História Halo - Capítulo 42


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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars
Tags Bruno Mars
Exibições 16
Palavras 3.097
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


boa noite amores, primeiramente muito obrigada amores, fico muito feliz pela recepção de voces. ah esse cap ta bom demais, espero que gostem. Celine dion canta a musica titulo. até mais.

Capítulo 42 - My Heart Will Go On



E eu preciso de você agora

e eu preciso de você mais do que nunca

E se você apenas me segurar apertado

nós estaremos segurando para sempre

E nós estaremos apenas fazendo o certo

porque nós nunca vamos estar errados juntos

Nós podemos levá-la ao fim da linha

Seu amor é como uma sombra em mim o tempo todo

(todos o tempo)

Eu não sei o que fazer e estou sempre no escuro

Estamos vivendo em um barril de pólvora e soltando faíscas


 

Eu realmente preciso de você hoje à noite

Osempre vai começar hoje à noite

Osempre vai começar hoje à noite


 

Era uma vez, eu estava me apaixonando

Mas agora, estou apenas desmoronando

Não há nada que eu possa fazer

Um eclipse total do coração

Era uma vez, havia luz na minha vida

Mas agora existe apenas amor na escuridão

Nada que eu possa dizer

Um eclipse total do coração

 

Bonnie Taylor- Total Eclipse Of The Heart

 

 

 

— não, eu quero ver a minha irmã... eu quero...

Mesmo não querendo acordar ela eu precisei acender a luz para

eu ter certeza do que eu estava vendo.

Ela estava muito, muito agitada e falava muitas coisas

desconexas mas isso foi longe do que me chamou atenção. Tive

que correr o risco de fazê-la despertar e levantei o edredom para

ter certeza e aí eu vi claramente.

Seus dedos dos pés se tocavam nervosamente assim como ela.

Ainda que suas pernas ainda parecem sem sensibilidade isso

não deixava de ser um progresso na verdade um enorme

progresso.

— meu amor como eu sonhei com esse dia... com o dia em que

você andava...

—eu não tenho esse dinheiro todo...

Eu parei de prestar atenção nos pés dela e a olhei mais

seriamente.

— me deixa em paz

Ela batia com os braços na cama

— eu amo ele mas eu não posso... eu só quero a minha irmã de

volta

Ela murmurava muito mas foi aí que eu me toquei, ela estava

falando de mim .

— não quero envolver ele no meio disso ele...já fez demais

Ela virava o rosto para os lados constantemente e até já soava.

Minha cabeça girava ouvindo suas palavras.

Me sentei ao seu lado e passei a mão em seu rosto tirando um

pouco do suor e ela respirava fundo.

— eu preciso proteger ele

Ela praticamente só moveu os lábios e eu senti uma explosão no

meu coração.

— Ella... Ella ei tá tudo bem

Ela me olhou assustada

—tudo bem passou

-não Bruno não, minha irmã ela está....

—Ei sabe que ficar assim agora não vai adiantar nada, se acalma hum? Vou dizer pra Ana cuidar da nossa volta pra casa

— não mas e voce...

— eu volto depois de voce mas antes do tempo previsto

— obrigada

Ela se agarrou a mim como uma criança apavorada

— tudo bem, tudo bem...

Eu murmurava enquanto acariciava os seus cabelos, preferi não dizer sobre sua evolução pretendia me informar com o medico quando voltasse. Também vou conversar com ela sobre o que eu ouvi mas seria muito egoísta falar agora.

Custou muito, até dei uma agua pra ela mas em fim consegui faze-la dormir. Ela estava muito agitada.

Passei os meus minutos acordado pensando em como alguém consegue passar por tudo isso? como alguém merece isso? ainda mais ela. me perguntava isso enquanto ela dormia em fim tranquilamente em meus braços e a sua cabeça no meu peito.

 

Fui acordado por um  trator querendo jogar minha porta embaixo, fiz de tudo para não acorda-la e consegui colocar um roupão qualquer que estava na poltrona e sai do quarto imediatamente. Passei as mãos no rosto antes de abrir a porta.

— ai me desculpa mas a Ana queria saber se voce confirma o compromisso de mais tarde, os outros já estam la embaixo.

— eu já estou indo

Sinceramente? Eu não queria era mais nada, era só ir pra casa mas infelizmente não podia.

 

Com muito custo consegui acorda-la e mesmo muita a contra gosto ela sabia que não tinha escolha e eu tive que ajuda-la com a sua higiene matinal.

Após uma hora estávamos saindo do elevador já no hall, passávamos por diversas pessoas e eu acabei me lembrando do incidente com os seus pésm seria minha maior felicidade ve-la andar novamente, ve-la voltar a ser independente, ve-la ter a sua vida de volta.

