História Half A Heart(SEGUNDA TEMPORADA - FINAL) - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Arianagrande, Bissexual, Elounor, Gay, Harrystyles, Joshdevine, Justinbieber, Larrystylinson, Liampayne, Louistomlinson, Mistério, Niallhoran, Romance, Romancegay, Romanceziall, Suspense, Zaynmalik, Ziall, Ziallhorlik
Visualizações 29
Palavras 2.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 35 - Sinto sua falta


Fanfic / Fanfiction Half A Heart(SEGUNDA TEMPORADA - FINAL) - Capítulo 35 - Sinto sua falta

NIALL HORAN

Quando passei pelo portão da casa velha liguei minha lanterna. Eu poderia esperar por Ed ali, mas talvez ele estivesse lá atrás.

Ouço um barulho que veio de alguns arbustos.

- Ed? - Não obtive resposta. - Ed, é você?

De repente toda a energia da casa é ligada e avisto algo terrível.

- Oh, meu Deus! Socorro... - Gritei.

Ed estava em pedaços... Suas pernas foram arrancadas e estão penduradas por uma corda, seus braços igualmente e sua cabeça estava cravada em um pedaço de madeira que estava enterrado no chão.

- Socorro...

Minhas pernas estavam totalmente paralisadas, meu corpo não se movia.

- Niall. - Zayn adentrou a casa gritando.

- Ed...

- Ah, meu Deus. Não olha! Vamos sair daqui.

Eu estava em choque. Zayn me tirou dali.

- O que houve? - Justin apareceu também.

- Ouvimos gritos. - Disse Eleanor.

- O que houve lá dentro? - Perguntou Ariana.

- Porque não olham com seus próprios olhos? - Disse Zayn.

- Eu quero sair daqui. Eu tenho que ir pra casa. - Repetia isso sem parar.

- Calma, meu amor. Eu vou te levar pra casa mas tenho que chamar a policia antes.

Entrei no carro, minhas pernas estavam tremendo de tamanho susto.

ALGUNS DIAS DEPOIS.

Hoje é sexta-feira. O colégio foi tenso essa semana, a morte do Ed e a forma bruta como ele foi assassinado mexeu com todos. Nem imagino a dor que sua família está sentindo, não bastou terem pensando que ele estava morto e quando descobrem que ele não havia morrido a notícia vem acompanhada da outra avisando que ele está morto.

O que eu vi domingo passado naquela casa velha ficará gravado para sempre na minha cabeça.

Me despedi de Zayn cedinho porque meu pai foi buscar pela manhã no colégio, vamos fazer uma viagem à Irlanda e só retornaremos domingo. Com certeza irei morrer de saudades do Zayn mas essa viagem é preciso. O Observador me entregou o envelope que ele/ela roubou da minha mãe dias atrás. Então convenci meu pai que devíamos ir à Irlanda passar o fim de semana, pois quero investigar o segredo que a mãe escondia.

Dentro do envelope havia um documento muito importante. Ainda não tive coragem de contar à Zayn, nem sequer ao meu pai. Quero descobrir por mim mesmo e depois de ter a confirmação contarei à eles.

Ao descer do carro avistei meu novo vizinho, nem tão novo assim. Ele se mudou para o bairro há cerca de uma semana, seu nome é Nick Jonas. Conheci ele domingo passado, o dia em que Ed... Foi morto.

- Bom dia. - Disse ele.

- Bom dia. - Respondi.

Meu pai já havia entrado.

- Não sabia que saía cedo do colégio.

- Não saio. É que hoje vou viajar e meu pai foi me buscar mais cedo no colégio.

- Viajar? Vai curtir um fim de semana no Havai?

- Não, não. - Ri.

O Nick era lindo. Cabelos encaracolados, olhos chamativos...

- Eu também estou de malas prontas. - Disse.

- Sério? E para onde irá viajar?

- Irlanda.

- O quê? Mas eu estou indo para a Irlanda.

- Não.

- Sim. - Confirmei sorrindo.

- Não acredito. - Riu.

- O que vai fazer na Irlanda?

- Vou visitar uma tia. O marido dela faleceu semana passada.

- Meus pêsames!

- Tudo bem, eu não o conhecia. Minha tia é muito apegada à Irlanda, apesar de não ser irlandesa.

- Eu adoro a Irlanda, mas não vou lá desde muito pequeno. - Falei.

