História Hantei's X Mon's (Imagine Jung-Kook) - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts
Exibições 15
Palavras 1.367
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Um pouco curto, mas tá aí

Capítulo 15 - Se não, ela morre


Fanfic / Fanfiction Hantei's X Mon's (Imagine Jung-Kook) - Capítulo 15 - Se não, ela morre

No capítulo anterior...

- Haha, ________ - disse meu pai ao entrar na sala - Achou mesmo que ia vencer?

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

- Papai... Por favor... - falei com a voz rouca.

- Agora eu sou seu "papai"? - Meu pai dava passos lentos em minha direção -  Eu deveria ter te abortado.

- Como assim? - perguntei olhando em seus olhos.

- Sua 'mãezinha' nunca lhe contou? Íamos abortar você. Você ainda era um feijãozinho na barriga da sua querida mãe - ele sorriu maldosamente - Hoje me arrependo de não ter te matado.

- Você é um nojo de pessoa - falei.

- Se eu fosse você - ele disse indo em direção ao Jung-Kook - Maneirava nas palavras - ele sorriu.

- Não faça nada com eles... Eu imploro - as lágrimas caiam em desespero.

- Bem... Isso vai depender do seu comportamento. E ultimamente você tem se comportado muito mal... Não acha? - ele alisou a nuca do Jung-Kook com as pontas dos dedos.

- Faça de mim o que quiser, só não os machuque.

- É uma proposta tentadora, admito. Sinto falta de ter você em meus braços - ele fechou os olhos, relembrando os momentos - Mesmo sendo nova, é muito gostosa.

- Poupe-me dos seus comentários de perversão - virei o rosto de lado para não encará-lo.

- Vai me dizer que não gostava? - ele voltou a se aproximar de mim - Eu colocava primeiro 1 dedo, você me encarava e tentava gritar, mas sempre tive o cuidado de colocar um pano em sua boca. Em seguida, eu colocava o segundo dedo, massageando sua intimidade como se fosse o algo mais precioso do universo. 

- Chega - eu disse.

- Então eu me abaixava lentamente e chupava com carinho a sua intimidade já sofrida de tanto sexo prazeroso - ele sorriu e parou de frente pra mim.

- Cala a boca - eu falei enquanto lágrimas de ódio desciam pelo meu rosto.

- E por fim - ele alisou meu queixo - Eu enfiava o meu membro calmamente em você, fazendo leves movimentos de vai e vem, enquanto você chorava e o seu gemido era abafado pelo pano. Lembra? Sempre quando estive perto de gozar, tirava meu membro de sua intimidade e gozava sua barriga toda - ele mordeu o lábio - Da vontade de tocar uma só de lembrar.

O ódio me subiu a cabeça. Senti meu rosto ficar vermelho e um impulso de nojo fez com que eu cuspisse na face dele, um cuspe grosso e pegajoso. 

- Sua imunda - ele disse limpando o rosto - Antes de matar você e seus amigos, vou ter o prazer de gozar você todinha.

Ele sorriu e saiu da sala. 

Eu me sentia inojada. A calça dele não era nem um pouco folgada, vi seu membro ficar eréto a cada palavra que disse. 

Os meninos não acordavam e a tristeza tomava conta de mim. Uns minutos depois de meu pai ter saído da sala, Li acordou confusa.

- O que houve? Onde estamos? - ela perguntou rouca, olhava para todos os lados com os olhos tomados de desespero.

- Nos pegaram - respondi sem emoção.

- Sua boca está com gosto de esperma? - ela perguntou me fazendo corar.

- Por que esta pergunta? - perguntei olhando para ela.

- A minha está - ela respondeu.

- Devem ter abusado de você enquanto estava inconsciente.

- Malditos - ela cuspiu no chão.

Ficamos ali, em silêncio. Só se ouvia o som de nossas respirações. 

O sono estava prestes a me dominar quando escuto um leve gemido. Aos poucos Hoseok recobrava a memória.

- Filhos da puta, me acertaram a cabeça -  reclamou ele.

- A nossa também -  Li falou.

- Não, acertaram a cabeça de baixo.

- Desnecessário esse comentário - gemeu Yoongi, também recobrando os sentidos.

- Jung-Kook - falei. Todos estavam voltando, mas ele nem se mexera.

- Alguém disse meu nome? - ele falou fraco, levantando a cabeça.

- Você tá bem? - perguntei aliviada.

- Sim, estou - respondeu ele.

- Parece que meus bichinhos acordaram -  Meu pai disse entrando novamente na sala.

- O que vai fazer? - perguntei.

