História Guerreiros. - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Revelaçao, Romance
Visualizações 3
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Demorei um tempo para poder escrever esse capítulo porque é um dos mais importante para mim e para Cecilly.
Espero que gostem. 〽

Capítulo 6 - Capítulo Quatro — Cecilly


As vendas no pátio da escola entraram pela tarde e só acabaram cinco horas. As vendas fizeram muito sucesso, de modo que até Cecilly e as oitras conseguiram vender aquele ursos horríveis.

Cecilly ficou responsável por guara o dinheiro das vendas dos ursos. Julian ia dá uma festa e todos do ultimo ano foram Convidados, Amanda achou melhor Cecilly, que não quis ir para essa festa, levar o dinheiro para casa. Ela não chegou dizer porque achou melhor Cecilly ficar com o dinheiro, mas Cecilly desconfiava que Amanda tinha medo de perde o dinheiro durante a festa ou ficar tão bêbada que desse o dinheiro para qualquer um que aoarecess na frente dela.

Enquanto todos iam em seus carros para a casa de Juilian, onde a festa ocorrerá, Cecilly fez o mesmo caminho de sempre até o orfanato dos anjos.

Muitos foram os motivos de Cecilly não ter ido a festa, posso, inclusive, citar alguns deles aqui como por exemplo o fato de ela ter plena consciência de que, se fosse a essa festa, ia ficar sozinha pelos cantos. Ela não tem muitos amigos. Outro motivo que posso citar é: A garota não gosta de festas, Cecilly não se da muito bem com lugares lotados e cheiros forte como o da cerveja. Ela não poderia ir porque primeiro tinha que pedir a permissão da madre. Não pode perderia tempo com festas, tinha um livro para ler até a semana que vem... Bom, e vários outro que não citarei para não me alonga, até porque seria besteira da minha parte citar mil motivos sendo que um deles é maior e mais forte que todos os outros. Cecilly não consfuia esquecer o garoto que conheceu pela manhã.

A coisa que mais a intrigava era o jeito que ele falava de Cecilly. o garoto falava com tanta clareza e intimidade, mais intimidade que uma freira que a conhece há anos.

Aquilo não saia de sua cabeça, e foi também o motivo de ela não ter parado no café, como fazia sempre depois das aulas. Cecilly não tinha dinheiro porque, como já mencionei várias vezes, ela é órfã e o orfanato não tem dinheiro nem para sustentar as crianças imagine se teria para dá dinheiro para Cecilly tomar café. Era realmente uma bênção que os Silva tenham se afeiçoado a garota quando ela ainda era uma criança, tão criança que não teve a menor vergonha de dizer a eles, um dia quando vinha da escola e parou lá para se abrigar da chuva que castigava Londres, que o café do orfanato era simplesmente um horror. Eles disseram a ela que poderia passar lá quando viesse da escola se quisesse tomar um bom café.

O Sr. e a Sra. Silva eram, decididamente, o tipo de pais que Cecilly gostaria de ter. As vezes, quando era menor, tentava imaginar que eles a adotariam e Cecilly seria irmã de Lucas, o filho do casal. Era sem duvida alguma uma boa coisa a se imaginar. 

É claro que nunca veio a se torna realidade, e com o tempo Cecilly parou de querer ser adotada, ela passou a imaginar que já era maior de idade e poderia sair do orfanato. Contudo Cecilly nunca deixou de ser grata a familia Silva por serem o tipo de familia a qual Cecilly gostaria de pertencer.

Ela passou apresada pela cafeteria, recriava que o garoto estivesse a sua espera.

Podia ser brincadeira dele, coisa que Cecilly lutava para colocar na cabeça, mas sem muito exito, contudo ela não parava de olhar para os lados freneticamente enquanto ia para o orfanato. Cecilly é o tipo de garota que, se você perguntasse, ela negaria estar com medo mesmo que tudo indicasse o contrario, o que até poderia ser verdade nestas circunstâncias a considerar que a garota já estava se convencendo de que aquilo tudo não passava de uma brincadeira sem grassa de um fos alunos do ultimo anos,algo como trote de despedida. Mas em seu intimo ela tinha uma inquietação, algo nela queria encontrar aquele tal de Alexander.

