História Guns of Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chaz Somers, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Álcool, Boate, Drogas, Justin Bieber, Romance, Sexo, Violencia
Visualizações 6
Palavras 4.771
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esta Fanfiction é de autoria de Mariana Monteiro Fernandes.
Todos os personagens são de uso livre, mas as personalidades, acontecimentos e escritas são de MINHA autoria. Plágio é crime!
Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art. 184 – Código Penal, que diz: Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena – detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.
Esta é uma obra de ficção e faz apologia ao uso de álcool, drogas. Apologia ao sexo e violência.
Se você não está familiarizado com o conteúdo e não se sentir confortável, busque algo que combine com o seu perfil.

( Deixando claro a cada capítulo para que não aconteça o mesmo que aconteceu com Faith)

Primeiro capítulo mozões!!!
Espero que gostem, nos vemos lá em baixo.

NOTAS FINAIS!!!!!!

Capítulo 2 - Capítulo 1


Depois do oitavo shot de tequila eu já me sentia completamente fora da casinha.

Eu havia fumado maconha demais, bebido demais e surtado demais para uma segunda-feira à noite.
Alice e eu nos movíamos juntas no ritmo da música atraindo atenção dos caras.

                — Vamos dar a eles algo com o que se entreter — não me deu nem tempo de raciocinar e me beijou.

Eu estava bêbada demais para questionar e para ser bem sincera... Nós "brincávamos" de nos beijar desde os quinze anos de idade.

Sua mão apertou minha bunda e eu ri entre o beijo puxando seu cabelo.

Provavelmente somos as garotas ricas rebeldes aos olhos dos outros, mas nós não somos assim, nós apenas nos divertimos até às últimas consequências.
Nós seremos jovens apenas uma vez na vida e se não aproveitarmos todo o nosso grito de juventude, que histórias contaremos aos nossos netos ou filhos — no caso de Alice, porque eu não os terei—?

Me afastei de Alice rindo e lhe dando um abraço apertando dançando a música.

 

— Promete que se nada der certo nos casaremos em Las Vegas? — Alice pergunta me fazendo gargalhar.

— Ei, ei, ei! — gritei beijando sua testa.

— Já te disse milhões de vezes que o seu amor está sendo preparado, ele virá, mas se não vier também... Eu terei o imenso prazer de me casar com a minha melhor amiga — rimos e ela me abraçou.

 

Alice é a romântica incurável.
Ela planeja o casamento desde menina, mas parece que o amor só foge dela como o Diabo da cruz.
Isso a frustra demais, mesmo que ela seja nova demais para casar, ela gostaria de estar vivendo um amor de novela já.
Eu sou o oposto dela... Nunca quis marido, filhos ou amor romântico de ninguém.
Eu só quero curtir a vida até não poder mais, construir uma carreira sólida e cuidar da minha própria vida. Mas óbvio que minha mãe sonhava com uma dama da sociedade como ela. Uma casa grande, um marido milionário e filhos.
Eu e Alice fomos criadas do mesmo jeito.
Aulas de etiqueta, aulas de tênis, aulas de equitação, aulas de idioma, aulas... aulas e mais aulas.
Alice sempre amou esse mundo de mulheres ricas e esposas.
Eu sempre senti falta da minha mãe e queria tê-la por perto, não aulas e nem um marido.
Eu e Alice nos conhecemos desde a barriga, crescemos juntas, estudamos juntas e agora fazemos faculdade juntas. Ela cursa direito por seu pai não aceitar a vontade por moda e eu por achar que gosto, mas já não tenho tanta certeza.
Gosto mais do poder que o direito traz sobre as leis e as pessoas. Gosto de saber que posso manipular a cabeça das pessoas com palavras bem colocadas.

 

— No que você está pensando? — gritou por cima da música e eu ri.

— Que nós vamos nos foder na prova amanhã — gritei e ela assentiu nem se importando.

Os funks tocavam e nós dançávamos como se estivéssemos em um fluxo e não em uma das baladas mais caras de São Paulo.
Não que nós não frequentássemos fluxos também, mas estávamos chocando os riquinhos da alta sociedade paulistana.
Mas invés da catuaba, bebíamos gin tônica.

 

[...]

 

Desci do carro de Alice depois de mais uma longa tragada de maconha e assim que o fiz ela sumiu com o carro.
Terminei de fumar enquanto revirava a bolsa atrás da minha chave, mas sem sucesso.
O dia já estava raiando e eu precisava entrar em casa antes da minha mãe levantar e me arrumar para ir a faculdade.

