História Guardiões do Sol - A Traição - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Deuses, Galaxia, Guardioes, Mitologia, Sol
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Palavras 3.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - UM - O Último Ano


No meio de uma estranha passarela de pedra, havia um homem aproximou-se dele, mas não conseguiu enxergar-lhe o rosto.
— Morra filho de Santi! — Gritou o homem.
No mesmo instante um raio de luz vermelha atingiu abaixo de seus pés, aos poucos sentiu o chão rachar e seu corpo cair como bigorna.
Oliver acordou desequilibrado, olhou pela janela viu a neve caindo levemente, sua visão ficou embaçada subitamente, e uma dor de cabeça o tomou por completo, caiu no chão, procurou concentrar-se no agora, esvaziar a mente, e a dor de cabeça parou, sentiu-se totalmente estranho porque aquilo nunca havia acontecido antes e a única coisa que poderia pensar era ficar se debatendo de dor, esvaziar a mente era a última coisa que pensaria em fazer. Procurou esquecer aquilo, por mais estranho que parecesse ser.
— Oliver, falta 45 minutos para você entrar pela porta da frente da universidade cara que eu estou pagando, então não se atrase!
— Disse o pai de Oliver.
— Não vou me atrasar, pai
— Irá, se não for rápido, tome seu banho, vista-se, e vá direto para a universidade.
— E o meu café?
— Estamos sozinhos, sua mãe saiu e só volta depois da sua aula, você pode tomar café na universidade.
— Certo — respondeu com um tom de desdém
— Filho, eu sei que você está chateado, mas sua mãe tem um trabalho novo, e eu também, essa mudança foi pela nossa família, para termos uma vida melhor.
— E parece que a cada dia tudo fica pior.
O pai de Oliver ficou atônito, fez silêncio.
— Eu te amo filho. — baixou a cabeça e saiu para o trabalho.
Os pais de Oliver haviam se mudado de Helen – GA, EUA.
Foi triste para Oliver saber que teria de deixar de novo seus amigos, e conhecidos, e ter de fazer novas amizades, porém dessa vez mudaram de país. Oliver odiava tudo aquilo, porque seus pais sempre diziam que aquela ia ser a última vez, sua família já houvera morado em várias cidades do EUA, e dessa vez estavam mudando de país, ele sentia que não era apenas por trabalho, talvez seus pais estavam querendo se separar.
Oliver tomou um banho rápido, porque a água quente não funcionava, vestiu-se e foi para a universidade. Foi de bicicleta, chegando lá estacionou-a, e esperou até a hora de sua aula começar.
Sentou-se numa cadeira perto da entrada, pôs os fones no ouvido, tentou relaxar um pouco ouvindo música clássica. Oliver achava fascinante como Bach e Chopin lhe deixavam o mais relaxado possível, o poder dos instrumentos soando em conjunto, era como se sua alma se elevasse e quisesse sair do corpo, seus sentidos aguçavam, suas mãos dançavam como se regesse o concerto. Oliver fechou os olhos e se concentrou, depois de alguns minutos percebeu alguém sentar ao seu lado, era uma garota ruiva, olhos verdes e de beleza magnificente.
— Olá ¬— disse ela.
— Oi — respondeu Oliver com um tom de nervosismo.
— Você é o Oliver certo?
— Sim, desculpe, como sabe?
— Está escrito na sua pasta.
— Ah, desculpe, eu nem havia notado.
— Você é?
— Eleanor.
— Muito prazer Eleanor.
— Igualmente. Então o que faz enquanto espera a hora de ir para a aula?
— Bem, estou ouvindo música, relaxar um pouco.
— Que tipo de música você gosta?
— Varia do meu humor, agora estou ouvindo Chopin, ouço quando quero relaxar um pouco a cabeça.
— Estou incomodando?
— Não, não, eu acho que já estou bem. Que curso você faz?
— Música, você?
— O mesmo.
