História Guerra mundial Z - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Rap Monster
Tags Ação, Bts, Morte, Namjoon, Rap Monster, Sangue, Zumbi
Visualizações 13
Palavras 1.506
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Survival

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - II




Franzi o cenho tentando deduzir qual era o maior problema. Ele estar olhando para algo que não era eu, ou seja: Uma expressão vazia, olhos cheios d'agua. Ou a gente ter que fugir mais uma vez. Do que teríamos que fugir.


— Nam, calma. - toquei em seus braços. Ele se soltou lentamente e fungou, limpando a bochecha molhada com a parte que não segurava a arma.

— Vamos logo.

Continuei a arrumar a mala. — Você já arrumou a sua ?

— Já.

— E pode me dizer de quem vamos fugir dessa vez?

— Do que. - me corrigiu. Assenti.

— Do que?

— Se eu falar você não vai acreditar, então vou deixar que veja.

Respirei fundo e ele saiu do mausoléu chamado de quarto. Arrumei tudo que cabia em uma mala e fui até ele na cozinha. Quando chegamos no carro ele já havia colocado as suas no porta-malas, então seguimos viagem.

Eu fiquei pensando o que poderia ser... o que poderia ter acontecido, eu era muito criativa mas não me veio nenhuma resposta. O engarrafamento do trânsito de Seoul estava incomum. Será que todos "nós" teríamos que fugir?. Numa olhada aleatória vi um pé de cabra manchado de sangue aos seus pés. Ele teria matado alguém e a coisa era séria.

Ele começou a batucar os dedos de uma forma estranha no volante. E só parou quando uma criatura estranha saiu de dentro de um carro. Parecia que ele, a pessoa que saiu do carro, estava tendo convulções/alucinações. Uma pessoa secundária prensava o homem com alucinaçãoes nas portas do carro, impedindo seus movimentos desajeitados. E os outros e mais alguns que sairam para curiar perguntavam " O que é isso?"

Eu estava tão entertida com a cena que só percebi que Nam havia saído quando ouvi a batida da porta se fechando, ele seguia rumo aquelas pessoa. E estava mirando aquilo na cabeça do cara. O pé de cabra. Levei as mãos sobre a boca não crendo no que aquilo era. Fechei os olhos quando Nam enfiou com força o pé de cabra bem no topo da cabeça do cara, e segurei com força o meu cinto de segurança.

As pessoas tentaram reagir a isso, indo pra cima de Namjoon, mas outros casos como esse começaram a acontecer em um carro, depois outro carro, depois com algumas crianças que estavam ali na ponte. Isso distraiu e abriu os olhos do povo.

Namjoon atendeu uma ligação que durou pouco e voltava com respingos de sangue no seu rosto pálido. Agora eu percebia que seu rosto estava pálido, assim como em casa, desde casa.

Ele abriu a porta do meu lado e eu logo tirei o cinto e saí.

— Se você tivesse me falado

— Você não ia acreditar - me completou errado.

Ele abriu a "mala de roupas" dele, que só tinham armas em vez de roupas. Ele pegou uma ak-47 e pendurou ela no ombro.

— Eu assisti TWD tá.

Ele riu.

— Isso vai ser de grande ajuda pra gente.


Ele colocou uma faca no cinto. Pensei: nossa que cinto especial com lugar especial para facas. Quero.

Nam fechou o porta-malas.

— E eu!? - fiquei desesperada.

— Você o que? Posso proteger você.

Bufei e quando fui cruzar os braços ele segurou a minha mão e começou a andar. As pessoas estavan pirando na ponte, os carros estavam em fileiras e parados.

— Caso eu soltar sua mão, ande na minha frente ou do meu lado. Nunca atrás. Nunca vou me perdoar se deixar algo acontecer com você. Não quero deixar você com uma arma, pode se ferir.

— Eu treino na casa azul desde os meus 13 anos.

— Então use suas artes marciais com os zumbis.

Eu o encarei.


— Estou brincando. Não quero mesmo que se machuque. Mas se precisar... Se defenda até seu inimigo parar de respirar no chão. Ou até o zumbi terminar de morrer.

No caminho ele matava os transformados que viam pra cima da gente com a faca, até que uma hora ele soltou a minha mão. Então andei do seu lado. Um helicóptero se aproximava da ponte, escrito FBI.

— Eu não acredito. - falei.

Ele terminou de tirar a faca do crânio de uma criança de uns nove anos. Os olhos dela estavam brilhantes, como os de uma pessoa cega. E eu só não fiquei com dó porque sua boca tinha um pedaço de pele e sangue.

