História Guided Forth Anew (Fanfic Larry Stylinson) - Capítulo 9


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Categorias Dissidia: Final Fantasy, Final Fantasy, Final Fantasy IV, One Direction
Personagens Bahamut, Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Ficção, Final Fantasy, Final Fantasy Iv, Harry, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam, Liam Payne, Louis, Louis Tomlinson, Magia, Niall, Niall Horan, Niam, One Direction, Rpg, Sobrenatural, Zayn, Zayn Malik
Exibições 13
Palavras 1.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Sand Pearl


O aerobarco não é tão rápido quanto um Chocobo Amarelo, mas em compensação, consegue planar por águas rasas. A caverna onde reside o Antlion é mais perto do que Harry achava que seria, com o aerobarco tendo que atravessar somente um rio para chegar no destino dos viajantes.

E entrada da caverna é contornada por cordilheiras. Cara é a primeira descer do transporte, dando umas leves sacudidas em sua roupa para tirar a sujeira que havia se prendido na mesma. Harry ajuda Niall a descer da plataforma, já que o garoto de olhos azuis não era a pessoa mais alta do mundo por conta de sua idade.

Ao entrar na gruta, o homem de olhos verdes logo percebe que ela é quase totalmente escura, com apenas alguns feixes de luz vindo por buracos no teto. Eles acendem uma tocha para iluminar o caminho, tomando cuidado com as elevações presentes.

As pontes para travessia são feitas de uma madeira antiga que balança quando se anda pela mesma. Globins e tartarugas gigantes os atacam, mas Niall é rápido em rebater as investidas com feitiços de gelo. Combinados com os golpes da espada de Harry, os inimigos encontrados são rápidos a cair.

A caverna os obriga a fazer vários contornos para pegar items escondidos: realmente parece que eles estão em um formigueiro gigante.

Niall e Harry tentam ajudar Cara, que ficou um pouco mais para trás, a fim de ajuda–la a melhorar a pontaria de seus ataques, mas a mulher de cabelos loiros é muito medrosa para faze–lo, então simplesmente continua tocando canções de cura em sua harpa.

Depois de dar várias voltas pelo local, eles finalmente acham a escadinha de pedra que os levaria ao nível mais fundo do formigueiro gigante. Os ovos do Antlion são fáceis de serem achados, uma vez que emitem um brilho específico e inconfundível. Quando Cara se aproxima para pega–lo, ferrões sobem da areia debaixo da mulher, assustando Niall.

— Cuidado! — O garoto de olhos azuis exclama.

— Não há nada a temer. — Cara diz, se virando para encarar Niall. — Antlions são criaturas dóceis, eles não machucam humanos.

Cara se ajoelha devagar para não assustar o Antlion. Quando finalmente encosta em uma das pérolas, ferrões quase capturam a sua perna direita.

— Ai! — Cara vocifera, olhando a sua perna afim de ver se houve ferimentos. — Desgraçado!

A criatura emerge totalmente da terra, emitindo um berro alto.

Harry saca sua espada no mesmo momento em que Niall se prepara para lançar algum feitiço, mas os dois são interrompidos por Cara, que pega sua harpa e começa a tocar uma melodia calma.

A música se repete na mesma sequência de notas, fazendo com que o Antlion gradualmente comece a fechar seus olhos.

— Niall, espero que você já tenha aprendido como teleportar pessoas. – Ela pega uma das Pérolas e a entrega para Harry. — O efeito da canção não durará muito tempo, então, a não ser que vocês queiram lutar com essa coisa, sugiro que você tire a gente daqui. E rápido. — Adicionou.

— Dito e feito. — Niall responde. — Se segurem em mim.

E, em um piscar de olhos, os três estão fora da caverna.

X

— Não faz sentido. — A mulher de cabelos loiros diz enquanto pilota a aeronave de volta para Kaipo, ainda abalada pelo ataque que sofreu. — Antlions atacando humanos? Por que eles fariam isso?

— A população de monstros está se multiplicando a cada dia que passa. – Harry explica. — Bestas que um dia foram inocentes agora buscam atacar tudo que se move.

— Alguma coisa ruim está para acontecer. — Niall conclui.

X

A cidade de Kaipo obviamente é a mesma comparada a última vez que Harry e Niall haviam a visitado. Eles logo se apressam em entrar na última casa na fileira da direita, a qual Louis se encontrava.

— Espero que dê certo. — Niall comenta ao observar Harry retirar a pequena pedra da bolsa que havia trazido.

A luz da Pérola brilha sobre o rosto de Louis, gradualmente trazendo cor de volta a sua face.

— Harry! — Ele exclama. Mal havia abrido os olhos, mas já estava pulando em cima do namorado. — Você está vivo!

— Eu digo o mesmo de você... — Ele ri aliviado, envolvendo o menor em seus braços. Ele estava bem, graças aos Cristais. — No que você estava pensando quando saiu de Baron? É muito perigoso, você sabe!

