História Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 21


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Categorias Dissidia: Final Fantasy, Final Fantasy, Final Fantasy IV, One Direction
Personagens Bahamut, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ficção, Final Fantasy, Final Fantasy Iv, Harry, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam, Liam Payne, Louis, Louis Tomlinson, Magia, Niall, Niall Horan, Niam, One Direction, Rpg, Sobrenatural, Zayn, Zayn Malik
Exibições 4
Palavras 3.229
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - Feels Like Home


 

A madrugada passava lentamente. Estrelas preenchiam os olhos de Louis, que estava deitado com a cabeça no colo de seu namorado, perigosamente perto de certa área. Era uma daquelas noites que ele gostaria que durasse para sempre. Sinceramente, sentia saudade de sua vida antes da guerra, mais precisamente, antes da expedição de Harry junto das Red Wings à Mysidia. Nem o ciúmes de Zayn era algo tão ruim comparado com o que estava acontecendo agora.

Era tudo tão calmo... suas preocupações anteriores, como o desejo de ter sua carreira de arqueiro levada a sério, pareciam ser minúsculas agora. Não que elas não fossem importantes, mas era como ter sido roubado de sua realidade e ser forçado a batalhar por algo que não era seu - mas que no final, acabou se transformando em sua própria luta.

E, enquanto reflete sobre tais pensamentos, Louis levanta seus olhos para observar a valsa das estrelas, voltando seus pensamentos para o homem perto de si e silenciosamente se perguntando se Harry sente o mesmo.

Ele se pergunta se o homem de olhos verdes às vezes, somente às vezes, sente medo. Se ele sente medo de cair, por mais que não pudesse mostrar tais sentimentos, já que era um Paladino. Se ele achava que eles não tinham chance contra Golbez... Se ele achava que eles iam morrer.

Sinceramente, Louis odiava com todas as suas forças admitir isso, mas ele sentia. Sentia medo de várias coisas, mas, principalmente, sentia medo de morrer. A sensação de deixar aquele mundo para trás sem fazer nada de útil era realmente arrebatadora, e, ao pensar nisso, ele morde fortemente o interior de suas bochechas, em uma tentativa falha de engolir o choro.

Mas não era a morte que todos temíamos, no final das contas?

— Lou. — Harry sussurra, decidindo que era hora de intervir. Estava ouvindo os soluços do namorado faz algum tempo, mas tinha decidido deixar para lá pois achava que o mesmo só queria um pouco de espaço. Ultimamente, era o que todos estavam precisando. — O que houve?

— Nada demais... — Ele funga, fechando seus olhos. — Eu só to com medo.

Ao ouvir tal afirmação, Harry entrelaça seus dedos com os de Louis. Era um gesto silencioso, mas ele esperava que o homem de olhos azuis entendesse seu significado real: eles estariam para sempre entrelaçados, como uma corda e uma âncora no mar.

— Medo de que, exatamente?

— Do amanhã, da morte, de tudo. — Ele suspira, limpando as lágrimas com as costas da mão. Se sentia um tolo por chorar por algo tão bobo. — Quer dizer, estamos indo para o Submundo amanhã de manhã... isso não te assusta?

Harry pausa por um momento, refletindo sobre o que lhe havia sido dito. Realmente, se pensasse por esse lado, o futuro parecia sombrio e sem boas expectativas. Mas o que eles poderiam fazer, afinal? Não era como se pudessem desistir da guerra ou algo do tipo. Seria um ato covarde, algo que o antigo Rei jamais se orgulharia de ver em Baron.

— A morte... — Harry divaga, tentando escolher as palavras certas. — ela é algo inevitável. Não somos Cristais, sabe? Ninguém é imortal. Ela chega para todos, assim como o nascer do sol depois de uma longa noite. 

— O.k... Acho que me perdi um pouco. — Ele ri baixo, mostrando suas covinhas nas bochechas.— O que eu estou querendo dizer é que não há razão para ter medo, uma vez que a morte é algo natural. Alguns irão morrer mais cedo; outros bem velhos. É o ciclo da vida, sabe?   

