História Guerra - Capítulo 9


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Categorias Carrossel
Personagens Alícia Gusman, Bibi Smith, Carmen Carrilho, Cirilo Rivera, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Diana Ayala, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Kokimoto Mishima, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Maria Joaquina Medsen, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Rabito, Valéria Ferreira
Exibições 239
Palavras 1.077
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Visual Novel
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Daniel

 

Sabe aquela pressão que seus pais impõe sobre você dêem que você deve ser o melhor, suas notas as mais perfeitas. Bem essa é a minha vida.

Todos acham que tem uma vida perfeita, mas isso está longe da verdade. Eu tenho que me esforçar para manter a meta dos meus pais e os padrões deles estão sempre aumentando.

Por isso eu estou solteiro até hoje, segundo meu pai namoros são uma distração da qual eu não preciso. Durante o fim de semana da reintegração dos guerra. 

Eu passei ótimos momentos na cama com a Carmen, mas a culpa está me corroendo. Todo mundo sabe que a Carmen está com o Jaime, mas eu não consegui resistir.

Também em grande parte a culpa é dele de ter bebido até apagar e ter deixado a namorada alcoolizada e de langerie solta em uma casa cheia de homens.

 

- Você sabe que é um escroto, né? 

- Maria Joaquina, se eu quisesse ser xingado eu falava direto com o Jaime.

- Foi você que pediu minha opinião é depois ficou aí olhando pro nada e pensando sei lá em que.

- Estava pensando na minha vida e no fim de semana na casa abandonada

- Onde você Fodeu com a Carmen e agora está culpado por causa do Jaime. Você já disse.  -Ela acende um cigarro.

- Nem sei porque ainda falo com você.

- Porque além de ser o meu P.A. ,Você é meu melhor amigo e ninguém te escuta ou fode com você como eu. -Ela se levanta nua e vai até a janela.- Eu não entendo a culpa.

- Claro pra você é fácil o Cirilo é solteiro.

- Não me fala nele pelo amor do céu! Nunca me arrependi tanto de uma transa.

- Kkkk porque? Achei que você tinha gostado.

- Eu tinha a questão é que isso reacendeu o Cirilo grudento de antigamente. -Ela solta a fumaça- Maior. Erro. Da. História.

-  Se você quer foder com ela. Foda é simples assim. Se ela vier com você de livre espontânea vontade tá tudo certo.

- Você não tem escrúpulos, Majo.

- Escrúpulos é pra gente burra, ou pra padres e freiras o que dá no mesmo kkkk

- Acho que tá na hora de eu calar sua boca.

- Eu estava esperando você falar isso.

 

Ela morde o canto da boca, apaga o cigarro e anda na direção dele.

 

NARRADOR

 

 

Em um restaurante no centro da cidade três pessoas das mais detestáveis se encontravam com nenhuma intenção benigna. Duas mulheres com não muito mais que 30 anos e um homem próximo aos 40.

 

- Tem certeza de que isso é verdade? -uma das mulheres falou. Sua voz rispida e direta.

- Esta tudo aí, ninguém os vê a anos, eles estavam no local no dia. É 90% de certeza. -o homem respondeu

- Relaxa, Aí professora. -a outra mulher com uma voz musical e animada cortou o que seria uma discussão- verdade ou não eles são apenas dois, se queremos nossa vingança completa precisamos derrubar todos eles.

- Então o que você sugere, Madame? 

- Por enquanto continuar a investigar e espionar, vamos derrubar cada um desses malditos pirralhos.

-Um brinde a nossa sociedade . - Propõe a primeira mulher 

-A nossa sociedade. -diz o homem

- A nossa sociedade.

 

Paulo

 

Minha alma parece que vai sair pela boca e tudo parece que vai desmoronar. O motivo?  Estou indo contar para os meus sogros que a filha deles está grávida.

Ao chegarmos na casa enorme da Alicia, vejo várias malas na porta. Pela cara da Alicia ela também não estava esperando por isso.

Descendo a escada estão os meus sogros: Verônica e Rogério Gusman. Como sempre que os vejo, eles parecem estátuas, frios,belos,mas distantes. Em resumo assustadores.

Eles ao nos verem adquirem uma expressão de profunda insatisfação. Como se algo em nós estivesse errado. Não gosto nada do jeito que eles me olham com se estivessem me julgando.

 

- Filha ainda bem que chegou eu e seu pai estamos de partida novamente e queríamos nose despedir.

- Não verdade, Mãe, pai eu e o Paulo temos que falar com os senhores.

- E quem é ele mesmo?

- Eu sou Paulo Guerra, senhor. Sou o namorado da sua filha.

- E o que vocês tem pra nos falar rapaz?  Nosso tempo é precioso.

-Bom senhora Gusman... -Minha voz não saia eu estava suando 

- Mãe eu estou grávida.

 

Eu imaginei mil cenários diferentes pra essa cena, mas nenhum me preparou para o que veio a seguir.

 

- Que irresponsabilidade Alicia. Você se dá conta da sua idade? Sorte que o plano de saúde cobre todos os exames gestationais. -a mãe dela falou- Depois você manda um email para nos dizendo o quanto vamos precisar mandar a mais para ajudar nas despesas. Espero que o pai trabalhe para colaborar, você é o pai, né? 

- Sim.

- E então? 

- Eu vou colaborar senhora e já estou em busca de emprego.

- Ótimo. Bom estamos indo até logo, filha.

 

E dizendo isso ela saiu com parte das malas e o marido indo atrás com o resto. A minha parte que esperava ser fuzilado por pais furiosos está muito aliviada, mas a parte que se preocupa com a Alicia (que é tipo 99%) está chocada demais pra falar alguma coisa.

Olhando para a minha Marrentinha eu a abraço forte contra o meu peito enquanto ela começa um choro silencioso. Eu beijo sua testa sussurrando "eu estou aqui" "estamos juntos" " Vai ficar tudo bem".

 

- Eles nem se importaram, você viu o jeito que ela falou como se eu fosse uma vadia? O como se fosse alguém pra ser comprada.

- Amor se você quiser a gente não precisa aceitar nada deles. Eu posso me virar.

- Não,  Paulo. A prioridade é nossa família e você precisa continuar na escola pra quando fizer seus 18 anos poder requerer legalmente a guarda da Marcelina sem problemas e nosso bebê merece o melhor, vou aceitar o dinheiro dos meus pais, para que eles sintam a única coisa que conseguem, a dor no bolso.

- Eles são uns imbecis. 

- Sim eles são, mas eu tenho você, a Marce, o Mário e agora tem a Margarida e o Jorge fora os meus outros amigos e agora também tenho essa coisinha na minha barriga que eu amo tanto.

- Assim como eu amo você e sempre vou amar.


Notas Finais


E aí? Muita gente querendo matar os pais da Ally? Sim ou claro? Já sabem quem compõe a trinca sinistra? Niver da Marcelina chegando e junto com ele altas emoções.


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