— Me disseram que você havia morrido em um terremoto em Mist. — Ele explica, abaixando sua cabeça. Um rápido flashback que resume os acontecimentos anteriores passa em sua mente: fugir de Baron, Deserto... escuridão. — Mas eu sabia que não poderia ser verdade: você tinha me prometido que ficaria bem.

— Só... — Harry suspira, sabendo que não adiantaria nada brigar com Louis, afinal, ele continuaria sendo o mesmo. — não faz mais isso de novo, tá bom? Eu fiquei preocupado.

Harry se aproxima de Louis mais uma vez, o dando outro abraço e sentindo a sua essência. O seu Louis estava ali com ele, tudo estava bem. Não havia nada com o que se preocupar.

—  Me desculpa. — O homem de cabelos castanhos sussurra no ouvido de Harry, sentindo os músculos do outro homem relaxarem.

— Eu odeio ter que interromper o momento... — Niall diz, pigarreando. — Mas acho que temos alguns assuntos a ser tratados, não?

— Você tem razão. — Harry diz, se desvencilhando do abraço e se sentando ao lado de Louis na cama. Ele encara as orbes azuis do namorado ao lhe fazer a seguinte pergunta: — Você ouviu alguma coisa sobre um cara chamado Golbez?

— Sim, ouvi. O Rei o colocou no seu cargo na Red Wings. Tenho quase certeza de que esse Golbez está o manipulando para conseguir os quatro Cristais.

— O Cristal de Água que você trouxe de Mysidia... — Louis continua. — O de Fogo, de Damcyan... O Cristal de Vento, do Reino de Fabul, e o da Terra, localizado em Troia.

— O Cristal de Fogo já foi capturado. — A mulher de cabelos loiros finalmente entra na conversa.

— Essa é Cara, Princesa de Damcyan. É graças a ela que te conseguimos te salvar. — Harry a apresenta, se sentindo um pouco mal educado pelo atraso em o fazer. — E esse é Niall, de Mist.

— Obrigado a vocês três, de coração. Eu provavelmente teria morrido sem sua ajuda. — Louis olha para o rosto dos dois, logo voltando ao assunto principal. — Mas se o Cristal de Fogo já foi roubado, significa que o próximo alvo de Golbez é o Castelo de Fabul.

— Nós precisamos... — Louis tosse. — Coff, coff...

— Mas como iremos a Fabul? — Cara indaga. — O único caminho existente é se atravessarmos o Monte Hobs, e tem uma parede de gelo bloqueando a entrada.

— Niall! — O homem de cabelos castanhos exclama. — Você sabe algum feitiço de fogo, não?

— Não... — O garoto de olhos azuis nega, sacudindo a cabeça. — Eu não consigo.

— Mas você é um Invocador, já devia ter aprendido o feitiço: é o mais elementar de todos.

Mais tosses.

— Louis, me escuta. — Harry diz, olhando nos olhos azuis do outro. — Você não está em condições de vir com a gente. Precisa descansar.

— Não seja bobo, eu não vou ser um incomodo. — Louis descarta a preocupação de Harry. — Eu sou um mago de magia branca, afinal.

— Então tudo bem. — Harry por fim cede . — Iremos amanhã de manhã.

X

Mais tarde, naquela noite, Cara sai do motel em que os quatro estavam hospedados, não conseguindo dormir.

Ela olha para a água, vendo a lua refletida na mesma, e então começa a tocar uma linda melodia em memória a Kendall, quando, de repente, começa a ouvir barulhos estranhos. O silêncio era assustador, mas com as notas de seu instrumento tudo se tornava mais bonito.

Depois de alguns segundos, algo pula de um dos arbustos que envolviam o rio, a atacando. Era uma criatura asquerosa e de tamanho médio, suas feições estavam escondidas por uma capa azul escura.

A mulher de cabelos loiros desfere golpes contra o mesmo com dificuldade, com as sobras da coragem que havia adquirido na caverna do Antlion a ajudando a lutar.

— Kendall... — Ela limpa uma lágrima, uma vez que finalmente havia derrotado a criatura. — Eu estou tão perdida sem você.

— Você tem que ser brava, meu amor.

— Kendall?! — Cara dá alguns passos a frente, procurando pela origem do som. É somente minha imaginação brincando comigo, ela pensa. Tem que ser. Espíritos... eles simplesmente não falam com a gente.

— Você é mais forte do que acha que é... — A voz doce continua, e é naquele momento que algo na mente de Cara clica.

— Não me deixe, Kendall!

— Não posso ficar aqui para sempre, Cara. O Espírito me chama para prosseguir, assim me tornarei parte do mesmo de novo... só, por favor, seja forte.

— Você me deu o seu amor um dia... — Ela continua. — e agora chegou a hora de o compartilhar com o resto do mundo. — A voz lentamente começa a se dissipar.

A silhueta de Kendall desaparece no céu, deixando Cara completamente sozinha de novo.

Mas dessa vez, ela se sentia tudo, menos perdida.



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