 

Todos foram pegos de surpresa com a sua presença assim como eu, já na rodada de amigosestava faltando alguém. Vi a Ana se aproximar com uma blusa verde e uma saia, me levantei e a abordei antes de ela chegar a mesa.

— como ela esta?

Ela olhava por cima dos meus ombros

— inquieta, ela quer voltar hoje, pena que eu não posso

— eu sinto muito

 — eu também

Olhei para ela por cima dos meus ombros ela conversava algo animado com o Phill.

— mas posso antecipar se voce quiser

 Sugeriu

— quero sim, obrigado

— vocês ainda...

Ela não completou e eu entendi logo de cara o seu raciocínio.

— sim, mas se ela tivesse me falado... não precisava disso, Ana eu acho que a Ella vai voltar a andar

Aproximei meu rosto do seu, não queria correr o risco de que alguém ouvisse. ela arregalou os olhos. Contei a ela o que ouve e ela ouviu com atenção.

— em fim uma excelente noticia

— quem é ela Ana?

Olhamos rapidamente para o lado e Clara olhava para a mesa.

— é uma amiga

— coitada

Respondeu parra Ana e eu apenas estava observando.

— lamentável

O decote dela era muito anormal para inicio de dia e logico não passou despercebido por ninguém no ambiente.

 

Apesar da bagunça o café da manhã foi tranquilo e amigável.

 

— eu já vou

Ela colocou a cadeira a minha frente após a rapaziada sair na frente e eu a olhei.

—já?

— sim, eu preciso ver a Debora

— por favor fique na minha casa, pelo menos até ela sair do hospital, me liga depois de ver ela

— ei, não somos mais namorados lembra?

Ela sorriu sem graça.

— mas será que não podemos ser amigos?

Me abaixei ficando na sua altura.

— claro

—Vamos Bruno?

Olhamos para a porta e Clara estava na porta olhando pra nós, dei um beijo na sua testa pedi a Ana que acompanhasse ela no aeroporto, ela adorou, disse que precisavam conversar.

                        

Ella on

 

                       (...)

 

—  como voce esta?

Entrei no quarto sendo empurrada pelo Bruno

A faixa em volta da sua cabeça protegia a cirurgia. Ela costumava ver seus pacientes com os pijamas branco de bolas azuis e agora era ela nessas condições. Mas consciente.

— pensei que iria morrer

— voce esta bem agora é o que importa

Ela sorriu para ele com o seu comentário.

— quem fez isso?

Perguntei pegando um pouco da sua agua na mesa ao seu lado

— o Ricardo Luiza

Sua resposta pode ter demorado mas caiu como uma bomba em mim.

— o que?

— miserável

O sussurro de Bruno poderia até ter sido baixo mas não passou despercebido

— foi horrível

Era nítido o terror nos seus olhos.

— me chantagearam e eu iria pagar pra ter a minha irmã de volta

Admiti na frente dele e ele me olhou com uma cara... inexpressiva.

— me perdoa Luiza?

Ela segurou minha mao e eu senti vontade de chorar.

— eu que devo te pedir perdão voce só queria me proteger, e hoje eu sei que eu também faria isso sem pensar duas vezes

Sorrimos e eu dei um beijo na sua bochecha.

— mas tem alguém que voce deveria ver

Ela segurou em meu braço

— quem?

— Beatriz ela esta muito mal

Fiquei intrigada.

Debora se negou a me responder e eu tive que procurar por ela assim que sai do quarto da minha irmã.

Uma das amigas de Debora que também era oncologista me ajudou com isso nos guiando na parte de pacientes terminais do hospital.

— é aqui

Ela sorriu simpática pra nós

— obrigada

Ela se retirou após o meu agradecimento e ele segurou em meus ombros.

— voce quer fazer isso?

Ouvi seu sussurro ao meu ouvido

— quero

Ouvimos um “ entre” baixo além da porta.  

— oi

Ela arregalou os olhos ao me ver na porta do quarto .

—você. ..

Ela até abriu a boca algumas vezes mas não completou sua frase

e eu acabei entendo o porque.

—me disseram que você estava aqui, será que eu posso entrar?

— claro... entra

—estarei aqui fora

Eu assenti antes de passar pela porta a qual ele estava com a sua

mão apoiada .

—o que você tem ?

Perguntei já quando estávamos a sós e a porta devidamente

fechada.

— eu tenho leucemia

A sua cama estava na inclinada e ela respirava com ajuda de um

tubo de oxigênio fininho por sinal.

— estou recebendo as consequências do meu egoísmo

—sabe, quando me disseram que você estava aqui eu fiquei em

dúvida se vinha ou não, mas eu sei que temos assuntos pra tratar

Ela me ouviu com atenção

— sim, nós temos, eu sei que me egoísmo custou caro para mim

mas tenho certeza que você foi quem mais se magoou nisso

Ela respirou muito profundamente muito além do normal.

