História Half A Heart(SEGUNDA TEMPORADA - FINAL) - Capítulo 36


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Tags Arianagrande, Bissexual, Elounor, Gay, Harrystyles, Joshdevine, Justinbieber, Larrystylinson, Liampayne, Louistomlinson, Mistério, Niallhoran, Romance, Romancegay, Romanceziall, Suspense, Zaynmalik, Ziall, Ziallhorlik
Visualizações 41
Palavras 2.329
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Uma tragédia!

Capítulo 36 - Caminho da morte


Fanfic / Fanfiction Half A Heart(SEGUNDA TEMPORADA - FINAL) - Capítulo 36 - Caminho da morte

IRLANDA - MULLINGAR.

NIALL HORAN

Nos hospedamos em um hotel bem simples, nada luxuoso. Pedimos um quarto com duas camas.

- É bom estar de volta depois de tantos anos. - Disse meu pai. Estávamos em nosso quarto.

- 15 anos e nunca fizemos uma visita sequer.

- Eu sempre sugeri à sua mãe, mas ela nunca aceitava.

E agora eu sei o motivo...

- Pai, eu quero dar uma volta.

- Niall, quando esteve aqui você era um bebê. Você pode se perder!

- Hoje em dia ninguém se perde mais. Basta ter um smartphone.

- Tem certeza? Eu posso ir com você.

- Eu quero sim fazer um passeio com o senhor, mas pode ser a tarde. O que acha?

- Pode ser.

Ainda era 9hr da manhã. Não quero perder tempo, preciso descobrir se o documento que o Observador me enviou era mesmo da minha mãe.

O clima estava tão agradável em Mullingar. Vesti uma calça jeans preta, uma regata amarela e uma jaqueta preta. Estava pronto para sair! Guardei o documento na mochila e deixei o hotel.

O documento foi feito quando minha mãe deu a luz à uma criança. A data do nascimento foi borrada com marcador, o sexo do bebê também, assim como seu nome. O Observador me entregou apenas para me torturar porque praticamente não tenho nada nas minhas mãos. Por isso, estou indo até a maternidade onde o parto foi feito, preciso tentar descobrir mais informações, afinal, ao que parece essa criança é meu irmão.

Peguei um taxi para poder ir até a maternidade, seu endereço estava no documento também.

- Obrigado. - Paguei o taxista pela viagem.

O prédio era enorme. Agora eu preciso ser insistente e não posso sair daqui sem respostas.

- Bom dia. - Falei à recepcionista.

- Bom dia, garoto. Posso ajudá-lo?

- Dr. Brad Jones. - Falei o nome do médico que havia assinado o documento.

- Dr. Brad Jones não trabalha mais aqui, garoto.

- Não?

- Não.

Uma enfermeira que ouviu a conversa se aproximou.

- Está procurando o Dr. Brad Jones? Ele não trabalha mais aqui faz uns 4 anos.

- E sabe onde posso encontrá-lo? É urgente!

- Infelizmente não.

- Eu preciso muito falar com ele.

- Sinto muito. - A enfermeira percebeu minha preocupação. - Mas posso te dar o último endereço dele.

- Seria ótimo.

- Não sei se ele mora neste endereço ainda, mas pode tentar. - Anotou o endereço num bloquinho de notas e me deu.

- Obrigado mesmo. - Agradeci.

Tive que pegar outro taxi para chegar ao outro endereço.

Uma casa descuidada, precisando muito de uma demão de tinta.

Toc toc

Bati à porta.

Toc toc

Insisti...

Toc

Um senhor abriu a porta.

- Quem é você?

- Bom dia, senhor. Meu nome é Niall, eu soube que trabalhou por muitos anos em uma maternidade aqui e...

- Shhh... Desculpe, mas me aposentei.

- Eu não quero seus serviços, só quero fazer algumas perguntas sobre um parto que aconteceu há alguns anos. Talvez o senhor lembre de alguma coisa que possa me ajudar.

