História Hafu - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Piece
Personagens Dracule Mihawk, Franky, Koshiro, Monkey D. Luffy, Nami, Nico Robin, Portgas D. Ace, Roronoa Zoro, Sabo, Sanji, Trafalgar Law, Usopp
Tags Lemon, One Piece, Sanji, Yaoi, Zoro, Zosan
Visualizações 131
Palavras 2.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OI GENTEE, voltei :v
Como sempre, começo com explicações: podem me xingar do que quiserem UHEAUHEHU mas eu esqueci meu computador na casa da praia... é :v felizmente é casa de família então ele ficou bem seguro, mas como eu só podia ir pra lá (uma cidade que fica há 300km de onde eu moro) em fim de semana, tive de esperar pra pegar meu bebê \: mas ta tudo bem, ele ta aqui bem fofinho e protegido <3 EHUAHUE
Muito obrigada à quem me mandou mensagens de preocupação <3
E genteee, a fic está em quase 200 favoritos! Nunca pensei que ela bombaria tanto assim, por isso deixo aqui meu muuuuuito obrigada, à todxs <3
e bem, digo que esse é o último capítulo de 'enrolação' e 'esclarecimentos'. No próximo, já começaremos a ter mais emoção e tretaaa HEHEHE, gosto assim <3
E bem, vocês vão ver que criei um casal um tanto... diferente, hue.
Não coloquei capa no capítulo porque não achei nenhuma que combinasse com ele ):
Espero que gostem!

Capítulo 22 - Planos


No dia anterior...

POV Reiju

            “Agora que você chegou aqui... Por favor, fique com isso. – Entreguei ao Sanji uma pulseira um tanto grossa. Ele me encarou, desconfiado, mas a colocou. Provavelmente ele sabia que meu pai sempre foi de “rastrear” os filhos, então, é, ele sabia que deveria usar. Porém, ele não sabia que, dessa vez, isso seria diferente”...

            Sorri, me lembrando da cena, voltando à minha expressão normal assim que ouvi a voz do meu pai.

- Você colocou o rastreador nele? – perguntou.

- Sim – afirmei, entregando a ele uma espécie de “gps”. Antes de Sanji chegar na França, meu pai me deu uma pulseira e pediu para que eu entregasse à ele. Nela há uma espécie de “chip” para rastreá-lo e garantir que ele não esteja em algum lugar que meu pai não conheça. Porém, como sou mais inteligente, coloquei a pulseira em um boneco que fica no quarto de Sanji e, para o meu irmão, dei uma pulseira cujo gps ficaria comigo.

- Ótimo. Pelo menos, desse jeito sei que ele não sairá sem minha permissão. Inclusive... – ele encarou o aparelho em suas mãos – pobre Sanji, está mofando em seu quarto. Bem, qualquer coisa, me ligue. Eu volto um pouco antes do casamento, mas mandarei os objetos para que os organizadores já comecem os preparativos. – Judge deu as costas, se despedindo. Subi as escadas, adentrando um quarto que não era o meu.

- Olá, querida. – Purin me abraçou, beijando meu rosto – Deu tudo certo?

- Sim, ele está com o falso. Inclusive, soube que ele e sua mãe vão para outros países atrás dos preparativos, então sei que ficaremos livres pelo menos hoje e amanhã. Durante esse tempo, podemos colocar o boneco na cozinha ou na sala só para ele não achar que Sanji simplesmente morreu. Sua mãe contou que adiaram o casamento em um dia, não é? Diz ela que precisa de tempo para comprar as coisas da cerimônia e também para ela, mas ela já tratou de avisar a todos, e o único que não sabe é o Sanji. Devo contar para ele em breve, assim que ele se resolver com o homem dele.

- Heh, você é muito esperta, sabia? – Ela se aproximou, selando meus lábios num beijo rápido. – Aliás, quando vamos dar um fim nisso? Digo, revelar nosso caso, revelar a sexualidade do Yonji...

- Em breve, eu também quero muito fazer isso. Inclusive, hoje o namorado do Sanji vai chegar, e eu já tenho um plano pra deixá-los juntos no quarto. E bem, conhecendo os amigos do Sanji, eles também darão um jeito de vir para cá. Se tudo der certo, acredito que amanhã eles estejam aqui, e então vou revelar tudo à todos. – Sorri, beijando os lábios de Purin novamente.

Em seguida, aconteceu toda a cena que vocês já sabem: chamei o Sanji alegando que tinha uma cobra no quarto dele, ai ele chegou lá, viu a cobra, mas não era bem a cobra que todos conhecemos... É, é isso ai. Pelo menos, eu também aproveitei meu momento com a Purin.

No dia seguinte, acordei tarde e não demorei para perceber que Sanji não estava em casa. Olhei o gps, que mostrava que meu irmãozinho não estava tão longe de nós, então não tardei a chamar meus irmãos para conversar.