Pensa Verena... Pensa... Olhei o muro e decidi pulá-lo. Mesmo sendo um muro gigante.

O álcool e a maconha me dão uma coragem de um exército espartano.
Como subiria um muro tão alto e pularia para dentro de casa?
Olhei as videiras e decidi usá-las ao meu favor.
Pendurei a alça da bolsa no pescoço rindo e comecei a escalar usando as plantas.
Sentei no muro e olhei para baixo vendo que não tinham mais videiras para descer,
Olhei minha mão e encontrei o molho de chaves enroscado em um dos meus dedos, lembrando que havia tirado da bolsa no carro.
Simplesmente gargalhei e deitei no muro rindo ainda mais.
Bom, agora você tem que descer, não tem volta! Convenci a mim mesma me sentando novamente.
Ao lado do muro tinha uma árvore gigante. E eu sabia descer de uma árvore.
Andei pelo muro como uma corda bamba e assim que pude pulei na árvore logo chegando ao chão.

 

— Bom dia meus bebês! — os cachorros pularam em mim me fazendo gargalhar e beija-los.

Tirei uma foto toda suja e cheia de folhas depois de pular o muro mandando para Alice, ela riria disso com certeza.
Destranquei a porta da frente e entrei de fininho subindo para o meu quarto.
Assim que entrei tranquei a porta e fui até a parede repleta de polaroides coladas. Acrescentei data e cidade as melhores e colei na parede junto às outras.

Tirei os saltos e joguei no closet indo tomar um bom banho.

Os efeitos da ressaca já começavam a me atormentar, então tomei dois analgésicos e encarei uma boa ducha fria.

Sequei meus cabelos os deixando lisos e fiz uma maquiagem escondendo a noite de farra, provavelmente um kg de reboco dos mais caros.

Fui até meu closet me vestindo, arrumando minhas coisas para a aula e trabalho depois.

Quando finalmente desci as escadas para tomar café meu humor já estava completamente negro e meus pais já tomavam café.

— Bom dia! — falei me sentando sem nem tirar os óculos escuros.

— Que horas você chegou? — minha mãe perguntou e eu já me encolhi bebendo uma xícara de café sem açúcar de uma vez.

— Isso importa? — meu pai perguntou falando pela primeira vez.

— Roberto! — o repreendeu que riu.

— Meu bem, o importante é que Verena cumpra com suas obrigações. Ela não está faltando na aula e nem no trabalho, então que ela faça o que quiser com a própria vida e com o dinheiro que ganha.

— O dinheiro que ela gasta não é só o que ela ganha. Você sabe que o dinheiro que ela ganha não paga nem esse óculos que ela está usando para esconder a cara de ressaca — eu e meu pai rimos.

— Mamãe, você está com saudade de mim é isso?! — perguntei tirando os óculos e mostrando meus olhos para ela.

— Não me irrite, Verena! Você acha que nós não vimos das câmeras você pulando o muro? O que você tem na cabeça? — ri mais.

— Porque não jantamos hoje? Apenas nós duas? — ela riu e eu sabia que havia ganhado essa batalha.

— Claro, querida! — eu e meu pai caímos na gargalhada e ela nos acompanhou.

 

Beijei meus pais e fui para a garagem pegar meu carro, hoje é o meu dia de dirigir para a faculdade.

Alice morava algumas ruas depois da minha, no mesmo condomínio.

Parei em frente à sua casa e buzinei como em todas as manhãs.

Logo ela saiu destruída de social, se arrastando para o carro.

Beijou minha bochecha e me abraçou carinhosamente deitando no banco.

 

— Eu pulei o muro para entrar em casa, mas a chave estava na minha mão — contei e Alice tirou os óculos me olhando gargalhando em seguida.

— Eu te mandei uma foto — ri e ela pegou o celular olhando caindo ainda mais em gargalhadas.

 

[...]

 

O dia estava se arrastando.

Já havia bebido umas cinco latas de enérgico e não adiantava. Fora todo o café do mundo.

Eu consegui fazer a prova com decência e estava tomando um suco verde horrível com Alice na saída da faculdade no almoço para irmos trabalhar.

 

— Isso é horrível! — resmunguei e ela riu.

— Vai melhorar sua ressaca — assenti terminando logo aquilo e pedido uma água de coco.

— Oi Verena! — Lucas beijou minha bochecha e me assustei.

