História Guerra dos Sobreviventes - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Drama, Mundo Apocalíptico, Romance
Visualizações 2
Palavras 1.410
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então pessoal,perdão pela demora e atraso,eu dei uma desanimada com a história tanto pelo baixo numero de views quanto por alguns outros problemas relacionados a minha criatividade,vou postar mais um capitulo hoje para compensar maas n sei qual vai ser o ritmo de postagem,mais uma vez desculpas aos que gostaram e agr tentar ter força total,boa leitura a todos e obrigado.

Capítulo 5 - Capitulo 4


A viagem até o local da Império do mal foi bem cansativa,era um local enorme e sombrio,o céu era negro e as nuvens pareciam carregadas pela chuva que anunciava que ia cair,eu podia ver as casas feitas de tijolos com tetos de madeira um pouco mais ao longe,metros a frente uma enorme construção de pedra com 4 enormes torres que pareciam ser uma espécie de torre de vigilância que juntas cobrem cada uma uns 2 km de extensão,eu tinha que tomar cuidado,baixei meu olhar para o chão e quando vi prendi minha respiração e fui para trás de uma pedra,alguns guardas patrulhavam o local,eu tinha que ser furtivo...por qual merda de motivo eu tenho que ser furtivo? Não vou ser furtivo porcaria nenhuma,eu tirei minha mochila das costas e peguei minha adaga,afivelei ela no cinto e escondi minhas coisas ponto a MP-7 na cintura e escondendo minha mochila.Voltei a olhar para onde os guardas andavam de um lado para o outro e silenciosamente me movi até uma outra pedra olhando para o caminho a minha frente,1...2...não,eram 3 guardas,olhei a torre novamente vendo esperando um pouco,ao que parecia ela tinha duas janelas,e uma delas dava visão exatamente para o local que eu queria passar,já podia ver a caverna um pouco mais ao longe,junto com uma fraca iluminação que parecia ser feita por uma tocha...que estranho,não devia ter tanta segurança assim.O vigilante se virou para a outra janela e eu corri rápido até um dos guardas,cravei minha adaga entre suas costelas e a torci,imediatamente tampei a boca do homem e vi que os outros dois ainda não haviam me notado,o patrulheiro dava gritos de dor abafados enquanto eu torcia ainda mais a adaga e andava para trás,me escondi para voltar a olhar e deitei o guarda,o mesmo me olhava assustado.

   -Eu vou destampar a sua boca e você vai me contar o que eu quiser saber,se vc gritar -eu retirei a adaga de suas costelas o fazendo dar um urro de dor abafado e a pressionei contra sua jugular fazendo um filete de sangue escorrer para o lado e banhar a terra -Eu vou te matar sem pensar duas vezes,estamos entendidos? -o homem engoliu seco apenas confirmando com a cabeça me olhando assustado,eu retirei a mão de sua boca -Qual o seu nome? E o que vocês tem ali dentro de tão importante para que esteja tão vigiado assim?

 

   -M-m-meu nome é J-João senhor,ali dentro temos nossos materiais importantes para a manutenção de nossas máquinas -ele falava tudo espantado,e com medo nos olhos,apenas suspirei o olhando.

 

   -Obrigado João,isso vai me ajudar bastante com relação a minha guilda -disse gentilmente tirando a adaga de seu pescoço- Você não vai contar a ninguém o que aconteceu aqui vai? -vi ele negar rapidamente e eu sorri pegando minha mochila que estava escondida ali perto e entreguei um pote com pomada e um pano- Use isso para os ferimentos e os pressione,não vai morrer,fique tranquilo,mas não posso garantir o mesmo sobre seus amigos,me desculpe. -disse me levantando e ele me olhou,havia um brilho em seus olhos e aquilo me deixava um pouco confuso- Por quê parece estar feliz com isso garoto?

 

   -Eu não gosto deles,mas não tenho força suficiente para isso,seria ótimo se pudesse me livrar daqueles dois,não me entenda errado velhote -ele disse abrindo um sorriso cínico- Eu não estou traindo minha guilda,apenas quero me livrar do que a corrompe,e aqueles dois fazem parte disso,o que acha,eu não falo nada,e você me livra daqueles dois,todos saem felizes -Olhei para ele e ri baixo

 

     -Fala como se estivesse em posição de negociar garoto,pois não está,poderia te matar sem quisesse,mas eu não gosto muito disso e vejo que você não os segue tão cegamente quanto demonstra,no fundo quer apenas sair daqui e viver sua vida,ou estou errado? -sorri olhando para o cinto do garoto vendo uma pistola com silenciador,fui até ele com uma mão na adaga enquanto retirava dele a arma- Isso me vai ser bastante útil,tenha total certeza disso,bem com isso nos despedimos João,espero que saia desse local horrível algum dia.

