História Guerra - Capítulo 7


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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Exibições 247
Palavras 1.651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


As coisas vão começar a ficar mais inusitadas aqui. Lembrando que ainda estou atrás de alguém pra fazer a capa da fic.

APROVEITEM!!

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Guerra - Capítulo 7 - Capítulo 7

Alicia acordou com um sorriso bolo nos lábios. Olhar para o rosto adormecido e relaxado do namorado lhe dava paz. Ela já havia preparado as coisas para contar o que precisava para ele.

Ve-lo daquela forma a dava mais força para isso. Foi quando seu celular tocou.

- Alô

- Alicia, preciso que você me encontre na sala, agora!

- Posso saber porque você está desesperada, Marcelina?

- Vem pra sala. Agora.  Tchau.

 

Ótimo jeito de começar o sábado de manhã, ao lado do grande amor da sua vida, observá-lo adormecido e então ter que se levantar pra lidar com a neurose da Melhor amiga/ cunhada.

Ela veste a calcinha, o short, e a camisa deixando o sutiã sobre o rosto do namorado desacordado. "Ele vai ficar furioso ao ver isso" rindo desse pensamento ela desce para ver o problema. 

Marcelina estava chorando e andando de um lado pro outro e xingando pessoas aleatoriamente. Em resumo ela era o furacão em miniatura mais perigoso já visto.

Alicia desceu as últimas escadas praticamente voando e segurou a menor pelos ombros. Ao ver a amiga Marcelina desatou em um choro ainda maior.

 

- Marce. Marcelina. Marcelina Victoria Guerra!  -dou um tapa no rosto dela que para de chorar- respira e me diz o que aconteceu.

- Eu... bom primeiro achei que podia ser, mas depois achei que era coisa da minha cabeça,  mas não é e agora tudo vai dar errado, o Mário,  minha vida... - Ela recomeça a chorar compulsivamente.

 

Vendo os bêbados desacordados pela sala. Ela pega a amiga pelo ombro e a tira da casa abandonada. Elas andam um pouco e para na padaria.

 

- Você pode me explicar o que aconteceu, antes que eu te bata de novo?

- Eu estou grávida. -Ela mostra o teste que estava guardado em algum lugar no blusão dela.

- Ah. Merda. O Paulo vai fazer um escândalo e vai castrar o Mário. O Mário é o pai, né? 

- Alicia!

- Foi uma piada calma!

- Piada? Piada? Eu ainda não tenho nem 15 anos, meu irmão é  o cara mais ciumento do planeta e o meu namorado não sabe da verdade sobre mim, sem falar naquele "pequeno detalhe" sobre a minha vida. -Ela coloca as mãos na testa- Eu estou fodida. 

- Fodida você foi quando fez esse bebê. 

- Alicia,  você pode levar isso a sério? 

- Você acha que o Mário vai fugir da raia quando souber do filho? E quanto ao seu "pequeno detalhe", você já devia ter contado antes.

- O Paulo...

- Do seu irmão cuido eu e mesmo que eu não fale nada vamos dizer que ele não vai ter muita moral pra falar de vocês dois. Sabe como é aquele negócio do roto falar do esfarrapado

- Roto.... VOCÊ TÁ GRÁVIDA?!?!

- To e acho que agora até no Japão já devem saber disso. 

- Mas...mas..mas.

- Respira. Eu ia contar primeiro pro seu irmão na segunda de uma maneira romântica e depois pra você e pro Mário.

- Você tá tão tranquila. Como?

- Eu estou feliz,  Marce. Vou ter um filho do homem que eu amo e com quem eu moro. tudo bem, isso vai mudar a minha vida pra caralho? Com certeza! Não foi intencional, mas aconteceu e outra. Eu surtei igualzinho a você quando eu descobri , por isso demorei quase um mês pra contar pro seu irmão.

- Você sabe disso há quase um mês? 

- Aham. Pelas minhas contas isso aconteceu na noite em que o Paulo me contou tudo.

- Eu descobri hoje e não consigo imaginar guardando isso por tanto tempo.

- Nem precisa. Porque você vai falar com o Mário agora.

- É o que?!

- Bora!

 

Alicia sai praticamente arrastando a guerra da padaria  e só parando na frente da casa abandonada. Marcelina parece que vai desmaiar a qualquer momento.

 

- Eu não consigo.

- Consegue sim. Vamos?

- O que? 

- Vamos contar pros dois juntos assim a gente evita o derramamento de sangue.

- Alicia eu não posso ficar viúva antes de casar.

- Kkkk relaxa, gnomo.

 

Não precisaram andar muito pra encontrar os dois, o Paulo com uma expressão furiosa e o Mário meio perdido. 

 

- Meninos venham! A gente precisa falar com vocês em particular! 

- Amor porque você está tão feliz. E porque a minha irmã parece que vai morrer a qualquer minuto.

- Vamos logo!

 

A Gusman foi empurrando os três até o quarto aonde havia dormido com o Paulo, que estava vazio. E mandou eles sentarem.

 

-Paulo, tenho uma coisa pra você, toma.

 

Ela deixa uma caixa na mão dele que a abre receoso, seus olhos se arregalam e a boca fica escancarada ao ver o conteúdo: dois sapatinhos vermelhos de croche .