— Muito bom. Eu tenho de ir agora, foi bom conhecer você Oliver
— O prazer foi todo meu — sorriu, e a viu ela desaparecer pelo corredor. — Que estranho — pensou, pôs novamente os fones no ouvido.
— Sr. Smith? — Alguém pôs a mão no seu ombro, era um homem, estava usando paletó e gravata, aparentava ter uns quarenta anos.
— Sim?
— Me acompanhe por favor, você foi transferido para outra sala.
— Por quê?
— Tivemos alguns problemas com sua matricula, nada relevante, não será um problema para o senhor certo?
Oliver olhou estranho para aquele homem, sentiu a mesma dor de cabeça voltar levemente, sentiu algo lhe incomodar.
— É claro que não há problema — respondeu Oliver.
— Ótimo! Sua aula começou tem — Ele olhou o relógio. — 2 Minutos apenas.
Chegaram próximo de uma porta, “128-C” era o número da sala, quando ele abriu, Oliver viu várias pessoas e somente uma cadeira vaga, ao lado de Eleanor, a garota que havia conhecido há mais ou menos um minuto.
— Prof. Robert, perdoe a interrupção, o sr. Oliver foi transferido de sala — Disse o homem.
— Certo, Oliver, vou precisar que assine. — Disse o professor.
Oliver seguiu até a mesa do professor, assinou, depois foi sentar-se na cadeira vaga ao lado de Eleanor.
— Por que foi transferido?
— Eu sinceramente não sei, não perguntei.
— Ah, acho que vai se adaptar aqui, posso apresentar-lhe meus amigos depois.
— Seria um prazer conhecer seus amigos — Oliver sorriu para ela, e ela sorriu de volta.
O prof. Robert levantou-se, olhou para a turma e disse:
— Turma, sou Robert Roosevelt.
— Como o presidente do EUA? — Perguntou um aluno.
— Sim, mas não tenho nenhum parentesco com ele — ele sorriu. —No seu primeiro dia de aula, sua aula não será teórica, vamos até a sala de instrumentos e vamos ver pinturas, instrumentos clássicos e lá falarei sobre grandes nomes da música e farei perguntas sobre quais instrumentos agradam-lhe os ouvidos. Sigam-me.
Ele saiu da sala, e com ele os alunos.
— Que instrumento pretende aprender? — Perguntou Eleanor.
— Violoncelo. — Respondeu Oliver.
— É uma boa escolha, já eu sempre quis piano.
— Piano, minha mãe tocava para mim.
— Tocava? Não toca mais?
— Ela largou o Piano para ser escritora em um Jornal.
— Acho que não deve ter sido fácil para ela.
— Eu acho que sim, toda vez que pergunto ela diz que foi pelo bem da família, já que ser músico naquela época era difícil.
— Era agradável? A música que ela tocava para você?
— Eu mal consigo lembrar, tinha apenas três anos.
— É uma pena não conseguir lembrar de algo assim.
— Não lembro de nada da minha infância antes dos sete anos.
— Deve ser frustrante.
Eles andaram até que chegaram em uma sala iluminada totalmente pelo sol, haviam vários instrumentos, que o professor Robert mostrou aos alunos.
                                                  II
Longe dali algo caia do céu como um meteoro, e se chocou com o asfalto próximo a cidade de Seattle no meio de uma rodovia, carros foram arremessados. Dois homens se aproximaram para ver o que houvera acontecido.
— Caramba! — Exclamou um dos homens.
