História Half Of My Heart - Capítulo 21


Escrita por: ~ e ~Purple_NinjaS2

Postado
Categorias Justin Bieber, Kylie Jenner
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Drama, Fama, Justin Bieber
Exibições 451
Palavras 2.026
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Espero que ainda tenham pessoas aqui que se lembrem dessa Fanfic.
Eu sou a Purple_NinjaS2 e depois que a co-autora decidiu deixar a Fanfic, resolvi que eu mesma ia continuar sozinha. Eu tentei e tentei, fiz o enredo inteiro do que eu queria que acontecesse em um bloco de notas no celular, mas estava totalmente desanimada com a ideia de continuar depois que uma tinha pulado fora.
A questão é que essa semana eu recebi uma mensagem de uma leitura cujo o usuário é cellydrew (me desculpe se não podia dizer) e ela foi extremamente aquele ponto de ignição do qual eu precisava para continuar essa Fanfic e terminá-la então muito obrigada por ter feito isso! Você não faz ideia do quanto me ajudou com uma simples mensagem <3 Dedico esse capítulo a você <3
Enfim, para os leitores que ainda estão aqui, boa leitura <3

Capítulo 21 - Agora é oficial


Fanfic / Fanfiction Half Of My Heart - Capítulo 21 - Agora é oficial

Justin Bieber Point Of View:

— O que você quer fazer meu amor? — Mad tinha a cabeça deitada no colo da mãe, e ergueu o olhar até onde eu estava, de forma animada.

— Podemos ir ao cinema comer pipoca? — sua expressão mostrava o quanto estava ansiosa para o passeio, e intercalava a tenção entre eu e Jade, com o dedo indicador entre os lábios.

— Não seria melhor assistirmos ao filme também? — franzi a testa e ela pareceu pensar, desviando o olhar para a janela, logo abrindo um sorriso maior ainda.

— Pode ser, eu gosto das pipocas dos cinemas, são melhores — ergueu os ombros.

— Melhores que as minhas? — Jade fingiu estar ofendida, e Mad gargalhou.

— Você não é tão boa com pipocas mamãe, mas eu continuo te amando — eu abaixei a cabeça rindo, ate o segurança e o motorista riram da tamanha sinceridade da minha filha.

— A convivência de vocês dois me assusta, saber que terei de atura-los é ainda pior — fiz a minha melhor feição manhosa, aconchegando-me com a cabeça em seu ombro, e ela bufou vendo que Mad havia sentado-se do seu outro lado para tentar fazer o mesmo que eu. — O que eu fiz para merecer duas crianças, uh?

— Me deixou completamente louco pela garota mais linda que eu já vi... — sussurrei em seu ouvido, vendo-a começar a corar e tentar disfarçar isso. — Eu te amo, babe — deixei um beijinho em seu pescoço e ela fechou os olhos, soltando uma risada e negando com a cabeça.

— Você consegue me fazer derreter com tão poucas palavras — desviou o olhar para mim após conferir que Mad prestava atenção nos flocos de neve que caiam ao lado de fora.

— Você não disse o mais importante.

— O que? — franziu a testa.

— "Eu também te amo, amor".

Jade riu, jogou a cabeça para trás e tocou meu rosto com uma das mãos, seus dedos trabalhando em meu maxilar em uma carícia tão gostosa fez com que eu fechasse os olhos e em segundos, sentisse seus lábios sobre os meus, era um selinho delicado, repleto daquilo que lhe faltava dizer, e quando eu abri os olhos novamente, me vi completamente perdido pela sensação de poder ver os seus olhos tão de perto.

— Eu também te amo, amor...

Sorri feito um bobo com as suas palavras e isso causou em Jade uma sessão de risos, ela era boa em me deixar calmo e simplesmente, aproveitar o momento

Chegamos ao nosso destinatário pouco tempo depois, a neve e os enfeites de natal ainda decoravam o Shopping e isso deixou a minha garotinha completamente encantada. Tive medo de ser reconhecido por alguém, sabia que corria o risco de acabar encontrando uma das minhas Beliebers e que isso tornaria a ficar exposto se me vissem novamente com Mad e Jade.

Mas quer saber? Mesmo que aquilo me trouxesse inúmeros questionamentos no futuro, eu não ia deixar de aproveitar com as minhas duas garotas.

Peguei Mad no colo, e ela aconchegou a cabeça em meu peito, demonstrando sua euforia toda vez que via algo brilhar, Jade somente ria da filha, mas corou quando eu segurei em sua mão e fiz com que ela chegasse mais perto, definitivamente, parecíamos uma família passeando normalmente, e para ser sincero, nada no mundo havia me deixado mais feliz que aquilo.

