História Guardiões: A Terceira Rosa - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Batalhas, Demonios, Drama, Família, Ficção Cientifica, Guardioes, Habilidades, Magia, Mistério, Romance, Super Humanos, Super Poderes
Exibições 6
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Super Power, Survival
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - PARTE I: Capítulo 01


3 anos depois

P.O.V. Narrador

A criança que Eleonor foi um dia não existia mais, assistir a morte de seus pais foi como assistir a própria morte. Tornou-se fria ou tentou. Treinou todos os dias para que nunca se sentisse impotente novamente e que nunca mais alguém precisasse sacrificar-se em seu lugar, como fizeram seus pais. Aqueles que a salvaram naquela fatídica noite se tornaram seus amigos, mesmo que ela não admitisse, também encontrou outros aliados que juntos treinaram e para serem fortes e melhores a cada dia.

P.O.V Eleonor

Estava correndo pelos corredores da Torre, Emma estava ao meu lado, uma recém chegada estava despertando, era uma droga passa pelo despertar e para o meu azar ou sorte, não sei ao certo, despertei cedo demais, tinha somente 13 anos. Nunca tinha acontecido e de uma hora para outras duas crianças de 13 anos despertam, todos pensaram que foram por causa dos ataques que sofremos e que os nossos organismos tentaram nos defender. Bem, deixando isso de lado e voltando para o que realmente importa. Emma e Nico receberam uma missão de resgate dessa garota que de acordo com eles, não teve nenhum imprevisto e quando chegaram Nico ficou encarregado de levar a garota para ver o Diretor da torre, o Senhor Tempest, mas parece que antes de chegarem a diretoria, o despertar começou e ela foi levada para a ala medica da Torre, pelo que nos foi informado o desperta foi tranquilo, bem, para que não estava passando por ele. A garota agora encontrava-se descansando, eu e Emma estávamos indo para lá, para realocar e responder as dúvidas da novata. Quando entramos no quarto hospitalar nos deparamos com uma linda garota ruiva de olhos azuis, engraçado parecem com os de Elliot, outro protetor como nós, balancei rapidamente a cabeça para expulsar esse pensamento irrelevante e voltei a foca no objetivo. A garota estava deitada na cama com a cabeça virada para o nosso lado. Estava exalta, mas ainda dava para ver medo em seu olhar.

- Oi, como você está? – perguntou Emma. A garota ficou nos olhando sem responder por alguns segundos.

- Bem, eu acho. – falou a garota com calma.

- Conversamos durante o caminho até a Torre sobre o que somos e sobre o nosso mundo. Quero saber se você possui duvidas, para que possamos esclarece-las. – falou Emma formalmente como de costume.

- Quero saber se posso ver meus pais de novo? – perguntou a garota um pouco nervosa.

- Não. – falei seriamente. A garota me olhou e sua expressão passou a ser triste.

- Devemos proteger os humanos e ir atrás de seus pais adotivos é os colocar em risco. Você sabe disso. Quer que eles se machuquem por uma imprudência? – falou Emma.

- Não. – falou a garota de cabeça baixa. Querendo acabar com aquele assunto, perguntei:

- Qual o seu nome?

-Olivia, Olivia Lewis. – falou a garota. Assentir e sair para o corredor, deixando Emma com a tarefa de explicar e fazer a garota sair do quarto para ser levada para seu dormitório. Vinte minutos depois, Olivia e Emma saíram do quarto e começamos a caminha pelo corredor em direção aos dormitórios que ficam no subsolo da Torre. Emma explicava tudo para Olivia sobre como funcionava cada anda e os horários dos internos da Torre, todos tinham horários específicos, como para estudos com seu respetivo tutor, treinamentos físicos e especializados. Todo guardião tinha uma habilidade especifica, fora a agilidade e força superior a de um humano, logo os treinamentos especializados tinham como objetivo fazer o guardião alcança o controle integral de suas habilidades. O dia para os internos da Torre começa as oito, todos dias sem folga e terminam as seis.

Fiquei o caminho inteiro calada enquanto Emma e Olivia conversavam, chegando na ala dos dormitórios notei que Olivia me olhava e voltava a olhar para Emma, mas fingir que não estava vendo. Chegando ao quarto de Olivia, eu e Emma, nos despedimos de Olivia. Quando estávamos saindo sinto uma mão segurando meu braço que me faz para, olha para trás e vejo Olivia, ela estava séria.

- O que fiz para você? Por que saiu da sala daquele jeito? O que fiz contra ti? – dispara Olivia. Olho séria para seus olhos, sei que não era justo com ninguém o meu jeito, mas era o único meio de me manter sã, sem laços e sem sentimentos, me protegeriam da dor da perda.

-Nada, você não me fez nada, eu sou assim, então se acostume. – fala calma e friamente, ela deu um passo para trás e pode ver tristeza em seus olhos, então ela assentiu e entrou no quarto e fechou a porta, me virei e segui meu caminho para o meu quarto.

Quando entro no meu dormitório sou abordada pela pergunta intermináveis de Luz, que eram respondidas na maioria com o silêncio, mas Luz já estava acostumada com o meu jeito frio e distante de lidar com tudo. Depois de muita falação do lado de Luz, veio um silêncio o que me fez deitar na minha cama, parece que finalmente ela avia cansado de falar e aproveitei para tentar dormi. Luz, é um ser muito espirituoso e adora falar, mas uma coisa que aprendi nesses três anos que passei na Torre foi nunca, jamais, sob nenhuma hipótese, deveríamos mandar Luz fazer silêncio, erro como desperta o pior adversário do mundo, que toraria você lentamente, Luz tem habilidade de controlar o fogo então, quando estava com raiva era seu pior pesadelo. Depois de um tempo acabei adormecendo.

P.O.V. Narrador

Olivia estava em seu quarto tentando dormir, mas o sono não chegava, nunca mais poderia ver os seus pais e isso estava a corroendo, mas além disso, aquela menina de olhos frios e distantes que estava com Emma a tinha intrigado, não sabia o seu nome, mas por algum motivo aquele jeito frio a incomodou mais do que deveria e ela não sabia o porquê. Ela tinha algo que lembrava alguém, mas Olivia não sabia o que era. Passou uma boa parte da noite com esses pensamentos inundando sua mente até que o cansaço a venceu.



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