História Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 14


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Categorias Dissidia: Final Fantasy, Final Fantasy, Final Fantasy IV, One Direction
Personagens Bahamut, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ficção, Final Fantasy, Final Fantasy Iv, Harry, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam, Liam Payne, Louis, Louis Tomlinson, Magia, Niall, Niall Horan, Niam, One Direction, Rpg, Sobrenatural, Zayn, Zayn Malik
Exibições 12
Palavras 2.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Darkness And Light


Fanfic / Fanfiction Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 14 - Darkness And Light

Firmando sua espada no chão feito de terra seca, Harry respira pesadamente, descansando da batalha que acontecera a alguns minutos atrás. Camila e Lauren já estão pulando como antes, não se deixando abalar emocionalmente por conta dos acontecimentos. Não havia muito a se pensar na cabeça delas: existia um cara mau no meio do caminho, e os quatro o mataram. Simples.

Mas Harry não pensava assim: ele ainda se lembrava das palavras que Scarmiglione havia proferido. Ele era o primeiro de algo chamado "Círculo dos Quatro de Golbez". Somente um havia caído... ainda haviam mais três.

Poxa, Harry só havia perguntando ao Rei o porque de ele querer os quatro Cristais. Ele nunca imaginaria que entraria nessa fria.

Mas o que está feito está feito, ele pensa.

Então o homem de olhos verdes finalmente se levanta, checando com o resto do grupo se eles estão preparados para seguir viagem.

Bem no topo do Monte, o que eles encontram é, ironicamente, algo parecido com um pedestal.

Quatro monumentos que parecem simbolizar os quatro Cristais circundam um tipo de placa antiga e empoeirada.

Harry sobe a pequena escada a sua frente de um jeito calmo e devagar, atento a qualquer movimento ao seu redor.

De repente, uma forte brisa começa a soprar por entre os corpos dos viajantes. Árvores tremem e balançam por conta da força dos ventos vindos do pedestal, com suas folhas laranjas e secas caíndo no chão e tornando tudo uma imensa bagunça.

Em um fio de voz, uma simples frase é emitida:

— Meu filho... você finalmente chegou.

O homem de olhos verdes dá todo um giro de trezentos e sessenta graus com o seu corpo, procurando pela origem do som. Scarmiglione já estava morto, certo? Então quem poderia ser?

— Quem está aí?!

O grupo é imediatamente transportado para outro local, que por sinal era bem parecido com as salas onde os Cristais ficavam nos Castelos. Paredes de Cristal Azul, tudo bem refinado.

— Eu esperei muito tempo por esse momento. — A voz pacífica continua. — O dia em que você viria.

— A tragédia que acontece agora – ela me machuca mais do que você jamais poderá saber. — Harry dá dois passos a frente boquiaberto, olhando para o teto a procura da origem do som. — Para acabar com a mesma, eu vou te presentear com a minha luz.

— E, mesmo o fazendo, irei me machucar mais ainda... — A voz divaga. — Mas já está muito tarde: não há outro caminho.

Uma espada na cor dourada e preta subiamente começa a levitar, finalmente pairando na frente de Harry.

O homem de olhos verdes a agarra com toda a sua força, não querendo deixa–la escapar. Eu só tenho uma chance, ele sente no fundo de sua alma.

— Diga adeus para o seu passado manchado de sangue.

E, naquele momento, Harry só consegue sentir luz o consumindo. A sensação parece durar por alguns bons minutos, mas o homem tem a total cosciência de que é simplesmente rápido e forte. A sensação que o possui da cabeça até os dedos do pé é de que a claridade está passando por todos os seus ossos e por cada mililitro de seu sangue, o limpando e o tornando outra pessoa.

Mas será que esse novo homem não esteve sempre ali dentro, encoberto por camadas de armadura escura?

— Abandone a escuridão que um dia você abraçou, ou a luz não encontrará nada no que se segurar! — A voz torna a exclamar. — Destrua o cavaleiro negro, você ele não são mais um só!

Harry observa a sua imagem refletida na parede de Cristal a sua frente: ainda havia um Cavaleiro Negro ali. Ele forma uma linha fina em seus lábios, franzindo as sobrancelhas em pura concentração.

De repente, a figura negra começa a se mover para a frente, atravessando a parede de Cristal e parando bem na frente de Harry, e, pelos poderes dos Quatro Cristais, aquilo era imensamente assustador.

Era como ter um clone do mau, bem ali na sua frente, por mais louco e sem noção que isso soasse.

Harry simplesmente não conseguia parar de tremer, sua garganta estava fechada.

— Tem dois dele? — Elizabeth indaga.

— O que está acontecendo?! — É a vez de Camila perguntar, aflita.

O Clone – ou melhor, Cavaleiro Negro – saca sua espada, mantendo os olhos conectados com os de Harry.

— Cuidado! — Lauren vocifera, já fazendo um gesto com as mãos para lançar um feitiço de gelo.