— Mas e se eu nunca mais te ver? — O outro lambe os lábios, aquela é uma cena divertida para Harry. Não era possível que ele não tivesse medo de nada.— Tipo. Nunca mesmo.

— Mesmo se virássemos estrelas, Louis... — Ele olha para o céu, sua voz é serena como a brisa que soprava sobre seus corpos. — eu viajaria por todo o pó cósmico, só para te encontrar.

Se Louis estava chorando antes, bem, agora ele era um mar de lágrimas. Será que Harry poderia tentar ir um pouco mal no papel da melhor pessoa do mundo?

— Nós iremos ficar bem. — Harry dá um sorriso mínimo, estendendo o dedo mindinho. — Eu prometo.

Porém, ao invés de entrelaçar o seu dedo mindinho com o de Harry também, Louis faz algo não esperado: ele levanta a metade superior de seu tronco, alcançando os lábios do homem acima de si. Sua respiração é pesada ao sentir o gosto dos lábios do outro, afinal, não era sempre que os amantes podiam demonstrar estarem envolvidos romanticamente por conta da tradição real que era mantida por séculos e séculos.

O homem de olhos verdes é surpreendido pela sensação dos lábios finos de Louis encostando nos seus, mas ele logo se acostuma com a situação, tomando as rédeas do beijo e o aprofundando. Línguas se massageiam e mãos exploram todo o corpo do outro; o homem de cabelos curtos logo deixa alguns gemidos baixos escaparem de sua boca. Harry não podia mentir: simplesmente amava as sensações que provocava no namorado. Era realmente excitante ver que ele se contorcia com o mínimo toque de suas mãos.

Sem perceber, Louis começa a ser lentamente deitado no chão, com Harry se deitando sobre o mesmo não muito tempo depois. Eles separam os lábios por conta da falta de ar, Louis retira a franja suada de seus olhos, os lábios estão mordidos e em um vermelho vibrante.

— Nossa. — Louis ri, envergonhado. — Fomos de zero à cem bem rápido.

Harry o cala com outro beijo, eventualmente descendo as carícias: primeiro no pescoço, as quais Louis aproveita com muito prazer, obrigado, e depois sucessivamente para a barriga, até chegar perigosamente perto da linha V do namorado.

Os olhos dos dois finalmente se encontram, com as pupilas dilatadas e tudo o mais. Louis, ao perceber as intenções do outro, dá um pequeno aceno com a cabeça, dando passe livre para o mesmo. Ele levanta seu tronco superior mais uma vez, dando espaço suficiente para Harry conseguir tirar sua blusa de pijama. O material é fofo sobre as mãos grandes do homem, e o pedaço de tecido logo se transforma em uma espécie de travesseiro para o corpo curvilíneo de Louis.

Harry volta a subir os beijos pelo peitoral do outro, pairando sobre os mamilos rosados e enrijecidos do mesmo e os rodeando com sua língua, até os mesmos ficarem duros e eriçados. 

— Harry... — Ele arfa. — você...

O menor volta a puxar os cachos do cabelo de Harry, tomando seus lábios para outro beijo caloroso, com direito a mordidas no lábio inferior. Ele se levanta, sentando sobre o colo do outro e rebolando sobre seu membro endurecido, causando uma deliciosa fricção entre os dois corpos.

— Isso. — O homem de olhos azuis geme manhoso, uma vez que havia percebido que Harry estava investindo seu membro contra sua bunda. Já conseguia sentir o tecido de suas calças molhado por conta do pré-gozo que havia começado a vazar.

— E-Eu não vou durar muito tempo, preciso te foder. — Mais uma investida. 

E então Harry se levanta rapidamente, agitado. Ele levanta seus braços, se despindo de sua blusa de algodão lentamente, como em um show erótico especialmente para Louis. Somente para Louis, pois ele era dele. Sua alma, seu corpo, e principalmente seu coração pertenciam ao homem, e não havia uma alma no mundo que poderia negar tal fato.

Chuta suas calças de pijama para sabe-se lá onde, assistindo seu namorado fazer o mesmo. Seus membros já estavam duros e vazando completamente, fazendo uma bagunça no chão, uma mistura de pijamas e pré-gozo.

Ah, como Harry queria fode-lo... mas antes, iria abocanha-lo. Sabia que isso faria Louis implorar por mais.