— Será que a NASA virá atrás disso? — Se entreolharam e a pergunta ecoou, o homem então decidiu chamar uma ambulância, subitamente ouviu o meteoro rachar, quando decidiu virar o rosto para ver o meteoro, sentiu seu corpo sendo perfurado, sua visão ficou pesada, e a escuridão tomou conta de seu corpo. O outro homem tentou fugir, mas em segundos foi atingido por uma lâmina que cortou a veia de seu pescoço, e ali começou a sangrar, conseguiu virar-se para ver o rosto do seu assassino, era um homem com armadura preto fosco, nunca havia visto uma igual, protegia o rosto e todo corpo até os pés, parecia pesada demais para conseguir suportar o peso, mas no corpo do seu assassino era leve, e flexível. Viu também mais quatro homens com a mesma armadura saindo do meteoro, que em seus últimos pensamentos tinha a certeza de que não era um meteoro, era uma espécie de nave, e subitamente sentiu suas forças deixarem seu corpo, sua cabeça pesava como uma bigorna, e morreu ali sangrando, como um simples pedaço de nada, morto por uma raça superior à sua, lhe pareceu uma morte digna.
— General Fairos? — Perguntou um dos membros da equipe
— Seja breve. — Respondeu.
— Tenho as coordenadas, mas o Cotex diz que o código genético dos agentes que cuidam do garoto não fora encontrado, é provável que tenham se mudado deste lugar.
— Roube informações da rede militar deste território, e descubra para onde foram, temos de agir agora!
— Prontamente senhor.
— Vou checar por mim mesmo, não confio nesse dispositivo, esperem por mim.
O líder da equipe saltou em direção ao céu, o salto foi forte o suficiente para manda-lo para o centro da cidade, o que fez com que se chocasse de forma brusca contra o chão. Os policiais mais próximos sem pensar duas vezes começaram a atirar, o que não causou danos, a armadura permaneceu intacta, o que fez com que ficasse com que Fairos sucumbisse em raiva. Foi em direção ao policial, e em menos de um segundo já estava próximo o bastante, desferiu um golpe tão forte no policial que seu rosto de certa forma afundou e o arremessou por metros, e fez o mesmo com os outros sucessivamente.
Deu um salto e entrou em um prédio, um apartamento vazio, não havia móveis, não havia nada.
Com raiva, retirou uma pequena esfera de dentro da sua armadura e jogou-a no chão, um holograma apareceu, era um dos membros de sua equipe no outro lado do holograma.
— Descobriu onde os agentes estão?
— Sim senhor, estão em um lugar chamado Londres, algumas milhas daqui, com os planadores chegaremos lá em quinze minutos.
— Certo, chegando lá nos separaremos, vejam o registro do garoto e descubra onde ele está.
— E o senhor, general?
— Pegarei a pedra da profecia com os agentes, quando acharem o garoto, matem-no.
— E se algum guardião aparecer antes ou depois disto?
— Se aparecer capturem-no, levem-no até a nave central, extrairemos seu poder solar das suas células. Isso é tudo.
                                             III
O professor Robert encerrou a aula e mandou a turma para o refeitório. Oliver pediu apenas café, e foi sentar-se na mesa mais próxima com Eleanor, que pediu apenas uma salada e um suco de laranja.
— Por que pediu apenas uma salada e suco de Laranja? — Perguntou Oliver.
— Sou vegetariana, pretendo virar vegana.
— Por que você escolheu isso?
— Porque desde criança sabia que, os animais eram amigos, e não comida.
— É um pensamento muito nobre eu diria, mas não negarei que gosto de comer um cadáver bem assado — ambos riram.
Oliver notou que o professor Robert estava vindo na direção da mesa, quando chegou perto, perguntou:
— Oliver, você pode vir até a minha sala? Gostaria de conversar com você.
— Claro, posso terminar meu café antes?
— Fique à vontade, lhe espero na minha sala.
Ele virou as costas e seguiu pelo corredor.
— Que estranho. — Comentou Eleanor.
— Um pouco. Bem, estou indo, espere por mim, acho que não vou demorar. — Oliver sorriu, e ela sorriu de volta.
Oliver andou pelo corredor e viu em uma sala estreita o homem que o conduzira até a sua nova sala, olhou pela porta e percebeu que homem estava falando com alguém que não conseguia ver porque a porta estava somente entreaberta.