- Bem -  ele caminhou até Jung-Kook - Parece que esse rapazinho abusou de minha confiança... Como eu sei que ele morre de amores por você, pensei em torturá-lo primeiramente, usando você - ele sorriu.

- O que vai fazer com _________? - Jung-Kook perguntou.

- O que você acharia se... Eu a masturbasse de início? 

- Não ousaria - Jung-Kook disse. Percebi ele fechando a mão em punho.

- Como não? Foram tantas vezes que fiz isso... E você? Nunca fez, não é? - ele apertou o ombro de Jung-Kook - E nunca vai fazer. 

- Não encoste nela - Jung-Kook disse em tom alto.

- Sinto muito - meu pai caminhou em minha direção - Mas você não pode opinar aqui.

- Não toque em mim - falei assim que meu pai esticou a mão em direção a minha intimidade.

- Cala a boca, nojentinha. Só abra a boca para gemer pro seu papai - ele sorriu.

Ele colocou a mão em minha intimidade e começou a massagear. Fechei os olhos com força e as lágrimas caiam em meu rosto com dificuldade. Mordi o lábio e fechei minha mão em punho.

- Ande logo, geme! - meu pai gritou.

Continuei calada, segurando a raiva. Não demorei a chegar ao orgasmo.

- Vadia -  ele disse me dando um tapa na cara.

- Não bate nela! - gritou Taehyung. 

- Cala a boca, seu merdinha. Eu só não congelo as asas de vocês, porque não quero que _______ morra congelada.

- Até parece que tem pena de mim - falei cuspindo sangue no chão.

- Calada. Parece que Jung-Kook não se importou muito com isso. Vou ter que buscar um alicate mesmo...

- Não ouse... - falei.

- Já falei para se calar! - novamente ele me deu um tapa. 

- Não bata nela! - Jung-Kook gritou.

- Relaxe aí, Jung-Kook... Vou pegar um alicate para conversar com você.

Encarei os meninos um por um. Han e o resto de seu clã se mantinham calados. Ele estava do meu lado, se eu esticasse o pé um pouquinho... conseguiria subir a venda dos olhos dele (sempre fui boa em ginastica).

Sem avisá-lo, levantei meu pé em direção ao seu rosto, haviam tirado meus sapatos e seria muito mais fácil. Com muita dificuldade consegui levantar a venda do lado do seu olho esquerdo.

- É o suficiente para hipnotizá-lo? - perguntei num sussurro.

- Sim - Han respondeu.

Aguardei ansiosa o meu pai voltar. 

- Fazia tempo que eu não usava essa belezinha -  disse ao entrar na sala segurando um alicate.

- Por favor -  Han disse - Poderia me trazer água? 

- Água? Sério isso? 

- Estou com cara de quem tá brincando? - Han o desafiou.

- Não seja abusado - meu pai foi até Han -  Não trarei água.

- Então... - Han fez um silêncio teatral - Me solte.

- Sim... Eu vou te soltar - meu pai disse desamarrando o Han da cadeira.

- Ótimo trabalho, Han -  falei.

Assim que o Han ficou livre, me soltou e em seguida soltamos todos os outros.

- O que faremos com ele? - Namjoon perguntou apontando para meu pai, parado no centro da sala.

- Deixe ele aí.. Não vale a pena sujar as mãos por tão pouco - falei - Vamos.

Eu conhecia muito bem o lugar. Passamos por diversos corredores, todos eles escuros e sombrios. 

- Não tem janelas por aqui? - Jin perguntou.

- Claramente, não -  respondi ofegante.

- Aonde pensam que vão? - Uma voz feminina disse atrás de nós. Paramos rapidamente e viramos com cautela. Era a vagabunda que estava com meu pai aquela vez. Não podíamos nos mexer, ela estava armada.

- Não pode atirar, sua vida correria um grande risco - falei.

- Esse corredor parece bem escuro pra mim, duvido que consigam me confundir.

- Vá até a sala da tortura e não saia de lá por nada - Taehyung disse com um tom mandão.

- Sim, eu vou para a sala da tortura - ela deu meia-volta e sumiu pelos corredores.

- Foi difícil, mas consegui - Taehyung disse. 

- Vamos logo, mas vamos andando - falei.

Devagar fomos andando, sem nos preocupar. Tudo parecia incrivelmente bem, mas senti algo me puxar pelo pescoço.

- Vocês não tentem nada - meu pai disse, seu rosto coberto por um capuz e um óculos protetor - Se não, ela morre.


Notas Finais


Obrigado por ler e até o próximo capítulo ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...