História Half A Heart(SEGUNDA TEMPORADA - FINAL) - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Arianagrande, Bissexual, Elounor, Gay, Harrystyles, Joshdevine, Justinbieber, Larrystylinson, Liampayne, Louistomlinson, Mistério, Niallhoran, Romance, Romancegay, Romanceziall, Suspense, Zaynmalik, Ziall, Ziallhorlik
Visualizações 9
Palavras 2.606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sem comentários! Tô triste!

Capítulo 34 - Em pedaços


Fanfic / Fanfiction Half A Heart(SEGUNDA TEMPORADA - FINAL) - Capítulo 34 - Em pedaços

ZAYN MALIK

Acordei cedinho para preparar o café, quis fazer uma surpresa para o meu loirinho e o sogrão.

Fiz ovos mexidos com alecrim, suco de laranja, leite quentinho, torradas e pão com coco ralado. Os pães eu comprei aqui no bairro.

- Bom dia. - O Sr. Horan adentrou a cozinha. - Zayn, você fez preparou o café da manhã. Obrigado!

- Eu quis fazer uma surpresinha hoje, então decidi usar meus dotes culinários. Sente-se.

Sentamos à mesa.

- Eu adoro torradas. Maura... - Não terminou a frase.

- Sua esposa costumava fazer torradas, Sr. Horan?

- Sim, ela fazia sempre. - Ficou pensativo.

- Eu não sei se as minhas ficaram tão boas quanto as torradas que sua esposa fazia mas... Experimente!

- Obrigado, Zayn.

- Não foi nada.

- Não por isso, pelo que tem feito por Niall. Desde sexta-feira nossas vidas ficaram mais complicadas e sei que ele se sente mais forte quando está com você.

- Eu faço qualquer para ver o Niall feliz.

- Agora eu sei que sim. - Comeu uma torrada. - Está ótima. - Sorriu. - Ontem ouvi barulho de madrugada. Houve alguma coisa?

Ele deve ter ouvido quando chegamos da festa ontem a noite.

- Eu deixei meu celular aqui na cozinha e no meio da noite sai para procurá-lo.

- Ah, sim.

- Sr. Horan, devia considerar que Niall precisa conversar com a mãe. Sei que não vai ser fácil pra ele e que isso pode deixá-lo mal, mas ele precisa.

- Não quero que Niall veja a mãe. Há alguns anos, antes de Niall nascer, houve algo estranho.

- Como assim?

- Maura morava na Irlanda, ela tinha um namorado que batia nela.

- Que horror! - O interrompi.

- Éramos muito próximos e ela me contava tudo o que passava nas mãos do namorado. Alguns dias depois ele foi encontrado morto e nunca descobriram quem o matou.

- Acha que ela o matou?

- Talvez. Todos esses anos eu tinha essa suspeita mas nunca tive coragem de perguntar, e agora isso.

- Talvez o senhor tenha razão. Agora não acho que seria uma boa ideia Niall vê-la.

- Por enquanto, não comente nada sobre o que disse.

- Ok.

Minutos depois Niall acordou.

- Bom dia. - Sua voz estava rouca.

- Bom dia, filho.

Sentou-se à mesa.

- Eu adoro torradas. - Disse ele.

- Zayn preparou tudo. Quando desci já estava tudo pronto.

- Preparou tudo isso? - Perguntou sorridente.

- Sim. Quis que acordassem e tivessem um maravilhoso café da manhã.

- Tenho certeza que deve estar tudo uma delícia. - Sorriu.

Conversamos enquanto tomávamos o café da manhã. Eu estava adorando ser aceito pelo Sr. Horan, tenho certeza que Niall também estava feliz por isso. Pelo menos hoje ele acordou melhor, não está mais triste.

- Garotos, eu preciso resolver umas coisas. Voltarei à tarde! Niall, se precisar de algo, ligue. E Zayn, obrigado pelo café mais uma vez.

- Quê isso! - Sorri.

- Tenha um bom dia. - Falou ao pai.

- Não vão fazer coisas que não devem. - Gritou, da porta.

- Estou tão contente de estar participando da sua vida, com seu pai.

