História Guerra - Capítulo 4


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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Exibições 293
Palavras 1.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nesse capítulo as coisas já começam a andar um pouco, mas se prepararem porque quando esse carro desatolar ninguém segura! !!

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Guerra - Capítulo 4 - Capítulo 4

Alicia se "mudou" para a casa dos guerra no dia seguinte. Como os pais vivem viajando a negócios ninguém percebeu.

Paulo e Marcelina se viram em um mundo completamente novo. Tinham se acostumado a ouvir apenas a voz um do outro.

Paulo em seus esforços para ser o pai que não podia trazer de volta. Marcelina focada em fazê-lo se lembrar disso e sofrer o quanto pudesse.

A Gusman mudou tudo. De repente, Paulo não precisava se dividir em mil para cuidar da casa, eles se mudaram para o antigo quarto dos pais e viviam praticamente uma vida de casal.

Um mês passou e as coisas pareciam estar voltando aos trilhos. Marcelina e Mário engataram um namoro sério e ela parou de usar a fachada de vadia mimada.

Estavam os três tomando café da manhã quando o celular da Alicia tocou.

 

- Alô? Mãe?!

- Oi Alicia. Eu e seu pai estamos na cidade.

- Que ótimo! Estou louca pra ver vocês! 

- Você teria visto se estivesse em casa quando nós chegamos, ontem à tarde.

- Sobre isso...

- A casa parece que não é habitada a séculos, você não aparece sabe o que pensamos?

- Calma mãe. É só que eu cansei de ficar aí sozinha e tô passando uns dia na casa de uma amiga da escola.

- nós conversamos quando você voltar da Aula. Tchau.

 

Ela desligou o celular com uma expressão dolorosa no olhar.

 

- O que houve, amiga?

- Meus pais estão na cidade. 

 

Ela recolhe os pratos e os leva pra pia. Enquanto ela os lava Paulo a abraça por trás. 

 

-Eu estou aqui, Marrentinha.

 

a voz do namorado ao pé do ouvido a fazer se arrepiar, ao mesmo tempo em que ela se sentia relaxada e acolhida em seus braços.

O relacionamento com os pais era algo muito estressante. Eles viviam viajando e quando apareciam viam cheios de regras e reclamações sobre sua postura e comportamento e vazios daquilo que ela mais queria: amor.

Paulo não tinha ciência de que a ida para lá havia sido uma melhora não só para ele, mas pra ela também. Ela havia crescido em uma casa vazia, os pais viviam viajando a trabalho sempre distantes, mantinham a casa e mandavam uma mesada.

Eles nunca porém davam aquilo que ela mais queria e necessitava: carinho e atenção. Paulo sabia que a situação era difícil para a namorada, mas não tinha noção do quanto.

 

- Isso te deixa triste, né?

- Eles nunca ficam por tempo o suficiente, a não ser pra me fazer me sentir errada.

- Você não é errada! Você é perfeita e não se esqueça da reunião. Afinal foi sua idéia. 

- Ok, Guerra. -Ela abre um sorriso- vamos logo, pra escola.

 

Marcelina

 

A vida está tão boa! Depois de todo aquele desabafo com o meu irmão, fui falar com o Mário e nós começamos a namorar. 

Flashback

Paulo já saiu, espero que seja pra se acertar com a Alicia. Me fez bem desabafar foi como se essa armadura só precisasse disso pra se romper.

Não exatamente uma armadura, mais como um casulo, quem se libertou hoje não é a mesma fofinha de porcelana de antes daquele acidente, nem a revoltada, piriguete que era até ontem. Eu sou uma nova versão de mim mesma.

Sei disso mesmo que não saiba que versão é essa. Pego um vestido branco com flores estampadas nele. Tranço meu cabelo e calço uma sapatilha, pego minha bolsa e vou para a sorveteria.

Ele já está lá sentado, o olho realmente está arroxeado, mas mesmo assim o rosto dele é a coisa mais linda que eu já vi. Quando ele me vê sua boca fica escancarada e eu rio.

 

- Vai entrar mosca desse jeito.

- Uau, Quer dizer Marce.. -Ele começa a coçar a cabeça envergonhado- Me enrolei todo, né? 