- Bom, entre, por favor.

- Obrigado.

Adentrei a casa do Doutor.

- Sente-se ali. Fique à vontade!

Assim o fiz.

- Eu espero não estar atrapalhando...

- Ah, não se preocupe. Eu não estava fazendo nada.

- Não sei se o senhor lembra, mas há alguns anos uma mulher deu entrada na maternidade em que o senhor trabalha, seu nome é Maura Horan.

- Maura Horan, Maura Horan... - Pensou.

- Ela teve deu a luz à uma criança e quero saber sobre ela.

- O nome não me traz nenhuma lembrança.

- Tem certeza? Por favor, é importante.

- Desculpe!

- Trouxe uma foto dela aqui comigo. - Mostrei a foto em meu celular.

- Oh, garoto. Eu lembro perfeitamente desta mulher.

- Lembra?

- Jamais poderia esquecer esse rosto. Claro que ela envelheceu um pouco durante todos esses anos, mas eu a reconheceria em qualquer lugar. Ela entrou às pressas estava prestes a dar a luz, fiz o procedimento. Ela teve um filho aqui.

- Um filho? Não foram dois?

- Apenas um.

Então em que maternidade ela foi quando eu estava prestes a nascer?

- Fale mais, por favor.

- Ela rejeitou o bebê!

- O quê?

- Lembro-me muito bem. Ela não quis o filho que havia acabado de sair do seu ventre.

- Tem certeza disso?

- Sim, lembro-me muito bem. Assinei a ficha de entrada na maternidade e mandei ela pra casa em poucos dias.

- Sabe o que houve com o bebê?

- Não.

Ela teve mesmo outro filho! E agora, onde deve estar essa criança?

 

AUTOR

LONDRES - REINO UNIDO

Ariana estava tão triste depois que contou a Justin sobre o beijo com Lauren. Ele não atendia suas ligações e nem respondia suas mensagens.

Sentou-se no sofá da sala de estar, enrolando alguns fios de cabelo com o dedo indicador.

O telefone tocou... Ariana não via a necessidade de atender o telefone fixo, afinal se alguém quisesse falar com ela, era só ligar para seu celular.

Ela atendeu a chamada e ninguém respondeu.

CHAMADA ON

Ariana: Alô? Não vai responder? Vou desligar!

Linha: Olá, meu amor. Sentiu saudades?

Ariana: Ah, meu Deus. Não, me deixa em paz.

CHAMADA OF

Era o antigo padrasto de Ariana, o homem que praticava abusos à ela. Desde o ocorrido ele está preso, pelo menos, até agora...

O telefone tocou novamente... E outra vez...

Sua mãe havia saído cedo, ela estava sozinha em casa.

O telefone tocou outra, Ariana atendeu!

CHAMADA ON

Ariana: O que você quer?

Linha: Eu quero você, meu amor.

Ariana: Desgraçado. Você devia estar preso!

Linha: Eu quero ver você.

Ariana: Vou desligar e chamar a policia.

Linha: Se fizer isso... Eu mato sua mãe.

Ariana: Não pode machucá-la se estiver na cadeia.

Linha: Eu fugi de lá. O que te faz pensar que não fugirei novamente?

Ariana: Me deixe em paz.

Linha: Eu quero encontrar você, Ariana.

Ariana: Está louco se acha que vou encontrá-lo.

Linha: Sabe aquela praça que sua mãe adorava passear? Estarei esperando por você lá e é bom que apareça.

Ariana: Não irei.

Linha: Se não aparecer, sua mãezinha morre.

CHAMADA OF

A pobre garota ficou desesperada, sua mãe saiu cedo e até agora não retornou, também não avisou para onde iria. E se ele já estiver com ela, como refém?

Dominada pelo desespero, Ariana foi até a tal praça. Esperou por alguns minutos, a todo momento ela olhava de um lado para o outro. Suas pernas tremiam.

