História Hail to The King II - Capítulo 17


Escrita por: ~, ~lU_aH e ~Dirgni_Gates

Postado
Categorias Avenged Sevenfold
Personagens Arin Ilejay, Johnny Christ, M. Shadows, Personagens Originais, Synyster Gates, The Rev, Zacky Vengeance
Tags Arin Ilejay, Avenged Sevenfold, Comedia, Drama, Johmmy, Johnny Christ, M Shadows, Marin, Romance, Synacky, Synyster Gates, The Rev, Yaoi, Zacky Vengeance
Visualizações 28
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá leitores queridos, desculpem pela demora, agradeço muito por vós terem esperado!
CapCap novoooo!!!! Ebaaaaa

Capítulo 17 - I do not believe


Fanfic / Fanfiction Hail to The King II - Capítulo 17 - I do not believe



Pov's Arin

A discussão entre eu e Matt, parecia uma luta de espadas, bom, mas ao invés de espadas foram tapas. Sou uma pessoa que odeio ouvir balélas injustas. Matt ficou sem responder-me por dias, aliás, nem "oi" ouço sair de sua boca.
    - Porque não acredita em mim? - sussurrei a mim mesmo, enquanto devoro um pote de sorvete - acho que nosso amor não é igual ao de Romeu e Julieta - seco o canto do olho esquerdo ao ver Romeu matar-se por seu amor.
    Senti uma pontada na barriga e, no mesmo instante derrubei o pote que estava arragado por minhas mãos. Correndo para o banheiro não consegui segurar-me, com isso, um jato pulou da minha boca caindo sobre o tapete da porta do banheiro. Dores espalharam-se pelo meu estômago.
   - Ai... - apertei a barriga. Meus pulmões negavam-se cumprir sua função - oh, meu Deus, não morrerei hoje - tento me equilibrar até o sofá onde deixaste meu celular. Em grandes esforços o apanho, logo digito os números de Matt
   - Vai Matt, por favor aten... - cortei minha frase após ouvir " Oi, eu sou o Matt, talvez eu esteja oculpado ou não quis te atender" - droga! - deixo cair o aparelho no chão.
Respira, Arin, respira... nada de ruim vai te acontecer . Tento manter os pensamentos positivos. Fiquei uns minutos com os olhos fechados, pois conforme as batidas do coração aceleravam, a dor piorava.
   Um facho de luz invadiu meu cérebro e logo veio Taylor em mente. Com certeza ela será a única que possa me ajudar, Johnny e Jimmy devem estar ocupados... e Zacky.... bom, não posso contar com ele no momento.
    - Ah, não... - resmungo ao lembrar que Matt havia rasgado o papel com o número de Taylor - Matt, você está na minha lista negra - grunho de dor - quer saber, eu mesmo vou ao hospital que tem aqui perto - encosto as mãos no braço do sofá. Erguendo o corpo do chão caminho até a porta. Que dor deve ser esta? Ah, mais problemas?, penso.
   Assim que pouso a mão na maçaneta minhas vistas escurecem e sinto apenas a dor apagando-se da minha mente.

[...]

....Arin?....Arin?...Arin? Acorda....

Sentia apenas meu corpo despertando, meu cérebro voltando a funcionar, e, Matt materializando-se a minha frente.

