História Guardiões: A Terceira Rosa - Capítulo 5


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Batalhas, Demonios, Drama, Família, Ficção Cientifica, Guardioes, Habilidades, Magia, Mistério, Romance, Super Humanos, Super Poderes
Exibições 7
Palavras 2.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Super Power, Survival
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Capítulo 03


P.O.V. Narrador

Eleonor e Elliot estavam tomando seus lugares enquanto Nicolas chamou Tedy para um canto da sala, Tedy era criativo em combate, mas precisa treinar muito, mas durante o treinamento dos dois prodígios da Torre, Nicolas sabia que deveria dar espaço. Emma, como sempre ficava um pouco apreensiva nos treinamentos de Eleonor e Elliot, sabia que Elliot não tinha controle de suas emoções durante uma luta ou treinamento, tornando-se muito perigoso para quem era seu adversário, Nicolas por mais resistente que fosse quase morre, durante um dos treinamentos, quem consegui conter Elliot foi Eleonor, que desde então tornou-se sua parceira de treinamento, pois era a única que consegui aguentar o ritmo e a intensidade de Elliot nos treinos, pois além de ser um ótimo lutador sua habilidade tornava-o um oponente muito poderoso, Elliot era agiu e rápido mais do que qualquer outro guardião.

- Qual o motivo de tanta tenção, Emma? – Perguntou Olivia. Emma olhou para a garota de cabelos ruivos e com a cabeça indicou os jovens no tatame, Olivia olhou para o lugar indicado pela morena.

- Sempre que eles treinam, fico assim. Amo os dois como se fossem meus irmãos e quando eles trinam ficou com o coração na mão. – Falou Emma. Olivia olha novamente em direção a sua tutora.

- Por que? – Perguntou curiosa.

- Elliot. – Falou Emma. Olivia olha para o garoto do outro lado da sala. – Quando está em batalha ou treinando, pede a noção e as vezes passa dos limites. – falou. Nesse momento a ruiva olha para a garota de olhos azuis de frente para Elliot.

- Por que vocês a deixam treinar com ele? – Perguntou a ruiva.

- Por que? – Perguntou a mais velha e a mais nova assente. – Ela e Elliot podem ter 16, mas por um momento traumático o corpo dos dois forçaram o desperta. – Falou.

- O que tem a ver com a minha pergunta? – Perguntou Olivia confusa. Ela sabia que todo guardião desperta aos 16 anos, o que aquilo tinha a ver com a sua pergunta.

- Isso foi a três anos atrás, Olli, ambos despertaram com 13 anos e o que viveram marcou ambos de formas diferente. Eleonor, ficou fria e distante de todos a sua volta, mas Elliot, ele necessita não se sentir fraco e quando está em situações como essa perde a noção que é somente um treinamento e tona-se agressivo e perigoso, Nicolas já se machucou bastante treinando-o, esmo sendo um dos melhores lutadores da Torre, Elliot é feroz, e Eleonor não fica atrás, a diferença é que ela é muito controlada, e esse é meu medo, toda vez que os vejo treinar. Tenho medo de que ela se controle quando deveria fazer o oposto. -  Falou Emma com uma cara triste. Quando Olivia a ouviu entendeu o que ela queria dizer. Enquanto isso o treinamento já estava acontecendo. Elliot era muito rápido e Eleonor muito precisa, ele tentava acertar a garota que na última hora desviava era como se pudesse advinha o que seu oponente iria fazer.