 

- Isso significa o que eu acho que significa? 

- Eu tô grávida amor.

- Ally isso é... incrível! !!

 

Ele levanta a namorada e a rodopia no ar.fazendo-a rir igual uma criança. 

 

- Mas porque você me mostrou isso na frente deles? Sem ofensas. Não devia ser um momento nosso?

- E seria, eu ia te contar na segunda só nós dois em um momento bem romântico, mas eu descobri que além de mãe eu vou ser tia.

 

Demora dois segundos para que o sorriso no rosto do Paulo se torne uma expressão de fúria. O rosto de Mário se contorce em um  misto de alegria e medo ao olhar pro cunhado

 

- Paulo Guerra sempre você der um "ai" que não seja pra parabenizar sua irmã e o Mário Eu te garanto que a gente não vai chegar perto de ter outro filho durante um longo tempo. 

 

Em resposta o guerra abraçou e beijou a irmã na testa e sussurrou algo no ouvido dela que sorriu. E depois abraçou e apertou a mão do amigo.

 

- Vamos, Licia.

- Pra onde?

- Pra sala. Esse dois tem muito que falar.

 

Marcelina

 

As palavras ditas pelo irmão a ao pé do ouvido ainda a faziam tremer." conte tudo pra ele, seja feliz, pirralha de nós dois você é a que mais merece"

Ela olha o garoto a sua frente e sabe que sempre vai ama-lo assim como já ama o pequeno ser em seu ventre.

 

- Grandão, você disse que estaria pronto pra ouvir toda a verdade quando eu estivesse disposta a conta-la eu não te disse nada porque tive medo. Medo que o peso dos meus segredos fossem demais para você, hoje eu vejo o quanto fui burra.

 

Eu conto tudo, o desabamento,  a ligação, a explosão, como o Paulo se desdobrou para aprender como manter a casa, a descoberta da prévia emancipação,  tudo.

Quando término tem lágrimas saindo dos olhos do Mário e ele me encara como se estivesse me vendo pela primeira vez. 

 

- Você e seu irmão são as pessoas mais fortes que eu conheço. 

- O Paulo é forte. Eu sou no máximo esforçada. Ele se virou para aprender a cuidar da casa sozinho pra que eu pudesse ser uma adolescente "normal" se esforçou para tirar boas notas na escola e me impedir de reprovar. Ele aguentou minha bebedeira, meus ataques de fúria, ele aguentou o mundo por mim.

- Você sempre foi assim tão Cega? Marcelina você teve suas mancadas, mas você ajudou seu irmão mais do que consegue ver.

- Como você sabe disso?

- Eu conheço seu irmão e ele é louco por você, se ele aguentou isso tudo pode ter certeza de que foi por você.

- Você é demais, sabia?

- Você já disse isso algumas vezes. Ou será que era "mais, mais"

 

Diz ele fazendo uma péssima imitação da minha voz gemendo. Eu dou um tapa no braço dele.

 

-Você é um idiota, Mário Ayala.

- O seu idiota.

- Acho bom mesmo que seja só meu.

- Sempre. -Ele vem e me abraça por trás colocando as mãos sobre a minha barriga- Você sabe que as coisas vão mudar muito, né? 

- Sim. Você vai abandonar o barco?

- Você me ofende assim, Baixinha. Se meus pai e a Natalia não me matarem, eu vou fazer o que for preciso pra dar o melhor pra você e essa coisinha dentro de você.

- Que coisa gay.  -meu irmão entra no quarto

- Paulo! Você é tão grosso, as vezes . - Alicia também entra atrás dele.

- Você sabe disso melhor que ninguém, né amor?

- Idiota.

- Não existe privacidade mais nessa família não? 

- irmãzinha, sou eu que faço as suas compras. Privacidade não existe entre nós há muito tempo.

- A gente tem que descer logo tá todo mundo acordando. Foi por isso que a gente veio.

- Perai Licia eu tenho algumas coisas pra dizer antes. Marcelina, obrigado por ter visto além do irmão insuportável que eu mostrava pra todo mundo, obrigado por sempre me defender e principalmente obrigado por ter me seguido naquele dia no restaurante se eu tivesse perdido você junto com os nossos pais eu não sei se teria tido forças para continuar. Licia, você foi a minha escolha egoísta nesses dois anos, depois que meus pais morreram e eu tive que assumir todas as responsabilidades eu abri mão de tudo, mas não consegui abrir mão de você, obrigado por ter me amado o bastante para poder me salvar. Ayala você é o filho da puta mais teimoso que eu conheço, por mais que eu te afastasse você continuou ao meu lado, não podia pedir ninguém melhor pra entregar um dos meus bens mais preciosos. Mas acho bom eu não ganhar outro sobrinho pelos próximos 20 anos!

- Você tinha que estragar essa declaração linda né maninho?

- Ok agora sequem as lágrimas e vamos descer.

 

No momento em que o Paulo abre a porta Jorge e Margarida caem pra dentro do quarto ambos com os olhos arregalados. Merda! Tava tudo indo tão bem!


Notas Finais


Agora a história vai começando a andar. E aí? O que estão achando? Me digam


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