Então é isso que ele faz.

Eles tornam a deitar no chão, com Harry engolindo o pênis do namorado não muito tempo depois. Louis geme alto, realmente surpreso, uma vez que não esperava tal ação. Os cachos de Harry logo são presos entre seus dedos, fazendo o cabelo do homem ficar totalmente desgrenhado, enquanto simula uma penetração com sua boca em movimentos de vai-e-vem. Os quadris de Louis se movem no mesmo ritmo que as chupadas de Harry em seu pau, com o mesmo não engasgando uma vez sequer. 

Naquele momento, Louis podia jurar que tinha morrido e ascendido ao céu.

— Harry. — Louis geme com a voz falhada. — É melhor se afastar, ou vou acabar gozando na sua boca. Não é isso que você quer, né?

O outro afirma com a cabeça rapidamente, afastando sua boca do membro do namorado em um som de pop. Nem parecia que ele era quem ficaria por cima daquela vez, de tão submissivo que estava se comportando no momento.

— Vou pegar o lubrificante, então. — Harry completa com a voz falha por conta da atividade anterior, vestindo  a calça de pijama desajeitadamente. Nem ao menos conseguiu distinguir de quem era a peça de roupa, mas concluiu que era de Louis, uma vez que o tecido estava um pouco curto em seus  tornozelos.

Ele desaparece da vista do outro por alguns míseros segundos, - mas que parecem uma eternidade para os dois, tamanha excitação - logo voltando com uma lata de lubrificante pequena em suas mãos.

— Então... — Ele divaga, um tanto perdido. — vou ficar por cima, certo?

— Pode ser. — Louis dá de ombros, dando um sorriso mínimo. Realmente não se preocupava muito com essas coisas. — Estou com saudades de sentir você.

Harry engole a seco, sentindo uma fisgada em seu pênis. Pelos Cristais, como ele amava quando Louis falava sujo com ele. Era tão... quente. E excitante. Definitivamente excitante.

Ele sacode a cabeça, abrindo a lata e derramando uma grande quantidade do gel em seus dedos, uma vez que não queria machucar Louis. Queria que ele aproveitasse a sensação tanto quanto ele mesmo faria.

Finalmente introduz o primeiro dedo, tomando certo cuidado para não fazer movimentos muito brutos. Louis sente um pequeno desconforto inicial, – como em todas as outras vezes – mas logo relaxa, uma vez que sabia que a sensação logo iria passar. Os movimentos são circulares, com Harry curvando o dedo várias vezes em tentativas falhas de achar a próstata do outro, e não é muito tempo depois de tal acontecimento que Louis começa a rebolar desesperadamente no dedo do namorado, e, por isso, Harry é rápido a introduzir o segundo dedo, e assim sucessivamente. 

No final de tudo, Louis é uma mistura de sussurros e gemidos sôfregos, e, quando o mesmo finalmente dá um grito alto, Harry sabe que alcançou sua próstata. Satisfeito consigo mesmo, ele retira os três dedos de dentro do namorado, colocando mais lubrificante em suas mãos e rapidamente bombeando seu pênis para espalhar o gel por toda a sua extensão.

Ah! Como era doce a sensação da ansiedade pelo o que estava por vir.

Após algum tempo trocando de posição, eles finalmente decidem como iriam ficar: Harry, sentado no chão com as pernas semi-abertas, e Louis, sentado sobre o colo do mesmo.

— Pronto? — Harry indaga, suas pupilas já estão dilatadas.

— Aham. — Louis diz, por fim afundando na grande e lubrificada extensão que havia abaixo de si. Um gemido alto escapa dos lábios do mesmo, mas o homem não se deixa intimidar: não iria ser o primeiro a gozar, de jeito nenhum. — Me foda forte, Harry. Não quero sentir minhas pernas amanhã.

E é claro que Harry obedece as ordens do mesmo, impulsionando seus quadris para cima e para baixo de modo brusco e rápido, fazendo Louis quicar sobre seu pau. Depois disso, tudo que é ouvido naquela varanda do Castelo são gemidos e sussurros, enquanto Harry e Louis fodem banhados pela luz do luar.

