História Guardiões: A Terceira Rosa - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Batalhas, Demonios, Drama, Família, Ficção Cientifica, Guardioes, Habilidades, Magia, Mistério, Romance, Super Humanos, Super Poderes
Exibições 4
Palavras 1.380
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Super Power, Survival
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Essa imagem a cima é para quem não sabe o que são sais (você não tem obrigação de sabe, então relaxe).

Capítulo 8 - Capítulo 06


Fanfic / Fanfiction Guardiões: A Terceira Rosa - Capítulo 8 - Capítulo 06

P.O.V Eleonor

Estava na moto a caminho da localização da minha missão. O vento passava por mim, estava agitada. Depois que perdi meus pais criei um ódio fora do como pelos demônios e jurei que os caçaria e acabaria com o maior número deles, mas diretor Tempest me ensinou a canalizar essa raiva e ter controle, me ensinou a pensar antes de agir com esse conhecimento, descobri que o meu deve e proteger os humanos e essa missão que estou indo realizar é com proposito de protegê-los. Deixar um item mágico desse porte, nas mãos dessas aberrações está fora de discussão.

Os anéis de cada sábio do conselho possuem uma habilidade que juntos podem fazer coisas maravilhosas ou um desastre terrível. Chegue aos arredores da casa abandonada que se encontram os demônios com o anel que devo recuperar. Coloquei a moto em um canto e a escondi para que eles não a vissem. Deixei a mochila que trazia na moto para facilitar o meu trabalho, tirei os sais da bainha e os segurei com a lâmina encostada no meu ante braço. Caminhei em direção a casa com cuidado para não fazer nenhum barulho que possa chama atenção dessas coisas. Apurei meus sentidos para que não fosse surpreendida e continuem caminhando lentamente.

Quando cheguei perto da casa vi três demônios no lado de fora, deveria está fazendo rondas, fiquei atrás de uma árvore e esperei, um dos demônios passou ao meu lado, um pequeno sorriso brotou em meus lábios, girei o sal da mão esquerda e com a direita puxei o ser verde e com rapidez o apunhalei no coração, tudo foi tão preciso que o barulho foi mínimo, escondi o corpo atrás da árvore que estava escondida e caminhei e me posicionei para atacar o próximo. Depois que terminei com os seres de fora da casa, então, fui para de baixo de uma janela para ouvir melhor, não consegui saber quantos eram dentro da casa.

-Ok, É tudo ou nada. – sussurrei. Suspirei e a porta da casa abriu revelando outro cara verde que me viu, isso era uma droga.

- GUARDIÃO! – Gritou o demônio, avisando aos outros. Avancei na direção daquele ser e não dei tempo de reação para o monstro. Deixei o corpo daquele ser cai no chão sem vida e vire de frente para porta a tempo de ver outro monstro deferindo um golpe em mim, por pouco consegui desvia e contra ataquei, mas ele desvio também. “Droga, tinha outros dois demônios se aproximando veria ter sido mais rápida. ” O segundo demônio veio em minha direção, chutei o que estava na minha frente girei e segurei o soco do segundo e enfiei o sal em seu coração e primeiro já estava de pé e tirou do casaco uma adaga e avançou em minha direção com ela com uma das minhas armas defendi o golpe e soquei seu rosto com a outra mão. O terceiro estava com uma pistola e apontou em minha direção e disparou me joguei para o lado. Girei um dos sais na minha mão e o segurei pela ponta e o lancei na direção do terceiro e o acertei, aproveitei e corri para o seu lado, ele tentava se livra do sal cravado em seu abdome e antes que pudesse reagir enfiei o outro sal em seu coração. O primeiro demônio veio para cima de mim, mas consegui deferi uma cotovelada em seu rosto o fazendo cair, tirei os sais do corpo do chão e avancei em cima do demônio cravando o sal em seu ombro e coração.

Depois desse confronto respirei fundo e levantei fui para a porta, entrei na casa olhei ao redor do cômodo só via poeira e resto de moveis, mas pelo arco de uma porta dava para ver que no outro cômodo tinha uma mesa e encima dela uma maleta, fui nessa direção. Quando chegue perto da maleta a toquei e podia senti a magia emanando da maleta, destravei-a e a abri no centro da maleta estava o anel de serpente com uma pedra mágica violeta.

