História Half The World Away (Norminah) - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Camren, Demally, Norminah
Visualizações 144
Palavras 1.633
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Fluffy, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláás. To com uma puta dor de cabeça, indo pra casa em um busão que pula pra caralho, mas seguimos o baile.

Capítulo 30 - Bubbly


Fanfic / Fanfiction Half The World Away (Norminah) - Capítulo 30 - Bubbly

Dinah espirra pela quarta vez e eu suspiro.

Acho que nosso último dia em Milão seria passado no quarto, igual nosso penúltimo dia em Genebra. Mas agora seria porquê Dinah estava resfriada.

O nariz avermelhado, os olhos caídos e uma leve camada de suor estava presente em sua testa. Ela estava debaixo dos cobertores, mais manhosa e com mais biquinhos adoráveis que o normal e me faziam querer beijá-la e ao mesmo tempo cuidar dela até vê-la falante e agitada outra vez.

-Manz... -Ela me chama quando eu vou à cozinha. -Fica aqui comigo. -Ela choraminga me fazendo suspirar e rir.

-Vou fazer um chá. E pegar um analgésico para você. -Ela funga e dou um beijo em sua testa.

Faço um chá e deixo esfriando por um tempo enquanto procurava um analgésico. Volto pro quarto a tempo de ver Dinah se remexer inquieta e espirrar seguidas vezes.

Era cedo demais então teríamos tempo até o trem partir, isso aconteceria 17h20 mais ou menos. Então entrego o chá para Dinah e beijo sua testa quente.

-Dorme um pouco e mais tarde te chamarei para comer, está bem? -Ela assente e tosse um pouco. -Foi uma péssima ideia dançar na chuva. -Digo pesarosa a fazendo sorrir sapeca, com aspecto cansado, mas ainda sim mostrava que ela havia aprontado.

-Não posso acertar todas, não é mesmo. -Nego com a cabeça e rio fraco. -Mas valeu a pena.

-Durma. -Sussurro ajeitando a coberta sobre seu corpo e ela se aconchega.

-Obrigada por cuidar de mim, Manz. -Sua voz estava rouca e eu sorri sem ela ver.

-Isso não é nada... Mi princepessa. -Digo baixinho a vendo cair no sono.

Fico a observando dormir por um tempo, seu biquinho cansado na boca entreaberta e sua respiração cansada e febril. Tiro uma mecha de cabelo da sua testa e faço um carinho em sua bochecha morna, ela se mexe e eu me afasto deixando um beijo casto em sua testa.

Começo a arrumar o quarto e nossas malas da melhor forma possível. Nós estávamos adquirindo algumas telas ao longo do caminho, fora as pequenas flores que estavam enfeitando meus livros e isso estava nos rendendo bagagens a mais, mas nos fazia feliz então não ligávamos para o peso extra.

Sento em um banco do lado de fora da varanda e vejo o céu claro que nos aquecia, tão calmo e diferente da última noite que vivemos na noite de ontem. Mas como tudo tem suas consequências, Dinah havia acordado no meio da noite com uma crise de tosse me fazendo acordar assustada. Todo o seu pijama estava grudado no corpo com o suor enquanto ela tremia de frio e desde então eu estava cuidando dela.

-Manz... -Ouço sua voz rouca e guardo o celular já que estava conversando com Ash, Rupert e minha mãe.

-Estou indo. -Entro no quarto e a vejo sentada com o corpo mole. -Abaixou um pouco. -Digo depois de encostar a mão em sua testa e senti-la um pouco menos febril. -Tome um banho e farei algo para almoçarmos. -Ela assente e se levanta lenta indo até o banheiro com uma troca de roupas.

Vou pra cozinha e preparo o que havia encontrado de mais rápido por ali. Ouço Dinah tossir forte em alguns momentos, mas achei que seria indevido entrar no banheiro e vê-la nua.

-Posso tomar outro remédio? -Ela para na porta da cozinha e fico pensativa, dou de ombros e entrego a cartela para ela.

Coloco tudo que havia feito sobre a mesa e o olhar de Dinah brilha. Meço sua temperatura e estava abaixando gradativamente, pela tarde ela já estaria melhor.

Nos sentamos e comemos em silencio, que eu considerei estranho visto que Dinah não conseguia ficar muito tempo quieta.

-Meu Deus... -Ela diz e fecha os olhos, mordo o lábio inferior nervosa e ansiosa para saber o que ela havia achado da minha comida. -Isso está divino! -Suspiro aliviada e ela começa a comer com gosto.

-Obrigada. -Digo baixinho e envergonhada a fazendo sorrir até seus olhos ficarem pequenos.

Comemos em silencio, somente nos encarando com o olhar brilhando, eu orgulhosa por ter feito algo que ela gostasse e ela por estar aproveitando bem a comida. Algumas vezes ela tossia forte me fazendo ajudá-la com pressa, mas ela só sorria fraco e continuava a comer.

-Arrumei, ou melhor tentei arrumar, nossas coisas, mas achei melhor não tocar nas telas pra não estragá-las. -Dou de ombros enquanto voltávamos ao quarto e ela beija minha bochecha.

-Eu arrumo isso, querida. Não se preocupe. -Assinto e volto à cozinha para lavar a louça.

Arrumo tudo no local e volto pro quarto vendo Dinah se jogar na cama. Vou até ela e confiro sua temperatura, a testa estava começando a suar e ela estava ficando mais mole. A ajeito na cama debaixo dos cobertores.