Eu não vou a Irlanda há muito, muito tempo e agora sei o motivo, o porquê da minha mãe não querer visitar nosso país.

- Niall, vamos. Ainda precisamos terminar de fazer as malas. - Gritou meu pai.

- Tenho que ir.

- Até logo.

Nick era bem gatinho, não posso negar.

 

AUTOR

A noite chegou, a lua estava cheia e os britânicos ficavam deslumbrados com as estrelas iluminando o céu.

Justin jantou na casa da namorada esta noite. Depois foram para o quarto.

- Você está linda. - Beijou a garota.

- Você também está um gato. - Sorriu. - Justin, eu te chamei aqui porque quero te contar uma coisa.

- Pode contar.

- Senta.

Sentaram na cama. Justin segurou a mão da amada.

- O que quer me contar? - Perguntou ele.

- Eu fiz uma coisa, uma coisa que eu não deveria ter feito e desde que aconteceu venho me sentindo muito culpada.

- O que fez?

- Na festa da Camila...

- É alguma coisa sobre o Observador?

- Não, é que a Lauren me beijou...

- A Lauren beijou você?

- Sim, e eu não fiz o que deveria que era ter recusado o beijo.

- Você correspondeu o beijo dela? - O olhar de Justin mudou.

- Eu não sei, ela me beijou e eu fiquei parada.

- Hoje teríamos a nossa primeira noite de amor, Ariana.

- Teríamos? Não quer mais ficar comigo?

- Eu acho melhor ir pra casa.

- Espera, Justin. Por favor, me perdoa por tudo.

- Finalmente eu sai daquele lugar horrível, depois de tudo que já enfrentamos. E agora isso? É demais!

- Eu amo você muito, muito mesmo.

- Eu também te amo, Ariana. Você é a garota que faz o meu coração acelerar e ao mesmo tempo consegue acalmá-lo.

- Meu, amor. Eu não quero cancelar a nossa noite.

- Eu não estou mais a fim.

- O quê?

- Estou decepcionado com você.

- Me escuta, eu juro que não significou nada.

- Até segunda-feira no colégio. - Justin bateu a porta do quarto.

- Não. - Ariana deitou-se na cama. - Me perdoa! - Sussurrou a si mesmo.

Algumas lágrimas começaram a sair dos olhos de Ariana.

- Filha. - Sua mãe bateu à porta.

- Oi, mãe. - Ariana enxugou as lágrimas. - Pode entrar.

- O que houve, querida? - Adentrou o quarto.

- Estou bem.

- Justin saiu às pressas e nem falou comigo. Está tudo bem?

- Vai ficar.

- Brigaram?

- Mãe, eu realmente não estou a fim de falar sobre isso agora.

- Ariana, vocês já enfrentaram tantas coisas.

- E parece que o destino não quer que fiquemos juntos.

- Ele te ama e você ama ele.

- Eu posso ficar sozinha? Estou cansada, o colégio foi puxado essa semana.

- Claro. Se precisar conversar...

- Boa noite, mãe.

Pobre Ariana, seu coração estava apertado. Hoje ela teria uma noite de amores com seu amado, ela não estava confortável em ficar com ele sem contar sobre o beijo e agora está sozinha e triste.

E não era só Ariana e Justin que estavam enfrentando problemas no relacionamento. Louis e Eleanor estavam prestes a terem a primeira briga.

Os dois saíram para jantar em um restaurante chique de Londres. O local era muito procurado pelos britânicos e era conhecido por ser servir pratos exóticos e caros.

- Ah, eu preferia estar comendo sushi. Não gostei de nada que está no menu. - Reclamou Eleanor.

- Pede qualquer coisa.

- Se eu fosse você eu faria um esforço para me agradar já que passou a semana conversando com a Ema.

- Ema e eu temos os mesmos gostos.

- Claro. Com certeza perceberam isso depois de terem passado horas conversando pelos corredores do colégio enquanto eu estava plantada na fila do almoço esperando pelo meu namorado.

- Eleanor, qual é a sua? Está com ciúmes da Ema? Você sabe que ela tem namorado.

- Um namorado que não estuda no nosso colégio, isso quer dizer que eles mal se falam.

- Só porque não se falam muito não quer dizer que não haja amor.

- Eu quero ir pra casa.

- Eleanor, quê isso?

- Eu não gostei de você ter passado a semana de conversinha com outra garota.

