História Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 5


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Categorias Dissidia: Final Fantasy, Final Fantasy, Final Fantasy IV, One Direction
Personagens Bahamut, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ficção, Final Fantasy, Final Fantasy Iv, Harry, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam, Liam Payne, Louis, Louis Tomlinson, Magia, Niall, Niall Horan, Niam, One Direction, Rpg, Sobrenatural, Zayn, Zayn Malik
Exibições 17
Palavras 2.772
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Mist


Fanfic / Fanfiction Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 5 - Mist

Fora do castelo, a floresta é densa. Pinheiros, sequoias e eucaliptos ofuscam a luz do sol que tenta atravessar por entre as suas folhas, tornando tudo sombrio e assustador. Antes de entrar na mesma, Harry e Zayn decidem explorar o Leste primeiro, já que sabem que é lá que se encontra a Cidade de Baron. Eles poderiam fazer um bom uso de poções de cura, tendas para descansar, alguns antídotos e até mesmo, – se sobrasse dinheiro – uma ou duas asas de fênix.

A cidade era muito bonita: o verde contornava toda a sua extensão, desde a entrada até o jardim dos fundos, o qual se você olhasse com atenção, talvez até conseguisse encontrar alguns objetos perdidos. O canal atravessa toda a cidade, a tornando um misto das cores azul e verde.

O motel em que eles se hospedam por uma noite tem uma pequena biblioteca, e, juntando as pesquisas que fizeram junto com as informações obtidas com os moradores da cidade, Harry e Zayn conseguem por fim saber como chegar ao Vale de Mist. O caminho era pequeno e não muito perigoso, o que faz Harry suspirar em alívio: eles poderiam pegar um dos Chocobos Amarelos que moravam numa floresta perto dali.

— Chocobos são aves corredoras de grande porte. — Zayn conclui. — Elas irão fazer com que a nossa viagem passe em um piscar de olhos.

Na manhã seguinte, eles partem.

X

Os Chocobos correm mais rápido do que Zayn conseguia se lembrar. Aliás, fazia muito tempo em que ele subia em um. Sendo o líder atual dos Dragoons, não era como se tivesse muito tempo para se divertir: o trabalho o privava de certas coisas, mas não é como se ele o odiasse, no final de tudo. Ele sabe que tem que manter a honra de sua família.

Era isso que o seu pai iria querer, ele repassa a frase que tem ensaiado por vários anos na sua cabeça.

— Vamos lá, amigo. — Harry conversa com o Chocobo, com Zayn rindo e rolando os olhos logo em seguida. Dava para ter alguém mais interessante ao seu lado? Quer dizer, eles estavam numa missão, e ali estava Harry conversando com aves.

Indo para o Noroeste, eles finalmente adentram uma cadeia de montanhas. Também matam alguns Goblins – criaturas verdes que se assemelham a duendes – por pura diversão: Harry, com alguns golpes desferidos contra os mesmos com a sua espada, e Zayn, os esmagando com o seu pulo e com alguns golpes vindos de sua lança.

Ao entrar na caverna, eles são recebidos por um Coelho Viajante.

— Oh, minhas saudações e cumprimentos a vocês. — Ele diz, avaliando os dois homens a sua frente. Suas orelhas balançam a medida que as palavras deixam sua boca; Harry não pode evitar se não achar aquela criatura bastante fofa. — Sabe, eu estou com um pequeno problema aqui: estou procurando um novo curso para a minha vida, e no momento, acho que vou ser um cartógrafo.

— Então, a coisa é que preciso de alguém que teste o mapa mágico que fiz. Misturei vários feitiços, e veja, o mapa vai se traçando sozinho, de acordo com os passos que você dá. — Ele abre o mapa, exemplificando o que diz. — Assim, se você quiser voltar para algum lugar, nunca ficará perdido. E aí, topam?

O Dragoon olha para o rosto de Harry, buscando algum traço de negação no rosto do amigo. Como não acha nenhum, apenas continua.

— Aceitamos, sim. — Ele finalmente diz, tentando não deixar sua mente questionar o nível de bondade do ser. Quer dizer, ou os pais daquele Coelho não haviam o ensinado a não falar com estranhos, ou Zayn e Harry ficariam, futuramente, muito, mas muito ferrados.

Ele prefere acreditar na primeira opção, e temendo pela ação do carma, logo torna a adicionar:

— Muito obrigado pela ajuda.

— Não há de que. — Responde o Coelho. — Espero que seja de bom uso, e quem sabe não nos encontramos um dia para eu ver o que posso melhorar no mapa, certo? — Isto é, se ele ainda estivesse no ramo da cartografia. Quem previria o futuro, não é mesmo?