—senti muito a " sua " falta, falta do afeto, do cuidado, das

conversas de meninas

Sorrimos.

 


Celine Dion- My Heart Will Go  On

 

Todas as noites, nos meus sonhos

Eu vejo você, eu sinto você

É assim que eu sei que você continua

 


 

Longe, atravessando distâncias

E espaços entre nós

Você veio para mostrar que você continua

 

 

—eu também, eu passava as noites imaginando cada momento,

cada conversa e pensando " muito Deus como eu pude largar

tudo? "

 

O amor pode nos tocar uma vez

E durar por toda a vida

E nunca ir embora até nós partirmos

 

Amor foi quando eu te amei

Uma vez de verdade, eu segurei você

Nessa vida nós sempre continuaremos

 

Ela olhava para o nada procurando as respostas.

— eu imaginava você e eu até sonhava com você

— senti falta de um abraço apertado, imaginava a voz da minha

suposta mãe dizendo que iria ficar tudo bem , imaginava que

quando tivesse meus papiros filhos eu seguraria eles em meus

braços dizendo coisas boas e daria minha mão a eles para que

saibam que eles teriam com quem contar e que também

poderiam sorrir porque seu seu tempo era tão valioso e em suas

memórias eles poderiam ter gargalhadas , afetos e até algumas

lágrimas que teriam a mãe para poder protegê-los, sonhava mas

passar o que eu sentia falta , contar histórias e cantar para eles

dormirem.

As lágrimas vieram assim como o choro doloroso.

O qual eu tentei evitar .

Mas ela não tentou evitar ela se desmanchou em lágrimas.

 

Perto, longe, onde quer que você esteja

Eu acredito que meu coração vai continuar

Mais uma vez você abre a porta

E você está aqui no meu coração

E meu coração continuará e continuará

 

 

— eu sinto muito por ter feito você passar por isso, não vou te

pedir perdão porque isso é algo que só temos quando

merecemos

Ela limpava os olhos.

— mas sempre soube coisas de você, vagas admito, mas sempre

soube que você iria ter o que você merece, ter tudo o que eu não pude te dar .

foi impossível não sorrir ironicamente vendo as minhas condições.

— voce sabe perfeitamente que não é disso que eu estou falando.

Ela me olhava já parecendo mais distante e eu a entendi. Já com a cadeira próxima o bastante eu segurei a sua mão e olhei no fundo dos seus olhos.

— eu perdoo voce

Seus olhos brilharam pra mim. E senti ela apertar um pouco mais a minha mão.

 

Você está aqui, e não há nada que eu tema

E eu sei que meu coração continuará

Nós ficaremos para sempre desse jeito

Você está salvo em meu coração

E meu coração continuará e continuará

 

— obrigada

Saiu quase soletrado dos seus lábios, sua expressão passou a ficar inexpressiva, dedo por dedo da sua mão passaram a soltar a minha mão bem devagar, e o som de seus batimentos não eram mais audíveis apenas o som alertando  o ocorrido.

Durante esse tempo eu pensei como esse dia seria mas passou bem longe do que eu imaginei.

 

Os médicos entraram no quarto e junto com eles ele também entrou e logo me tirando de lá eu estava atônita.

— eu não quero ir pra casa

Eu ainda estava extasiada com tudo que eu vi e ouvi há poucos minutos atrás.

— pra onde voce quer ir?

Eu continuava sem olhar para ele ainda com o braço apoiado na porta do carro. Olhando para o céu infinito no horizonte.

— não sei, só não quero ir pra casa

Saímos sem rumo pelas ruas de Los Angeles  e nada mais foi dito, precisava?

 

Doía como uma navalha afiada saber que minha vida poderia ter sido diferente, meu passado poderia ter sido discrepante. Mas ao mesmo tempo ve-la definhando na cama do hospital foi desolador pra mim, senti como se meu coração tivesse sido pisoteado por uma manada de elefantes, ela errou? Inegável  e indiscutível mas julgar os erros dos outros é como se esquecêssemos que também erramos.

E isso me quebrava profundamente.

De certa forma, o sentimento de culpa me cercava como uma cobra pronta para dar o bote e meio o perdão sondava o peso dessa culpa, não a perdoei por ela, perdei por mim para poder sentir o alivio. Mas perdoar não significa esquecer.

 

— vamos?

Nem me dei conta de quanto tempo demoramos mas valeu a pena.

O vento  bagunçava os meus cabelos assim como as enormes folhas dos coqueiros que embelezavam a beira da praia em quanto ele me guiava de encontro ao imenso mar a nossa frente.

A cadeira pareceu não gostar nem um pouco da área mas eu estava amando , nem tinha tantos banhistas mas ele preferiu que ficássemos mais afastados, e assim ele fez.

— como se sente?