- Eu não queria ficar te sufocando o tempo todo.

- Eu te amo, Louis. Você sabe que eu amo muito, mas agora que estou com você eu só quero ficar com você 24hrs por dia.

- Não podemos nos sufocar assim.

- Não quero mais que fale com a Ema.

- Como é que é?

- Você me ouviu! Quero que deixe de falar com a Ema. Não quero vê-los juntos nunca mais.

- Eleanor, isso é loucura. Estudamos na mesmo turma, não posso simplesmente ignorá-la.

- Não entendeu? Não quero vê-los juntos nunca mais.

- Você está perdendo o juízo.

- Ainda não, mas perderei se te pegar com aquela garota outra vez.

- Você já passou de todos os limites hoje. Eu vou sair daqui.

- Não ouse me deixar aqui sozinha.

- Eu cansei de te ouvir falar besteiras a noite toda. Te trouxe no melhor restaurante da cidade e tudo que sabe fazer é reclamar, reclamar e reclamar.

- Quer saber? Pode ir. Vá para onde quer que seja, Louis Tomlinson. Vá! - Gritou.

Todos no restaurante começaram a olhá-los.

Louis não disse mais, abaixou a cabeça envergonhado e retirou-se do restaurante.

No mesmo instante, Camila e Lauren conversavam sobre amor.

- Eu já encontrei o amor da minha vida. Só quero que ser correspondida. - Disse Camila.

- Não vai me dizer que está apaixonada? - Brincou Lauren.

Camila convidou Lauren para passar o fim de semana em sua casa. Após o jantar foram para o quarto.

- Eu não tenho coragem de dizer o que sinto.

Lauren segurou as mãos da amiga e disse:

- Se sente mesmo algo por essa pessoa deve dizer, Cam. Não pode deixar o amor fugir assim.

Lauren nem imagina que Camila se refere à ela.

- Talvez algum dia eu diga o que sinto, agora não.

- Não espere muito. - Disse Lauren.

- Eu quero mais coockie.

- Quer? Vou buscar. - Lauren desceu para buscar mais coockies.

Camila respirou fundo olhando para o forro de seu quarto. Seu coração pulsava forte toda vez que tocava Lauren.

- São os últimos. - Lauren retornou da cozinha com alguns coockies.

- Obrigado.

- Cam, eu queria compartilhar uma coisa com você. Claro, você é minha melhor amiga. - Lau ficou tímida.

- Quer compartilhar algo comigo? Conte. Estou curiosa!

- Eu beijei a Ariana.

- Você fez o quê? - O mundo parou para Camila.

- Na sua festa. Ela estava toda carinhosa comigo e não resisti.

- Ela... Ela não hesitou... Seu beijo?

- Não. Sei que ela está apaixonada pelo Justin, mas eu gosto tanto dela.

- Bom, se gosta tanto dela assim acredito que terá problemas com Justin.

- Acho que ela não contou à ele.

- Lauren, não devia criar tantas expectativas assim. Estamos cansadas de saber que ela é completamente louca por aquele garoto, nem quando ele esteve preso ela o deixou.

- Nossa, Cam. Eu abri o meu coração, meus sentimentos só pra você dizer que nada dará certo.

- Eu torço, torço muito pela sua felicidade. Eu só não acredito que será feliz com Ariana.

- Porquê diz isso?

- Lau, você não percebe mesmo, não é?

- Perceber o quê? Não estou entendendo.

- Nada. Eu acho melhor você ir pra sua casa.

- Me convidou pra dormir aqui.

- Eu sei, já estou até arrependida de ter convidado.

- Cam, o que houve? Porque está assim?

- Não é nada. Eu só estou a fim de ficar sozinha hoje. Me desculpe!

- Tudo bem. Se você quer ficar sozinha, eu entendo.

- Só preciso de um tempo agora...

- Estou indo!

Camila não disse mais nada e Lauren teve de voltar para sua casa.

Ao chegar em sua casa, Lauren não deixou de pensar no beijo do sábado passado. Aquele significava tantas e tantas coisas para aquela garota.

Ainda na mesma noite, Harry foi buscar Taylor Swift em seu apartamento.

- Adorei o carro! É seu? - Perguntou ela, ao entrar.

- Sim.

- Parece que você tem um bom gosto para automóveis.

- Não tenho bom gosto só para carros, meu bem.

- Galanteador, você é.