X

A madrugada passara incrivelmente rápido, e, por isso, não é surpresa alguma para o grupo quando percebem que Harry e Louis estão cheios de olheiras na manhã do dia seguinte. O jeito estranho que Louis estava andando e as mordidas presentes no pescoço de Harry só podiam significar uma coisa, mas todos decidem deixar para lá, uma vez que não era problema deles. Quer dizer, quase todos: Zayn abaixa a cabeça e não fala com o grupo pelo resto da manhã após perceber a situação, alegando estar doente ou algo do tipo. 

Continuando, mesmo com Harry e Louis estando cansados e quase dormindo em pé, não é como se eles tivessem tempo para voltar a dormir no meio de toda aquela guerra que acontecia, então resolvem ajudar o resto do grupo de um jeito simples, porém efetivo: iriam procurar por um mapa do mundo na Biblioteca de Baron, e marcar os lugares que poderiam ter alguma relação com a pedra de magma que haviam recebido de Zayn.

Parece realmente surreal ficar procurando sobre pedras mágicas, é o que passa pela cabeça de Harry no momento.

Depois de algum tempo, a tarde já quase se transformava em dia. Seus raios entravam pelas janelas claras, iluminando a grande biblioteca que ficava no andar subterrâneo do Castelo, mas, mesmo com tanto tempo ali dentro, Harry e Louis ainda não haviam achado absolutamente nada sobre a tal pedra.

Realmente parecia ser uma pergunta sem resposta.

— Ah! — Louis exclama distraído com uma caneta presa entre seus dentes, por fim parecendo ter descoberto algo. —Você por acaso foi em Eblan recentemente? Pode haver algo interessante por lá...

— Hum... não. Além disso, ouvi dizer que o Castelo está abandonado. — O outro homem, sentado numa poltrona de veludo vermelho, responde, enquanto folheava outros livros. — O Rei e a Rainha simplesmente desapareceram, eu acho.

— E ninguém sabe sobre o paradeiro deles?

Harry dá de ombros, sem saber se a informação estava cem por cento correta.

— É... e ainda haviam boatos sobre Baron estar na pior. Depois dessa, acho que temos um novo vencedor. — Ele continua, rindo pelo nariz. A desgraça realmente havia se alastrado por todo o mundo, era algo deplorável. — Eu diria para nós investigarmos isso, mas acho que temos coisas mais importantes para fazer, não é?

— É. — O outro confirma, brincando com os fiapos de sua calça. Ficar sem armadura era tão bom e relaxante... era quase como se ele fosse um pássaro que acabou de ser solto, voando por pelos ares afora. — Podemos ver isso outro dia, se a maré abaixar.

— Tá bom. — Louis confirma, logo se esticando para pegar o mapa da mão de Harry. — E você? Achou alguma coisa? 

— Algo sobre uma cidade chamada... Aguarte? — O homem de olhos verdes tenta, cerrando os olhos. — Ah não, espere! Se chama Agart.

— Nome estranho. — Louis profere, como sempre sendo sincero. — Nunca ouvi falar.

— Aqui no mapa diz que lá há um poço. Podemos jogar a pedra nele e ver o que acontece.

Há um breve momento de silêncio, com Louis cerrando as sobrancelhas e parecendo estar numa batalha silenciosa com si.

— Eu geralmente discordaria dessa ideia e te chamaria de estúpido, porém, — Louis por fim diz. — não temos outra opção se não essa. 

— Fala sério, Lou. — Harry debocha. — O poço nem deve ser tão fundo...

O homem de olhos azuis suspira, derrotado.

— Tá bom, já entendi. — Ele dá de ombros. — Afinal, o que pode dar errado, não é mesmo?

X

A cidade de Agart ficava um pouco ao sul dos territórios de Baron, sendo um lugar pequeno e consequentemente não muito povoado. Todas as casas eram iguais, pelo menos por fora: os tetos eram laranjas e as paredes de tijolos marrom claros. Era uma combinação de cores interessante e bem acolhedora, por mais que a população parecesse estar intrigada pela chegada dos viajantes. Contudo, eles não são extrovertidos o suficientes para se aproximar e puxar conversa.