— Oi — dei mais uma garfada no meu prato sem nem olhá-lo.

— O que acha de jantarmos hoje? — perguntou e eu olhei para ele pela primeira vez.

— Não vai dar, lindo. Tenho compromisso — ele assentiu sorrindo me deu um selinho e se juntou aos seus amigos.

— Como você faz eles caírem aos seus pés? — Alice perguntou indignada e eu ri.

— Eu cago para eles, simples. Homem gosta do que não tem, Alice, já te disse isso! — riu negando e voltando a comer.

— Qual é o nosso compromisso de hoje? — perguntou ciumenta e eu ri.

— Bom, chamei minha mãe para jantar, porque não convida tia Martha e fazemos aquele jantar de melhores amigas? — assentiu e eu sorri.

 

O dia de um estagiário em um escritório de direito que lida com os piores tipos de crime, de todos os tipos e tem os melhores advogados nas áreas não é das mais fáceis. Eu sentia falta de quando era apenas uma secretaria poliglota.

Eu era estagiária do pai de Alice, melhor amigo do meu pai, Dr. Garcia. Ele lidava com todos os traficantes, não digo os donos de biqueira, eles não teriam grana pra bancar um advogado como ele. Eu falo dos que produzem e fornecem a melhor droga.

Alice trabalhava com área familiar, ela preferia correr atrás dos milionários que não pagavam suas pensões e transava com todos os que eram bonitos. Me pergunto como ela quer casar se envolvendo com homens assim.

Eu queria me dar na cara pelo tamanho dos saltos que havia escolhido e por ter exagerado tanto na noite passada, mas o que eu poderia fazer hoje além de fazer o mesmo da noite passada?

 

— Você terminou a petição, Verena? — Dr. Garcia perguntou e eu assenti.

— Está na sua mesa, precisa apenas ser aprovada para que eu mande o rapaz ir protocolar. — assentiu satisfeito entrando em sua sala.

— Eu preciso de alguém que fale francês, alguém fala francês? — uma das secretarias perguntava pelo escritório e eu levantei indo até ela.

— Do que se trata? — perguntei seguindo ela para a recepção e pedindo a Alice que avisasse o seu pai caso ele precisasse de mim.

— Ela não fala coisa com coisa em inglês e sua língua é francês — assenti sentando em sua cadeira e pegando o telefone.

— Boa tarde! — falei em francês.

— Oh, finalmente alguém que fala a minha língua — ri e ela me acompanhou.

— No que posso ajudar a senhora? — perguntei.

— Senhora está no céu. Quero entrar com o divórcio contra o meu marido e tirar até as suas calças — sorri por ela ser uma mulher forte e que toma atitudes.

— Ele pensa que vai me trair e que irei aceitar? Está muito enganado — continuou.

— Vou passar para o setor correto para que a senhora veja o melhor plano com a estagiária.

— Obrigada, querida — agradeceu.

— Passe para o ramal da Alice, é um caso familiar — assentiu voltando ao seu lugar.

— Ligação em francês, se vira, quem mandou pegar o professor ao invés de assistir às aula... — sussurrei no ouvido de Alice antes de voltar para a minha mesa rindo.

— Filha da puta! — li seus lábios rindo mais.

Ela atendeu a ligação ficando um pouco desesperada, mas logo deu conta me deixando orgulhosa.

 

[...]

 

— Eu estou acabada! — falei quando nos sentamos em nossa mesa no restaurante esperando por nossas mães.

— Eu poderia dormir aqui mesmo, sentada — admitiu e eu concordei.

— As senhoras querem beber algo? — o garçom se aproximou e eu assenti.

— Nos mande duas doses duplas de blue label, para começar e depois dois gin tônica, não nos deixe de copos vazios — ele assentiu se retirando.

— Oh, meu homem da relação — gargalhei com o comentário de Alice.

 

Sempre fui sua protetora. Sempre a protegi de qualquer coisa que pudesse feri-la. Sempre bati nos meninos que machucavam ela na escola e isso nunca mudou.

Ela é minha irmã, eu não sei como viveria sem Alice em minha vida.
Nós sempre aguentamos tudo juntas.
Falta de mães, mães fúteis e cursos intermináveis.
Nós somos família!

 

— Mas vocês não se desgrudam! — mamãe falou e eu ri.

 

Abracei ela e depois tia Martha.