— Claro. — O Cavaleiro responde, colocando as mãos atrás da cabeça em um gesto relaxado. Ele não acreditava de verdade que um dia eles iam se ver novamente. Seria apenas mais uma das promessas vazias que ele fazia na estrada.

— Até. — Ele torna a dizer, botando sua mochila nas costas e partindo o seu caminho.

Olhando ao redor da caverna, os amigos logo percebem que a mesma está mal nivelada. Rochas de diferentes tamanhos bloqueiam alguns caminhos, fazendo com que os dois tenham que dar várias voltas pelo vale, vasculhando o local em busca de algum movimento.

Infelizmente, o que encontram são Goblins mais fortes, junto a Mariposas gigantes, que provavelmente ficaram daquele jeito por causa de algum feitiço mágico. A luta fica um pouco mais longa, mas eles conseguem prosseguir graças as poções e antídotos que compraram na Cidade.

Quanto mais prosseguem na caverna, – em direção ao que eles acham que deve ser a saída – mais eles sentem o ar ficar pesado com um tipo de magia forte e desconhecida. Uma névoa abraça o chão, e eles a seguem a fim de investiga–la.

— Homens de Baron... saiam desse lugar.

Harry e Zayn logo sacam as suas armas, já sabendo que podiam sofrer ataques vindos de qualquer direção. Se tem uma coisa que os dois aprenderam ao longo de suas vida, é que nunca deve–se abaixar a guarda, em hipótese alguma.

— Como você sabe quem somos?! — Harry indaga para o vazio, cerrando as sobrancelhas.

— Saim de uma vez, — A voz simplesmente ignora a pergunta que lhe foi feita. — e não irão se machucar: eu não vou deixar que vocês prossigam mais do que já conseguiram.

— Mostre–se! — Zayn exclama, já sem paciência: ele só queria matar aquele Eidolon, entregar o anel para a Vila e ir para a casa, e aquela voz estava atrapalhando o seu percurso.

— Vocês escolhem ignorar meus avisos?

— Nós temos que entregar o anel, será que você não entende? — É a vez de Harry indagar, como se tentar dialogar fosse resolver a coisa toda. Humft.

— Que assim seja.

— A névoa... está formando algo!

De repente, um dragão branco sem asas aparece na frente dos dois. Seus olhos são azuis, e sua cauda parece ser respingada com uns tons de verde. Sua cabeça é decorada por cordões e pérolas coloridas, como se alguém tivesse colocado as mesmas ali. Mas não era possível, certo? Não era como se o dragão pertencesse a alguém.

Harry sacudiu esses pensamentos da cabeça e logo se apressou em lutar ao lado de seu amigo, vendo que o mesmo já estava aguentando tudo sozinho. Sete golpes certeiros foram desferidos com a sua espada, somados com os da lança de Zayn, até o dragão simplesmente voltar a sua forma de névoa.

O homem de olhos verdes deu alguns passos a frente, coragem fluindo por suas veias:

— Não era você que estava nos intimidando, hein Dragão? — Ele ri sarcasticamente, com seu ego subindo mais e mais a cada segundo. — E agora você simplesmente escolhe se esconder?

— Eu juro que acabo com isso rápido, se você me ajudar aqui. — Ele continua, não percebendo qual era a situação em que estava se metendo. — É só você aparecer.

E foi quando Harry levantou a sua espada para a névoa, prestes a dar um golpe cego no ar, que Zayn o puxou para trás pelo braço, colocando uma mão na frente do amigo.

— Você está querendo se matar? — Zayn grita. Cavaleiros Negros e seus orgulhos, sempre se metendo em confusão... Mas era o preço a se pagar pela espada; ficar tão cego a ponto da escuridão, mais cedo ou mais tarde, te engolir. — Aquela névoa... ela deve estar protegida por algum feitiço mágico! Aposto que se tentarmos a atingir, receberemos o dano em dobro.

As palavras atingem com tudo o homem de olhos verdes. Por que aquilo sempre acabava acontecendo? Por que ele sempre acabava se empolgando demais e fazendo um tolo de si mesmo?

— Você... você está certo. Não sei como não tinha pensado nisso antes. — Ele sacode a cabeça, voltando a si. — Obrigado, Z. — Torna a olhar para a névoa, ainda intacta e silenciosa. —  Mas então, o que iremos fazer?

— Aguardar. Uma hora ou outra, o feitiço irá se dissipar. — Zayn sussurra. — E aí, nós o materemos.