— Milon, o garoto pode esperar, se ele realmente for quem Kronos pensa que é, ele saberá se defender caso um ataque ocorra. — Disse a voz, para o homem que se chamava Milon.
— Com todo respeito majestade, esse garoto não pode passar tempo demais aqui, quando ele completar a idade necessária irão mata-lo, Kronos pensa que ele é o escolhido! — Respondeu Milon.
— Vejo que você também acredita que ele é o escolhido.
— Sim eu acredito, com todo respeito majestade, nós dois sabemos que a profecia completará dezoito anos, e o único garoto que nasceu sobre o céu de Capricórnio na data exata da profecia é esse garoto! Sem contar que ele é protegido pelos agentes de Guarpheus.
— Não posso tomar uma decisão assim Milon, tenho de consultar todos os deuses e o oráculo.
— Levariam dias, até lá o garoto já estaria morto.
— Não posso fazer nada Milon, o garoto está bem protegido, se ele for o escolhido saberá como se proteger.
— Ele não tem treinamento, se for atacado sem proteção por perto, será o fim.
— Não posso mais discutir sobre isso Milon, tenho de desligar.
Oliver ficou paralisado, se perguntando o que aquela conversa significava, ficou nervoso, quando ia saindo o homem olhou pela porta e notou Oliver.
— O que faz aqui garoto?
— Desculpe, estou procurando a sala do Professor Robert. — Mentiu.
— É no fim do corredor.
— Obrigado, senhor?
— Edward Milon.
— Obrigado Sr. Milon.
Oliver saiu andando, tentou disfarçar mas acabou olhando para trás, e Milon estava olhando para ele, desconfiado.
Chegou ao fim do corredor e entrou na sala.
— Sente-se por favor — Disse o Professor Robert. — Vi que você tem grandes habilidades no Violino.
— Obrigado, eu não sou nada profissional, aprendi com meu pai.
— Seu pai? Estranho
— Por que estranho? — Oliver sentiu-se confuso
— Esqueça.
— A razão por eu ter chamado você aqui é para lhe fazer uma pergunta simples, não minta, eu saberei se está mentindo. — Oliver ficou nervoso novamente. — Onde está a pedra da profecia?
— Eu não sei do que está falando.
— NÃO MINTA PARA MIM GAROTO! — Robert quebrou a mesa com um soco apenas, o que fez Oliver pular para trás. — Eu sei que você sabe onde está, agora diga-me, onde escondeu!?
— Desculpe professor, mas eu não sei do que o senhor está faland- — Oliver foi interrompido, uma espécie de cobras saiu da manga da camisa de Robert, enforcando Oliver, e pendurando-o.
— Eu vou perguntar de novo, vou afrouxar um pouco a pressão, se responder errado de novo, vou mata-lo. Onde está a pedra da profecia?
— Eu não sei — respondeu Oliver tossindo.
Imediatamente Robert começou a enforca-lo, Oliver estava perdendo o fôlego, sua visão estava embaçando. Quando estava fechando os olhos viu um raio de luz vermelha passar por entre eles, caiu tossindo, olhou para frente, Robert estava sem um dos braços, olhou para trás, Milon estava de pé com uma arma preto fosco, grande como uma bazuca.
— Crisaor, o filho de Medusa, eu deveria saber disso — Depois de dizer isso, atirou na cabeça de Robert, e Oliver traumatizado, não acreditara no que estava vendo.
— Ei garoto! Acorda! — Oliver focou nos olhos de Milon. — Eu sei que é muita informação para o seu cérebro, mas você precisa confiar em mim.
Oliver ficou atônito, e ainda estava paralisado, até que Milon deu um soco em seu rosto, e conseguiu acordar do transe.
— Oliver, olhe nos meus olhos, você precisa confiar em mim, tem pessoas querendo te matar e provavelmente irão atrás de Eleanor, porque ela é como você, uma guardiã.
— Guardiã? — Perguntou Oliver, ainda não estava entendendo nada.