   - Me larga... - disse baixo. Tentava reconhecer o lugar ao qual me encontrava
   - Você está no hospital - ele parece ter entendido meus olhares para o quarto - te encontrei desacordado no chão, ai Arin, como fiquei com medo de perder-te, eu...
   - Porque não me atendeu? - cortei sua frase - o que estava fazendo que não pôde ver minha chamada? Não foi você mesmo que disse "odiar" deixar seu celular no silencioso? - encaro seus olhos aflitos
   Ele passa a mão no rosto e responde:
   - Tive que resolver uns assuntos....
   - Com Isabelle? - não o deixei terminar - fala sério, você está me saindo pior que a encomenda
   - Arin, você sabe que meu amor por você é a coisa mais importante para mim, então...
   - Chega, não quero saber, só me deixe aqui - cruzo os braços e cravo os olhos na janela que encontrava-se aberta
  Sinto sua mão pousar em meu antebraço. Volto os olhos para ele, e, acho que fora a pior das sacanagens que Matt um dia fez. Ele caminhou até a janela e gritou mais alto que os sons barulhentos da avenida:
    - EU AMO O ARIN, MAIS QUE A MIM PRÓPRIO!
faço gestos para ele parar com aquela loucura
  - Matt, saia daí, agora... Matt - vejo que alguém aproximava-se do quarto - Matt...
   - Olá, senhores - um homem de idade apresentou-se para nós, logo olhou feio para Matt que continuava escorado na janela, mas agora o encarando.
   - Olá - Matt sorriu fraco caminhando até mim
   - Então doutor - tiro os olhos do cara que havia me deixado sem dormir por meses e prossigo - O que foi essa dor?
  Ele maneou a cabeça negativamente e respondeu:
     - Gastrite, isso é causado por muito estresse - ele olha a cardeneta nas mãos - acho melhor manter a calma mais vezes, você terá de tomar Ranitidina, e em casa você terá de tomar chá de alface, isso ajuda. Bom, está liberado, esperarei lá fora, precisarão da receita do remédio - ele se retirou
   Mantivemos o silêncio. Troquei-me e fomos até o doutor. Pegamos a receita e fomos embora.
   Entramos no carro e o silêncio permaneceu. Não tinha vontade de falar, Matt estava me deixando aos nervos. Sei que isso de "Isabelle" pode ser loucura, mas, não posso confiar demais. Paramos em frente á uma farmácia, abro a porta do carro e retiro-me, Matt queria vir, mas o impedi.
   Fiquei uns segundos esperando a senhora procurar o remédio, olhei para o relógio e este marcava 8h00PM. Logo depois paguei e fui para fora do local. Coloquei o frasco no bolso do casaco e entrei no carro
   - Vai ficar sem falar comigo? - Matt por um lado sabia que não haveria resposta, pois o silêncio afundou-se novamente entre nós. Antes preciso tirar esse medo e raiva de dentro de mim, não quero brigar. A única pessoa que podia contar, não atendia o celular, imagina se fosse algo grave? Morreria ali mesmo.
    Chegamos em casa, logo fui para cozinha o deixando ficar me encarando.
   - Arin? - ele insistia - vai ficar com essa brincadeirinha de não responder quando falo com você?
   Continuei cortando os alfaces e nada de respostas. Até que o próprio Matt cansou e foi para o quarto. Um lado meu queria correr e agarrá-lo, mas o outro me batia fazendo-me acordar dessa idiotice. Matt está acostumado a ver-me engatinhando até seus pés, mas nada disso desta vez.
   Preparei o chá e o tomei, tinha um gosto horrivel. Segundos depois fui até o quarto e Matt dormia, em suas mãos tinha uma foto, e pelo que consegui ver era a mesma que haviamos tirado na praia.
  Não, não caía nessa, penso. É apenas uma foto
Pego meu pijama e travesseiros acompanhados de lençóis. Abro a porta e retiro-me do quarto. Troco minhas roupas e ajeito o sofá, logo adormeço após encontrar uma posição boa.

~ 9h00AM ~

Acordei com meu celular vibrando sobre a mesinha da sala

- Droga - resmunguei pegando o troço barulhento. Na tela mostrava um nome, forcei minhas vistas para ver, e era Johnny - oi?
Uns barulhos foram feitos antes da voz limpa de Johnny ecoar em meu ouvidos
   - Arin, você está bem? - ele aparentava estar preocupado
   - Sim, já te contaram?
   - Uhum, mas pelo seu tom de voz, por você que não seria
   - Olha, eu estou bem...
   - Não, quero que venha aqui, pode?
   - Ok, Johnny, ok - sento-me no sofá percebendo que Matt não estava mais, pois o café está feito
   - Ótimo, estou esperando - ele desliga
Pouso o celular novamente sobre a mesinha e caminho até o quarto. Pego roupas, logo entro no banheiro para um banho rápido, o calor da água estava ótimo.
   Já no quarto, visto-me com calças jeans e uma blusa de longas mangas, calço meus all star e saio do quarto. Tomo café e sigo para a porta.
    [..]
Fui caminhando normalmente com as mãos nos bolsos da calça e.... meu corpo sente uma descarga de emoções dramáticas após ver Matt abraçado com Isabelle.
  - Não acredito!. Oh, meu Deus - murmurei recuando os passos

  


Notas Finais


Ebaaaa chegou até aqui, obrigado(a) por ter lido. Até o próximo!

Beijinhosss


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