Um carro escuro parou ali, quando Ariana avistou-o, seu ex padrasto estava sorrindo para ela. Um medo imenso a dominou naquele momento. A vontade que ela tinha era de correr o mais longe possível da vista daquele homem imundo.

Não teve outra saída, entrou no carro.

- Como vai, meu amor? - Perguntou. Ariana não respondeu, já estava chorando.

- O que quer de mim?

- Quero apenas dar uma volta com você.

- Cadê minha mãe?

- Eu não vejo ela desde que fui para a cadeia.

- Não sequestrou ela?

- Não. - Gargalhou.

O homem dirigiu até uma área deserta, seguiu por uma estrada de terra distante da cidade. Estacionou em uma casa abandonada, totalmente isolada.

- Está vendo isso? - Tirou um revólver da cintura. - Eu vou atirar na sua cabeça se tentar algo.

- Minha mãe vai sentir minha falta e a policia com certeza irá nos avisar sobre sua fulga. Ela não é burra, vai ligar os fatos.

- Eles não irão nos encontrar aqui. Roubei esse carro, tenho algum dinheiro, consegui essa arma com um colega.

- Não vai se dar bem. Você pode fugir pra longe, eu posso ajudar você.

- Cala a boca.

- Você está prestes a cometer um erro. Eu tenho dinheiro, posso roubar da minha mãe e entregar à você.

- Tudo que eu quero está aqui bem na minha frente. - Ele acariciou o rosto dela. Ariana sentiu repulsa.

- Por favor, não faz nada de mal comigo.

- Só quero o que eu não consegui da outra vez. - Sorriu.

Ele a pegou pelos cabelos e adentrou a tal casa, o desgraçado já havia preparado tudo, em seguida a jogou no chão com violência.

- Por favor, pare!

Agarrou em seus cabelos novamente e disse:

- Você não vai sair daqui enquanto não transar comigo.

Os olhos da garota, agora assustados, jorravam lágrimas de desespero.

- Vou ter que sair. É melhor não tentar nada enquanto eu estiver fora. - Ao sair, trancou a porta com uma corrente.

Ariana não sabia o que fazer, lembrou que o celular estava no bolso da sua calça moletom.

- Ah, meu Deus! - Rapidamente agarrou o celular.

O sinal estava fraco demais para fazer uma chamada. Então ela decidiu tentar encontrar uma saída, não havia nenhuma, as poucas janelas estavam lacradas e a porta dos fundos também. A única saída era ficar andando pela casa com o celular procurando sinal.

- Vamos... Vamos... - Suas mãos estavam tremendo, seu corpo todo tremia.

Um pouco de rede surgiu, ainda era impossível fazer uma ligação, então ela digitou uma mensagem:

"Socorro! Fui sequestrada pelo meu ex padrasto, ele está totalmente fora de si. Lembra quando fomos aquele lago ao leste da cidade? Estou por aqui! Sei disso porque passei pelo lago. Por favor, me ajude!" - Ariana Grande

A mensagem foi enviada para o seu namorado. Agora era só torcer para que ele pelo menos abra a mensagem.

 

NIALL HORAN

MULLINGAR - IRLANDA

O fato de eu ter um irmão ou irmã não saía mais da minha cabeça, tentei ficar no hotel com o pai, mas não consegui. Sai para dar uma volta pelas redondezas.

Havia um cantor de rua, fiquei parado ouvindo ele cantando por uns minutos. Sua voz era linda!

- Não acredito que encontrei você... - Nick apareceu e me deu um abraço!

- Nick, meu Deus! - Fiquei feliz em vê-lo.

- Eu juro que não imaginava encontrar você.

- Nem eu. - Sorri. - E como está sua tia?

- Ela está bem melhor despois que eu cheguei.

- Que bom!

- Você está bem? Parece abatido!

- Desculpe, é que tem tanta coisa acontecendo que fica difícil acompanhar. - Forcei um sorriso.

