História Half a Soul - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jessica Jarrell, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Belieber, Bieber, Drew, Janne, Justin, Romance
Exibições 18
Palavras 976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Curtinho mas....

Capítulo 17 - Magst du mich?


Castiel Wade — Point Of View

 

Sabe como eu sei que coisas ruins estão para acontecer? Quando Olívia vem falar comigo. Nós temos nossos assuntos, claro, mas na maioria das vezes sou eu quem vai até ela. Mas justamente hoje as coisas estão sendo diferentes.

— Dê um jeito na sua namoradinha. -Ela diz rudemente, atraindo um pouco de atenção dos alunos que transitavam pelo corredor.

— Do que está falando? -Questiono, afastando-me um pouco dela.

— Sua vadiazinha está chantageado a Lisa. Ela tirou fotos nossas juntas e está usando isso para descobrir quem é o pai biológico dela. -Explica. A cada frase que a loira falava mais vermelha ela ia ficando, raiva.

— Achei que ela nunca fosse descobrir. -Rio, o que a deixa mais irritada. Esse casinho entre a professora Foster e Olívia ocorre desde que Lisa chegou a SMC.

— Castiel, ouça bem o que vou te dizer, não me interessa nem um pouco os seus sentimentos por ela, se não der um jeito nessa situação, eu farei questão de dar um fim nela. -Enquanto fala, mantém o dedo indicador pressionado em meu peito. — E nessa relação idiota de vocês.

Se eu fosse covarde o suficiente, bateria nela, eu daria a Olívia Stuart a surra que todos querem dar, porém não têm coragem, a surra que ela merece por ser tão megera, e por transformar a vida de todos num inferno.

— Já acabou? -Tiro sua mão de mim. — Não chegue perto da Anne, e não teremos problemas.

— Tire ela do meu caminho e realmente não teremos problemas.

Por volta de 12h30min fui procurar Anne. Eu detesto Olívia, mas levo as ameaças dela muito a sério. Se de alguma forma Anne a ameaçou, não vai demorar até que ela queira revidar.

Como de costume, eu a encontrei sentada perto da velha estufa. Ela falava ao telefone e não parecia nem um pouco feliz, se ele subisse uma oitava a mais em sua voz, gritaria.

— Você não pode me proibir! -É a última coisa que diz antes de desligar.

— Hey! -Sento-me ao seu lado no chão e beijo-lhe a bochecha. — Está tudo bem?

— As coisas nunca estão bem pra mim. -Suspira, deitando sua cabeça em meu ombro. — Meu pai, Robert, não quer que eu procure o Ethan, seja ele que for. Ele tem medo que eu me machuque, ou de alguma forma, acabe colocando minha vida em risco! O que me faz crer que ele sabe alguma coisa, mas não quer me contar.

— Talvez ele esteja protegendo você.

— A questão é, de que?

Na verdade eu também não entendo o porque de tanto segredo no que diz respeito ao pai biológico dela, o que de tão ruim pode ter nessa história toda? Tudo bem que eu já estou começando a perceber que quando se trata da Anne as coisas são sempre bem maiores do que parecem.

— Já sei de algo que vai te animar. -Levanto-me e a puxo para fazer o mesmo. — Vamos a praia, depois jantamos no Paradise Bar. -Antes que ela possa contestar eu a interrompo. — E nem venha com a desculpa de que não tem biquíni porque eu sei que sempre carrega um na bolsa.

— Eu só ia dizer que a gente podia jantar lá em casa mesmo. -Ela ri. — Vamos a praia então.

É impressionante a forma como o semblante dela muda só de pisar na praia. O sorriso que brota em seu rosto, e a paz de espírito que contagia todos a volta dela. Essa é uma das razões pelas quais Anne chamou minha atenção, isso e o fato de ela ser a canadense/brasileira mais gostosa que já conheci. Chega a ser difícil ficar perto dela quando a única coisa que ela traja é um biquíni Tudo bem que já estivemos em situações bem piores, se é que me entende, mas vê-la de assim ainda é extremamente exitante.

— Sabe, é mais divertido quando você não fica me secando. -Atira um pouco de água em meu rosto.

— Desculpe, é inevitável. -Ela revira os olhos e volta as fracassadas tentativas de ficar boiando na água. Desde que entramos no mar ela está tentando fazer isso e tudo o que consegue é engolir água. — Quer ajuda?

— Acho que eu sou capaz o suficiente para conse... -Sua frase foi interrompida pela pequena leva de água que entrou em sua boca, de novo. — Okay, talvez eu precise de ajuda.

Rindo, me abaixei ao seu lado; coloquei uma de minhas mãos em sua nuca e a outra na base de sua coluna.

— Agora, relaxe. -Digo olhando atentamente para seu rosto levemente corado pelo sol. Ela estava exitante. — Pode confiar, não vou te soltar até que peça.

— Como vão as coisas com a Olívia? -Questiona após algum tempo, seus olhos estão fechados e sua expressão neutra, o que dificulta saber suas intenções por trás de tal pergunta.

— A mesma coisa de sempre. Por que o interesse?

— Por nada. Só queria entender como consegue gostar dela.

— Não gosto da Olívia, eu a suporto apenas por termos... Assuntos em comum.

— Certo. -Ela ri. — Não foi isso o que me disse uns meses atrás.

— Muita coisa aconteceu desde então.

— Como por exemplo?

— Bom, nós fomos a uma racha, eu estava bêbado e você também, aí na hora que estávamos indo embora nós...

— Okay, já entendi. -Ela sai dos meus braços e abaixa-se a minha frente. — Você é ridículo, Cas.

— Mas você gosta de mim mesmo assim. -Envolvo sua cintura com meus braços fazendo-a se sentar em meu colo.

— Quem te contou essa mentira?

— Você gosta de mim? -Anne olhou-me atentamente por alguns instantes, talvez procurando algum indício de brincadeira, mas logo ela assentiu, juntando seus lábios aos meus. Isso nunca foi algo com o qual me importei, só que por alguma razão essa pergunta saiu, mais seria do que queria, admito, mas de certa forma eu estou feliz por saber que significo algo para ela.

 



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