— Fiquem aí. — O homem de olhos verdes profere, exalando determinação em sua voz. A espada que segurava é apertada de modo mais firme. — Essa é minha luta, o meu teste.

Harry se aproxima da figura vestida em cores escuras, proferindo:

— E um que eu não pretendo falhar!

Ele aponta sua espada para o outro homem, embarcando em uma luta contra o mesmo.

Era só ataca–lo até o mesmo morrer, certo?

Era bem simples, né?

Não.

Resumidamente, os fatos a seguir podem ser contados desse jeito: o Cavaleiro é o primeiro a fazer algum movimento ofensivo, dando um golpe certeiro em Harry.

Então, obviamente, o homem de olhos verdes logo ia contra atacar, ainda se acostumando com a espada nova presente em suas mãos. Era tão... leve.

— Não... O verdadeiro coração de um Paladino não conhece a malícia. — A voz desconhecida volta a dizer. — Guarde a sua espada, e supere o ódio!

— Mas eu vou morrer desse jeito! – Harry exclama sem entender absolutamente nada, olhando para o teto.

— Há vitórias com valor maior. — A voz explica. — Algum dia, você as conhecerá.

Depois de mais algum tempo relutando, Harry finalmente cede, abaixando a arma e a usando como um tipo de escudo.

O Cavaleiro continua a deferir golpes contra o homem de cabelos longos e castanhos, com o mesmo se defendendo de todos, não recebendo um arranhão sequer. Aquilo meio que feria seu orgulho, mas ele até que conseguia entender: violência só gerava mais violência, esse era um fato universal.

— Vá em frente, Harry! Guie-se para algo novo!

O Cavaleiro cai no chão como se tivesse recebido um golpe muito forte, desmanchando–se e logo desaparecendo.

Harry firma sua espada no chão, se apoiando na mesma e respirando pesadamente. Suor escorria por sua testa, mas, ei, havia valido a pena. Aquela era a melhor lição que ele podia ter aprendido em toda a sua vida.

— A sua virtude está provada. — A voz volta a proferir, logo após dando uma pausa. — Irei te abençoar com a minha consagrada luz, formada da minha própria alma. E que ela seja a sua força, por mais que seja a minha última.

Pedaços minúsculos de luz circundam o corpo de Harry, entrando em seu coração.

— Meu filho... você tem que parar Golbez.

— Espera! — O homem de olhos verdes berra, só querendo mais alguns minutos junto a voz.

A cabeça de Harry começa a girar e girar, e, assim como entraram, os quatro são teleportados para fora da sala feita de cristal.

X

— O que é esse sentimento quentinho que estou sentindo? É tão... familiar. — Harry ri baixo, avaliando a sua figura em frente a um lago perto dali. Não havia mais uma armadura escura cobrindo todo o seu corpo, e muito menos um capacete tapando as suas feições. Seu cabelo longo caia livremente pelos ombros, e um tipo de faixa azul contornava sua testa. Até a voz do homem ecoava melhor, e, cara, como era bom poder ouvir a si mesmo depois de tanto tempo.

— Oh! — De repente, a mulher de cabelos castanhos brancos exclama.

— Elizabeth? — Lauren indaga.

— Os meus feitiços: eu lembro de todos! — Elizabeth exclama. — O que é isso? Me...teor? Aquela luz deve ter feito alguma coisa comigo!

— Nossa, isso é realmente ótimo! – Camila por fim diz. — Agora você definitivamente me lembra daquela maga velha que eu havia falado sobre. Só ela conseguia conjurar esse feitiço.

— É... Muito estranho. — Elizabeth morde os lábios, logo sacudindo a cabeça em negação. — Bem, agora temos que correr contra o tempo! Vamos pegar esse tal de Golbez!

X

O grupo retorna para Mysidia a pé, decidindo que Harry precisava de algum tempo para se familiarizar com a nova espada – algo não aceito pelo homem de olhos verdes de primeira, mas depois de um tempo acabou por ceder. Ele agora também conseguia lançar alguns feitiços de magia branca, mas só os mais básicos: não chegava nem perto de Louis.

Ah, Louis. Lou, Boo, William. Como Harry sentia saudade daqueles olhos azuis.

Na cidade, Harry consegue ouvir sussurros dos moradores sobre como ele realmente havia conseguido se tornar um Paladino. Ele sabia que não era o bastante para perdoa–lo, mas esperava que pelo menos fosse um bom começo: estava extremamente arrependido de como havia se deixado levar pelas ordens, por mais que não fosse totalmente culpado.

— Você retornou, afinal! — O Ancião exclama quando finalmente os vê. — E não mais como um Cavaleiro Negro!

— Bem... — Camila diz. — Eu também não achava que ele iria conseguir.

— Também? — Harry indaga, confuso.