Acho que preferia a versão Dinah 220 do que essa que ficava cabisbaixa e quietinha. Não combinava em nada com ela.

-Acho que depois desse outro analgésico você irá melhorar. -Digo baixinho e ela assente fungando várias vezes.

E então ela dormiu, e a única coisa que eu fiz foi ficar ali, ao seu lado, observando sua respiração quente e pensando em como eu queria que ela melhorasse o mais rápido possível, pois vê-la assim me deixava triste.

(...)

-Você pode descansar no trem. -Digo e ela assente.

Dinah ainda estava um pouco mole, mas a febre havia passado depois que ela havia dormido pela tarde. Agora nós estávamos na “Milano Centrale” esperando pelo nosso novo trem e agora eu quem carregava boa parte do peso para evitar sobrecarregar Dinah, e dessa vez as piadas sem graça também eram minha tarefa, mas eu não era tão boa quanto Dinah nesse quesito então só ficava fazendo carinho por seu cabelo.

Meu italiano não era tão bom quanto o de Dinah, mas aquele livro, que eu li enquanto ela dormia, estava me ajudando um pouco. Eu até gostava do idioma, para ser sincera.

A voz soa e nos levantamos para fazer todo o protocolo. Talvez eu estivesse aproveitando pouco de cada local em que passávamos, mas eu só conseguia ver tudo com bons olhos se Dinah estivesse lá para animá-lo ou fazê-lo ainda mais incrível.

Eu amava estar do lado dela enquanto ela estivesse falando sobre coisas aleatórias e sem sentido, da mesma forma que ela adorava me ouvir falando sobre algo que me distraisse, mas diferente dela, eu me calava quando percebia que estava divagando. E geralmente meus divagares era sobre ela e tudo o que ela me trazia, então nesse momento eu estava sentada com ela deitada com sua cabeça em meu colo de olhos fechados aproveitando o carinho que recebia.

Eu gostaria de ter metade da coragem que ela tinha e metade de toda a felicidade que ela conseguia ter com as coisas mais simples. Então, no fim eu só queria ser um terço do que Dinah era para enfim merecê-la como minha.

Passo o caminho inteiro pensando nisso e em como eu teria que melhorar tudo em mim para ser a melhor pessoa que Dinah poderia querer ou ter em sua vida.

De Milão à Florença demorou pouco menos que duas horas, Dinah passou a maior parte do tempo deitada em meu colo então não fizemos nada demais. Fomos direto para o “Hotel Pazzuolo”, o sol estava começando a sumir no horizonte e Dinah já estava começando a se animar novamente.

-Vamos... Por favor... -Ela praticamente implora com manha me fazendo cerrar os olhos e suspirar.

-Na primeira crise de tosse que você tiver, nós viemos embora. -Digo firme e ela comemora com alguns pulinhos.

Saímos do hotel e caminhamos pela rua cheia de restaurantes familiares e alguns barzinhos chiques. Dinah sorria para tudo e já parecia estar tão melhor que me fez suspirar aliviada.

Entramos em um restaurante típico com sua placa chamativa escrito com letras bonitas um “Trattoria de Giorgio” sofisticado, mas simples.

Seguimos até o balcão, já que não queríamos ocupar uma mesa para um tempo tão pouco que ficaríamos e encontramos uma mulher branca, com olhos verdes tão intensos quanto uma mata fechada em suas árvores de tons de estações, seu cabelo preto estava amarrado em um coque mal feito e ela limpava o balcão até nos notar.

-Buona notte! -Dinah cumprimenta feliz e a moça nos olha sorrindo, seus dentinhos da frente eram maior que os outros e a única coisa que eu consegui pensar foi “Puta que pariu, que mulher linda”.

Era aquela beleza que chocava assim que você via seu rosto por completo, sem precisar analisar muito para saber que ela chamava atenção, porquê mesmo de longe qualquer um perceberia que ela era estupidamente linda.

-Buona notte! -Sua voz era um tom rouco forte e ela sorria enquanto falava, me deixando indignada por ser tão linda e nem ao menos parecer se esforçar para isso, já que havia uma mancha de farinha em seu rosto. -Americanos? -Assentimos e ela sorri ainda mais largo. -Turistas são muitos por aqui essa época do ano. -Seu sotaque carregado era um charme a mais em toda sua aparência e áurea chamativa.

-Oh, obviamente. Esse lugar é incrível. -Dinah diz começando a se animar com a conversa e eu deixo as duas entrarem em um papo animado.

Enquanto isso, pedimos o que queríamos e eu como somente ouvindo elas conversarem sobre a cidade e suas maravilhas.

Percebo as horas correrem e cutuco Dinah para irmos embora, pois se dependesse das duas, ficaríamos ali até amanhã de tanta conversa que desfiavam.

-Vamos? -Pergunto baixinho e ela sorri assentindo.

-Até mais ver. -Dinah se despede com um aceno e a moça sorri acenando de volta.

-Arrivederci. -Ela fala em seu tom rouco. -Ah, podem me chamar de Lauren... Lauren Jauregui.

E foi assim que conhecemos Lauren Jauregui.


Notas Finais


Quase perco meu ponto. Socorro
Favoritem e comentem, pq eu mereço.
3bjs de luz e até mais. 💙🌸


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