Nos sentamos e elas pediram suas taças de champagne milionárias e nós ficamos em nossos drinks de homem, como nossas mães machistas chamam. Logo substituímos por vinho tinto para acompanhar nossos pratos.

 

— Isso estava maravilhoso! — suspirei depois de terminar minha carne.

— A comida, a companhia o vinho... — Tia Martha segurou minha mão e eu sorri.

— Foi perfeito, eu estou amando — ela assentiu sorrindo.

 

Conversamos muito, sobre tudo, mas as coisas só ficaram tensas quando disse que não queria casar nem ter filhos, me admiti feminista e todas ficaram contra mim.

 

— Gente, eu amo vocês, e respeito o estilo de vida que tem e querem ter, mas eu não quero, eu acho que eu mereço mais. Eu sou mais que cuidar de uma casa, filhos e viver no salão.  — minha mãe e tia Martha me olharam chocadas, talvez ofendidas.

— Nós somos felizes assim! — tia Martha admitiu e eu assenti.

— Exatamente, vocês são, eu não serei. Eu quero ser grande, quero meu nome na capa do jornal depois de ganhar uma causa impossível. Quero viajar o mundo sozinha. Descobrir os prazeres da vida. Ter a minha vida — admito e minha mãe me olha espantada.

— Não existe essa história de ser jovem para sempre, Verena!

Para mim existe, eu quero ser jovem para sempre!

 

Justin’s Bieber P.O.V

 

Eu e Chuck já estávamos no local acertado para a entrega da cocaína.
O bom de se morar em uma cidade minúscula no Canadá, é que ninguém percebe quando essas coisas acontecem na fronteira, e se percebem, é tão fácil pagar uma propina, não que eu goste disso.
Não quero que eles saibam que eu existo, sempre quero ser um fantasma.
Por isso Kaiul, meu cérebro, é tão importante. Nada o que fazemos tem nossos nomes, nós nos escondemos ao máximo nas sombras, nosso planos sempre foi: não termos rostos.

Não demorou para que eu avistasse a lancha vindo pelo mar, muito mais fácil despistar pelo mar, quase não tem fiscalização no mar e depois que eu entrego a droga, não é mais problema meu.
Escolhemos um local muito afastado e no meio do mar.
Assim que a lancha de aproximou a equipe de Chuck começou a abastecê-la rapidamente.
Eu admiro Chuck, ele tem os melhores profissionais, nunca tive problema com nenhum deles.

Além de meu amigo, ele é ótimo com a segurança.
Na verdade todos os caras são perfeitos em seus áreas, não tenho o que reclamar, somos perfeitos.
 

Assim que terminamos os compradores me deram a mala com dinheiro que foi algemada ao meu braço, como sempre. Se eles queriam o dinheiro, iam ter que arrancar o meu braço e acho que eles não conseguiriam fazer isso.
 

Começamos a voltar para a costa e Chuck parecia preocupado olhando para trás, fazendo algumas manobras esquisitas, e eu já sabia do que se tratava.

— Estamos sendo seguidos — afirmei e ele assentiu.

— Preparem as armas e atirem no casco do barco, façam estrago mesmo — informei aos seguranças e eles assentiram.

Tirei minha pistola de ouro do cós da calça e me deitei posicionando a arma. Eu vou fazer estrago.
Enquanto meus homens atiravam no casco eu matava homem a homem do outro lado e deixei um vivo acertando sua mão para largar a arma e seu ombro.
Chuck entendeu o que eu queria e se aproximou da lancha.
Pulamos para a deles e eu fiz o cara cair pisando em seu peito.

— Para quem você trabalha? — perguntei apertando seu pescoço.

— Eu nunca vou falar — falou cheio de marra me fazendo rir.

— Escolha errada! Você está no meu território, com a minha equipe, queria fazer do jeito mais fácil, você não quis... Então eu vou me divertir bastante com você — dei uma coronhada em sua cabeça o fazendo apagar.

 

[...]

 

Chutei a cadeira com força fazendo o filho da puta amarrado com os braços para trás cair em cima dos mesmos e gritar de dor. Com certeza quebraram, só pelo som.
Levantei a merda da cadeira e coloquei meu rosto bem próximo do seu que já estava desfigurado.
Torturar pessoas é mais cansativo que um trabalho braçal, qualquer.
Minhas mãos doíam e eu já estava totalmente sem paciência, só queria matar ele, mas eu precisava das informações.

— Já acabou de gritar, menininha? — dei tapinhas em seu rosto.

— Bata o quanto quiser, eu não vou dizer nada — falou decidido.