- O namorado do Sanji tá aqui? Adorei, quero pelo menos olhar a cara daquele homem. – Yonji sorriu.

- Aposto que você gostou dele só porque é a única pessoa no mundo com um cabelo igual ao sei. – Ichiji apontou para o cabelo de Yonji, soltando uma risada.

- Ah sim, porque o cabelo azul do Niji é que é normal, né?

- Tá, mas o que é que eu tenho a ver com a discussão?

- Ele sabe que não pode falar muito do meu, já que pessoas com cabelo vermelho existem.

- Vermelho? Eu vejo pessoas de cabelo alaranjado, mas vermelho é só aquelas que compram a tintura e...

- Calem a boca, vocês! Bem, vamos lá. Se eu estiver certa, Sanji está com seus amigos e provavelmente está contando toda a história. Vamos chegar lá, contar a nossa parte e bolar o nosso plano, certo?

- Desde quando você virou stalker pra saber de tudo isso? – Niji me encarava, duvidoso.

- Eu sou a mais velha de cinco irmãos, eu tenho minhas formas de observar vocês. – Pisquei.

- Então, vamos chegar na cafeteria todos juntos e falar algo do tipo “Sanji, viemos te ajudar”? Adorei, achei bem Power Rangers. – Yonji era, com certeza, o mais empolgado.

- Hã... Tá, é quase isso.

- Sua namorada vai junto?

- É melhor não. Falei para ela ficar em casa caso alguém apareça, mas vou informá-la sobre tudo também. Bem, vamos?

Demoramos mais do que eu queria para chegar à cafeteria. Meus irmãos paravam em todas as lojas que tinham um fliperama e tentavam competir entre eles e ver “quem era o melhor”. Eles só pararam quando eu bati o recorde dos três, o que não foi novidade, pois sempre fui a melhor dos irmãos.

Ao chegarmos no local, não demorou para que eu avistasse o Sanji, ouvindo a ideia de sua amigo e logo ouvi sua  voz dizendo algo do tipo “Mas como eu colocaria isso em prática? Não tem como eu chegar e falar ‘pai, eu sou gay mas pelo menos cozinho melhor que todo mundo aqui’”. Me aproximei, tendo a ideia do garoto de cabelos pretos em mente.

- Não precisa ser assim, Sanji. – Ele se virou, me olhando com espanto. A ideia do seu amigo é ótima, e nós sabemos como te ajudar.

- Eita, como chegaram aqui?

- Você acha que essa sua pulseira é algo normal? Ah, eu sei que não sabe, mas bem, o papai não faz ideia de onde você realmente está, porque quem cuida dessa pulseira sou eu. – Ergui o gps e mostrei ao Sanji, que sorriu em resposta. – Ah, desculpem a grosseria. Olá, sou a irmã do Sanji, Reiju. Sinto muito pela cena que ocorreu em frente à escola de vocês mas, diante do nosso pai, nós não podemos discordar do que ele fala.

- Entendo. – A garota ruiva me analisou com um olhar suspeito. – Bem, eu sou Nami, esses são Usopp e Luffy. Sanji nos contou que confia em você, então, bem...

- Fico muito feliz por isso, Sanji. E posso te garantir que você pode confiar em nossos irmãos também, apesar de que Yonji cresceu o olho pra cima do Zoro.

- O Yonji o quê? – Sanji se levantou, encarando Yonji.

- Calma, irmãozinho. Eu só disse que ele é bonito, mas sei que ele é seu homem. Mas se ele me desse bola, é claro que eu não recusaria.

 - Eita, olha que Sanji ciumento. – Novamente, Ichiji riu em tom de deboche. Não demorou para que o rosto de Sanji tomasse uma coloração avermelhada.

- Ok, ok, chega. – Pus um fim na discussão. – Enfim, Sanji, como eu estava dizendo, a ideia do Luffy é muito boa, mas não podemos fazer apenas isso. Na verdade, pensei em algo do tipo: Na hora do “eu aceito”, você diz “não” e fala que gosta de homens. Depois, Purin diz “não” e diz que gosta de mulheres –

- Oh, ela gosta de mulheres? – Sanji perguntou, apesar de não parecer muito surpreso.

- Mulheres de cabelo rosa, sendo mais específico. – Yonji disse em voz alta.

- Credo, Reiju, você quer a Charlotte como sogra?

- Olha, depois do que rolar nessa casamento, eu meio que duvido que a Purin ainda queira viver com a mãe dela. Porém, além disso, Purin teve a brilhante ideia de alguém comer toda a comida do casamento antes do horário. Charlotte odeia que toquem na sua comida. Inclusive, podemos assumir a culpa sem problemas, porque vai ser mais um motivo pra ela odiar a nossa família. O problema é que precisamos de alguém pra isso.

- Ora. – Luffy levantou-se, bem orgulhoso. – Isso é verdade?