- Vida complicada, você já comentou comigo uma vez.

- Já? - Sorri.

- Sim. Quer me acompanhar num café?

- Quero.

Fomos caminhando rua acima conversando, ele me contou mais sobre sua vida. Estava nascendo uma nova amizade entre nós dois. O Nick conseguia atrair minha total atenção, ele tinha algo, que de alguma forma, me cativava.

Entramos em um cafeteria que havia ali. Pedimos dois cafés expressos.

- Pelo visto esse Zayn te apoia muito, não é?

- O Zayn ele é uma pessoa incrível, sabe dar ótimos conselhos e sempre está ao meu lado quando preciso.

- Nossa. - Sorriu.

- O que foi? - Percebi algo.

- Você fala desse cara como se fossem irmãos...

- Zayn... Ele é meu namorado.

- Seu namorado? Eu não sabia que era gay.

- Ele é o amor da minha vida.

- Ah, eu tive um amor assim há um tempo atrás.

- E o que houve com ele?

- Não acabou bem. Ela se envolveu com outro cara e teve um fim trágico.

- Que horror!

- Pois é.

Ficamos conversando por muito mais tempo.

 

AUTOR

LONDRES - REINO UNIDO

Após receber a mensagem desesperada da namorada, Justin chamou a policia. Ele lembrava muito bem do local, havia um lago, Ariana disse que passou pelo lago quando estava sendo levada.

- Eu não posso ficar aqui parado enquanto Ariana está em perigo. - Justin estava bem nervoso.

O garoto pediu a ajuda de Louis. Os dois acabaram de deixar a delegacia local.

- Calma, amigo. Nada vai acontecer com ela.

- Eu não tenho tanta certeza assim, Lou. Eu quero ir até o local.

- Tem certeza disso?

- Sim.

Justin estava com seu carro, os dois amigos partiram para o local.

Alguns minutos se passaram e Ariana estava cada vez mais desesperada.

- Socorro! Socorro! Alguém me ajude, por favor! Socorro!

Seus gritos são interrompidos pelo som da corrente e do cadeado sendo aberto.

- Não perca seu tempo, meu amor. Ninguém nunca vai encontrar você. Aqui é muito deserto.

- Se afasta de mim. - Gritou ela.

O homem a pegou pelo pescoço e começou a apertar... Acochando cada vez mais... Depois a jogou no chão novamente.

- Depois que eu conseguir o que quero, vou atirar na sua cabeça. - Sacou a arma e apontou para a cabeça da garota.

- Eu só quero ir pra casa, por favor. - Implorou inutilmente.

O homem começou a tentar beijá-la, puxava seus cabelos, Ariana gritava sem parar, ele rasgou bruscamente a calça moletom que ela usava.

- Não, por favor! - Suplicou!

Enquanto isso, Justin e Louis chegavam na região.

- Já passamos do lago, ela não deve estar muito longe. - Disse Justin.

- Vamos entrar na floresta.

Os dois foram procurar no meio da floresta, andaram por alguns minutos e nada.

- Ariana. - Gritou Justin.

- Cara, vamos voltar para o carro e continuar pela estrada. - Sugeriu Louis.

- Ariana. - Gritou novamente. - Eu preciso encontrá-la.

Continuaram procurando pela floresta. Louis ouviu gritos distantes.

- Espera. Estou ouvindo alguma coisa! - Avisou!

Justin ficou silencioso para tentar ouvir também.

- É ela. - Correu em direção aos gritos. Louis fez o mesmo.

Avistaram a tal casa abandonada. Os gritos de Ariana ficaram mais intensos.

- Ela está ali. - Disse Louis.

Justin correu e começou a chutar a porta, sem parar.

- Ariana, eu estou aqui! - Gritou. Os chutes continuaram.

- A policia está à caminho. - Gritou Louis.

Um tiro foi ouvido dentro da casa. Justin e Louis olharam-se temendo o pior.



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