História Half The World Away (Norminah) - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Demally, Norminah
Visualizações 229
Palavras 1.204
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláás. Quem é que fortalece as 04:00 da madrugada?

Capítulo 28 - Warmth


Fanfic / Fanfiction Half The World Away (Norminah) - Capítulo 28 - Warmth

Nós estávamos em um bairro muito bacana de Milão, o Navigli. Andamos por ele até pararmos na Galeria de Arte no Número 4 de Navigli Grande. Tinha belas obras ali e grandes centros aperitivos, novamente questionei o tanto de peso que seria adquirido nessa viagem, mas eu não conseguia parar.

Os canais eram extensos e passamos por alguns locais grandes. As pessoas eram bonitas e bem animadas, acredito que sejam turistas como nós, mas meu leve receio de aproximação social não me deixava saber muito mais que isso, ao contrário de Dinah que senão fosse por mim estaria falando “Buon giorno” para todos da cidade.

Passamos pelo “Beco dos lavadeiros” e seguimos para outro museu de arte. Eram tantas pinturas que eu estava vendo nos últimos dias que estava perdida no meio de tanta história e nomes confusos.

-Esse é o Museu de Arte Antiga, aqui está Pietá Rondanini de Michelangelo. -Dinah diz quando entramos no local.

Seguimos direto para a tal escultura, pois Dinah disse que queria ver somente aquilo, e me surpreendo com seus detalhes em mármore.

-É uma grande obra de arte e muitos dizem ser a melhor escultura já feita, há muitas discussões sobre isso, mas é muito relativo e descartável. -Dinah desdenha com a mão e observávamos de longe a grade estrutura. -Percebe que todo o corpo de Maria não tem muita perspectiva, as pernas não seriam tão grandes assim, mas dá uma sensação de proteção. -Assinto tentando pegar os detalhes que ela descrevia, afinal, tudo aquilo era importante para Dinah. E ela estava compartilhando comigo.

Era o seu mundo, seus estudos, sua genialidade sendo posta em palavras. Pois Dinah era uma gênia da pintura e aquilo só havia sido descoberto por mim aos poucos. Agora eu acreditava que ela podia fazer muito dinheiro com cada pintura que quisesse, pois seu nome tinha peso nesse meio artístico.

Mas o que era o dinheiro quando ela tinha todos os sentimentos do mundo postos em sua arte?

O terceiro dia em Milão se passava rápido enquanto andávamos de um lado para o outro, e parávamos para comer. E, meu Deus, o quanto eu estava comendo. Se eu morasse na Itália com certeza seria uma pequena bola de massa.

-Tem molho aqui. -Dinah diz e eu passo a mão sobre a boca. -Espere...

Ela se aproxima lentamente olhando de forma fixa para minha boca e quando estava próxima o suficiente para me fazer sentir seu respirar em minha pele, a sinto melar meu nariz com o molho de tomate.

-Sua idiota. -Resmungo e ela gargalha jogando a cabeça para trás. -Não sei porquê sou apaixonada por você. -Digo baixinho, mas ela parece ficar indignada.

-Manz, meu amor, você é apaixonada por mim porquê eu sou linda e nada menos do que Dinah-Jane Hansen...

-Por favor, não diz seu nome todo ou ficaremos aqui até amanhã. -Debocho de sua cara e rio em seguida.

-A senhorita é muito engraçadinha. -Ela diz me fazendo rir ainda mais.

Ficamos nesse clima leve um bom tempo antes de levantarmos e irmos para outro lugar. Pegamos um ônibus até o Arco della Pace.

Era um lugar imenso e chamava a atenção por sua arquitetura antiga, grandes torres pontudas e acinzentadas pelo tempo, Dinah tira algumas fotos enquanto eu lia um pouco mais sobre o local no nosso pequeno guia.

O sol estava se pondo e desfilava entre os arcos com sua luz amarelada e pincelada em tons laranjas. Ouvir Dinah falar estava me fazendo reparar melhor nas cores e detalhes ao meu redor.