— Sim, nós temos de encontrá-la, em pouco tempo os soldados de Kronos estarão aqui, seus pais, na verdade são agentes, enviados para te proteger, seus pais verdadeiros... Bom você saberá a verdade em Guarpheus.
— Não, isso não é verdade, isso é apenas um sonho.
— Eu salvei a sua vida de um cara que tentou de enforcar com cobras que saiam do corpo dele, você não está em posição de decidir o que é sonho ou realidade.
Oliver não sabia tudo do que estava acontecendo, mas Milon estava certo, ele quase morreu nos braços do seu professor de música, tinha de confiar nele.
— Está bem, eu não tenho outra escolha.
A escola inteira tremeu, ouviram o barulho do teto se partindo no refeitório.
— Eles a acharam. — Disse Milon. — Temos de agir agora. Tome pegue essa arma, seu signo é de terra, terra é o elemento principal, então as forças magnéticas do planeta serão suas balas.
— Seja mais específico.
— Quando atirar em um soldado, ele desmaiará por calor excessivo e muita dor nos ouvidos.
— Legal. — Oliver ainda não acreditava.
— Vamos, precisamos ir até o refeitório.
Os dois correram até o refeitório, se esconderam atrás das colunas, olharam, e viram Eleanor escondida atrás de alguns escombros, mas haviam soldados, não teria como ela atravessar para o outro lado sem ser vista.
— Garoto, não se assuste, sim é a minha voz na sua cabeça, vou atirar, naqueles soldados, e você pega a garota, e logo depois de atravessarem, embaixo do cano da sua arma tem um sinalizador, aperte o botão no centro, chame por Faora, código 1, 1, 5, 3.
Milon entrou no meio do refeitório atirando nos soldados, Oliver correu até Eleanor, e os dois saíram correndo até a sala onde Milon estava conversando com a voz que ouvira.
— O que está acontecendo Oliver!?
— Estamos sendo caçados.
— O quê!? Por quê!?
— Eu não sei, o professor Robert tentou me matar com cobras que saíram do braço dele.
— Okay, eu não sei o que está acontecendo, mas por favor me diz a verdade, quem são esses caras armados!?
— Essa é a verdade, tenho de fazer algo agora — Oliver puxou o sinalizador que mais parecia um rádio, apertou o botão no centro e disse. — Chamo por Faora, código 1, 1, 5, 3.
                       IV
— Subcomandante Faora, chamada de socorro da Terra, foi acionado pelo agente Milon. — Disse o soldado Guarpheniano.
— Qual o código? — Perguntou Faora.
— 1, 1, 5, 3. E Subcomandante, detectei o código genético do Ex-General Fairos da segunda divisão.
— Preciso de duas tropas com cinco soldados! Vamos ter de ir para a Terra o mais rápido possível, vamos na Titan, vamos salvar o escolhido.
        V
— Precisamos sair daqui, não sei o que aconteceu com Milon. — Disse Oliver.
— Quem é Milon? — Perguntou Eleanor.
— É o cara que salvou sua vida atirando naqueles soldados.
— Câmbio, Faora na escuta!
Era o rádio sinalizador, Oliver prontamente respondeu.
— Câmbio, Oliver na escuta.
— Oliver, me escute, há tropas de Kronos indo para o exato local onde você está, recue imediatamente, é uma ordem!
— Para onde eu devo ir!?
— Esqueça Oliver, um deles usou habilidade de teletransporte e já está aí, terei de confiar em você nos próximos 5 minutos.
Oliver ficou atônito, olhou para trás e viu o soldado, que prontamente lhe deu um chute e pegou sua arma.
— O que faço com eles General? — O soldado falava numa espécie de rádio.
— Capture a garota, extrairemos o poder solar dela na nave central.
— E o que faço com o garoto?
— Apague-o, quando eu chegar, cuido dele.
Oliver tentou reagir mas levou um tiro de uma arma, estranha, que o deixou enjoado, e o fez desmaiar.



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