História Half Blond Talents - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Atena, Calipso, Charles "Charlie" Beckendorf, Chris Rodriguez, Clarisse La Rue, Connor Stoll, Dionísio, Frank Zhang, Frank Zhang, Frederick Chase, Gleeson Hedge, Grover Underwood, Hazel Levesque, Hazel Levesque, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Jason Grace, Jason Grace, Júniper, Leo Valdez, Luke Castellan, Nico di Angelo, Paul Blofis, Percy Jackson, Piper Mclean, Piper McLean, Poseidon, Rachel Elizabeth Dare, Sally Jackson, Silena Beauregard, Thalia Grace, Travis Stoll, Treinador Gleeson Hedge, Tyson, Will Solace, Zeus
Tags Annabeth, Hdo, Heróis Do Olimpo, Nico, Percabeth, Percy Jackson, Pjo, Thalia, Thalico
Visualizações 337
Palavras 2.798
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Festa, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sim... desculpe-me, eu sei que está tarde, mas infelizmente eu escrevo pelo Word e na hora de copiar para o Spirit eu apaguei todo o capítulo.

Desculpe se não ficou bom ou grande o suficiente... tive que refazer para entregar no dia correto. Pelo menos tivemos dois caps desta fic só está semana.

Enfim... sem mais desculpas; aproveitem.

Capítulo 20 - Ela é virgem


POV Percy.

Fazia alguns minutos que a aula havia acabado, eram por volta das 18:40; eu e Annie caminhávamos despreocupadamente pelo corredor, meus braços por cima de seus ombros como um típico casal apaixonado. Passamos naquele mesmo corredor onde eu usei o pretexto e esconde a srta. O’leary para agarrar Annabeth, pela primeira vez.

- Por que está sorrindo feito um idiota. – Annabeth perguntou doce como um limão.

- Nada. – respondi rápido corando; e me segurando para não repetir o que houve naquele dia. Lhe dei um beijinho na bochecha para disfarçar, mas ela ainda me olhava desconfiada.

Por sorte não demoramos a chegar no dormitório; eu feliz da vida abri a porta para a sabidinha.

- Primeiro as damas. – disse com um falso tom cortes fazendo uma pequena reverência. Annabeth riu de mim antes de entrar na brincadeira.

- Obrigado ó nobre cavalheiro. – disse com a mão estendida; beijei sua mão e desatamos a rir antes de entrar no quarto.

A primeira coisa que eu queria fazer quando entrasse no quarto: agarrar Annabeth de jeito e aproveitar meu primeiro dia com minha namorada.

A primeira coisa que eu realmente fiz quando entrei no quarto: soltei um restinho por ver o imprestável do Jason deitado e acabando com minhas chances e dar uns amassos.

Jason estava bem de boa deitado, com uma coberta fina ou cobrindo da cintura para baixo e o peito desnudo. Eu até ficaria com ciúmes, afinal Jason é forte e mesmo que eu não seja gay... É bonito. Mas também é meu amigo, então vou tentar evitar mata-lo por ciúmes.

- Oi Jason. – disse Annabeth levemente desconfortável e acenando para meu amigo que retribuiu. Ela não parecia nem um pouco incomodada por ele atrapalhar nossa sessão de namoro.

- Oi Jason. – disse meio emburrado e com os braços cruzados; meu primeiro dia com namorada e tenho que aturar aquela vela loira aguada.

Me deitei na cama mais próxima mesmo, que notei ser a de Hazel (a única que não era beliche! Que injustiça!), Fiquei ali esperando ver se Jason se tocava. Annabeth pegou algo em seu espaço no closet e foi para o banheiro.

Esses pequenos minutos usei para pensar em como me livrar de Jason, talvez subornar Piper com maquiagens para ela tira-lo daqui (Vocês tem que ver, basta ela pedir que ele são correndo. Mas maquiagens ela tem aos montes... talvez sapatos?

Saio de meus devaneios quando a porta do banheiro é aberta novamente. Annabeth sai de la com um pijama de verão, bem... curto e sensual. Não vou mentir, eu encarei e muito, pernas grossas destacadas pelo short curto; bunda redonda cuja polpa estava visível; e ela estava sem sutiã, mesmo assim seus seios permaneciam firmes.

Olhei para baixo e dei um tapa na nuca de Jason; um tapa que o estalo chegou e fazer eco de tão forte. Annabeth me olhou assustada e meu amigo bravo.

- Que foi cara?! – perguntou bravo e esfregando a área atingida.

- Nem ouse olhar para minha garota! – bravejei com ele bravo, só a possibilidade de que alguém olhasse do jeito que eu olho para a Annie. – vai atras da Piper! – exclamei.