- Ah, olha, nesse eu confio. – Nami sorriu. – Luffy dá conta de uma mesa inteira sem problema nenhum.

- Eu posso chamar uma amiga? Ela também vai adorar fazer esse serviço.

- Certo, mas por favor, não chame mais gente. Ainda precisamos dar um jeito de vocês entrarem lá em casa sem serem vistos, afinal, não são convidados, então quanto menos gente, melhor.

- Ok, ok, mas precisamos ser mais organizados – Sanji interferiu – quero dizer, primeiro Luffy come toda a comida, e depois, do nada, todos nos revelamos e é isso?

- Não, meu irmãozinho. – Suspirei. – Seguinte. Seu amigo e a amiga dele vão comer toda a comida enquanto nós estamos na cerimônia. Purin me disse que sua mãe é bem “ciumenta” com comida. Ela me disse que ouviu Charlotte dizendo ao papai que os únicos que poderão beliscar alguma comidinha durante a cerimônia somos nós, o papai e ela, de modo que a sala de jantar ficará vazia e livre para os dois entrarem. Obviamente, isso não será motivo para eles se animarem, então, Luffy, por favor, sejam discretos até mesmo durante a refeição, certo? – Encarei o garoto, que assentiu – Ok, então. Depois disso, Yonji, Niji e Ichiji sairão para comer algo e, quando voltarem, darão um jeito de dizer que a comida acabou e vão assumir a culpa.

- Que? – Ichiji interrompeu – Quando foi que eu fui incluso nisso?

- Continuando – Ignorei-o – Charlotte ficará furiosa, dirá algo como “Essa é a pior coisa que poderia acontecer nesse casamento!”, e é ai que entramos.

- Reiju... Quem fez esse plano? Parece ter sido feito por uma criança de 7 anos.

- A criança de 7 anos se chama Yonji. – Apontei para meu irmão, que sorria orgulhoso de seu plano.

- Tinha de ser... – Sanji murmurou – É que, bem, isso pode dar muito certo, como também pode dar muito errado.

- Sabemos disso, por isso, estaremos preparados. Charlotte tem seus outros sabe-lá-quantos filhos mas, pelo que eu soube, nenhum deles se sente bem com as ordens dela, então temos chances deles nos apoiarem. Principalmente o Katakuri, estou errada, Ichiji? – Olhei para meu irmão, notando seu rosto ficar da cor de seus cabelos.

- C-Como é que você...

- Meu amor, eu namoro a irmã do Katakuri. É óbvio que eu saberia. – Pisquei para ele – Inclusive, você tem bom gosto. É uma pena que eu não gosto de homens...

Ichiji ficou cabisbaixo, e eu não pude deixar de observar as expressões surpresas dos meus outros irmãos.

- Então eu sou o único irmão hétero? – Niji perguntou.

- É, pelo jeito, sim. Quer que eu arranje uma filha da Charlotte pra você? – Perguntei, debochando.

- Credo, não, estou muito bem assim.

- Pois então, é... Como falei, sei que o plano não está dos melhores, mas a família da Charlotte não é lá uma coisa muito inteligente, então a comida vai ser, sim, uma coisa que vai dar resultado. E, em compensação, o caso que já sabemos será mais voltado para nossa “querido” pai, não é? Ele cai em cima de você, Sanji, porque sempre teve esse ranço com você. Mas tenho certeza de que se ele souber que seus outros filhos também se interessam por pessoas do mesmo sexo, ele vai se quebrar.

- Mas você sabe que isso resulta numa mudança enorme na vida de vocês, não é? Quero dizer, todo o luxo que vocês tem...

- Nós já planejávamos nos mudar para o Japão há muito tempo, e nem preciso dizer que a mamãe amou essa notícia, não é? Inclusive... Eu adoraria conhecer o seu verdadeiro pai. – Sorri.

- Zeff é incrível. E bem, se ele é meu pai, ele é seu também. De todos vocês. Tenho certeza de que ele vai adorar isso. – Sanji me puxou para um abraço e, logo em seguida, nossos demais irmãos se uniram também.

Apesar de todos os problemas, fiquei muito feliz que, finalmente, nossa família esteja mais unida. E não posso negar que estou insegura quanto ao casamento mas, se for pra dar cagada, pelo menos não estaremos sozinhos. É aquela coisa, né? Você sempre fica mais tranquila quando tem alguém se ferrando com você. Só posso afirmar que farei de tudo para que dê tudo certo, pois não vejo a hora de ver a cara de bosta do meu pai... Não, de Judge, ir de encontro ao chão.


Notas Finais


A próxima fic que eu vou atualizar vai ser a LawLu, e tentarei fazer isso ainda essa semana <3 porém vai ser só depois de quinta, pois quarta tenho minha feira de profissões (pior coisa aaaaa) e até lá vai estar bem corrido ): mas é isso, espero que tenham gostado e HERE COMES THE TRETA hehehehhe


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...