Elliot estava ficando irritado por não conseguir acertar um golpe se quer. Eleonor estava atenta e muito concentrada esperando a oportunidade perfeita para atacar. Depois de alguns minutos, os golpes de Elliot estava ficando mais perigosos e Eleonor notou, ele estava perdendo o controle e se ela não tomasse cuidado poderia se dar muito mal. Nesse momento, ela começou a devolver os ataques de Elliot o deixando ainda mais furioso. Tedy parou os golpes que dava em Nicolas o fazendo para também, ambos começaram a assistir o combate que decorria na sala, Nicolas podia ver que estava ficando muito intenso e ficou esperando para ver o que iria acontecer, Tedy estava apreensivo. Nicolas olhou para Emma e a viu concentrada no treinamento. Olivia via a troca de golpes muito intensa, não sabia como explica como Eleonor conseguia esquivar dos ataques de Elliot e nem como conseguia ficar tão calma. Elliot acerta um soco no rosto de Eleonor que não diminui seus movimentos, sabia que se diminuísse a situação seria pior. Elliot estava gostando da sensação, estava vencendo, mas a calma de Eleonor o incomodava, mas ele estava vencendo e era isso que importava, sua emoção o tirou um pouco da concentração e foi o que Eleonor necessitava para acerta uma sequência de golpes, acertou socos no rosto, no estômago, chutes em suas costelas. Elliot foi ao chão, e essa era Eleonor era precisa e quando acertava nunca era um único golpe, mas Eleonor sabia o que isso significava e ficou esperando. Elliot perdeu todo o controle ou o resto, uma fúria corria dentro de se e ele não poderia mais controlar-se, ele não poderia deixar ninguém o vencer, nunca. Avançou em direção a Eleonor sem controle algum e Eleonor sabia que agora ela tinha que pará-lo de algum modo ou se tivesse alguma sorte iria para na enfermaria. Todos ficaram apavorados, mas acreditavam em Eleonor. Olivia também estava apavorada pela garota, ela podia ver a fúria de Elliot, começou a ouvir um zunido e de uma hora para outra uma cena começou a passa em sua cabeça e de alguma forma sabia que era uma memória, mas não sabia de quem era.

Cena na cabeça de Olivia (on):

Eu estava de volta ao orfanato, meus pais adotivos morreram quando eu tinha onze anos, isto já fazia dois anos. Estávamos no carro indo para a praia quando o carro do outro lado da rua perdeu o controle e bateu contra o carro dos meus pais. Eles morreram junto ao meu irmão, fui o único que sobreviveu, mas nunca entendi como, os policiais diziam que tinha sido um milagre. Mas nunca tinha aceitado isso.

Estava na varanda da parte de trás do orfanato olhando o quintal onde ficava um parquinho, as crianças estavam dentro do prédio, pois estava próximo do jantar, hoje não estava com fome, estava um pouco triste e só queria ficar sozinho. Não sei quanto tempo fiquei divagando. Voltei a consciência quando ouvi gritos vindo de dentro da casa, levantei e corri para olhar pela janela o que estava acontecendo lá dentro, quando olhei através do vidro meu corpo congelou de medo, homens com peles esverdeadas e com as veias negras estavam machucando a Senhora que cuidava de nós no orfanato e obrigando as crianças ficarem no canto da sala, sentadas uma do lado da outra em fileiras, aquilo era estranho e assustado, eu estava com tanto medo que por mais que quisesse não conseguia mexer-me.

- Senhor ele não estar entre as crianças. - Falou um dos homens. Outro apareceu e olhou na direção do mesmo homem que o outro tinha-se referido.

- Todas as crianças estão aqui. - Falou.

- Não, estar faltando um garotinho, eu sei que ele está aqui. - Falou o homem que aparentemente era o chefe olhando para a senhora que cuidava das crianças, meu medo aumentou, pois eu era o que faltava me abaixei e comecei a tremer, eles queriam a mim.

Fechei os olhos e comecei a reza para que os meus pais me ajudassem, foi quando sentir uma mão no meu ombro, levei um susto tão grande e iria gritar se uma outra mão não tivesse sido colocada sobre minha boca.

- Fique quieto e não faça nenhum barulho, quero saber quantos homens você viu dentro da casa. - A voz era de uma menina, ela falava calmamente e eu só balancei a cabeça em concordância. - Mostre-me com os dedos. - Continuou sussurrando no meu ouvido. Levantei três dedos para que ela os enxergasse. Ela assentiu e mandou continua ali quieto e abaixado, depois olhou para trás e falou com alguém que eu não tinha visto, se levantou e entrou na casa com tudo, comecei a ouvir coisa se quebrando, crianças gritando e gemidos de dor. Estava uma verdadeira barulheira, continuei quieto, até sentir uma mão nos meus cabelos me puxando com tudo, estava doendo, mas nenhum som saia da minha boca, pois estava aterrorizado.

- Você pensou que podia escapar, garoto? - Perguntou um homem. Ele me jogou contra a grama, quando senti o impacto sentir meu ombro estalar e uma dor horrível logo depois. Quando tive intenção de me levantar o homem já estava perto e segurou no meu pescoço me fazendo levantar.

