História Guardiões: A Terceira Rosa - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Batalhas, Demonios, Drama, Família, Ficção Cientifica, Guardioes, Habilidades, Magia, Mistério, Romance, Super Humanos, Super Poderes
Exibições 12
Palavras 748
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Super Power, Survival
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Prólogo


P.O.V Eleanor

Respirei fundo, mas o ar não entrava nos meus pulmões, eles estavam atrás de mim e eu não sabia o porquê. Corri o mais rápido que pude, vi a porta de saída do edifício e corri mais rápido, abri a porta com toda a força que tinha, dei num mar de carros, olhei para trás, eles ainda estavam a atrás de mim. Fui em direção aos carros com toda a velocidade que tinha. Entrei na rua e continuei. Sei que correr não era uma boa ideia, mas, foi à única coisa que veio na minha cabeça. Quando cheguei ao centro da cidade onde sabia que a Torre se localizava, tentei não parar, minhas pernas estavam cansadas, o ar não entrava nos meus pulmões. Quando senti uma mão no meu ombro me puxando. Cai com toda a força no chão, olhei para cima e vi aqueles monstros com a pele meio esverdeada e as veias dos seus corpos eram negras, por que o sangue que corriam em suas veias era enegrecido. Ele agarrou o meu pescoço e o apertou sentir dor, mas logo o que importava era a ausência do ar.

- Bastarda, hoje você encontrara o seu fim. – falou prazerosamente. Bastarda, era como estavam me chamando quando derrubaram a porta do apartamento dos meus pais. Vi o fim chegando e isso me irritava porque a última coisa que iria ver era aquele sorriso repugnante.

- Tire a mão da nossa filha. – ouvi a voz do meu pai.

- Humanos idiotas, acham mesmo que podem fazer alguma coisa. – falou ainda como se tivesse se divertindo.

- Tire as mãos dela. – papai falou mais alto.

- Porque a protegem se nem mesmo ela possui o seu sangue. – falou soltando o, meu pescoço. Aspirei a maior quantidade de ar que pude e levei a mão ao pescoço.

- Ela é nossa filha tendo ou não o nosso sangue. – falou mamãe.

- Bem, então tenho que eliminar a todos. – falou. Os outros dois homens que estava atrás de mim renderam os meus pais e os colocaram de joelhos. Vi a resistência que faziam, mas não tinha mais nada que fazer. O homem que estava perto de mim, se aproximou mais e me pegou pelos cabelos, eu me contorcia de dor, ele me colocou de joelhos também e se abaixou.

- Agora você vai vê-los morrer, pelo amor que eles tanto dizem sentirem por você. – falou no meu ouvido. Sentir uma angustia dentro de mim, ele não podia fazer isso, comecei a me contorcer, tentei tirar a sua mão do meu cabelo.

- Por favor, não. – Era tudo que falava enquanto tentava me soltar, não posso ver meus pais morrerem.

- Diga adeus. – escutei antes de dois “CRECK” e o meu chão sumiu, olhei para os dois corpos inertes na minha frente, o desespero e a raiva tomaram conta de mim. Fiquei parada tremendo, enquanto aqueles monstros riam do que fizeram, a mão nos meus cabelos afrouxou, foi tudo que precisava, virei e fui em direção de sua cintura onde eu tinha visto uma faca, a tirei de sua cintura e a cravei em seu coração, olhei nos seus olhos para ver a surpresa e dor.

- Você os matou. – sussurrei, a raiva e dor da perda deles era incalculável. O monstro parou de se mover, então me virei para ou outros dois que vinha em minha direção. Duas sombras passaram por mim, um dos monstros que mataram os meus pais tinha os cabelos longos e negros, com uma cicatriz que atravessava o seu rosto do lado superior esquerdo até o inferior direito, fugiu enquanto o outro foi morto. Comecei a chora, a raiva e o vazio só aumentavam. Comecei a sentir uma dor nos meus ossos, nos meus músculos e na minha cabeça, parecia que iria explodir. Meu corpo se curvou e comecei a grita de dor, mas ela só aumentava a cada segundo. “Estava morrendo? ”

- O que estar acontecendo com a garota. – uma voz feminina e desconhecida perguntou.

- Ela estar despertando. – falou um homem.

- Isso é impossível, ela ainda é muito nova. – falou a mulher.

- Olhe para ela, está acontecendo, cedo demais, ... mas, ... está acontecendo. – falou. Gritei com toda a minha garganta, parecia que o meu corpo estava em chamas. Não sei quanto tempo fiquei ali, a dor aumentou até, eu perder os sentidos, mas torcia para que não acordasse, a dor que iria sentir pela perda dos meus pais era insuportável.


Notas Finais


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