Quando chegamos ao cinema, suspirei aliviado, haviam poucas pessoas ali, o que de fato dificultava o meu reconhecimento.

— O que querem assistir? — questionei vendo o teaser de vários filmes passarem. Mad apontou o dedo para um desenho, e não me surpreendera na sua escolha. — Tudo o que a minha pequena quiser — suas bochechas coraram e eu e Jade gargalhamos.

Compramos os ingressos, e as tão desejadas pipocas de Mad, junto ao refrigerante e alguns doces que Jade quase nos matou ao me ver comprar, alegando ser besteiras demais para um único dia, depois de alguns beijinhos e uns "Eu te amo, mamãe" ela desistiu da devolução dos doces e nos deixou ficar com todos eles, confesso que fiquei mais feliz do que Mad com isso.

Adentramos a sala de cinema depois de alguns minutos de espera, Mad me parecia impaciente e ansiosa, o que me deixou tremendamente assustado foi o fato de que até agindo assim, ela era idêntica a mim, criava um bico maior que tudo e uma feição manhosa capaz de me deixar desesperado para agradá-la, definitivamente, eu sou um completo pai babão e não importa o que digam, eu quero que ela tenha tudo o que eu não tive.

Nos acomodamos na sala do cinema, e Mad preferiu sentar do lado esquerdo de Jade, alegando que iríamos atrapalha-la com o filme, eu não havia entendido isso ate os primeiros dez minutos, quando eu já não aguentava mais músicas de desenhos e comecei a dar beijinhos nos dedos de Jade, que estavam entrelaçados aos meus de uma forma carinhosa.

— Não tente me usar como meio de distração — sussurrou, tentando soar brava e eu ri, mordendo sua bochecha de leve e a deixando arrepiada, já que se encolheu nos meus braços.

— Você também esta entediada? — suspirei, mexendo as pernas a cada segundo, fazia isso quando estava ansioso, ou nesse caso, severamente entediado.

— Estou.

— Mas não podemos sair daqui, ate porque... — olhei para Mad vendo seus olhinhos fixos na tela, de forma animada ela se mexia toda hora, saboreando suas deliciosas pipocas. — Ela esta gostando tanto — tentei parecer forte, e deitei a cabeça no ombro de Jade, fazendo-a rir baixo e acariciar o meu cabelo lentamente.

Ronronei, aconchegando meu nariz perto do seu pescoço e respirei o seu perfume, era muito doce, porém, tão viciante quanto. Surrei os lábios pela região de uma forma calma, e depositei um beijinho vendo-a sorrir sem graça e me olhar antes de arquear as sobrancelhas e dar de ombros.

— Esses são alguns dos sacrifícios que temos de fazer pelos nossos filhos — fez um biquinho e eu sorri, aproximando-me o bastante para depositar um selinho sobre o mesmo.

— Amo a ideia de ser pai.

. . .

Eu estava quase dormindo quando terminou o filme, e isso fez Jade rir enquanto saiamos da sala de cinema com uma Mad completamente encantada pelo que tinha assistido. Minha cara denunciava que eu tinha cochilado um pouco, estava meio zonzo e só despertei de fato quando meu celular tocou.

— Hm... Alô?

— Senhor Bieber? Sou eu o oficial de justiça.

— Ah sim.

— Só liguei para dizer que o exame de DNA esta pronto e, eu cheguei no Canadá hoje pela manhã e estou indo ate a sua casa para entrega-lo.

— Claro, obrigado.

— Ate mais.

— Ate.

Desliguei a chamada e suspirei ao encarar Jade.

— Os exames estão prontos. Vou recebê-los daqui a pouco.

Ela reprimiu os lábios e assentiu, voltando os olhos para Mad.

— Precisamos ir, pequena — ela concordou, e ergueu os braços a pedido de colo, arrancando uma risada de ambos. O caminho de volta para casa nunca pareceu tão longo, o que me fez roer as unhas e bater o pé contra o carpete do carro cerca de umas mil vezes, em um ritmo desconhecido e desordenado.

Meu nervosismo era sentido por não saber como contar a todos o que aquele exame comprovaria, porque eu tinha certeza de que Mad era minha filha.

— Calma — Jade sussurrou, sorriu antes de voltar sua atenção para Mad vendo que a pequena dormia deitada em seu colo.

Peguei minha filha no colo assim que chegamos, e Jade abriu a porta de entrada, engoli a seco vendo o oficial de justiça sentado no sofá da sala, Pattie fazia companhia ao mesmo e parecia tão ansiosa quanto eu.

— Deixa que eu levo ela lá para cima — Jade sussurrou para mim, pegou Mad e subiu as escadas em passos cuidadosos para não acordar a pequena.