— Me desculpe. — O Ancião profere. — Mas é que eu havia mandado essas duas para te vigiar no Monte... Porém, parece que não havia nenhuma necessidade: suas intenções eram realmente puras. Camila, Lauren, parabéns, vocês fizeram um bom trabalho.

— Não, tudo bem. — Harry diz. — Vocês tinham o direito, depois de tudo que eu havia feito...

— Mas essas são águas passadas, Harry. — O homem trajado em cores escuras responde. — Você é um Paladino agora e... ei, aonde conseguiu essa espada?

— Eu a recebi na montanha.

— Hm... — O Ancião murmura. — Deixe–me vê-la, por favor.

Harry entrega a espada para o senhor a sua frente, observando as sobrancelhas do homem se franzirem em pura confusão.

— Há algumas palavras escritas na espada. — O Ancião conclui. — E se parece muito com uma lenda daqui de Mysidia.

— Lenda? — Harry pergunta, curioso. Do que o Ancião estava falando?

— Sim. — O senhor confirma, logo recitando o pequeno texto encontrado no verso da espada. — "Nascido do útero do dragão, e suportados até as estrelas... Pela luz e escuridão lançadas no ar, sonhos se juram novamente."

— Aquela voz na montanha... ela me chamou de filho. — Harry aponta, achando que aquele fato talvez ajudasse a desvendar o mistério recém-descoberto.

— Eu realmente não sei com quem foi que você falou, e também não sei sobre o que a lenda fala. Só sei que disseram por gerações para nós, Mysidianos, rezarem por essa lenda, para que a mesma se realize. — O senhor explica. — Para rezar – e para confiar na pessoa que possui a consagrada luz. E eu realmente acredito que essa pessoa seja você, já que recebera essa espada.

— Então significa que temos que acabar com Golbez de uma vez por todas! — Elizabeth exclama, decidida e movida pela sede de vingança.

— Lana? — O Ancião indaga. — É você?

— Lana? — Harry alterna o olhar entre o senhor e a mulher de cabelos castanhos brancos. — Mas o seu nome não era Elizabeth?

— Harry. — Elizabeth suspira. — Acho que tenho uma coisa para te contar.

— O meu nome... digamos... artístico, de maga, é Lana. A Lana. — Ela explica, olhando para o chão. — Eu disse que me chamava Elizabeth pois só me sentia uma pessoa normal sem meus feitiços. Era vergonhoso. Uma pessoa tão poderosa, subitamente tão fraca. — Ela pausa, dando um pequeno sorriso. — Agora, com Meteor, sinto que sou Lana de novo.

— Eu sabia que não estava te confundindo com outra velha! — Camila exclama, sorrindo orgulhosamente. Toma essa, Lauren.

— Estudamos bastante sobre você. — Lauren acrescenta, sentindo que estava conhecendo um tipo de ídolo. Pelo santo Cristal, ela sente que pode desmaiar a qualquer momento.

— Bem, já que tudo está esclarecido, acho que finalmente posso deixar você usar a Devil's Road. — O Ancião volta a dizer. — Como um Paladino, acho que você está seguro para atravessa– la. Camila, Lauren, vocês estão dispensadas. Obrigada por terem o ajudado.

— Não é justo! — Camila exclama, cruzando os braços e formando um pequeno bico com os lábios. A viagem tinha sido tão divertida! Tinha mesmo que terminar agora?

— A gente quer ajudar também! — Lauren profere. — Por favor!

— Mas vocês não precisam: o trabalho de vocês já terminou.

— Não, não terminou! — Camila rebate. — Você disse para ajudarmos, e ele ainda precisa de ajuda!

— Bem... Tudo bem, então. — O senhor finalmente cede. — Lana, você vai cuidar deles para mim, não?

— Claro que sim. — A mulher afirma com a cabeça, sorrindo carinhosamente para as duas meninas.

— Mas elas só são... — Harry tenta dizer, logo sendo interrompido.

— Só o que? — Lauren indaga. — Você viu o que a gente consegue fazer.

— Bem, — O Ancião diz, se despedindo. — eu estarei na Torre das Orações, rezando pelo sucesso em sua jornada.

Se virando para voltar aos seus afazeres, ele dá um aceno com a cabeça:

— Boa sorte, e tomem cuidado.

 


Notas Finais


Quando eu escrevi esse capítulo, me lembro de começar a refletir sobre a história em si. É algo do tipo: aqui se faz, aqui se paga. O Harry pode até ser um dos principais heróis da história e tudo o mais, mas a verdade é que ele ainda tinha e tem muita coisa para aprender ainda. Ele errou. Harry, mesmo que por algum tempinho, gostou de ficar do lado da escuridão porque aquilo o fazia mais forte. E é por isso que se converter para a luz é algo essencial, não porque é o certo a se fazer, mas sim porque H precisava de um novo começo.

Também não é meio triste como todos os companheiros de H, pelo menos no princípio, só estavam ali porque ele indiretamente fodeu com a vida deles? kjksjk


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