- Eu também estou. É ótimo não precisarmos mais nos esconder.

- Meu sogro é ótimo.

- Sogro? Já está chamando-o de sogro?

- Na frente dele não.

- E o que conversaram enquanto eu estava no quarto? Ele não queimou o meu filme, não é?

- Não, ele só disse que gosta da ideia de eu estar ao seu lado.

- Sério?

- Juro. - Sorri.

- Vai embora agora?

- Agora não, mas prometi passar na casa do Harry mais tarde.

- E como ele está?

- Acho que na mesma.

- Não vai contar à ele sobre o Ed, vai?

- Niall, ele era amigo do Ed, acho que ele deveria saber.

- Eu sei que ele tem o direito de saber mas acho melhor não comentar nada até encontrarmos o Ed hoje a noite.

- Eu estou achando isso muito perigoso. Não sabemos se ele está realmente falando a verdade.

- Zayn, eu falei com ele. Sentei que ele dizia a verdade. Olhei nos olhos dele.

- Mesmo assim. Todos queriam ir hoje junto com você encontrá-lo.

- Só vão assustá-lo!

- Eu morro de medo de que alguma coisa aconteça com você.

- Não vai acontecer nada. Vai acontecer se ficarem investigando sobre o Observador, vocês todos já foram avisados.

- Vou pedir que eles fiquem distantes, mas eu estarei com você quando Ed aparecer. Estamos combinados?

- Sim, estamos. Mas se ele desaparecer e não quiser mais ajudar, quero que saiba que eu avisei.

Por volta das 10hrs da manhã fui à casa de Harry, como havia prometido.

- Ainda está de pijama? Meu Deus, Harry!

- Não me culpe. É domingo e estou sozinho em casa.

- Tudo isso é o efeito Louis Tomlinson.

- Não, é o efeito Taylor Swift. Eu a convidei para sair.

- Você fez o quê?

- Sexta-feira no colégio, a convidei para sair a tarde.

- A tarde? Porque não a noite?

- A noite tenho coisas para resolver. - Disse ele, deitado no sofá.

- Ela aceitou assim do nada?

- Do nada? Zee, sou lindo e gostoso pra caralho. Que mulher recusaria sair comigo?

- Sabe que relacionamento entre professor e aluno é proibido, não é?

- Você sabia disso quando transava com Sr. Payne. Porém, isso nunca te impediu.

- Vai zoando... Sem graça!

- Não foi piada. Zee, em poucos meses vamos nos formar e então Taylor e eu seremos apenas dois jovens de olhos verdes namorando.

- Namorando?

- Sim, planejo namorar.

- O que houve com Louis? Vai desistir dele?

- Ele desistiu de mim há muito tempo e só agora o otário aqui percebeu isso.

- Tem certeza de que quer investir na professora?

- Eu não posso passar o resto dos meus dias esperando o Louis decidir com qual dos amigos ele quer ficar, eu ou Eleanor.

- Eu te apoio a superar, só não quero que esteja saindo com a professora por motivos errados, ou que esteja se enganando.

- Sei o que faço.

- Bom, então depois quero conhecê-la fora do colégio.

- Tem visto Eleanor?

- Não a vejo desde sexta-feira no colégio.

- Ela me enviou uma mensagem hoje cedo. Quer conversar comigo.

- E porque não ouve o que ela tem a dizer?

- Não quero. Ela me traiu, Eleanor não é mais minha amiga.

- Harry, ela gosta muito de você.

- Gosta tanto que decidiu abrir as pernas para o meu namorado quando teve oportunidade.

- Ela nunca quis te machucar.

- Ah, não. Claro que não!

- Lamento que duas pessoas que sempre foram amigas agora estejam trantando-se como desconhecidos.

- Preciso fumar. - Harry pegou uma carteira de cigarros na mesa de centro. - Quer?

- Claro. - Acendi um para fumar também.

- E como está o Niall?

- Ele está tentando ser forte depois do que aconteceu com a mãe.

- Deve ser duro descobrir de repente que sua própria mãe é uma assassina fria.

- Imagino que por dentro ele deve estar em pedaços.

- Eu queria estar dando algum apoio à ele, não conversamos desde o ocorrido.