- Isso pra mim é elogio. - Sorriu ele.

- Aonde irá me levar?

- Eu conheço um barzinho aqui perto.

- Barzinho?

- Não gostou da ideia?

- Adoro barzinhos. - Riu.

Taylor estava divina!

Como disse o cacheado, o tal barzinho não ficava muito distante dali.

O casal sentou-se numa mesinha discreta, olhavam alguns garotos jogando sinuca ali pertinho.

- O que vai beber? - Taylor perguntou.

- Vodca com soda, um drink de limão e sidra. E você, amor?

- O mesmo.

- Pelo visto a séria e educada professora Taylor é uma grande cachaceira. - Harry brincou.

- Culpada da acusação. - Riu.

Harry não demorou muito com as bebidas e logo retornou à mesa.

- Obrigado.

- Posso te fazer uma pergunta?

- Todo encontro você tem uma pergunta? No nosso último encontro você perguntou porque eu morava sozinha.

- Sou curioso. - Riu.

- Qual será a grande pergunta desta vez.

- Porque você não me dá bola quando estamos no colégio?

- No colégio somos aluno e professor, não podemos ter certas intimidades, Harry.

- É só por isso?

- Sim. Porque está encanado com isso?

- Achei que estivesse a fim apenas de sexo.

Taylor quase engasgou com seu drink.

- Como?

Harry gargalhou e perguntou:

- Qual foi a graça?

- Nenhuma... Você é muito engraçado.

- Agora fiquei magoado. - Brincou.

- Por acaso sou muito mulher pra você?

- Não, é que seu cargo de professora...

- Me deixa superior?

- Isso. - Sorriu.

Conversaram por mais de 1hr entre risos e gargalhadas.

- Ei, aquele não é Louis Tomlinson?

- O quê? - Harry virou-se rapidamente e olhou para onde Taylor indicou. - Louis?

- Parece que ele está disposto a encher a cara hoje. Olha como ele bebe!

- Ele deve estar chateado com alguma coisa. Ele sempre bebe quando não consegue lidar com algo.

- Não sabia que conhecia ele.

- Éramos amigos.

- E não são mais?

- Você me dá um minuto?

- Claro.

Harry caminhou até seu ex namorado.

- Ei, Louis. Está sozinho aqui?

- O que você-ê ach-a? Está vendo a ingr-r-rata da Eleanor-r comi-migo?

- Ei, cara não pode encher a cara aqui sozinho. Não tem ninguém pra te levar pra casa.

- Você... Vo-o-cê precis-s-a me deixa-ar em paz.

- Não vou te deixar beber até desmaiar e dormir na calçada de alguém. Vem! - Coloquei seu braço por trás do meu pescoço.

- Tudo bem com ele? - Taylor levantou-se.

- Sinto muito, mas não quero deixá-lo aqui nesse estado. Se importa de irmos embora?

- Não, claro que não. Vamos!

Taylor me ajudou a colocar Louis dentro do carro.

Enquanto dirigia...

- Ele vai acordar amanhã com uma terrível ressaca. - Comentou ela.

- Estamos chegando em seu apartamento. - Falei.

Estacionei para Taylor descer.

- Me desculpe por isso. Prometo que vou te recompensar. - Disse.

- Cuida do seu amigo. Não se preocupe com nada. Obrigado!

- Tchau.

Louis passou para o banco da frente, quase não conseguia.

- Vou te levar pra casa. Me dá seu endereço.

- Você n-não sabe?

- Nunca me apresentou seus pais. Lembra?

- Eu-u não que-quero ir pra casa.

- Quer ficar na rua?

- Eu-u quero-ro você. - Louis puxou Harry para um beijo.

- Ei, ei. Para com isso!

- Você não quer-er?

- Não faz isso.

Louis tentava beijar Harry a todo momento. O cacheado estacionou para não sofrer um acidente.

- Eu sin-sinto sua falta...

- Não me tortura desse jeito. Logo hoje, logo agora que estou seguindo em frente conheci uma pessoa legal. Você não tem esse direito.

Ambos se olharam por alguns segundo e Harry quebrou o gelo:

- Que se dane!

O cacheado beijou loucamente Louis, suas línguas se misturavam freneticamente, pareciam sentir falta uma da outra.

O desejo tomou conta dos dois e fizeram amor ali mesmo com o carro estacionado e os vidros fechados.



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