— É bom vê-lo, Senhor Bieber — apertei sua mão em sinal de cumprimento, e sentei próximo a minha mãe.

O silencio não durou muito, mas os poucos segundos em que passei encarando o homem a minha frente nunca me senti tão aflito antes como estava acontecendo naquele segundo. Ele tinha a solução para a minha vida, eu teria uma família, uma filha, e quem sabe, um antigo amor de volta.

Eram responsabilidades demais, e eu estava disposto a enfrentar qualquer coisa desde que pudesse ser feliz de verdade a partir daquele momento.

Peguei aquele envelope branco em mãos, com o logotipo da clinica de exames, e senti minhas mãos tremerem, encontrei força o bastante para rasgar o lacre assim que Jade retornou a sala, sentando-se ao meu lado e tentando me passar confiança o bastante para seguir em frente e acabar logo com aquela maldita angustia.

Mesmo que eu já tivesse certeza sobre o resultado, aquele pedaço de papel mudaria muito mais coisas do que poderia ser possível.

Meus dedos tremiam, era dificultoso, mas assim que tive o papel em mãos e consegui ler o que continha na folha, o sorriso começou a marcar os meus lábios.

— Temos mais alguém na família, e agora é oficial — mamãe soluçou, e eu abracei de lado tentando tranquiliza-la.

Olhei para Jade vendo-a com um sorriso pequeno nos lábios, fitando a reação de ambos.

Era um momento único e especial, me sentia na obrigação de me sentir grato por ser pai de uma garotinha tão perfeita como Mad.

— Obrigado por tudo.

. . .

— Justin o jantar esta... — Jade parou de falar assim que entrou no quarto e percebeu que eu estava com o corpo escorado em um dos braços, alisando os cabelos de Mad e vendo o quanto ela era extremamente parecida comigo até mesmo quando estava adormecida.

Mordi os lábios sentindo vontade de chorar, por felicidade, sabia que teriam milhares de pessoas lá fora dispostas a estragar aquilo em um piscar de olhos, e tinha medo, Céus, como eu tinha medo!

— Vem, precisamos conversar — Jade me ajudou a levantar e eu entrelacei os nossos dedos, me escorei na parede ao lado da porta assim que deixamos o quarto, com uma falha tentativa de secar as lagrimas com a manga da blusa que eu vestia. — O que esta deixando você aflito? Sinto que esta triste e feliz ao mesmo tempo, é confuso — abracei a sua cintura, puxando-a contra o meu corpo e enterrei a cabeça na curvatura do seu pescoço, soluçando baixinho.

— Eu não quero esse mundo para a minha garotinha, não quero isso pra você. São as coisas mais importantes que eu tenho e não me perdoaria caso algo acontecesse com qualquer uma de vocês — Jade ergueu o meu queixo, e eu pude perceber o quanto ela estava confusa. — A mídia é o pior tipo de gente, vão acabar com tudo, com a minha família, com nós.

Ela me calou, sorrindo fraco enquanto contornava os meus lábios e olhava-me nos olhos.

— Eu não vou deixar.

Eu precisava dela, da mesma forma como precisava de oxigênio, era doloroso perceber em seu olhar o quanto aquilo a deixava confusa e aflita, mesmo que não quisesse demonstrar, como se fato, estava se sentindo.

— Me perdoa se eu errar algum dia — contornei seu queixo, mantendo meu olhar sobre o seu, percebendo-a piscar com lentidão entre os cílios extensos, dando ênfase a sua postura inocente e carinhosa. Jade assentiu com um manuseio de cabeça, e tocou o meu braço direito, abraçando-me em seguida, senti as batidas rápidas do seu coração e respirei fundo, travando o maxilar e espalmando minhas mãos em sua cintura, mantendo-a colada a mim, com medo de alguém machuca-la.

Meu maior medo ia além daquilo, as pessoas podiam estar dispostas a me atacar com todas as suas armas, mas, eu tinha medo apenas de acabar errando com as duas, sem a ajuda de ninguém, apenas sendo o idiota que às vezes eu sou sem pensar.

Suspirei, beijei sua bochecha e desci até os lábios, sentindo a maciez da sua boca e o quanto ela era doce quando me beijava, eu podia sentir o quando eu era importante para ela apenas com aquele momento.

Nos troquei de posição, e levei uma das mãos até sua nuca, fazendo movimentos leves com os meus lábios sobre os seus, apenas apreciando o momento e tendo a certeza de que, faria o possível e o impossível para que não acabasse.


Notas Finais


#CONTINUA ?
PECULIAR: https://spiritfanfics.com/historia/peculiar-7163771
Até breve <33


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