- Olha só como a bastarda cresceu. – Ouvi uma voz falar. Uma raiva queimou dentro de mim, parecia larva nas minha veias e sangue, girei o olhei o demônio que estava no portal da porta, “era ele o desgraçado que matou os meus pais e fugiu”, jamais esqueceria aquele rosto imundo e principalmente aquele sorriso grotesco. – Vejo que já estar fazendo o seu dever de proteger os humanos e não ser protegida por eles. – Falou com ironia. Era muita ousadia da parte dele citar aquela noite, um sorriso de deboche surgiu no rosto dele. – Pena que ele tenha mandado um bebê fazer o trabalho de adultos, você sobreviveu naquela noite, mas vai morre hoje. – Sua cara era de puro deboche, ele pensa que acabei de desperta e isso era bom, seria divertido, um sorriso começou a surgi em meu rosto.

- É uma pena, não é. – Falei, ele levantou a sobrancelha. – Bem, ainda estou esperando você me mata. – Falei com falso tédio. O sorriso do seu rosto vacilou, mas ele avançou com muita velocidade em minha direção. Puxei os meus sais da mesa e desviei do seu ataque, ele olhou em minha direção somente par sentir o cabo de minha arma chocar-se com seu rosto, cambaleou, soltei dos sais e avancei em sua direção e afundei minha arma em seu ombro, ele arregalou os olhos, sorri para ele.

- Rápida para um bebê? – Perguntei. Ele tentou contra atacar, mas fui mais rápida, o empurrei em direção a parede, puxei minha arma e a coloquei na altura do coração e a empurrei lentamente, mas não o suficiente para matá-lo. – Seja educado e responda, quem é que está mandando pegar o anel de um dos membros do conselho? – Fiz a pergunta calmamente, pode sentir medo vindo dele e eu estava gostando.

- Vocês guardiões não tem noção do que estar acontecendo e não serei eu que falarei. – Falou. Revirei os olhos e empurrei mais um pouco a lâmina do sal nele seus olhos regalaram e falou:

- Mas uma coisa posso disser, você e seus irmãos estão no centro. - Franzi minhas sobrancelhas e olhei em seus olhos.

- Não tenho irmãos. – Falei. Ele sorriu.

- Não com seus pais adotivos, mas por seus pais biológicos. – Falou sorrindo, fechou os olhos e começou a fala. – Um amor forte e puro, mas proibido, gerou três crianças que podem trazer o bem ou caos, eles possuem poder para derrota o primeiro de sua espécie ou juntar-se a ele. – Parou e abriu os olhos e sorriu. – Essa é uma profecia que foi escrita com o surgimento dos demônios, estava escrita mais somente essa frase sobrou com o passar do tempo, seus irmãos estão tão perto e ao mesmo tempo tão longe de você.

- Ok, chega dessa baboseira. – Falei irritada, não demonstraria para esse monstro, mas aquilo mexeu comigo. Puxei o sal de seu peito e ele pareceu aliviado, soltei minha arma e segurei seu pescoço com uma mão. – Você realmente acha que vai sair dessa com vida? - Falei, ele congelou de medo. – Vou fazer com você o mesmo que fez aos meus pais. – Assim que terminei de falar chutei seu joelho o que o levou ao chão segurei seu pescoço com as duas mãos e girei o mesmo e ouvi um “CRECK” e soltei o corpo no chão.

Fui em direção da maleta a abri peguei o anel e coloque no bolso da minha roupa, fui para o lado de fora pegue todos os corpos um por um e coloque todos juntos dele da casa empilhados, tirei de outro bolso uma garrafa de metal que tinha um liquido branco dentro, esse liquido era um tipo de purificador superconcentrado, derramei encima dos corpos e eles começaram a se desfazer, guardei a garrafa e esperei o fim do processo que estava sofrendo os corpos, depois que se dissolveram por completo fui embora. Quando cheguei na moto a descobri pegue a mochila e tirei de dentro, uma caixa de meta para guarda o anel e coloquei para dentro da mochila. Botei a mochila nas costas e subir na moto, a liguei e parti em direção da Torre, mas o que aquele demônio tinha falado não saia da minha cabeça.

 


Notas Finais


Bem, quero ouvir o que tem a dizer, conversem comigo.

Quero saber suas teorias e duvidas.

Por favor vote e favorita a estória, escrevo com tanto carinho.

Beijo no coração de vocês e até a próxima.


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