História Guerra - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Exibições 296
Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente queria dizer que espero que gostem da fic porque ela vai estar cheia de emoções, gente comentem isso me motiva mais que qualquer coisa a permanecer firme na fic.

Também tô atrás de alguém que saiba fazer capas de fanfic, pra tirar essa capa provisória se alguém souber favor entrar em contato

Agora aproveitem o capítulo

Capítulo 2 - Capítulo 2


Fanfic / Fanfiction Guerra - Capítulo 2 - Capítulo 2

- Entra na sala logo Gusman!

Todos ouviram a voz irritada do já conhecido Paulo Guerra. O que não viram foi que o "empurrão" que ele deu foi um tapa na bunda da moleca da sala.

- Eu sei andar, Guerra!

- Meu Deus então você disfarça muito bem!

- Meninos! -a voz da eterna professorinha e agora também vice-diretora- Achei que a diretora tinha falado com vocês! 

- Ela falou, profe. Tanto que você pode ver que o Guerra ainda está com os dentes.

- Alicia!

- Ignora ela, professora é o que eu faço. -Ele disse arrancando risos de alguns colegas- agora sério, por algum motivo que foge ao meu entendimento escolheram a mim e a Gusman para liderar o comitê organizador do baile do 1° ano, vamos escolher alguns dessa e dase outras duas turmas para formarem o dito comitê, mas estamos aceitando idéias e sugestões de todos. Algo a acrescentar,  Gusman? 

- Apenas que todos podem ficar tranquilos que eu não vou deixar, estragar o baile.

Após um olhar da professora cada um voltou ao seu lugar em meio aos risos dos colegas. Assim que sentou na cadeira Paulo mudou a postura.

Sentou ereto, puxou um caderno e começou a copiar a matéria perguntava algumas coisas, respondia outras tudo pra ter certeza de que a matéria estava gravada em seu cérebro.

Quando o sinal do fim da tempo tocou, ele fechou o caderno e saiu. Eles tinham cinco aulas por dia entre cada aula tinhamesmo 10 minutos de folga, depois do terceiro tempo 30 minutos de recreio e mais duas aulas com um intervalo entre elas.

Ele aproveitava o intervalo pra desestressar. Ele ia para uma sala vazia e na maioria das vezes não fazia nada apenas ficava ali sem pensar em nada, mas as vezes como no dia de hoje ele fazia a única coisa que evitava na frente da irmã e dos outros: ele chorava.

A verdade é que a pressão o estava esmagando, quando ele achou que estava finalmente conseguindo controlar sua vida e a da irmã. Ela começou a ficar revoltada, usava roupas curtas, cortava as longas ia pra festas voltava, bêbada e as vezes drogada. Uma vez ela havia perdido o controle e um cara quis se aproveitar disso, por sorte ela conseguiu se trancar no banheiro e ligar para ele que mandou o cara para o hospital.

Agora ela andava se revoltando no colégio, o único lugar que ela sabia que eles não podiam chamar atenção, se agarrando com o Mário no armário e pelo que deu a entender a diretora com outros garotos também. Ele não sabia o que fazer e chorava por isso.

Ele havia aberto mão da vida que levava pela irmã e não adiantava nada a irmã continuava querendo a única coisa que ele não podia lhe dar: os pais de volta. 

Paulo Pov

 

O dia foi exaustivo, eu praticamente não me aguento pra levantar da cadeira da escola. Mas me levanto mesmo assim. 

Saímos eu, Alicia e Mário juntos da escola e ele está falando alguma bobagem sobre futebol, aproveitando que estamos sozinhos e longe da escola soco a cara dele com força o jogando em um canteiro ao lado.

-Paulo!

- Cala a boca, Marcelina! E você seu traíra fica longe da minha irmã,  ouviu? Ela não é mais um nome pra sua lista!

 

Dizendo isso eu arrasto a Marcelina pelo resto do caminho até chegarmos em casa. Assim que passamos da porta ela começa a gritar:

- Pra que tudo isso? Só pra ele não vir aqui em casa?

- Ele não pode vir aqui. Vai estranhar e querer saber porque estamos sozinhos. Ninguém pode saber, Lembra? 

- Eu não aguento mais isso! -Ela quebra um copo contra a parede 

- Marcelina! -eu pego a vassoura e começo a varrer os cacos- Você sabe o que acontece se você contar pra alguém! 

Não consigo nem terminar a tarefa. Largo a vassoura e me jogo na cadeira, com lágrimas escorrendo nos olhos. Uso a mão para tentar abafar e esconder o choro.

- Ligue, pra ele. Conte a verdade, talvez seja melhor. Obviamente eu não estou conseguindo cuidar de você direito. Eu sou exatamente o que ele disse uma vergonha... 

- Não! Paulo, desculpa! Você é o melhor irmão do mundo! Eu sei que você está fazendo o melhor que pode -agora ela chorava abraçada ao irmão- É que eu sinto tanto a falta deles! 

- Eu também, Baixinha. Eu também.

- Eu estou cansada, Paulo. Esse segredo está isolando a gente, você acha que eu queria ficar assim? Eu também preciso escapar, mano. -As lágrimas correm soltas- Eu sonhava com um príncipe encantado, em ter uma primeira vez romântica, de preferência com o homem que eu fosse casar e ter filhos, mas não. Eu virei uma piriguete e nem ao menos posso falar pro cara que eu amo a verdade, porque não posso ter um relacionamento de verdade com ele.

- Eu lamento, Marcelina. Acredite ou não, eu te entendo perfeitamente. Você não precisa disso, vai atrás dele, conta a verdade sobre o que você sente e pede desculpas pro Mário pelo olho roxo. -Ela fica com uma cara chocada- Eu te conheço, baixinha.

- Paulo e todo o segredo? Não vamos conseguir esconder.

- Vai cuidar da sua vida, Marce. Deixa que eu me preocupo com isso.

- Porque só eu tenho que ser feliz? Isso também me machuca, Paulo. Você acha que eu não percebo tudo que você faz pra que a minha vida seja mais fácil? Pra que eu consiga ter uma vida mais normal, mesmo com tudo que nos aconteceu? 

- Marce...

- Não Paulo. Você não é o único que vê as coisas,  eu vejo o que acontece entre você e a Alicia. -Ela me olha seria- Não, ela não me disse nada. Mas ela é a minha melhor amiga e você é, bem.. Você é tudo que eu tenho, conheço os dois. Se o segredo todo é por causa da nossa "situação", siga seu próprio conselho e fique com ela , nós  merecemos ser felizes.

- pirralha, vai atrás dele. -Enquanto ela se dirige ao banheiro eu digo baixo, mas sei que ela pode ouvir- Obrigado.

 

Ela sorri e vai se trocar. Depois que ela entra eu pego o celular e ligo pra ela:

-Marrentinha?

-Oi. O que houve?

- Vamos conversar? 

- Paulo, você está estranho. O que houve?

- Me encontra no parque preciso falar contigo, ok?

- Ok, até mais

- Alicia? 

- OI

- Um beijo.

- Outro pra você. 

 

Eu rumo pro meu quarto pensando em qual roupa vou usar e principalmente no que eu vou falar.


Notas Finais


E aí? o que será que vai rolar nessa conversa? Idéias? Não se preocupem outros casais também surgirão, mas no momento o foco é nos Guerra


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...