- Ta loko cara?! – perguntou bravo. – eu nem vi que Annabeth estava aqui! – ele fez uma pausa – e vou mesmo atrás da Pips! Pelo menos ela não da ataque de ciúmes! – dito isso ele se levantou. Ele estava só de cuecas debaixo das cobertas! Por sorte minha Annie é uma garota de respeito e virou para o outro lado. Que loiro, azedo, vela e ainda talarico!

Logo ele voltou devidamente vestido e saiu como uma tempestade bufando e batendo a porta, segundos mais tarde eu ainda ouvia seus passos duros e curioso ressoando pelo corredor silencioso.

- Hey Percy. – chamou Annabeth. Só agora percebi que ela havia se aproximado e estava prestes a se sentar do meu lado; e assim o fez.

- Sim sabidinha. – disse de repente me esquecendo a raiva e olhando docemente para ela, incrível como sua simples presença me acalmava.

- Isso foi errado. – disse seria enquanto eu passava delicadamente meu dedão por seu rosto, sentindo cada milímetro e pele cheirosa e macia que eu estava louco para beijar.

- Isso o que? – perguntei distraído ainda analisando suas feições perfeitas. Ela tirou minha mão de seu rosto antes de responder e eu a encarei com o cenho franzido.

- Você brigar com Jason. O Will tudo bem, ele é meu amigo e se eu não gostasse muito de você talvez até ela teria uma chance. – fiquei um pouco indignado, outro loiro aguado para me atrapalhar não. – Mas o Jason é seu amigo... nunca faria isso com você.

- Você não entende sabidinha. – suspiro antes prosseguir. – apesar de ser meu amigo, Jason é homem, e você é gostosa, seu pijama ficou magnífico, mas só para mim. – meus braços rodearam sua cintura e lhe roubei um selinho.

- Você tem que aprender a se controlar. – disse negando com a cabeça e tentando inutilmente recusar meus beijos.

- Ok. Então enquanto eu aprendo, o que sugere que façamos? – perguntei rouco próximo ao seu ouvido e com a voz muito maliciosa. Sim, eu queria transar.

- Que tal... – ela pareceu pensar. Acho que não entendeu a parte maliciosa. – Eu posso te ensinar a cozinhar! – sua empolgação era grande.

- Hum. – eu soltei um muxoxo desgostoso, mas diante de seu rostinho inocente e empolgado não pude dizer que ao invés de cozinhar eu queria fude-la completamente e sentir minhas bulas batendo em sua bunda enquanto minha mão fica perfeitamente marcada em seu bum bum gostoso e perfeito de tanto tapas que eu quero dar. Meio pervertido eu sei. – Ok. Vamos cozinhar.

Annabeth entrou na cozinha feliz da vida e me entregou um avental, olhei para aquilo e suspirei: é pela sabidinha. Ela já estava com o avental em cima do pequeno pijama e procurava alguns ingredientes no armário debaixo da pia; de modo que seu belo, branco e redondinho traseiro ficava empinado para mim; grande erro Annabeth.

Eu não queria cozinhar, queria outra coisa. Tirei minha camiseta enquanto Annabeth não olhava e vesti o avental por cima do peito desnudo; quando ela me olhou umedeceu os lábios e sei queixo caiu levemente. Eu sei que sou gostoso.

- Percy, normalmente usamos o avental por cima da roupa, e não a tiramos. – disse apesar e não desgrudar os olhos de mim.

- Estou com calor. – dei de ombros. Ela parecia desconfiada, mas respirou profundamente se acalmando e indo realmente cozinhar.

O prato em si era simples, um espaguete a quatro queijos que logo estava pronto; e o máximo que eu fiz foi ligar o fogão. Com o tempo de sobra Annabeth resolveu que uma saladinha de acompanhamento cairia bem.

Para fazer a salada ela estava inclinada no balcão da cozinha o que me fazia ter uma visão privilegiada de sua bunda.

Suspirei com aquela visão dos Deuses e logo me direcionei atrás de Annabeth; meu corpo ficou bem colado ao dela, de modo que eu pus as minhas mão em sua cintura e a ouvi suspirar. Minha boca se direcionou ao seu ouvido e mordisquei levemente seu lóbulo, minha mão se apoiou na dela para ajudar a cortar os legumes que já haviam sido esquecidos

- O que pensa que está fazendo Percy! - ralhou comigo; ela parecia meio brava mas eu sentia um fiozinho curto de desejo em sua Voz.

- O que eu deveria ter feito desde o começo; sem deixar você me trazer para cozinhar. Com certeza não era isso que eu queria fazer. - Disse rouco ao pé do seu ouvido a ouvindo suspirar aprovadora; segurei mais firmemente sua cintura e a tirei de perto daquele balcão apoiando do outro lado na pia da cozinha; de modo que eu ficasse no meio de suas pernas. Minha boca se direcionou o seu pescoço e ali eu depositei alguns beijos de chupões.

