História Guerra - Capítulo 6


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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Exibições 256
Palavras 708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


GENTE TÔ PROCURANDO ALGUÉM QUE SAIBA FAZER CAPAS PRA EU PODER SUBSTITUIR A CAPA DA FANFIC QUEM SOUBER FAZER OU CONHECER ALGUÉM QUE SAIBA ME AVISE

Capítulo 6 - Capítulo 6


ValériaXMajo

- Desafio.

- Desafio você a ficar no colo do Cirilo durante o resto do jogo.

 MajoX Marcelina 

- verdade.

- Porque você mudou tanto nos últimos anos? 

- porque eu me feri. E queria ferir a todos por causa disso, meu irmão,  vocês,  me arrependo,  mas não posso mudar o passado.

PauloXMajo

- Desafio 

- tira a camisa e enquanto isso rebola no colo do chocolate.

 

Eu bufo irritada, Paulo Guerra sempre  foi  o garoto, mais insuportável que eu conheci, mas agora ele passou dos limites.

Eu tiro a camisa e rebolo, minhas bochechas ficam coradas, pois sinto algo rígido sob a minha bunda.

Conversa vai e vem e logo todos estão apenas de roupas íntimas. E os desafios acabam.

Eu me levanto do colo do Cirilo e vou para o segundo andar, na varanda virada para a parte interna da casa eu me apoio olhando para a lua. Com o copo de whisky na mão.

 

- Posso ficar aqui?

- Guerra. Você não tinha que estar com a sua namorada?

-  a Ally está vindo. Resolvi vir falar com você. 

- Eu Quero saber o porque?

- Trégua. Sei que eu e a minha irmã andamos longe e acredite eu sei que ela não foi a pessoa mais fácil do mundo, mas nos dê uma chance.

- Porque disso Paulo? 

- Eu não percebi o quanto sentia falta disso, estar com vocês até hoje. E quero uma chance de reconquistar isso.

- uma chance guerra. -Ele começa a se afastar quando eu digo- Nós também sentimos sua falta.

 

Os casais (Paulicia, Marilina, Daleria, Kobi ), sumiram pela casa. Os outros estão ou dormindo, ou bebendo e conversando.

Vejo Cirilo, junto do Jaime, do Adriano e do Jorge. Só de olha-lo , me lembro de senti-lo ficando duro embaixo de mim e essa simples lembrança me faz ficar em chamas. E assim tomo uma decisão, ando até onde eles estão.

 

- Cirilo. Vem comigo?

- Maria Joaquina? Ir para onde?

- Isso realmente importa?  -sorrio para ele e estendo a mão para ele.

 

Ele segura a minha mão e vamos até o pátio interno, lá tinha apenas uma árvore velha e um banco.

 

- O que foi, Maria Joaquina?

- Eu quero que você me diga uma coisa.

- O que?

 

Solto as alças do meu sutiã e me viro para ele.

 

- Você ainda me acha linda?

- O... o  q..qu..que você t..ta fazendo? 

- Eu te senti, Cirilo. Enquanto eu rebolava. Você estava taaão duro. 

 

Minha voz sai propositadamente rouca e eu mordo o lábio com a lembrança da ereção dele sob mim.

 

- Você me quer, Cirilo? -me aproximo e sussurro em seu ouvido- Porque eu..

- Para com isso Majo.

-Porque? -faço uma voz inocente- Você não me quer?

-  Se voce não parar...

-- Não faz assim comigo, Cirilo. -levo as minhas mãos ao cos da cueca dele- queria tanto te sentir de novo, sem nada entre nós dessa vez. 

 

Ele segura as minhas mãos acima da minha cabeça. Seus olhos estão escuros de desejo. Ele me pressiona contra a árvore.

E com um puxão de cada lado arrebenta a minha calcinha. Sua desce para a minha intimidade seus dedos começam a fazerem movimentos circulares. 

 

- Maria Joaquina Medsen, você está tão molhada. Isso vai ser divertido. 

- Concordo. 

 

Ele sela nossas bocas em um beijo, e desliza dois dedos pra dentro de mim. Eu cravo as unhas em suas costas e mordo seu lábio. 

Ele. Continua a estocar com os dedos, sua boca morde minha orelha, meu pescoço.

 

- Ah !! Mete logo Cirilo! 

- Você não sabe quanto tempo eu Esperei pra te ouvir implorando por mim.

 

Ele penetra com força, envolvo a cintura dele com as minhas pernas. Cada estocada é mais forte que a anterior, sinto minhas costas se chocando contra a árvore. Minha boca e a dele coladas firmemente uma na outra  enquanto nossas línguas iniciavam um confronto. 

Eu rebolo cavalgando com força no membro dele. Ele aumenta a velocidade das estocadas e eu grito 

 

- Cirilo eu vou..

- Segura Majo.

 

Ele me penetra com mais força e nós dois gritamos enquanto chegamos ao ápice na mesma hora! Aí Maria Joaquina, o que você fez?



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