ash, enquanto olha para ele com os olhos entristecidos.

—Otou-san, ele vai embora? Vai deixar a Kaze? – Questionou ela, querendo chorar. O moreno olhou para os habitantes de Edolas e seu filho.

—Porque não moram aqui? – Sugeriu Wendy, ao lado de Ash, com um sorriso. – Acho que não podemos separar esses dois.

O casal de Edolas se olhou.

—Mas não vamos ter confusões? Afinal seriam duas Wendy e dois Natsu – Disse Edo-Natsu. Nisso, Trunks se adiantou.

—Podem trocar os nomes. – Disse ele. – E se decidirem ficar, posso transforma-los em Dragon Slayer.

Edo-Wendy olhou para Katsu, e viu que ele estava olhando tristemente para Kazehana, sendo que ela também olhava para ele, sentindo o mesmo sentimento que ele, não querendo deixar o azulado ir.

—Eu quero ficar aqui, Natsu-kun… - Disse ela, decidida. – Quanto ao nome, podem me chamar de Yuko!

Edo- Natsu suspirou, mas sorriu, aceitando em seguida da esposa.

—Se assim, me chame de Nero. – Disse ele, sorrindo. Katsu olhou para os pais, feliz por saber que iria poder ficar perto de Kazehana, sendo que ela pulou nele, o abraçando. Nisso Trunks colocou uma maleta em cima da mesa, e abriu, sendo que várias lacrimas puderam ser vistas. Elas tinham etiquetas com nomes.

—Escolham uma, e poderemos colocar em vocês transformando-os em dragões. – Disse ele. O casal se aproximou da maleta, sendo que Yuko olhava para uma lacrima escrita “Dragão Venenoso”. Já Nero, viu uma referente a um dragão das aguas. Eles escolheram essas lacrimas.

Horas depois, o processo de implantação das lacrimas já havia sido feito. O casal já sentia sua visão, olfato e audição apurados, sendo que conseguiam controlar seus elementos, embora precisassem ser treinados para usarem com perfeição. Eles se sentaram na mesma mesa que Ash e Wendy, sendo que o casal que já estava na mesa olhava para um canto da guilda com um sorriso no rosto. O casal Draggion olhou para onde eles olhavam e sorriram também. Eles estavam observando Kazehana e Katsu dormindo, sendo que a cauda do azulado estava na cintura de Kazehana, enquanto estavam abraçados.

Embora Ash já lamentasse que sua princesinha não morreria virgem.



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