- Percy para! - ela resmungou, mas de longe se via aquela não queria de modo algum que eu parasse. Então minhas mãos se firmaram mais ainda em sua cintura, e a ergui de modo que a levei novamente para o quarto esquecendo totalmente o macarrão que aliás já estava pronto. Larguei seu pequeno corpo sobre minha cama de modo não muito sutil, minhas mãos deslizaram por seu corpo esbelto. Ela era perfeita Deuses! diferente das reclamações que antes eram ouvidas agora apenas suspiros de aprovações saiam de seus lábios. Meus lábios tomaram os seus em um beijo quente e suas mãos agarraram os Pequenos fios de cabelo que cresciam desconcertados em minha nuca; minha língua adentrava sua boca de modo sedento. E volte e meia encontrava a sua trazendo pequenos choques ao corpo de ambos.

Agora eu já estava por cima,; dela não para machucar a final eu apoiava meu peso no meus próprios cotovelos; finalmente soltando seus lábios dei um beijinho em sua mandíbula descendo para nuca, pescoço e finalmente próximo ao seu busto.

De repente ela se levantou como se nada tivesse acontecido e ficou com os olhos arregalados à beira da cama parecia apavorada me sentei ao seu lado confuso.

- Annabeth, o que houve? - perguntei - Estávamos tão bem. - ela simplesmente suspirou. - Você não quer...? - deixei a pergunta no ar para que ela entendesse.

- Não Percy não é isso. - Ela começou a ficar vermelha. Me sentei ao seu lado ouvindo atentamente. – É que... – ela começou a ficar mais vermelha, se é que isso é possível. – eu meio que...

- Pode falar Annabeth. – encorajei lhe olhando. Será que foi algo que eu fiz? Se eu a constrangi ou fui rápido de mais, eu juro que eu me mato.

- Eu sou... – começou e suspirou tomando coragem. – eu nunca... – ela não pode terminar. Mas eu não precisava de mais nada; havia entendido.

- Você é virgem? – perguntei adivinhando. Ela assentiu ainda envergonhada. – e por que está com vergonha?

- É que... você já dormiu com dezenas, senão centenas de garotas. – disse morando o nada. Passei meu braço por seus ombros em um abraço de lado, ela escorou a cabeça em meu ombro. – e eu... nunca nem havia ficado sozinha em um quarto com um garoto. – com isso eu realmente fiquei surpreso. Ela é tão fofa e inocente. Sem nem perceber eu estava sorrindo.

Insegurança. Este é o problema dela, sendo o intitulado “pegador”, eu já havia tirado a virgindade de algumas garotas, mesmo não gostando delas, e tentava ser mais delicado do que sou, afinal é um momento delicado. Mas nunca funcionava, logo elas estavam gemendo e quicando como loucas.

- Isso nunca vai ser motivo de vergonha; e sim de orgulho. – lhe consolei. – É apenas mais uma prova de que eu escolhi muito bem e que você é diferente das vadias desta escola. – comecei a afagar levemente seus cabelos. – eu ficaria muito feliz de ser seu primeiro, mas não quero que se sinta insegura, faça quando se sentir bem e confiar o suficiente em mim. Se quiser fazer, vamos fazer quando quiser, mas se não, eu posso passar minha vida toda esperando seu tempo e vivendo só disso. – lhe roubei um selinho que arrancou uma gargalhada baixa dela. – não quero que se sinta pressionada, o corpo é seu eu só estou aqui para ajudar.

Depois que eu disse isso ela pareceu melhorar e até sorriu. Tudo que eu disse era verdade, eu esperaria a eternidade até que ela se sentisse confiante e segura de si.

- Valeu cabeça de algas. – agradeceu retribuindo o abraço. – Nem parece aquele egocêntrico que eu conheci. – brincou.

- Há... Mas não é por que na vamos transar que não vamos dormir juntinhos. – a puxei para uma cama qualquer e me deitei; trazendo ela para meu peito, ela riu pelo nariz e se aconchego enquanto eu dava leves e delicados beijinhos em seus ombros e pescoço.

Logo caímos no sono, esquecemos janta, esquecemos de coberta ou de ir para nossas próprias camas; queríamos apenas ficar perto um do outro.

- Sabidinha? – Chamei depois de alguns minutos de silêncio.

- Hum? – perguntou sonolenta se revirando em meus braços.

- Ta acordada? – pergunta meio idiota eu sei, é meio óbvio que eu a acordei.

- Agora estou.

- Quer sair comigo amanhã? Só eu e você? – perguntei já com uma ideia em mente.

- Não podemos sair da escola. – murmurou.

- Eu sou meu jeito. – dei de ombros. – topa? - insisti na pergunta. Ela pareceu pensar alguns segundos.