A espera não foi tão longa: o Dragão logo voltou a sua outra forma, achando que os dois homens tinham ido embora. Quando isso aconteceu, Harry e Zayn foram rápidos em acabar o que começaram, deferindo um golpe certeiro final nas costas do Dragão.

X

Ter saído da caverna foi como ter achado a luz no fim do túnel, – literalmente – e Harry e Zayn logo procuraram ir para o Leste a fim de encontrar a Vila de Mist antes do anoitecer, um lugar rodeado por cadeias de montanhas altas e médias.

Harry é o primeiro a entrar na Vila, afobado como sempre. Zayn vem logo atrás, gritando para o mesmo andar mais devagar. Quando o homem de olhos verdes alcança a primeira casa, o anel em seu dedo começa a emitir uma luz estranha, fazendo o mesmo parar de andar para observar atentamente o que está acontecendo.

Não demora muito tempo para o tempo parecer parar na visão de Harry, com esferas de fogo pairando bem a frente dos seus olhos, provenientes do arco entregue pelo Rei. Os globos vermelhos rodopiam no ar como em uma dança organizada, quase como se quisessem destruir tudo de modo mais bonito. 

A velocidade do baile das labaredas aumenta consideravelmente durante alguns poucos porém marcantes minutos, e então, elas partem para cima da Vila, se alastrando rapidamente pelo teto de palha das casas. O cheiro intoxica os travesseiros e o ar, destruindo sonhos e vidas em questão de pouquíssimos segundos.

Os poucos moradores existentes saem de suas casas atônitos, cobrindo a boca em uma tentativa falha de não serem sufocados pela fumaça. É um tumulto total, uma correria sem fim. Uma destruição catastrófica, é tudo que os dois homens conseguem pensar enquanto assistem a tragédia perplexos, sem ao menos saber o que deveriam fazer.

Harry não quer acreditar no que está vendo. Primeiro Mysidia, e agora Mist. Por onde quer que o homem de cabelos longos vá, ele traz destruição, sem ao menos saber porque. 

Seria cômico se não fosse trágico, de fato.

— É para isso que mandaram a gente vir aqui? — A voz de Harry é tremula, sua respiração já está descompassada.

— Ele... ele queria a Vila incendiada...

— Mas por que? — Harry se vira para o amigo, logo gritando mais alto — Por que?!

Ouvem–se soluços no meio de todo aquele som de vegetação queimando, perto de um lago contornado por plantas de porte pequeno, e os dois logo são rápidos a investigar. Tinham que ajudar as pessoas, não poderiam deixar tudo ficar daquele jeito!

— Mãe, você não pode morrer... — A pessoa soluça mais, se atrapalhando com as palavras — S-só porque o seu Dragão o fez...

Puta que pariu, Zayn pensa. Eu matei a mãe de um garotinho.

— Eu ouvi falar muito deles, — O homem de olhos castanhos sussurra, tentando não ser descoberto — pessoas que conseguem invocar Eidolons – Invocadores.

A voz de Harry sai estupidamente alta ao que ele não consegue controlar tamanha surpresa que de repente o possui:

— Então o Dragão que nós matamos era da mãe dele?!

— Vocês... — O garotinho de repente se vira, gritando.—foram vocês que mataram o Dragão dela?!

— Nos perdoe, por favor. — Harry dá um passo a frente, com sua visão também já ficando marejada. Era tudo demais para ele. O Cristal, ser demitido, e agora... o fogo. — Nós não tínhamos nenhuma ideia de que isso iria acontecer com a sua mãe.

O garoto continua chorando, sem se importar com o que Harry diz.

— O Rei mandou matarmos todos dessa Vila... — Zayn diz com uma voz tão fria que nem mesmo Harry conseguiria reconhecer de longe, sacando a sua lança. — Teremos que mata–lo também, Harry.

— Mas ele é só uma criança! — O homem de olhos verdes exclama, se colocando na frente do garoto para protege–lo.

— Somos ele ou nós, Harry! Você trairia o seu Rei?

— Trai–lo?! — Ele indaga, não acreditando no que está ouvindo. — Qualquer pessoa que deseja isso não é Rei algum para mim!

— Ha. — Zayn dá uma risada baixa. — Eu sabia que você ia dizer isso.

— E então?