— A gente vai ter que pular. - Namjoon pegou minha mão e ia até a beira da ponte, firmei meus pés e ele olhou para trás, soltei nossas mãos.  O helicóptero flutuava com umas balanças no ar, o que me deu mais medo e senti embrulhos no estômago. Talvez eu até queresse cagar.

— Puta merda Namjoon, você sabe que eu tenho medo de altura.

— Ah vamos lá - ele vinha rindo em minha direção, e literalmente me arrastava até a beirada. Jogaram uma corda pendurada pela entrada do helicóptero e um cara todo fardado de preto com roupas pesadas e capacete gritou:

— Vamos logo Namjoon! Eu tô com fome!

— Aish... - Nam cochichou e puxou meu braço com tudo pra cima, até estralou meu ombro, me colocando de pé junto com ele na beirada da ponte. — Eu não gosto de usar a força com você mas sabe como é né. - eu me benzi e ergui as duas mãos juntas para o céu em forma de prece, Namjoon começou a rir. — Você vai primeiro no três, ok? Eu te dou impulso. - assenti.

— Quer dizer NÃO! - gritei. — Por que ele não se aproxima mais hein!? - falei choramingando. Olhei pra cima e o cara fardado ainda estava lá. Nam riu.

De repente alguém puxou Namjoon para o solo da ponte, era um cara gordo.


— Por causa disso. - Namjoon coxixou e quando eu achei que ele iria morrer ali mesmo, entre os braços do cara, um tiro acertou a cabeça do cara. Olhei para o helicóptero e o cara fardado estava mirando sua arma pra cá. Acabei me desequilibrando e caí, Namjoon me segurou.

Mais pessoas vieram em nossa direção e começaram a lutar pelo helicóptero. O que era contraditório pois, como eles saberiam se o FBI deixaria vós usufruir de lá?

Usei minhas artes marciais, o que me incomodou foi o fato de Nam lutar não olhando nos olhos de seu inimigo, e sim pra mim. Ele realmente não queria que eu me machucasse.

Isso durou até o movimento parar. Ainda sim tinha pessoas ao longe correndo em nossa direção.

Namjoon travesso aproveitou o intervalo para me erguer pela cintura até a beirada, ele era muito forte. Uma das pessoas mais fortes que já conheci em minha vida, ele era muculoso, mas não tanto.


— Aahh eu não acreditooo - comecei a entrar em pânico. Ele riu ofegante.

Quando menos esperei ele me jogou pro ar, na direção da corda. Apartir daí eu via tudo em camera lenta. Meus braços e pernas se mexendo lentamente no ar, a risada de Namjoon no fundo, um grito de "uhul" do cara lá do helicóptero. Quando atingi a corda comecei a subir, já que era a única alternativa.

— Ai meu Jesus Cristinho eu vou morrer aqui mesmo - olhei pra baixo e vi o mar azul. — Nossa olha que mar azulzinho eu gosto de azul mas morrer no azulzinho não é bom não - senti as lágrimas de nervoso caindo, Namjoon estava subindo logo atrás rindo da minha desgraça e eu tratei de acelerar o passo. Ou melhor, a subida nervosa.

O cara de capacete me ajudou a me colocar em pé, rindo. — Bom trabalho - disse pra mim.

Depois ele ajudou Namjoon. O helicóptero estava flutuando ainda e nós observávamos o caos na ponte. As pessoas nos xingavam lá em baixo. Alguns sendo mordidos, alguns que lutaram com a gente.

Isso misturado com a luta pela vida me ferveu o sangue.


— EU QUERO MAIS É QUE VOCÊS SE FODAM! - gritei o mostrei o dedo do meio.

O cara tirou o capacete e começou a rir junto com Namjoon.

Estavamos os três mostrando o dedo até que o helicóptero se reergueu.

Os dois começaram a dar tapinhas nas minhas costas, e outras pessoas que estavam sentadas lá dentro, fardadas, aplaudiam pra mim. E lógico que eu comecei a me achar. Poderia morrer a qualquer momento, então apartir daquele momento, pensei em aproveitar as coisas que me restavam.

Mas mesmo assim eu corei e abaixei a cabeça.

Namjoon segurou meu rosto com as duas mãos. — Aaah eu não acredito que você chorou. - ele riu.

Eu ri também.  — Vou socar sua cara. - os outros se ageitavam em volta. Eles começaram a se apresentar pra mim.


— Eu sou Suga.

— Eu sou Kris Wu.

— Eu sou J-Hope. - o mesmo cara que mostrou o dedo com a gente fez uma continência.

— Eu sou Jimin.



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