Assim que entrou Cecilly esqueceu completamente de Alec e de tudo que a afligia naquela noite. Clara estava sentada na pequena escadaria que levava até a grande saa de estar do orfanato. Ela ainda estava com as roupas do colégio, o que levou Cecilly a perceber que algo estava errado. Calara saiu da escola há horas e a considerar que a garotinu odeia com todas a forças aquele conjunto de roupa marrom e amarelo, ou ela esqueceu dr trocar ou algo aconteceu.

Clara estava de cabeça baixa e passava o cabelo ruivo por entre os dedos, não percebeu Cecilly se aproxima e nem levantou a cabeça quando Cecilly sentou-se no seu lado na escada.

— Clara? — ela não respondeu — aconteceu algo? Porque está aqui sozinha? 

Ela respondeu depois de alguns segundos, mas na verdade ela fez uma pergunta.

— Eu sou feia?

Cecilly demorou um tempinho para responder, não porque não sabia a resposta. Se querem saber Clara é a criança mais bonita do orfanato, seus cabelos são ruivos e longos de modo que poderiam ser presos em fuas longas tranças. Cecilly sempre teve vontade de prender os cabelos em duas tranças, como Clara fazia, mas era simplesmente impossível fazer aquelas tranças em um cabelo curto e cacheado como os de Cecilly.

Não. Clara não era de modo algum feia, mas o que fez Cecilly não responder de imediato foi o fato de uma garotinua linda de apenas oito anos fazer essa pergunta Que geralmente aseninas só começam a fazer na adolescência.

— Você é linda, Clara. Porque está perguntando isso?

Ela demorou novamente para responder, parecia estar com vergonha ou algo do tipo. Clara baixou a cabeça e começou a chorar.

Cecilly não sabia ao certo porque Clara estava chorando, mas tinha certeza de que suas lágrimas estavam ligadas a essa pergunta repentina.

— O que aconteceu? Porque está chorando?

— Hoje — disse sem olhar para Cecilly. Sua voz era abafada pelo chora — uma garota da escola, o nome dela é Linda, ela me chamou dr água de salsicha, por causa fos meus cabelos e disse que eu sou uma órfã feia, que meus país me deixaram por que não queria uma criança tão feia na família...

E poise a chorar mais uma vez.

Cecilly já foi chamada de feia antes e já foi motivo de piada por ser órfã, mas nunca pensou que uma daquelas crenças atentados sofreriam isso também, muito menos Clara que é de longe a criança mais adotavel daquele orfanato.

— Essa garota — começou Cecilly com vontade de matar essa tal de Linda mesmo que ela seja só uma criança — ela não Savé o que diz, tenho certeza de que ela só disse isso por que tem inveja do seu cabelo que é lindo.

Clara, que ainda mantinha o rosto enterrado contra o próprio corpo, olhou para Cecilly com os olhos vermelhos e rosto molhado de lágrimas.

— Você acha ? — perguntou com avós embargada.

— Claro que acho, alem do mais... Que saber Clara? Vem comigo eu tenho um presente para você.

Clara nunca foi muito do tipo que lê muito, por isso não frequenta muito aquela biblioteca. Tinha esquecido como o lugar era úmido e escuro.

— Achei! — Anunciou Cecilly quando achou o que procurava — já fazia um tempo que eu queria te dá isso, mas sempre esquecia. Creio que essa seja só hora ideal.

Cecilly entregou o livro na mão de Clara que fez uma careta. Não a leve a mal, a garota não era uma ingrata, só, comuna já disse, não era fã da leitura e não compreendia como um livro daquele tamanho iria lhe fazer sentir melhor.

— É serio? Você vai me dá um livro?

Uma das coisas de se adimirar nas crianças é a sinceridade.

— Sim. Eue sentia melhor quando o lia, e a protagonista se parece muito com você.

— Anne de Green Gables. Parece um bom título...

As duas se assustaram quando Sr. Tomas surgiu da escuridão, atravessou o cômodo e sentou- se a beira da janela como se observasse algo. Mas o susto não foi maior quando uma figura de um menino apareceu na janela.






Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...