História Guardiões: A Terceira Rosa - Capítulo 6


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Batalhas, Demonios, Drama, Família, Ficção Cientifica, Guardioes, Habilidades, Magia, Mistério, Romance, Super Humanos, Super Poderes
Exibições 5
Palavras 1.065
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Super Power, Survival
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


A única coisa que posso fala é prestem atenção nos detalhes, eles são importantes.
Dito isso, vamos ao que importa.
Boa leitura.

Capítulo 6 - Capítulo 04


P.O.V. Narrador

Na enfermaria, Tedy estava sentado na cadeira de acompanhante, esperando ansiosamente o resultado dos enxames que a médica estava fazendo em Elliot que estava sobre uma cama. Eleonor estava no canto do quarto em pé escorada na parede estava calada, mas sua mente era uma confusão.

- Ok, esse moço aqui, está bem. A pancada na cabeça, mas nada que uma aspirina não resolva. – Falou a médica, Eleonor ficou aliviada e Tedy olhou em sua direção, depois olhou novamente para a médica e assentiu. A médica sorri e sai da sala, assim que fecha a porta Tedy olha novamente para Eleonor, ele estava sério e isso não acontece sempre.

- Você sabe que foi necessário colocá-lo para dormir, a culpa não é sua. – Falou sério, viu a garota levantar a vista e olhar para Elliot que estava inconsciente sobre a cama, seu olhar era duro, estava chateada consigo e o garoto mais velho sabia. – Conheço o meu melhor amigo e sei que quando ele perde o controle torna-se perigoso, era ele aqui ou você numa situação muito pior. Você fez o certo. – Falou levantando-se e saído. Antes de fechar a porta olha para trás – Pare de se punir. – E sai fechando a porta.

Eleonor suspira e olha novamente para Elliot, fecha os olhos e os abrir novamente um tempo depois e sai do quarto hospitalar. Já no corredor encontra Nicolas que a avisa que o Diretor Tempest deseja vê-la.

Em frente à diretoria Eleonor suspira nervosa, odiava demonstrar mais do que deveria para os outros, normalizou sua respiração e entrou na sala, o homem mais velho estava atrás da mesa lendo algum documento, a garota de olhos azuis ficou de frente ao diretor e ficou calada esperando o que o homem queria fala com ela.

- Sente-se, por favor. – Falou o diretor que continuava lendo o documento, Eleonor sentou-se e ficou olhando seria para o homem em sua frente, que depois de alguns minutos levantou o olhar para a garota em sua frente e acomodou-se melhor na cadeira enquanto analisava o rosto da garota em sua frente. – Como foi seu dia hoje? – Perguntou o homem com calma, Eleonor olhou no fundo daqueles olhos verdes.

- O senhor sabe como foi o meu dia, por que não vai direto ao ponto? – Falou a garota mais nova seriamente. Um sorriso começou a se forma no rosto do homem, ele acha formidável como mesmo nervosa e talvez com medo dele, mas ela não deixava transparece e ainda o tratava-o como igual.

- Ok. – Falou rapidamente e continuou um pouco mais sério. – Soube o ocorrido durante o seu treinamento com Elliot.

A garota de olhos azuis ajeitou-se na cadeira. – Certo. E? – Perguntou a garota para o homem mais velho, que a olhou carinhosamente.

- Não precisa fica assim criança. Estou orgulhoso de você, falei com a médica que atendeu Elliot e ele está bem. Sei que esse mal humor é por causa desse incidente, mas não fique assim. - Falou. A garota o olhava seriamente.

- Elliot precisa controlar suas emoções, é perigoso para qualquer pessoa treinar com ele. Falei que deveriam criar uma sala para simulação para ele treinar. – Falou Eleonor.

- Você também é muito perigosa, mas no seu caso controla-se demais e por incrível que pareça, você nocauteou um guardião barra pesada como o Elliot. Emma e Nicolas falaram que você se controlou demais e quase deixou que Elliot finalizasse você. – Falou Tempest. Falou agora sério.

- Não é bem verdade, por um momento lá perdi o controle, deixei o medo me domina. – Falou baixo, mas o Tempest escutou e suspirou.

- Isso é bom, criança, medo é o que nos mantem vivos, o que aconteceu hoje é a prova disso. – Falou calmamente. – E sobre uma sala de simulação, bem ela já está sendo construída, para ser mais exato, está sendo finalizada, talvez na próxima semana. Criança, Tenho outra missão para você.

- Ótimo ninguém precisa morre para treinar Elliot. – Falou a menina aliviada. – E sobre a missão, já falou com Emma e Nicolas? – Perguntou seria.

- Não criança, é seu tipo de missão. – Falou Tempest. Eleonor respirou fundo e assentiu.

- Ok. Mais tarde passo para pegar os arquivos para me prepara. Quando saio? – Falou Eleonor seria e calma.

- Amanhã à tarde e não se preocupe os arquivos já estar aqui, leve-os e estude bem cada linha. – Disse o homem entregando os arquivou a garota que assentia. – Então vá e até amanhã criança.

Eleonor levantou-se e saiu da sala e foi para o seu dormitório deixou os arquivos sobre a cama, Luz sabe que jamais deve mexe em suas coisas ou as coisas iriam ficar feia para o seu lado, mas mesmo assim Eleonor sabia que Luz deve estar em seu treinamento especializado e não chegaria tão cedo, entrou no banheiro e despiu-se, foi para debaixo do chuveiro e o ligou e deixou que a água que caia sobre se levasse com ela toda a frustração que estava sentindo até aquele momento, agora ela deveria prepara-se para a sua missão, que eram um pouco diferentes das missões que fazia com os irmãos Swan, era uma missão de resgate de alto perigo e com ordem de aniquilação a demônios.

Depois de um banho demorado, sentia-se pronta para estudar os arquivos para a missão, não tinha mais nenhuma vontade de sair pela torre. Vestida sentou na cama e pegou os arquivos e começou a lê-los.

Enquanto isso Elliot despertava na cama do quarto hospitalar, as memórias do que tinha acontecido mais cedo veio em sua mente o fazendo fecha os olhos, sentiu frustração, não podia ter perdido o controle, sabia que poderia machucar um amigo, poderia ter machucado Eleonor e era a última coisa que queria, ela tinha um carinho muito grande pela garota de olhos azuis e sabia que era recíproco, mesmo que ela negasse até a morte, o passado e necessidade de serem mais forte, a idade que possuíam ao desperta, todo foi motivo de criarem um tipo de ligação. O garoto sentia-se mal pelo que aconteceu jamais perdoar-se-ia se a tivesse machucado. Ficou um tempo deitado, estava com muita dor de cabeça e um pouco tonto, também estava determinado a falar com a rabugenta de olhos azuis, era como se referia a Eleonor quando queria irrita-la. Fechou os olhos e deixou o cansaço do dia o tomasse o levando a inconsciência.


Notas Finais


Conversem comigo.


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