- Aonde? – perguntou agora mais desperta.

- em um parque aquático! – respondi animado.

- como?

- está perguntando demais. O resto é surpresa. Vamos? – insisti e a ouvi suspirar.

- Ok Perceu. Vamos. – disse e se aconchegou em meus braços, me concentrei enquanto sua bunda esfregava de um jeito gostoso mas minhas partes baixas. Ela é virgem! Para com isso cabeça de baixo!

Sorri radiante já preparando mentalmente minha surpresa. Adormecemos novamente; em uma cama que eu nem sabia de quem era e com a sabidinha em meus braços. Feliz.

POV Thalia

Logo que as aulas acabaram; ao invés de ir para o dormitório assim como todos os meus colegas, eu me dirigir para o pátio. Apesar de ser um lugar aberto, era um lugar belo que tinha grandes árvores onde eu podia descansar sem ninguém me importunar.

Não sei exatamente quanto tempo; mas garanto que foi bastante; eu fiquei lá. Eu acho que chegou a ser horas, quando olhei no relógio novamente já eram 19:40. Meus Deuses quando foi que o tempo passou tão rápido?! Ameacei levantar mas me interrompi por ver alguém parado atrás da árvore em que eu me encontrava. Franzi o cenho ao reconhecer Nico di Ângelo, ele não era muito de socializar, era um garoto legal, amigo de Annabeth. Até onde eu sei me comuniquei com ele algumas poucas vezes, mas não acho que podemos ser considerados amigos; mas bem que eu gostaria que fôssemos amigos, e até um pouco mais

- Eai Thalia. - Ele me disse quando notou que eu havia notado a sua presença.

- Eai Nico. - Respondi simplesmente; eu estava meio nervosa, o que me fez colocar as mãos no bolso de trás da calça para, pelo menos esconder o suor que elas emitiam. Ele se sentou no lado da árvore, e mesmo estando prestes a me levantar eu sentei também; o porque eu não fazia ideia, acho que queria conversar com ele. Ele fazia bem meu estilo sabe; roupas pretas, rock, é até engraçado dizer isso, eu sou exatamente como ele com apenas a diferença na tonalidade de pele, olhos e sexo.

Ele é extremamente clarinho parece um fantasminha mas é fofo. Notei que estava nervoso quando suas mãos começaram a esfregar freneticamente a calça; quando viu que eu me sentei ao seu lado; Notei também seu iPod pendurado no bolso defronte a sua calça, era uma música do Guns n' Roses reconheceria de longe não porque ouvi; apenas pelo nome que piscava na pequena telinha.

- Então Thalia... - Ele começou aparecendo envergonhado; juro que vi um pequeno rubor em suas bochechas, mas é passageiro, pois logo ele sumiu.

- Então... - Encorajei sua pergunta.

- Bom Annabeth queria que... eu e você... se a gente podia... - Ele parecia muito envergonhado ao dizer isso.

- Se a gente podia...? – Encorajei novamente

- Bom eu queria saber... se você queria... - Ele parecia muito envergonhado. Gente que garoto fofo!

- Se eu queria sair com você? – Adivinhei a possível pergunta. Ele abaixou a cabeça corado e assentiu - Pode crer Nico. – respondi a mim mesma, ele parecia abismado sem saber o que falar; então pensando rápido eu falei - Me paga no dormitório às 20:30 do sábado à noite, ele apenas assentiu, se levantou me deu um aceno, um beijinho na bochecha e foi embora; esse com certeza foi o pedido para sair mais estranho que eu já recebi. Ele parecia mais nervoso do que eu, e olha que eu queria receber o convite, mas não posso negar que estava feliz, ele era um cara legal e talvez para esquecer alguém você precisa alguém assim.

Voltei para o quarto saltitante bem a tempo de ver Percy e Annabeth deitados na MINHA, exatamente minha cama, abraçados, era tão fofo de se ver. Eca eu pareço a Hazel toda apaixonadinha e achando as coisas fofas. Caminhei até o banheiro e senti um cheiro de macarrão; eles tinham deixado o macarrão com quatro queijos prontinho na forma para comer.

    Mais tarde coloquei um pijama e resolvi que eu dormiria na cama de Annabeth já que ela estava só love com o namorado. Peguei uma tigela com uma pequena porção da janta, me sentei ali e fiquei assistindo TV e pensando em Nico. É eu acho que esse seria um bom encontro.


Notas Finais


Só eu acho que este ciúmes obssessivo e exagerado do Percy vai dar merda?

Nosso encontro Thalico esta próximo! Nico todo envergonhado... pelo menos convidou, apesar da Lia ter feito a pergunta.

Enfim... desculpe novamente se ficou algo errado e também a demora.
Está bem em cima da hora, tipo faltam dois minutos pra ser sábado.

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BJS E ATÉ!


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