História Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 6


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Categorias Dissidia: Final Fantasy, Final Fantasy, Final Fantasy IV, One Direction
Personagens Bahamut, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ficção, Final Fantasy, Final Fantasy Iv, Harry, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam, Liam Payne, Louis, Louis Tomlinson, Magia, Niall, Niall Horan, Niam, One Direction, Rpg, Sobrenatural, Zayn, Zayn Malik
Exibições 13
Palavras 1.427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Kaipo


A caminhada é longa. Cordilheiras de montanhas se encontram ao Norte, e ao seu Oeste, Harry consegue ver o grande buraco que o terremoto causou: há uma fenda enorme separando parte do mundo em dois.

Suor escorre pela testa de homem de olhos verdes, que ainda carrega o garotinho desmaiado em seu colo. Lutar sozinho contra monstros não é tão difícil, mas quando se está carregando algo pesado... as coisas realmente podem ficar complicadas.

Ele pensa em parar diversas vezes. A intensidade da luz solar combinada com a proteção que sua armadura pesada propõe só faz com que a temperatura aumente, fazendo o trabalho de caminhar simplesmente arduoso demais.

Mas então há algo em sua mente — ou mais precisamente, o peso do que ele carrega em seu colo — o trazendo de volta, o lembrando do quê ele havia causado, mesmo que indiretamente. Ele se pergunta se seu ex-Rei, Simon, teria simplesmente deixado o garoto nas chamas. Harry espera estar indo pelo caminho mais longe possível do que aquele homem havia se tornado, por mais que já estivesse certo de qual seu destino seria. Ser um Cavaleiro era como uma maldição — no começo tudo parecem flores, nada diferente, mas a medida que o tempo se passa, tudo o que vai restando pelo caminho é destruição.

Seus pensamentos se voltam para suas memórias com Louis, pensando sobre o que o mesmo faria sobre aquela situação. Era óbvio que ele teria salvado o garoto, é claro, mas Harry não consegue parar de pensar em como seu namorado estava em perigo, vivendo quase todos os dias naquele Castelo cheio de cobras.

E é assim, rodeado pelos mais diversos tipos de pensamentos, que antes que Harry consiga perceber, ele acaba se encontrando em um deserto.

Provavelmente há agora areia em lugares que ele nem estava ciente que existiam em seu corpo, porém, ele não desiste: continua andando até achar o que estava procurando. Ele sabe que para todo deserto que existe, há um Oasis no meio do mesmo, — obrigada aulas de Geografia, apenas... obrigado — e é para lá que ele vai.

Ele logo avista um grande arco na cor bege, simbolizando a entrada de uma Cidade. Se forçasse a sua memória, conseguia lembrar de alguém vagamente contando histórias sobre a mesma. Suspira aliviado, sabendo que finalmente poderia deixar o garoto desmaiado descansar em uma cama decente, beber um pouco de água e comprar mais suprimentos. Se ele quisesse contar a outras nações sobre o que havia visto, como Zayn havia sugerido, ele precisaria se esforçar — e muito.

Ao longo da Cidade, o canal transporta água para todas as casas dali, fazendo com que existam algumas pontes para travessia. Ele atravessa a primeira ao Norte, procurando o motel mais próximo. Diferente do de Baron, o de Kaipo é extremamente maior: o mesmo é composto por dois andares; no primeiro é onde se encontram as camas; e no segundo, há um bar onde estudiosos se reúnem para estudar sobre novas magias descobertas.

O recepcionista do motel o cumprimenta:

— Saudações, viajante! — Ele diz, abrindo um sorriso. Logo dirige o seu olhar para o que o cavaleiro negro carrega nos braços, arregalando os olhos. — Nossa! Eu nunca vi uma criança tão pálida desse jeito! Por favor, coloque o garoto em uma de nossas camas, não se preocupe com o pagamento agora.

— Acho que temos uma curandeira aqui perto... — Ele se senta em pequeno banco de madeira, examinando o garoto deitado. — Annie, traga um pouco de água e algumas gazes, por favor!

X

De noite, a criança finalmente acorda.

Ele coça os olhos e olha ao seu redor.

— Você ainda não me disse qual é o seu nome. — Harry aponta, quebrando o silêncio assustador.

O garoto continua calado, ainda magoado.

— Eu não vou pedir para você me perdoar... Você ter perdido a sua mãe, a sua vila ter sido incendiada... isso é tudo culpa minha. — Ele suspira. — Só... me deixe te levar até um lugar seguro, por favor.