- Só um pouquinho, mas tudo bem foi muito fofo.

- Sério, dizer pra um homem que ele foi muito fofo é quase uma ofensa. Você está diferente.

- Não gostou?

- Não! Quer dizer eu gostei! É só que você está parecendo mais "você " sabe? A Marce que eu sempre amei.

 

O jeito despreocupado que ele falou isso, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. Me acertou em cheio, com toda certeza eu devo ter ficado muito vermelha.

 

- sempre amou?

- É.. não era exatamente assim que eu queria te contar.

- Você teve várias garotas.

- Nenhuma delas era você. 

- Eu tenho muitos segredos. Não posso te contar todos.

- Marce você ainda está de pé e já está tentando fugir de mim.

- Er.. Sabe é complicado..

- Calma, princesa -ele me da um selinho- Senta aí que vou buscar os nossos sorvetes.

 

Ele não demora e volta com dois sorvetes de morango. Ele coloca um potinho na minha frente e outro na dele.

Nós começamos a comer sem falar nada apenas um casal aproveitando o dia. Quando terminamos, ele me leva até o parque e nós andamos ao redor do lago. Seus braços envolvendo meus ombros enquanto andamos lado-a-lado. 

 

- Marce, eu não sou burro, sabe? Eu conheço você e o Paulo há mais tempo do que qualquer um dos nossos amigos. Sei que aconteceu alguma coisa, não sei o que, mas isso mexeu com vocês. O Paulo teve que se tornar mais maduro e você reagiu dessa maneira. Você criou uma casca pra se ferir seu irmão, e evitar ser ferida. Hoje você decidiu se abrir pra mim

- Eu achei que já tinha feito isso, não era você? 

- Você é terrível, Marcelina Guerra. 

- As vezes eu acho que sou mesmo. Meu irmão faz de um tudo pra mim e mesmo assim eu faço ele sofrer. Ele estava chorando hoje, Mário. Foi isso que me fez ver que eu tinha que dar um fim a essa "casca", mas eu passei tanto tempo com ela que não sei quem eu sou sem ela. Não sou quem eu era antes de tudo, também não sou quem eu passei esse tempo todo fingindo ser. Quem sou eu?

- Você é Marcelina Guerra, isso não mudou. Quanto ao resto, nós vamos descobrir, juntos.

- Mário...

- Não Marcelina, me escutar. Seu irmão expulsou todos da vida dele, assim como me recusei a deixá-lo me afastar,  não vou deixar que você faça isso também.

- Mário, eu te amo. Foi isso que eu vim fazer. Ser sincera, dar um passo em direção aos meus sonhos partidos, tentar fazê-los dar certo, mas eu tenho segredos que ainda não posso te contar, desculpe eu...

 

Ele beijou a minha boca, silenciando as palavras que saiam descontroladas. Quando nos separamos ele beija a minha testa.

 

- Vamos ver se você entende dessa forma -Ele vem para a minha frente e se ajoelha- Marcelina Victoria Guerra, você quer namorar comigo?

- Sim! Sim! Mil vezes sim!

- É só isso que eu queria ouvir, quanto ao seus segredos, eu vou continuar ao seu lado para sempre se você deixar e quando você estiver pronta pra falar eu vou estar aqui, ok?

Flashback Off

 

- Você está chorando, princesa?

- Estava lembrando do seu pedido de namoro, vamos?

- Essa idéia da Alicia de fazer uma noite na casa abandonada foi ótima.

- Só quero ver no que isso vai dar.

- Você é muito dramática, bonequinha.

- Você vai mesmo fingir que não sabe que isso tudo é um jeito pra tentar colocar eu e o Paulo de volta no grupo?!

- Er..

- Isso foi idéia sua, né?

- Não!  A idéia de juntar vocês foi da Alicia eu disse que poderíamos usar a casa abandonada e ela inventou de fazer essa noite lá. Já que a casa foi reformada e tal.

- Cadê ela e o Paulo, aliás? 

- Ela vai ter que passar em casa porque os pais estão na cidade e o  Paulo foi com ela. Vamos eu vou te levar em casa.


Notas Finais


E aí? Essa noite promete! Se preparem para fortes emoções!


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