O seu óculos de sol não estava mais no seu rosto e já tomava espaço em meio aos botões da sua camisa.

—  melhor, mas estaria mentindo se eu te respondesse que eu estou bem

— entendo

Ele fazia desenhos desconexos na área como se pensasse algo, era fim de tarde e as nuvens já dispersavam deixando o céu mais limpo.

— por que voce nãome contou sobre a sua irmã?

Eu já esperava por essa pergunta, de verdade, mas mesmo assim eu me assustei com ela.

— tive medo por voce... queria proteger voce

— eu deveria ter feito alguma coisa mas eu não sou adivinho, eu perguntei se havia algo mais e voce me disse que não

— não queria te trazer mais problemas voce já me ajudou tanto..

— Ella problemas todo mundo tem, seria invejosamente injusto se voce não tivesse, não que voce mereça mas seria demais voce não ter.

Suas pernas esticadas e seus braços apoavam-se na área dando a ele equilíbrio para manter o seu corpo.

— sinto muito...

Apenas murmurei

— e como voce arrumaria esse dinheiro?

— não sei, falaria com meu pai...

—sendo que quem deveria te ajudar era eu

Ele revirou os olhos.

— como ele pode?

— Ella ele mentiu pra voce, quem mente  se mostra capaz de tudo

— em pensar que...

— que o que?

A sua voz estava controlada mas posso garantir que ele ficou um pouco incomodado já que seus ombros se tencionaram de imediato.

— só acho que esse miserável não fez nada disso sozinho

Comentou olhando para o horizonte após notar o meu silencio.

—  como assim?

Fiquei intrigada.

— não sei, só acho

Deu de ombros

As ondas soavam como musica e o vento a harmonia que quebrava o silencio.

— me desculpa eu não deveria ter falado aquelas coisas pra você

—não, você tem razão eu... eu tinha medo sim de me abrir, eu

tentei mesmo mas não dava, eu tinha jogado a chave fora .

Dei um meio sorriso . Depois de limpar as mãos ele se aproximou

mais de mim. Apoiando uma perna no chão pareceu não se

importar de colocar o outro joelho no chão.

— Ella eu não quis magoar você

— mas suas palavras doeram muito

Ele acompanhou minha mão ir para o meu peito

— eu sinto muito, olha eu fiquei muito arrasado com o que eu te

disse e realmente sinto muito, me agonia o fato de você não ter

confiança em mim e me dizer o que se passa com você

—não é isso ...

Neguei incessantemente com a cabeça.

— mas me agonia muito mais se quer imaginar perder você, Ella

volta pra mim?

A dúvida pairavaa nos seus lindos olhos.

Aquela frase de três palavras vieram na ponta da língua mas.... ah

não!

Meus olhos arregalados acompanharam no momento em que vi

suas mãos retornarem do bolso da sua calça. A caixinha era

pequena e preta.

Senti os pelos do meu corpo se arrepiarem ao se quer imaginar.

— Ella agora mais do que nunca tenho certeza de que é você que

eu quero ao meu lado, pensei seriamente antes de fazer esse

pedido e quando passei aquele tempo no hospital eu estava

confuso, desorientado eu só queria que você acordasse o mais

rápido possível, eu...

Ele pegou minha mão com cuidado e eu o olhei.

Sorri tímida

— segurava a sua mão, e contava como havia sido o meu dia todos

os dias, eu " conversava" com você mesmo de olhos fechados,

mas quando você finalmente acordou eu senti um verdadeiro

alívio como se uma pedra tivesse sido retirada de cima de mim, e

então eu soube que eu amo você, que desejo estar todos os dias

da minha vida com você, mas quando você terminou comigo eu

fiquei magoado e ainda estou ...

Ergueu a sobrancelha.

— mas agora que eu sei a verdade, eu sei que sempre fui eu que

precisei de você, não você de mim, você é guerreira, é amável, é

verdadeira e é. ... uma fênix... Leal e incrível

— não, eu não sou nada disso...

— é sim só que você não vê o quão especial você é.

—você não vê que foram as minhas paredes que ruíram?

 

— mas eu quero ser o cara que vai te ajudar a colocar os tijolos no

Lugar

 


 

— eu não sei o que dizer...

— que tal que aceita?

Suas covinhas surgiram

o anel dourado com uma pequena pedra brilhante se fez presente

no momento em que ele me mostrou.


 

Confesso que suas palavras me fizeram perder as minhas, um pedido tão importante feito em um lugar tão simples fizeram o mesmo se tornar mais especial.

 

Desde menina, minha infância me fazia questionar se os contos de fadas existiam e com o tempo a certeza do “não” ficou maior, mas com esse momento eu estava simplesmente deslumbrada.

 

Nos seus olhos pairavam a duvida.

— eu...

 

 

 

 

 


Notas Finais




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