- Ele sabe que tem você como amigo.

- Fui à casa da Perrie ontem a tarde.

- Eu não tenho ido muito lá.

- Ela comentou isso.

- A Olivia irá nascer em menos de quatro meses.

- Eu sei.

- Está feliz?

- Sim, é claro que estou. Eu quero muito conhecer a minha filha.

- Ela já disse que serei o padrinho. - Sorriu.

- Eu não pensaria em outra pessoa para ser o padrinho da minha filha. - Sorri também.

- Posso te falar uma coisa?

- Pode.

- Acho que Perrie ainda não esqueceu você.

- Porque acha isso?

- Percebo o modo como ela fala seu nome e o quanto está feliz pela gravidez, que não vê a hora de vocês dois estarem comprando roupinhas juntos.

- Comprar roupinhas juntos? Eu estou comprometido com Niall e nunca pensei em fazer comprinhas com a Perrie. Claro que vou cobrir a minha filha de presentes mas...

- É complicado.

- Acho que ela ainda acredita que quando a Olivia nascer, de alguma forma, vocês ficarão juntos novamente.

- Ela te disse isso?

- Não disse, mas é o que eu vejo no olhar dela e percebo pelo jeito que ela fala.

- Pior que nem posso conversar com ela agora, está acontecendo tanta coisa.

- O que está acontecendo?

- Esse problema com a mãe do Niall. - Não mencionei nada sobre o Ed estar vivo.

- Mas também não é bom contraria-la agora. Ela está bem sensível por causa da gestação e é melhor que não se aborreça. - Harry estava quase acabando seu cigarro.

- Pois é. - Traguei para dentro e liberei a fumaça em seguida. - E o que eu faço?

- Espera. Não tem outra saída pra você.

- Que chato isso!

Harry me convidou para o almoço mas eu disse que não poderia, preciso ir para a minha casa. Minha mãe pode se chatear e tenho que dar alguma satisfação. E assim o fiz.

Durante a tarde eu contava as horas para ir até a casa do meu loirinho.

- Zayn. - Chamou minha mãe.

- Oi.

- Quero terminar o último capítulo deste livro mas você está me impedindo.

- Eu?

- Não tira o olho do seu relógio de pulso. Está esperando alguém?

- Não, é que vou encontrar o Niall mais tarde.

- Seu pai conversou comigo ontem a noite e ele não está gostando nada dessa história de você dormir na casa do Niall.

- Ah, mãe. Ele sempre acha um jeito de implicar comigo.

- Filho, você sabe que eu apoio seu relacionamento com esse garoto mas você passa a semana inteira no colégio e quando tem a chance de dormir em casa, você não aproveita.

- Niall está passando por uns maus bocados e precisa do meu total apoio.

- Eu estou sentindo sua falta, Zee.

- Está? Será que está mesmo?

- Não seja injusto comigo. Eu nunca deixei de me importar com você.

- Mãe, precisa parar de tentar fazer as coisas darem certo entre mim e o pai. Não somos amigos, ele não aceita meu relacionamento, não posso forçá-lo a aceitar mas também não o quero em minha vida.

- Não pode fingir que ele não é mais seu pai.

- Talvez não, mas não ficarei calado quando ele desrespeitar Niall ou à mim.

- Zayn, quando decidiu ficar com Niall, você sabia que nem todos aceitariam de braços abertos.

- Eu não vou sorrir pra ele aos domingos enquanto assistimos futebol sabendo que ele não me aceita como sou. Desculpe! - Levantei do sofá.

- Filho.

- Eu volto pra dormir.

Se ele não quer fazer parte da minha vida por completo, não deixarei que passa parte apenas da metade.

 

OBSERVADOR

- Dois drinks, por favor. - Pedi.

- Dois drinks? Está esperando alguém?

- Sim, e não deve demorar.

Dou risada quando lembro que Maura Horan está atrás das grades. E seu filhinho está tão sofrido, tão magoado com a mamãe e isso me traz tanta felicidade.

- Isso é o que chamo de um encontro, melhor do que aquele lugar horrível e fedorento que você esconde suas armas contra Niall. - Sentou-se comigo.