— Eu não vou sujar o nome dos Dragoons desse jeito. — Ele continua, proferindo suas palavras de modo tão calmo como se já tivesse toda uma solução já planejada. Era um de seus talentos, de fato. Parecer estar calmo quando tudo estava caindo aos pedaços, isso era o que Zayn mais sabia fazer. — O exército de Baron é o mais forte do mundo. Para continuarmos vivos, temos que compartilhar o que vimos com outras nações.

— E o Louis. — Zayn se vira para olhar nos olhos de Harry, transmitindo algo que o outro não consegue identificar. — Ele tem que lutar ao nosso lado.

— E ele irá. — Harry responde, não entendendo o porque de Zayn ter mencionado Louis. — Obrigado.

— Eu não estou fazendo isso por você. — Zayn olha para o chão.

— O quê?

— Rápido, nós não podemos ficar aqui por muito tempo! Pegue o garoto e vamos embora.

— Venha, aqui não é seguro. — Harry se ajoelha para ficar no mesmo nível do garoto, que já havia voltado a chorar em cima do corpo morto da mãe. — Pegue a minha mão.

— Fique longe de mim! — O garoto exclama de modo abrupto, se esquivando.

— Use força se precisar! — Zayn diz.

— Não! — O garoto exclama mais uma vez e começa a correr dos dois em direção ao centro da Vila, com Harry e Zayn o seguindo logo atrás.

— Espere! — Zayn pede, sem ar.

— Me deixem em paz! — O garoto de repente para de correr, dando um grito alto — Eu odeio vocês!

Os olhos do garoto se fecham fortemente ao mesmo tempo que as palavras deixam sua boca, com o mesmo parando de andar de modo abrupto de repente. Seus punhos se cerram, com o garoto abaixando a cabeça e colocando a mão no coração, quase como se estivesse fazendo um pedido a alguma força superior.

Mas a coisa é que, para a surpresa de Harry, ele realmente estava. Um círculo iluminado se forma bem abaixo de seus pés, com a luminosidade criando uma espécie de barreira em volta do garoto. A cabeça do menino se ergue em um solavanco junto com a sua capa cor esmeralda feita de lã, tornando o ambiente - até o mesmo o céu! - totalmente branco. 

Harry sente algo se mover abaixo de seus pés de modo súbito, e então, grandes rachaduras começam a aparecer por onde seus olhos verdes conseguem enxergar. A sensação é muito mais assustadora de quando você está sendo puxado pelas ondas para o fundo do mar, longe de onde seus pais deixaram a canga deles. O barulho é estupidamente alto quando ele torna a abrir os olhos, e antes que ele sequer possa da-los a missão de procurar por Zayn, há outro estrondo bem a frente de seu corpo. 

E isso é tudo que Harry consegue perceber antes de cair em uma profunda escuridão.

X

Estirado no chão, Harry acorda com uma baita dor de cabeça. Ele movimenta seus braços e pernas de modo devagar, como havia aprendido no treinamento militar de Baron para checar se havia ferimentos muito graves, por fim se levantando ao constatar que não havia quebrado nenhum osso, e logo olha ao seu redor.

Nenhum sinal de Zayn.

O terremoto deve ter os separado.

Sim, um terremoto. E o que seus olhos haviam visto não conseguiriam o enganar: os tremores não haviam acontecido por conta de nenhuma razão natural. A luz pode ter sido muito forte naquele momento, mas ele claramente viu uma criatura monstruosa surgir por trás daquele garoto da Vila, e então, separar vales, montanhas e rios. 

O mesmo garoto que se encontra desmaiado no chão, não muito longe dali.

Harry rapidamente corre na direção do mesmo, encostando dois de seus dedos na veia do pulso direito do mesmo, por fim suspirando aliviado ao sentir os batimentos cardíacos normais.

— Ele está vivo, Graças aos Cristais.

Seus joelhos se flexionam para cima ao que há uma espécie de clique em sua mente, com o homem de olhos verdes logo se lembrando de algo extremamente importante.

— Zayn? — Ele grita, por mais que saiba que não receberá nenhuma resposta: não custa nada tentar, não é mesmo? — Bem... Eu não posso deixar esse garoto aqui, preciso leva–lo para algum lugar seguro.

Ele dá uma última olhada no local.

— Me desculpe, Zayn.


Notas Finais


Como eu tinha dito antes, essa é uma fanfic onde as coisas acontecem no seu tempo. Às vezes você vai achar que a história de tal personagem terminou, mas não é bem assim, né.

Ops, acho que falei demais.

Enfim, também queria dizer muito obrigada pelas visualizações e por dar uma chance para essa fic, realmente significa muito pra mim. Sobre vocês que tão comentando: always in my heart, leitores, yours sincerely, eu.


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