— Vamos fazer um acordo, eu já estou cansado de bater, você de apanhar, eu vou te deixar vivo se você me contar quem tentou roubar minha carga e falhou — olho em seus olhos mascarados pelo sangue, mas ele cospe em meu rosto.

— Escolha errada! — chuto sua barriga fazendo a cadeira cair com seu peso em cima dos seus braços de novo ouvindo seus gritos.

— Ok porra, ok! — gritou e eu sorri olhando para Chuck que retribui o sorriso.

Ergui sua cadeira novamente e me recostei a uma mesa esperando que ele falasse.

— Você jura pela sua mãe que não vai me matar depois?! — quase ri, olhei para Chuck e ele tinha uma cara divertida.

— Claro, juro pela minha mãe — confirmo.

— Eu trabalho para Perla Krakov, ela queria a carga para comercializar na Rússia — ele tinha mesmo uma pinta de Russo, mas seu sotaque não o entregava.

— Estavam tentando roubar uma carga bem longe de casa, pelo amor de Deus — me irrito pelo trabalho e homens perdidos que tive.

— Você tem a melhor cocaína do mundo, Bieber, ninguém consegue atingir a sua qualidade — sorriu convencido.

— Eu sei disso, eu tenho a melhor equipe — me gabo mais.

— Agora me solta, Bieber, trato é trato — eu e Chuck gargalhamos e eu saco a minha pistola de ouro apontando para a sua cabeça.

— Você jurou pela sua mãe, Bieber! — implorou e eu sorri diabólico.

— Eu quero que aquela vadia queime no inferno junto com você! — dou um tiro certeiro em sua testa e seu corpo amolece a minha frente.

— Só vou avisar os seguranças para se livrarem do defunto e vamos almoçar — Chuck fala naturalmente me fazendo rir.

 

Entramos no restaurante italiano e os caras já falavam alto e riam, me fazendo sorrir.

— E aí?! — perguntei me sentando.

— Ih, já pegou alguém, olha como estão as mãos dele — ri.

— Perla Krakov queria interceptar nossa carga, mas a vadia é tão burra que chegou atrasada e ainda mandou uma equipe de bosta — rimos.

— Não subestime as mulheres, Justin. Ela pode ter feito apenas com o intuito de que você saiba que ela existe e que ela quer a sua cabeça — Kaiul alertou.

Kaiul podia ter razão. Já ouvi falar dela e ela tem um império grande na Rússia e queria expandir seus negócios.
Ela queria só me avisar que estava chegando.

— Filha da puta! — falei irritado.

— Eu disse... — Kaiul falou.

— Você é inteligente né maninho?! — riu.

— Por isso você me contratou para ser o seu cérebro — assenti.

— Vocês sabem que não falamos sobre esses assunto fora da nossa Bat caverna — Chuck repreendeu e assenti.

— Então, o que faremos hoje à noite? — Brad perguntou.

— Preciso dar uma olhada na boates da minha mãe, aquela cadela está me dando mais prejuízos que lucros — assentiram.

— Hoje é dia do seu compromisso secreto, não?! — gargalhei.

— Sim!

— Eu tenho certeza que é a mulher de um dos nossos inimigos, ele não fode prostitutas, é muito mais fácil, mas quer conquistar a mulher de todo mundo — Brad falou nos fazendo rir.

— Quem dá mais? — zombei.

— Eu acho que ele virou gay e ainda não teve coragem de nos contar — Ryan falou me fazendo mostrar o dedo do meio para ele.

— Eu acho que ele tem uma família escondida da gente — Kaiul falou e eu ri mais.

— Isso não, Justin não quer ter família, ele conhece os risco — Ryan falou e eu assenti.

— Já perdeu Kaiul — rimos dele.

— Eu tenho certeza que ele está fodendo uma prostituta, tentando tirá-la desse mundo, como o bom moço que sempre tenta ser, mas ela gosta da coisa — gargalhei alto com Chuck atraindo a atenção do restaurante.

— Vocês só falam merda! — ri mais.

— Chuck, eu não me envolvo com prostitutas, não confio nelas, todas as vezes que vocês transam com alguma vocês voltam para casa sem alguma coisa ou com alguma coisa né?! — ri deles que ficaram sérios.

— Nós nunca pegamos doença! — Ryan falou indignado e eu ri.

— Que bom que usam camisinha né?! — ri mais das caras de pastel deles.