- Eram quatro. - pensei alto. Ele sorri e puxou uma faca do casaco que usava, entrei em desespero e comecei a lutar para me soltar, mas eram em vão, ele era mais forte do que eu, mesmo assim não parei continuem lutando, ele só ria e segurava a faca, como se o meu desespero o agradasse o desse prazer.

- Você tem garra para um bastardinho, mas no fim vai morre. - Falou rindo, fiquei com muita raiva e medo, senti meu corpo esquentar e chutei o seu rosto e ele acabou me soltando. Levei a mão que não estava doendo para o pescoço e levante a cabeça, o homem verde estava com o nariz sangrando e sua cara era de quem estava furioso, ele apertou a faca em sua mão e tentou me pega, mas me joguei para trás, o homem caiu de joelhos na minha frente e quando levantei meus olhos vi a garota que tinha me ajudado atrás do homem. A dor que sentia piorou e eu não estou entendendo, parece que está se espalhando, comecei a gritar meus músculos estavam queimando minha cabeça parecia que iria explodir, olhei para frente para pedia ajuda, mas o que vi me deixou apavorado um garoto, acho que era o que estava com a garota quando invadiram a casa pegou a faca do homem, leva começou a brilhar como se estivesse esquentando estava ficando laranja, a garota segurou o homem e o garoto enterrou a faca em seu coração o homem começou a gritar e ficou um tempo assim até que o único som que se ouvi depois foi o meu grito de dor, coloquei minha mão na cabeça e me encolhei no chão de tamanha que era a dor.

- Nico, está acontecendo com ele também. Ele está despertando. - ouvi a voz da garota ao fundo. Comecei a perder a consciência e a última coisa que eu ouvi foi a voz do tal de Nico.

- Isso não é normal, dois resgates em dois dias e ambas as crianças começaram o desperta.

Cena na cabeça de Olivia (off):

P.O.V. Narrador

Depois que voltou ao normal, Olivia notou que aquela memória era de Elliot e que a cena estava passando em sua mente nesse momento e por isso estava em fúria, essa lembrança é tão forte que Olivia consegui ver a cena e não só ouvi-la.

- Você ouviu não foi? – Perguntou Emma, Olivia a olhou assustada.

- Não, eu estava lá no lugar dele. – Falou tentando parar de tremer. Emma ficou impressionada pela habilidade da garota, mas também notou que a mais nova tremia muito, sabia que era por que era por causa das memórias de Elliot. Então voltou a olhar para o combate do outro lado da sala.

Eleonor começou a tentar a aumentar a velocidade de seus movimentos, para tentar salva seu pescoço, enquanto Elliot estava sem controle algum, dando golpes sem parar. Nicolas começou a chamar o nome do mais novo e pedi-lo para tentar se controlar, mas era em vão o garoto não ouvia. Todos sabiam que era um momento muito delicado. Eleonor viu uma abertura e investiu contra Elliot, mas foi lenta demais e Elliot a acertou no estômago e a garota desequilibrou e rolou sobre seus ombros e ficou de joelhos, cuspiu sangue e quando olhou para cima viu Elliot já muito próximo. Pulou para o lado e ficou de pé. Agora ela estava irritada e esqueceu o seu medo, quando Elliot investiu novamente em sua direção, ela segurou sua mão e o puxou desequilibrando-o e acertando uma joelhada em seu rosto e isso o derrubaram, ele ainda tentou se levantar mais Eleonor subiu encima dele e deferiu três socos que o deixaram inconsciente. Eleonor olhou para o garoto de olhos azuis e sentiu uma culpa por tê-lo colocado naquele estado, mas sabia que se não o deixasse inconsciente, ele passaria por cima dela como um trator e se ela tivesse muita sorte acabaria no hospital.

- Desculpa. – Falou em um sussurro, para que ninguém a ouvisse. Depois Levantou-se e olhou ao redor e viu todos surpresos, era a primeira vez que ela continuou o combate até o fim, pois era para ser somente um treino, mas dessa vez Elliot não pararia e ela fez o que deveria. – Tedy, você pode me ajudar a levar Elliot a enfermaria, por favos. – Falou fria, mas estava chateada por deixar a o treinamento chega a esse ponto. Tedy correu para ajudá-la, com Elliot nos braços, seguiram a enfermaria.

- Qual a habilidade dela mesmo? – Perguntou Olivia.

- Ela não desenvolveu habilidade. – Falou Emma.

-Ainda. – Completou Nicolas. Olivia ficou pensando o quanto a garota de olhos frios e distantes é curiosa.



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