- Aqui está. - A garçonete serviu os drinks e saiu.

- Eu decidi atender seu pedido. - Sorri.

- Eu tenho notícias não muito boas.

- O que houve?

- Ed nos traiu.

- Isso eu já sei. Que desgraçado!

- Ouvi a gravador que você plantou na fantasia que deu pra ele usar. - Disse.

- Mas aquele maldito ruivo não perde por esperar.

- O que está pensando em fazer com ele? - Perguntou, enquanto tomava o drink.

- Você verá. - Gargalhei.

- Eu vou fechar a conta dele na pousada que o deixamos.

- Cuidado. Ele não pode te ver!

- Ele não vai ver. O que é isso? - Notou que eu estava mexendo na minha mochila.

- É um envelope que roubei da Maura há algum tempo.

- E o que vai fazer? Destruir?

- Vou entregar ao Niall. - Respondi.

- Vai dar pra ele? Que envelope é esse?

- Esse envelope com certeza vai deixar o duende de olho em pé.

- Qual o objetivo de aterrorizar esse garoto?

- Vingança... Niall não sabe mais ele é o motivo de toda desgraça que aconteceu comigo. Eu o odeio!

- E atormentá-lo, destruir a vida dele é melhor do que matá-lo. Certo?

- Parece que você está aprendendo como eu penso.

- Vai precisar de mim pra dar um jeito no Ed?

- Não, amor.

- Se precisar...

- Sei que sempre poderei contar com sua ajuda. - Abri um sorriso.

- Temos uma grande amizade, mais que isso, somos como... Gêmeos.

 

AUTOR

Minutos depois, Justin estava caminhando em direção à uma praça distante de sua casa. Sentou-se num banco, pareceu estar esperando por alguém.

Um carro se aproximou e buzinou. Justin entrou no tal carro em seguida.

Foram para um lugar distante do movimento de Londres. Havia um bosque totalmente deserto.

- Acho que aqui está bom. - Disse o garoto.

- Tem certeza que ninguém encontrar o celular da Selena por aqui? - A pessoa que estava com ele temia o pior.

- Ninguém irá encontrá-lo aqui. Pode confiar!

- Paul está preso, o processo já foi arquivado, ele vai ser condenado pelo assassinato da irmã.

- Eu tenho muito medo de ir pra cadeia. - Camila estava muito nervosa.

- Depois que esse celular sumir, não existirá mais nada que nos ligue ao assassinato da Selena. Vamos parar de nos preocupar com isso.

- E depois que voltarmos nunca mais tocaremos nesse assunto.

- Se depender de mim... Temos um trato, não temos, Camila?

- Temos. - Confirmou ela.

 

NIALL HORAN

A noite chegou...

Estava tudo pronto para eu ir até a tal casa dos gritos silenciosos daquela história maluca que Camila contou.

- Acabei de falar com Louis, ele disse que eles vão ficar em um carro próximo a tal casa velha. - Falou Zayn.

- Ed não pode nem sonhar que eles estarão lá ou ele irá fugir.

- Eu já avisei sobre isso. É quase 20hrs, já está na hora de irmos.

- Vamos.

Entramos no carro. Abaixamos o vidro escuro para que Zayn não seja visto.

- Chegamos. Está preparado?

- Estou. Qualquer coisa eu vou ligar.

- Você pode gritar.

- Zayn, vai dar tudo certo.

- Eu te amo, se cuida.

- Também te amo. - O beijei, ainda dentro do carro.

Ao sair, olhei de um lado para o outro, avistei até o carro do Justin que também estava com os vidros fechados.

Quando passei pelo portão da casa velha liguei minha lanterna. Eu poderia esperar por Ed ali, mas talvez ele estivesse lá atrás.

Ouço um barulho que veio de alguns arbustos.

- Ed? - Não obtive resposta. - Ed, é você?

De repente toda a energia da casa é ligada e avisto algo terrível.

- Oh, meu Deus! Socorro... - Gritei.

Ed estava em pedaços... Suas pernas foram arrancadas e estão penduradas por uma corda, seus braços igualmente e sua cabeça estava cravada em um pedaço de madeira que estava enterrado no chão.

- Socorro...



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