— Vocês sabem que não me envolvo com esse tipo de mulher por conta da minha mãe, isso destruiu com a vida dela. Ela sempre foi uma mãe merda. Se afundou em drogas por não dar conta de transar com aqueles escrotos e em álcool. Eu não quero ser culpado de uma mulher cheirar nenhuma cocaína — dei minha lição de moral.

— Nós sabemos já sabemos disso, cara. Nós só enchemos o seu saco. Sabemos que você teve uma infância difícil — assinto.

— Se tivesse sido só a infância. Essa vadia me atormenta até hoje — me olham com pena e eu riu.

— Sem esses olhares piedosos. Eu dei a volta por cima, sou um bom homem, com ou sem uma mãe — assentem.

 

[...]

 

Tirei meus óculos entrando no consultório do meu psicólogo, esse era o meu segredo.
Meus amigos, por mais que fossem meus irmãos, não entenderiam que eu preciso de tratamento.
Eu sou fodido com sonhos que me atormentam toda noite, minha mente não para, nos momentos que eu preciso estar focado eu tenho memorias atordoantes, eu já hesitei em atirar por minha cabeça estar a mil.
Os caras não sabiam que o Chaz que saia com eles, era na verdade o meu psicólogo Charles. Nós conseguimos manter as sessões a parte das noitadas, mas ninguém pode saber, é absolutamente antiético. Chaz poderia se foder com isso, na verdade, Doutor Charles.

— Boa tarde, docinho! — apertei levemente o queixo de sua secretaria e ela ficou vermelha.

— Boa tarde, senhor Bieber — falou mexendo em seu computador.

— Quando você vai me dar a honra de leva-la para jantar? — não poderia perder a chance de traçar uma gostosa dessas.

Eu só não fodo prostitutas, agora o resto da população feminina... Não me escapa.

— Doutor Charles está terminando uma sessão e já vai atende-lo — assenti rindo por ela mudar de assunto.

Me acomodei em uma cadeira de forma despojada e logo uma gostosa saiu chorando da sala de Charles.
Qual o problema desse cara? Ele só atende e trabalha com gostosas?

— Vamos lá Justin?! — chama e eu assinto entrando na sala.

Eu odeio aquela parada de Divã, então me sento em um sofá confortável e Doutor Charles em sua cadeira de couro.
Até parece que ele tem dupla personalidade ou um álter ego o chamando por nomes diferentes, mas eu gosto dessa nossa relação profissional e de amizade, eu tenho o mesmo com os caras.

— Então Justin, como está se sentindo hoje? — pergunta olhando para o seu caderno e depois para mim.

— Os sonhos continuam iguais e cada vez que eu sonho, eu odeio ainda mais minha mãe, eu não entendo como ela não pode simplesmente ser uma mãe para mim já que decidiu me ter — me ouve enquanto eu despejo tudo.

— Ela sempre teve a escolha de abortar e jogou isso na minha cara milhões de vezes, então porque simplesmente não o fez? Para que trazer uma criança para sofrer nesse mundo? Levando pancada de todos naquela boate, depois sendo usado sexualmente por todas aquelas prostitutas, minha cabeça é um lixo, eu sinto como se não pudesse amar mulher nenhuma, nunca, eu meio que odeio todas elas, mas não consigo fazer mal algum a nenhuma — conto e ele assente.

— Justin, você já parou para pensar que ama a sua mãe? A nossa primeira referência de amor são nossas mães, elas nos amam, nos cuidam, mas como a sua não fez isso você acha, especula que não ama mulher alguma, mas você já tentou dar uma chance a alguma? Já se envolveu emocionalmente com alguma mulher além de sexo para matar os desejos da carne? — pergunta e eu nego.

— Eu não sinto vontade de me envolver emocionalmente com ninguém e não é por falta de tentar, eu só não consigo — admito.

— A verdade é que você acha que não é merecedor do amor de mulher nenhuma, porque a única que deveria te amar incondicionalmente, não ama, mas não é porque a sua mãe é limitada emocionalmente por conta de todo o sofrimento da vida que ela viveu como prostituta que nenhuma mulher vá te amar, todos nós seres humanos fomos criados para sentir, desde dor a amor, basta você se permitir isso — aconselha e eu assinto.

— Minha maior preocupação é que eu permita que essa pessoa entre, mas que ela vá embora, que algum dos meus inimigos tentem me atingir por meio dela, eu não vou saber viver sabendo que eu fui o culpado pela morte de alguém que eu ame — admito meu medo.

