História Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 4


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Categorias Dissidia: Final Fantasy, Final Fantasy, Final Fantasy IV, One Direction
Personagens Bahamut, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ficção, Final Fantasy, Final Fantasy Iv, Harry, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam, Liam Payne, Louis, Louis Tomlinson, Magia, Niall, Niall Horan, Niam, One Direction, Rpg, Sobrenatural, Zayn, Zayn Malik
Exibições 18
Palavras 1.188
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Anxieties


Fanfic / Fanfiction Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 4 - Anxieties

Já é de madrugada, e, sentado sobre a sua cama, Harry não consegue dormir: há muitas coisas passando pela sua cabeça de uma vez só. O barulho das brasas na lareira, antes relaxante, agora é perturbador, como todos os seus pesadelos.

Ele olha pela janela. É noite de lua cheia, e, enquanto olha para a face brilhante da mesma, começa a falar sozinho, pensando que, se o fizesse, acabaria recebendo as respostas para as suas incontáveis perguntas.

— Sua Majestade... no que você se tornou? Onde está o cavaleiro nobre que me pegou da rua e me criou como seu próprio filho? — Ele abaixa a sua cabeça, trazendo os joelhos para perto do corpo como uma criança desolada pela morte de algo muito maior do que ele conseguiria entender.

— Será que um Cristal vale tudo isso? — Ele murmura. — Que necessidade poderia ser tão grande? Roubar de pessoas inocentes o que é delas por direito?

Ordens do Rei ou não... Não há perdão para o que nós fizemos, ele conclui.

O som de um clicar de botas contra o chão ressona pelo quarto, fazendo Harry levantar a cabeça e procurar pela origem do mesmo.

— Harry. — O som de passos finalmente se cessa. — Você não quer me contar o que aconteceu?

Ferrou: a voz pertence a Louis, e Harry simplesmente não consegue mentir para Louis.

— Primeiro te mandam para Msydia, e depois, para caçar uma besta de um dia para o outro?

— Oi para você também. — O homem de olhos verdes comenta, irônico. — E não, nada aconteceu. — Ele sacode a cabeça, dispensando qualquer tentativa de conversa vinda de seu namorado: só queria ficar sozinho, enrolado em seus cobertores.

— Então por que você não olha para mim?

Harry continua calado; definitivamente não sabia mentir.

— Sabe, Harry? Tem momentos que eu acho que você é diferente das outras pessoas desse castelo. — Louis afasta a sua franja de seus olhos. — As vezes, só por um segundo, consigo me fazer acreditar que você realmente não se importa com o fato de eu ser um mago de magia branca. Como se você visse o que há por dentro, sabe? Eu também sou um arqueiro, e eu acho que você é a unica pessoa que enxerga isso.

— Mas aí... também tem esses momentos. Os momentos onde você escolhe esconder as coisas que acontecem de mim por medo de eu ficar muito abalado. Mas a coisa é que nós crescemos. Droga, Harry, eu não sou mais um menininho. Eu consigo aguentar uma bomba ou duas, entendeu?

— É muito complicado...

— Anda. Logo. — Louis diz pausadamente, enfatizando seu pedido.

— É que... eu, em Mysidia – quer dizer, nós... nós roubamos um Cristal de pessoas que não tinham feito nada de errado. Elas só estavam vivendo as suas próprias vidas... — Ele abaixa a cabeça mais uma vez, com vergonha de si mesmo. O que Louis pensaria deles depois de tudo isso? Já bastava ele ser um Mago de Magia Branca e namorar um Cavaleiro Negro, e agora, isso... Pelos Cristais! — Eu sinto que tenho usado essa armadura escura por tanto tempo que não há mais um pingo de luz em mim. Nem mesmo... no meu coração.

Louis sorri minimamente, tombando a cabeça para o lado em adoração e se perguntando como pôde ter um namorado com um coração tão bom quanto o de Harry.

— Você é um bom homem, Harry. 

— Não, eu não sou. — Os olhos verdes do homem já estavam vermelhos ao que ele finalmente os levanta para se encontrar com o semblante calmo do outro. Louis trajava uma roupa que não era nem tão formal nem muito casual, um casaco de um tecido escuro e com detalhes bonitos por entre toda a sua extensão. Simplesmente estonteante. — Eu sou um covarde. Um covarde que não sabe negar ordens que ele sabe que não deve seguir!

É isso. Louis não vai mais conseguir escutar essas coisas e continuar calmo, seja tanto por fora tanto por dentro.

— Você cala a porra da sua boca! — Ele berra num ímpeto de raiva e indignação. — Harry da Red Wings pode ser várias coisas, menos um covarde. O Rei te mandou matar aquele Eidolon, e eu juro, se alguma coisa acontecer com você... — O homem de cabelos castanhos fecha um de seus punhos, já tremendo de raiva. Não estava sendo eufêmico: iria até o fim do mundo caçar a pessoa que fizesse mal ao seu Harry.

— Ei, ei... — Harry sussurra, sacudindo a cabeça em negação. A última coisa que queria era que Louis ficasse preocupado, e bem, olhe onde eles estavam agora. — Zayn vai estar comigo. — Ele se levanta, colocando a mão no ombro do namorado e dando um pequeno beijo em sua testa, em um ato reconfortante. — Não há nada para se preocupar.

— Só... — O garoto de olhos azuis solta um suspiro alto. — tenha cuidado, por favor.

Louis sorri de novo, se pondo a descer as escadas da torre, e enquanto as bordas de seu casaco de lã balançam contra o ar, Harry se pergunta se aquela será a última vez que ele o virá faze–lo.

— Obrigada por tentar ajudar, Louis. — Ele diz para o silêncio assustador do quarto, uma vez que já estava sozinho novamente. — Mas eu sei no que foi que me tornei.

X

Já de manhã, Zayn e Harry se encontram no corredor principal do castelo. Dá para sentir o nervosismo dos dois misturado no ar com o cheiro de café: eles ainda nem haviam pisado do lado de fora do castelo, mas já queriam voltar.

Os passos de Zayn são curtos e calmos quando ele se dirige a Harry:

— Vamos então?

Não há hesitação em sua voz. Isso faz com que Harry fique mais calmo, afinal, Zayn está confiante sobre que os espera portões a fora. Vai dar tudo certo, vai dar tudo certo, ele repete em sua mente.

— Eu estarei contando com você, meu amigo.

— Então você não tem nada a temer. — Zayn firma sua lança no chão, e o clique contra o mesmo ressoa pelo corredor. Harry cobre a sua cabeça com o capacete da armadura, e pronto: eles estão preparados para ir.

Os portões se abrem, com a luz de um novo amanhecer abraçando o corpo dos dois. Eles marcham por toda a saída, e o sorriso de lado de Zayn não sai do rosto do mesmo por um minuto sequer: ele sabia que ficaria bem.

X

"E então o Cavaleiro Negro Harry, recém tirado do comando das Red Wings, começa a sua jornada para Mist.

Junto de Zayn, comandante dos Dragoons, ele iria vencer um grande desafio – e buscar uma chance de redenção.

A chegada dos dirigíveis marcou a realização de um dos sonhos mais antigos da humanidade. Mas o homem é uma criatura que raramente está satisfeita, e ele foi rápido a sonhar cada vez mais e mais.

Com o poder inigualável dos dirigíveis, o Reino de Baron rapidamente se tornou supremo. Então, por que agora o Rei busca pelos cristais?

E por que de repente monstros horríveis começaram a invadir uma Terra que foi uma vez pacífica?

Se os cristais sabem a resposta, eles não a compartilham – somente emitem as suas puras e silenciosas luzes."



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