Harry era muito coração mole: não conseguia suportar o mínimo pensamento de deixar uma criança sozinha por aí, ainda mais sabendo que ele mesmo fora quem havia causado a desgraça da mesma.

O garoto se vira para o outro lado da cama, decidindo que iria tentar dormir e esquecer o que tinha acontecido naquele dia, mas não era como se ele fosse conseguir o fazer.

X

Já deve ser de madrugada quando Harry abre os olhos.

De primeira, não consegue descobrir o porquê, uma vez que só há o som da respiração do garoto na cama ao seu lado ressonando pelo local. Mas o som que havia invadido os seus sonhos volta a chegar em seus ouvidos, até que fica assustadoramente alto.

Eram como batidas na porta...

Então o som do trinco sendo aberto é captado, com o homem de olhos verdes já se levantando de modo abrupto, a fim de procurar a sua espada. Emite alguns palavrões baixos ao tropeçar em alguns moveis, mas logo acha o que estava procurando, agarrando o pedaço de metal com as mãos trêmulas.

Merda, merda, merda.

O som de passos corridos passeia por todo o edifício, fazendo com que os ouvidos de Harry tilintem com o som, ansiosos, até que a porta do quarto onde estava finalmente é arrombada em um baque alto:

— Parece que finalmente te achamos, Lorde Harry! — O que parece ser o General do grupo diz. Os olhos de Harry não conseguem captar sequer o brasão do uniforme do guarda tamanha escuridão presente no quarto, mas o Lorde Harry em suas palavras já é o suficiente para o homem saber do que se trata.

— Por favor, você tem que me ouvir! — Harry pede, desesperado. — Sua Majestade, el-

— As nossas ordens vieram direto da boca do Rei. — O homem vestido em uma armadura dourada e azul explica, enquanto os outros soldados assentem. — Nos entregue o garoto, e posso te garantir que você ficará bem: os habitantes de Mist representam uma ameaça para todos nós, e por isso, não podem continuar vivos!

— O quê?!

— Afaste-se! — O General exclama, já sacando a sua espada.

— Eu acho que prefiro não o fazer!

São quatro contra um: Harry claramente sabe que está em desvantagem, mas ele não iria se render tão fácil assim. Sabe o que é certo, e tem plena ciência de que as vezes é necessário se rebelar contra o regime para as coisas voltarem ao seu lugar, e, naquele momento, Harry sabe que há muitas coisas erradas por ali.

Ele acaba primeiro com o General, sabendo que os soldados ficariam perdidos sem as suas ordens. Depois disso, é tudo bem fácil: enquanto os outros três soldados estão indecisos sobre o que fazer e para onde ir, Harry acaba o que começou, desferindo golpes certeiros com a sua espada e os deixando caídos no chão.

Para não levantar suspeitas, Harry leva os corpos para bem longe da cidade, voltando para o motel um pouco antes do amanhecer.

Quando ele volta, é surpreendido pelo garoto acordado, o observando.

— Me desculpe... — O garoto finalmente emite algum som — é tudo minha culpa. Eu vi o que aconteceu.

— Você não fez nada para ter que se desculpar. — Harry balança a cabeça para os lados, em negação. — Fui eu quem errei com você, e nenhum perdão irá fazer com que as coisas sejam as mesmas novamente.

— Mas... você me protegeu.

Harry continua calado, sem saber o que responder para o garoto a sua frente.

— O meu nome é Niall. — Ele pausa, logo adicionando. — E eu quero lutar ao seu lado.

X

De manhã, enquanto Harry e Niall exploram a cidade, eles acabam ouvindo alguns murmúrios sobre um viajante de Baron que havia sido encontrado no meio do deserto, logo indo investigar sobre. Vai que o conheciam, não é?

Eles atravessam duas pontes da cidade até encontrarem algumas pessoas debatendo sobre como podem ajudar o viajante a se recuperar. Harry e Niall adentram a casa que se encontrava um pouco mais a direita de onde as pessoas estavam reunidas em um pequeno círculo.

— Achamos aquele viajante no meio do deserto, — Harry consegue ouvir alguém dizer — dizendo coisas completamente incoerentes.

Ao chegar perto da cama onde o viajante se encontra desmaiado, Hary de repente sente como se pudesse desmaiar e ficar por ali também. Os cílios grandes que o homem de olhos verdes já admirou por várias noites ao vê-los se roçar contra as bochechas do outro, o rosto e as maças rubras que agora somente se encontravam pálidas...

Ele conhecia aquilo tudo muito bem para não soltar um esguincho desesperado ao perceber que sim, realmente era ele.

— Louis!



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