— Justin, nós não podemos impedir a morte, mas eu tenho certeza que se você se abrir para o amor, você vai dar um jeito de impedir que essa mulher seja ferida por qualquer coisa que seja, você dará um jeito. E você só saberá se tentar — assinto.

— A vida passa rápida demais para que você não aproveite ao máximo, Justin. E não amar é um desperdício de vida.

 

[...]

 

Entrei na boate e segui reto até o final do corredor seguido dos caras. Virei a direita entrando numa sala cheia de poltronas, estantes, uma geladeira velha com uma bicicleta em cima, abri a porta da geladeira e ali existia uma passagem para o prostibulo, fomos entrando um a um.
O local era escondido para não atrair a atenção dos tiras em uma cidade tão pequena.
Então em cima tínhamos um bar, normal e em baixo ficava o melhor prostibulo do Canadá, se minha mãe não tivesse cheirando e bebendo ele todo.
Descemos as escadas com aquela luz vermelha forte e a música sensual já enchia os nossos ouvidos.

— Britanny arruma um camarote para os rapazes e onde está Pattie? — pergunto e ela se encole.

— Está lá em cima no escritório — assinto e vou em direção ao andar superior, seu escritório.

Subi as escadas de dois em dois degraus e abri a porta sem bater.
Minha mãe estava se agarrando com um cara da minha idade, se não mais novo no sofá, típico dela, por isso ela está fodendo tudo, eles sempre roubavam a grana dela.

— Cai fora! — mandei e ele riu debochado achando que eu era um dos amantes.

Saquei minha pistola de ouro e ele se levantou vestindo a camisa e sumindo logo.

— Se recomponha sua vadia — falei irritado guardando a arma.

— Me respeite, eu sou sua mãe — fala colocando o vestido vulgar demais para sua idade.

— Você não se dá o respeito, olhe para você, mais vulgar que todas essas coitadas que trabalham aqui e estão sem receber por você dar toda a grana para esses garotões — explodo e ela ri.

— O que você sabe sobre a vida garoto, eu sempre te dei de tudo — gargalhei.

— Eu sempre me dei de tudo e se você tem alguma coisa hoje, se tem isso aqui — bato na mesa com força a assustando.

— É porque eu te dei, porra — se encole na cadeira.

— Você vai para uma clínica de reabilitação e mesmo que eu odeie, eu vou tomar conta dessa porra até você estar bem, se não você nunca vai ter nada, onde já se viu uma mulher de 48 anos agir como uma garota rebelde de 18, acorde Patrícia, você cresceu, porra! — gritei e ela me olhava com cara de paisagem.

— Essa é a última vez que eu estou tentando fazer algo por você, mesmo que não mereça, se você não mudar, eu vou tomar TUDO de você, vou te colocar como incapaz na justiça e te trancar em um asilo. — gargalha.

— Amanhã cedo venho te buscar para te levar a clínica — saio da sala batendo a porta e vou ao encontro dos meninos.

Cada um estava com uma garota no colo, incluindo Chaz, eu não me divirto da mesma forma que eles, na verdade esse lugar me deixa mal.

— Já sabemos, que ir embora — Ryan fala me fazendo rir.

— Fica de boa, posso aguentar até cada um levar sua respectiva garota para o quarto e eu vou atrás da minha presa em outro lugar — falo os fazendo rir.

Era estranho sair com eles, porque todos bebiam, fumavam maconha e as vezes até cheiravam, mas por crescer no meio de tanta merda, eu nunca tive vontade de viver assim, eu só queria a maior distância de tudo isso, mas acabei como um dos melhores traficantes do mundo.
 

Eu tentei ser diferente, fugi, corri... Mas do que adianta não transar com prostitutas, não beber, não me drogar, se eu faço pior...
 Produzo o que os leva a ruína?

 

Continua...


Notas Finais


E aí, o que acharam da primeira impressão destes dois?
Esses vão ter personalidade forrrte viu?!
Verena vai ser um mulherão da porra, com opinião e que não abaixa pra homem NENHUM!!!!
Justin vai ser ruim igual ao cão com quem merece e o melhor cafajeste. <3
Comentem a opinião de vocês, pufavô, nunca pedi nada!!
Indiquem para aquelas migas que amam uma boa fic!!!
Todas as minhas fics são atualizadas aos sábados, sem falta, caso tenha algum imprevisto no sábado eu posto durante a semana.
Não é do meu feitio começar algo e não terminar então fiquem de boaaaaaaa.
A fic tem todos os capítulos estão planejados já.
Fiquem de boaaaass!
O que precisarem estou aqui, mozões <3
Boa semana!
A FIC É POSTADA TODOS OS SÁBADOS 23HRS.

