História Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 2


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Categorias Dissidia: Final Fantasy, Final Fantasy, Final Fantasy IV, One Direction
Personagens Bahamut, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ficção, Final Fantasy, Final Fantasy Iv, Harry, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam, Liam Payne, Louis, Louis Tomlinson, Magia, Niall, Niall Horan, Niam, One Direction, Rpg, Sobrenatural, Zayn, Zayn Malik
Exibições 28
Palavras 767
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 2 - Prólogo

Planando pelos ventos, cinco dirigíveis chegam a costa do Reino de Baron. A Red Wings ou Asas Vermelhas, chame como quiser, é a maior força militar aérea do mundo, sendo comandada pelo Lorde-Capitão Harry Edward.

De pé na fronteira de um dos dirigíveis, Harry observa o seu horizonte: além de um lindo céu completamente azul ao seu redor, ele também consegue ver a cidade de Baron; e, se forçar a vista, até mesmo um pouco da cidade de Mist.

Ouve-se o clicar de botas contra o chão do dirigível, e Harry logo então é tirado de seus devaneios:

— Capitão! Estamos perto das fronteiras de Baron! — Um dos soldados presentes, trajado numa armadura em tons vermelhos o avisa.

— Assim estamos. — Harry afirma com a cabeça.

— Isso também o atormenta. — Harry consegue ouvir um dos soldados, numa tentativa falha de sussurrar. — Ordens podem ser ordens, mas isso? Foi absurdamente longe.

E então Harry têm flashbacks de uma cena que, por mais que tenha ocorrido a alguns minutos, ainda o deixa atordoado e com adrenalina pulsando em seu corpo. Harry e seus homens roubaram o Cristal de Mysidia, uma vila de tamanho médio que se localizava ao Oeste dali. Naquele momento, ele consegue jurar para si mesmo que nunca conseguirá se esquecer dos gritos e do desespero presentes naquele povoado; antes calmo, mas após a sua chegada, um simples misto de confusão e tormento.

Ele vai se lembrar para sempre de como se sentiu sujo quando botou as mãos naquele Cristal. Cristal que desposou tantas vid-

— Capitão! — O soldado volta a exclamar.

— Nós somos as Red Wings – o orgulho de Baron! Seremos nós agora ladrões, matando os fracos? — Ele continua, se empolgando a continuar listando razões do porque as Red Wings estarem desonradas. 

Sinceramente, o homem de olhos verdes não estava interessado em ouvir nada do tipo.

— Basta! — Harry profere com total confiança, acostumado a acalmar as pessoas.

— Mas, Capitão!

Outro soldado dá um passo a frente, entrando na conversa:

— Os Mysidianos não ofereceram resistência, e, mesmo assim, nós os ferimos.

— Me ouçam. Nós não fizemos mais do que o nosso Reino precisava para continuar pacífico e próspero. Os Mysidianos sabiam demais sobre o Cristal e seus segredos. — Harry discursa, com a sua voz firme e segura de si ressonando pelo dirigível. Ele não só tentava convencer os soldados: também queria acreditar nas próprias palavras, por mais que parecesse impossível. — Ou pelo menos, é nisso em que a Nossa Majestade acredita. — Sua voz se torna mais séria. — Nós somos as Red Wings de Baron! Nosso trabalho não é questionar as ordens de nosso Rei.

— Capitão! — O soldado volta a exclamar, aflição contornando os traços de seu rosto.

— Capitão, monstros a sua frente!

E então Harry se vira, encontrando a sua frente dois monstros: Floating-Eyes. Se era comum encontra-los por ali? Não, não era. Se era comum ter seu dirigível atacado pelos mesmos? Não, também não era. Mas o homem de olhos verdes não teve tempo de pensar sobre esses fatos, já que uma pequena distração já daria brecha o suficiente para os monstros o matarem.

Ele logo saca a sua espada de um compartimento presente nas costas de sua armadura escura, desferindo quatro golpes contra os monstros de coloração verde de um olho só e asas cor-de-rosa. Eles contra atacam, é claro, deixando Harry levemente ferido, mas nada que ele não conseguisse aguentar, uma vez que a adrenalina do que aconteceu em Mysidia ainda pulsa em seu sangue.

Será que um dia ele realmente conseguiria esquecer tudo aquilo?

Harry respira fundo, levantando-se devagar após fazer tamanho esforço. Matar bestas não nem um pouco divertido, ainda mais sozinho.

— Todo mundo está bem? — Ele indaga, olhando ao seu redor. Os homens já estavam voltando a fazer suas tarefas, por mais que estivessem um pouco eriçados, e era isso que Harry mais amava em sua equipe. Seguir em frente, não importam as circunstâncias.

— Sim! — As vozes dos soldados saem em um uníssono.

— Todos esses monstros, surgindo do nada... Perturbador, não é mesmo?

Um dos soldados olha para o horizonte, se aproximando da lateral da aeronave e murmurando para si:

— Eu me pergunto se isso é um presságio.

— Nós chegamos ao castelo, Meu Lorde! — Um soldado profere.

— Tudo bem então. Homens, se preparem para aterrissar!

— Sim, Senhor! — E mais uma vez, a voz dos soldados saí em um uníssono, enquanto obedecem as ordens do Capitão Harry.

Os cinco dirigíveis finalmente aterrissam em terma firme, entrando por entre os portões do Castelo de Baron.

Harry nunca poderia imaginar o que o esperava, enquanto suas botas clicam sobre o chão de mármore da entrada do castelo.



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