A iluminação quente banhava o rosto de Dinah e deixava seu olhar um pouco mais claro do que o normal, seu sorriso lindo estava estampado enquanto ela tirava algumas fotos de vários ângulos diferentes do pôr-do-sol, mas sempre que parava um segundo voltava sua atenção para mim.

Seu vestido descia uma alça por seu ombro e quis sentir sua pele sob meus dedos da mesma forma que quis beijá-la ao estar tão linda assim.

-Você está linda. -Digo em seu ouvido a fazendo sorrir.

Havia vários casais por ali e não me importei em juntar sua boca na minha em um beijo calmo e cheio de sentimentos misturados.

-Vamos?! -Assinto e ela sorri me beijando mais uma vez.

Pegamos um novo ônibus de volta para o hotel e vamos abraçadas por todo o caminho. O clima quente nos rodeava e me fazia me sentir mais confortável em seus braços.

Chegamos no hotel e eu desabo na cama suspirando exausta. Sinto Dinah deitar ao meu lado e ajeitar meu cabelo o tirando de meu rosto.

-Quer tomar banho? Pode ir lá. -Ela sussurra me fazendo resmungar cansada. -Ou podemos só dormir.

O dia havia sido quente e eu não me sentiria confortável por dormir suada, então me levanto a contragosto e Dinah ri da minha manha.

-Estou tão cansada. -Resmungo esticando o corpo e vendo a lua brilhar no céu afora de nossa janela.

-Farei um chá. -Cerro os olhos e ela gargalha alto. -Será bom dessa vez. -A encaro ainda desconfiada e ela vem até mim me deixando um selinho na boca. -Prometo.

Ela anda até a pequena cozinha e eu sigo seu andar ainda desconfiada. Dou de ombros e entro no banheiro retirando minhas roupas, entro debaixo do chuveiro e sinto a água relaxar meu corpo aos poucos. Fecho os olhos e a água escorre por minha pele, respiro fundo e aperto os pulsos até senti-los doer.

Há um sentimento chato quando você se vê perdida dentro de si mesma a ponto de ter pesadelos que te aterrorizam até quando seus olhos estão abertos.

-Achei um cd aqui. -Ouço a voz de Dinah e respiro fundo tentando retomar o controle para não chorar, pois se eu começasse não iria conseguir parar.

Saio rápido do chuveiro e me enrolo na toalha para vestir o pijama o mais rápido possível e saio do banheiro me jogando nos braços de Dinah e a assustando.

-O que houve? -Ela pergunta preocupada e começando um carinho em minhas costas.

-Eu... Eu quero chorar. Quero... Eu não sei o que houve. Eu não entendo como tudo pode mudar tão rápido dentro de mim. -Minha fala era rápida e confusa, mas ela pareceu entender.

Dinah sempre me entendia.

-Eu quero tanto... Não me solte, pois senão eu o farei novamente. -Digo me referindo aos machucados em meu pulso e ela me aperta com cuidado.

-Não soltarei.

Choro em seu ombro como se nunca tivesse chorado antes e estivesse descobrindo o gosto da dor somente agora. Mas mais do que isso, eu sabia o que a dor significava e o que era vivê-la na pele, na alma.

-Shhh... -Era um pranto inacabável e que me fazia querer arrancar os cabelos ou qualquer coisa que me fizesse sentir melhor dentro de mim mesma.

Dinah fazia carinho em minhas costas e sinto seu corpo se mover até batermos em algo e escorregarmos até o chão.

-Dinah... -A chamo sofrida e ela limpa meu rosto por lágrimas e suor. -Por que você está aqui?

Ela pensa alguns segundos e pisca lentamente mudando o olhar para outro foco até voltar a encarar meu olhar com coragem e brilho.

 -Porque eu acho que te amo, Normani.


Notas Finais


Perdoem os erros.
já estou saturada da faculdade. Minha sala é na puta que pariu naquele lixo e já estão falando de trabalho, quero morrer.
Favoritem e comentem...
3bjs de luz e até mais 💙🌸


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