Surpreendentemente, convencer o grupo não fora uma tarefa tão difícil: depois de um tempo, até começam a achar que o raciocínio de Harry fazia sentido, o que faz com que uma risada seja arrancada do homem de olhos verdes ao ver seu namorado bufando em um dos cantos da aeronave. 

É. Inteligência era realmente algo relativo.

O poço fica bem no meio da vila, contornado por alguns arbustos e árvores de porte pequeno, como se tivesse sido usado como um monumento antigamente ou algo do tipo. É Harry quem lidera o caminho, como sempre, e o homem de olhos verdes começa a se perguntar se aquele fato significa algo a mais. Quer dizer, ele não se sentia um líder, por mais que o tratassem como tal.

Ele retira a pequena pedra de seu bolso, a examinando cautelosamente, até que a mesma começa a ganhar outra coloração.

— O que está acontecendo? — Ed se aproxima do amigo, passando a pedra para suas próprias mãos. — Deixe-me ver, por favor.

— Está... brilhando? — É Zayn quem pergunta, realmente confuso. O que estava acontecendo? Será que era um explosivo? As chances da pedra ser uma armadilha até que não eram tão baixas, afinal, Golbez era um cara que quase sempre jogava sujo.

Já com a pedra na mão, Ed comenta:

— Muito estranho. Está ficando mais quente a cada segundo — O homem de cabelos ruivos aponta, começando a dar pulinhos, o que faz com que a pedra voe de sua mão para as mãos de Zayn. — Ai, ai!

— Ai! — O homem berra por conta das queimaduras que estava recebendo. — Pedra do inferno!

E, por um simples descuido, a pedra é jogada dentro do poço.

Os cinco presentes definitivamente eram as pessoas mais azaradas e burras do mundo.

De repente, o grupo começa a sentir um tremor forte. As árvores começam a balançar, fazendo suas folhas verdes caírem e tornar tudo uma bagunça. Magma começa a ser expelido de uma montanha um pouco atrás da cidade, trazendo fumaça e impregnando aquele típico cheiro de queimado no ar.

Quando o pequeno terremoto acaba, há uma cratera enorme e sem fim no meio de algumas cordilheiras.

— Eu não acredito que estava certo. — Harry comenta.

— Vamos acabar logo com isso. — Zayn bufa, já saindo da cidade a caminho da aeronave.

Depois de todos entrarem, o dirigível levanta suas asas de novo, a caminho de algo totalmente novo e desconhecido por todos.

X

Inicialmente, tudo que o grupo consegue ver é uma imensidão de simplesmente escuro. Ed tenta guiar a aeronave para algum lugar que ele julga ser iluminado, e, logo o grupo consegue enxergar normalmente por conta da lava flamejante que conseguia iluminar o local. O sol não alcançava aquele Submundo, tal fato era óbvio. A temperatura era super alta, fazendo com que Louis já começasse a suar.

Depois de algum tempo seguindo para o sul, Harry e Zayn conseguem ouvir o familiar som de hélices se aproximando. Os dois homens se aproximam da borda do dirigível, estreitando os olhos ao tentar aumentar seu alcance de visão.

— As Red Wings! — É Zayn quem consegue indentificar as bandeiras do Reino de Baron.

De um lado, estavam as aeronaves de Baron, e, do outro, alguns tanques de guerra azuis. Disparos começam a ser ouvidos, fazendo com que todo o grupo tenha que se jogar no chão para não ser atingido pelos mesmos.

— Mas quem eles estão lutando?! — Marina exclama.

Mais tiros vindos de ambos os lados são dados, conseguindo até mesmo atingir o dirigível onde eles estavam.

— Vamos lá, bebê... — Ed puxa o leme com o máximo de força que possuia, realmente preocupado. Eles tinham que conseguir sobreviver, eles tinham. — Eu sei que você está machucada...

Mas é impossível controlar as rédeas da situação daquele jeito, então a nave é rápida a começar a cair em direção à terra seca. Alguns momentos depois, tudo que o grupo vê é uma completa e assustadora escuridão.


Notas Finais


Por alguma razão o capítulo tinha repetido duas vezes, mas já concertei. Espero que estejam gostando :)


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