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Deem uma passada nas minhas outras fanfics:

A Belieber Sinopse:
O momento mais confuso da vida de uma mulher é no começo de sua vida adulta, aos 18 anos. Ela não sabe qual faculdade quer fazer, quais sonhos seguir, quais riscos correr, é simplesmente um afogamento de planejamentos sem execução. Mas eu sempre fui diferente, minhas ideias sempre foram bem projetadas, eu nunca deixei um sonho meu correr para longe. Alguns chamam de determinação, eu chamo de foco. Porém, sempre existe algo que nos tira a concentração, para mim sempre foi a música. O dia passava e eu estava ali, com um novo CD o devorando. Eu sempre tive lojas de CD favoritas, quando morava em Paris e depois quando fui aos 15 anos para Los Angeles. Até que em 17 de novembro de 2009, eu o encontrei ali, exposto, com garotas enlouquecidas o querendo, mas eu só via uma coisa, como a mídia ia destruir o garoto mais dócil do mundo. 7 anos depois, e muitas mudanças mais, eu ainda continuou sua fiel escudeira, mas com uma diferença... Hoje, eu sou a vencedora do maior desejo de todas as adolescentes pelo mundo. Viajar com Justin Bieber por toda a sua turnê mundial.

Link A Belieber:
https://spiritfanfics.com/historia/a-belieber-9797305


Faith Sinopse (TERMINADA):
Tenho um corpo cheio de vodka e cocaína
Tenho o demônio em meus olhos e uma faca em mãos
Tenho cílios de gatinha e ao mesmo tempo a capa do Drácula
Tenho uma obsessão deliciosa pela morte, mas não gosto de aparentar ser tão má quanto sou
Sou o lobo na pele de cordeiro
Sou o apagão no fim do túnel e a sua perda de esperança
Sou tão sombria quanto corvos cruéis, mas tenho a pele brilhante como o Sol
Sou o seu desejo e medo mais profundo
Sou o lado negativo de toda a situação
Mas você vai me seguir aonde eu for, porque eu vou me tornar a sua necessidade, a sua respiração
Demônio e anjo em um corpo só
Concebida pelo bem e o mal na busca de trazer equilíbrio ao mundo
Perfeitamente imperfeita
O amor nunca fez sentido até o ter dentro de mim e sentir seus doces lábios em contato com o puro veneno dos meus
Ele é o único imune a mim
Faith ironia ou não
Será que a minha fé pode habitar as profundezas do inferno?

Link Faith: https://spiritfanfics.com/historia/faith-2943982


Writer Sinopse:
Nos tempos atuais, o amor é o sentimento mais rejeitado que existe. Principalmente quando você se apaixona pelo seu melhor amigo.
Sua maior insegurança é que essa amizade seja destruída por uma bobagem que vocês sabem que não dará certo, afinal, quando o amor é gentil com alguém? Além dos contos de fadas é claro.
A vida real destrói tudo, mas não a culpe pelos seus erros, as decisões são tomas por você.
História de amor que tenta fugir ao máximo do clichê, mas o que seria da vida se o bendito clichê não existisse? Nada!
Porque o amor e a dor são grandes clichês.
Deixe-se envolver pelo amor e pela dor de um casal.
Ela, fugitiva de seus próprios sentimentos.
Ele, cafajeste por apenas respirar.
Eles, melhores amigos.
Ela, não quer sua amante, quer ser o seu amor.
Ele, quer conseguir ficar apenas com ela.
Eles, tem problemas demais.
O que o futuro reserva a eles?

Link Writer (PRIMEIRA TEMPORADA FINALIZADA):
https://spiritfanfics.com/historia/writer-5003298


Patience Sinopse:

Justin Bieber é um homem casado agora, mas ninguém sabe disso.
Ele e sua esposa resolveram guardar esse segredo do mundo, afinal, porque dividir uma doce conquista que será brevemente arruinada e deturpada pela mídia?
Será que esse casamento vai resistir ao segredo e a distância de agendas cheias?
Paciência, uma sabedoria concedida pelos deuses.

Link Patience: https://spiritfanfics.com/historia/patience-4746065/capitulo7

Beijocas <3


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