Eu olhei mais uma vez para os dois que ainda patrulhavam e apontei minha pistola para um deles,puxei o gatilho e o primeiro caiu no chão,com um buraco ao lado de sua cabeça fazendo jorrar sangue pelo chão,o segundo se desesperou ao ver e começou a procurar quem tinha matado seu amigo,assim que ele agachou eu apertei o gatilho mais uma vez fazendo ele cair morto em cima do amigo,pus a pistola no cinto e dei uma ultima olhada na torre começando a correr até a caverna sem que me vissem.Pude ver o caminho que se estendia iluminado por várias tochas,aquele local se tornava cada vez mais profundo conforme eu avançava e eu pude ouvir gritos,parecia um animal selvagem,eu não acelerei meus passos,pelo contrário,comecei a andar mais devagar e próximo a parede,cheguei até um local mais amplo da caverna e olhei de leve vendo uma mulher acorrentada,era de estatura média,tinha cabelos longos e loiros,aparentava ser mais velha que eu porém ainda era uma bela mulher,seu rosto estava todo marcado provavelmente por tapas e seus olhos roxos juntamente de olheiras profundas que lhe davam um aspecto horrível,a frente dela havia uma garota,com uma armadura azul com detalhes esverdeados,longos cabelos roxos que desciam até sua cintura,era pouco,mas eu podia ver seus olhos azuis iluminados pelas chamas de uma das tochas,eu me agachei pondo a mão na arma e afinando os ouvidos para que escutasse o que as duas mulheres conversavam.

 

  -Já desistiu? -disse a loira com um sorriso convencido no rosto- Nunca vou confessar nada do que você quer sua vadiazinha… -ela logo foi calada por um soco forte fazendo um filete de sangue escorrer pela boca da de cabelos dourados,a mesma riu- Nunca vai funcionar,desista,sou de ferro

 

   -Basta que eu te dê um incentivo pra vc abrir essa sua boca nojenta e asquerosa para falar o que eu desejo -ela se virou andando calmamente até uma caixa pegando oq parecia ser um pequeno chicote com pontas de ferro e algumas pequenas garrinhas nas pontas,ela sorriu diabolicamente voltando a andar em direção a loira- E agora Brienne,vai me contar o que eu quero ou não? -ela bateu o chicote no chão produzindo um enorme barulho...por deus que mulher maluca,apenas continuei a observar,aquilo durou mais alguns minutos mas eu não conseguia me mover,queria saber como tudo aquilo ia terminar...eu era mais louco que elas com toda a certeza. A azulada parecia se divertir com tudo aquilo enquanto a outra permanecia em silêncio,aquilo estava interessante mas eu tinha uma missão a cumprir então sai das sombras puxando a espada e suspirando encarando ambas.

    -Então senhoritas,lamento interromper o belíssimo ato das duas mas -apontei para 3 mochilas abertas com algumas peças e materiais metálicos- Eu vim aqui pra levar aquilo ali comigo,e não pretendo voltar de mãos vazias,savy? -sorri me pondo em posição de luta segurando a espada com uma das mãos,a azulada largou o chicote mostrando sua espada,eu sorri largamente- Olha só,parece que a gatinha vai me desafiar,pois bem,tenhamos uma luta justa,é normal que um guerreiro se apresenta ao outro,me chamo Aspen senhorita,e você? Como se chama? -ela nada falou apenas se colocou em posição de luta avançando pra cima de mim,ela era rápida,ela moveu a espada para atacar o meu braço,me movi rápido fazendo minha espada se chocar com a dela,chutei uma das pernas dela a fazendo cambalear para trás e desferi um soco em seu queixo...a desgraçada era resistente,ela abriu um sorriso como se estivesse sorrindo e limpou um filete de sangue que escorria da boca dela,a azulada me deu uma rasteira e ia cair em cima de mim com o cotovelo na minha garganta,eu rolei pro lado e chutei ela quando caiu e me levantei,a garota fez o mesmo e voltamos a lutar com as espadas,seus golpes eram bons,e estávamos empatados,olhando bem pra ela...era quase que uma criança,tinha o que? Talvez uns 19….20 anos,tsc,eu estava ficando realmente velho,ela me deu uma cabeçada e eu dei alguns passos pra trás,sorri olhando pra ela e dessa vez avancei mais focado contra ela,nossas espadas se cruzavam produzindo barulhos estridentes,aço contra aço nossos golpes não acertando ninguém,já estava farto de tudo aquilo sem falar que estava cansado,ela abriu uma brecha,mesmo que pequena,relaxou o braço permitindo que eu jogasse sua espada longe e colocasse a lâmina em seu pescoço enquanto segurava seu pulso firmemente -E então pirralha,vai me dizer seu nome ou não vai?

 -Azura -ela bufou irritada-Meu nome é Azura.

 



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