História Hap - Capítulo 4


Escrita por: ~ e ~ImASynyster

Postado
Categorias Avenged Sevenfold, Slipknot, Twenty One Pilots
Personagens Corey Taylor, Johnny Christ, Josh Dun, M. Shadows, Synyster Gates, Tyler Joseph, Zacky Vengeance
Tags Avenged Sevenfold, Slipknot, Twenty One Pilots
Exibições 8
Palavras 657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um capítulo!! ;)

Capítulo 4 - Através do Uísque.


POV's Brian 

Passei pelos portões da escola com o coração pulando na garganta. O sol quente do dia aquecia minha testa, encoberta pelo meu Fedora tão querido. Infelizmente, me vi na necessidade de retirá-lo e guarda-lo na mochila.

– Matt, eu vou para a aula, vai querer ir também ou via procurar o dormitório? – Inquiri ao ser que deveria estar ao meu lado, mas estava encostado numa árvore próxima conversando com uma bela moça. Revirei os olhos, descrente. – Sanders! – Gritei, parando de andar. Sentia a quentura do chão transcorrer minhas pernas.

– Eu vou para o dormitório, Haner... – Disse conciso, sequer fazendo questão de me olhar.

– Pode ir sossegado, novato. Eu vou mostrar ao Mattzinho aqui onde ele deve dormir. – A tal garota se pronunciou, com um sorriso malicioso nos lábios untados exageradamente de um batom rosa escandaloso.

– Isso, “Mattzinho”. – Sanders reiterou, enfeitiçado. Saí da reta rapidamente, não queria presenciar uma cena tão eroticamente estranha feito aquela. Rindo sozinho, puxei do bolso frontal da minha mochila meu horário escolar, observando que teria uma aula de biologia, quando vi meus materiais indo ao chão por conta de uma barrada de alguém. Não, o erro não havia sido meu. QUE SER HUMANO ANDA DORMINDO? Me virei para dar uma bela de uma esculhambação em quem quer que tenha sido e derrubado meus queridos (e caríssimos) livros, mas repreendi a língua assim que fitei a moça à minha frente, ou melhor, abaixo de mim, já que ela havia caído com o impacto. Estendo a mão.

Ela era linda, tinha cabelo escuro, mais escuro que castanho, suponho, os olhos igualmente escuros, os lábios pintados maestramente de vermelho, contrastando com o tom alvo de sua pele. Usava um vestido escuro, que ultrapassava a metade de suas coxas. Estranhamente, ri disso. A maioria das meninas que havia visto aqui geralmente usava algo que não ultrapassava a metade das coxas.

– Moça, você está bem? – Inquiri, fitando-a.

– Si-iim! Desculpe! – Ela apologizou-se. Não disfarçou seu encarar em mim, fixamente me observando. Me senti desconcertado. Até que um outro rapaz, julgo ser algo dela, devido ao olhar mortífero para com a minha pessoa.

Ótimo, eu estou pior que o Matt. Mal e mal chego na escola, já me vem encrenca.

– Está tudo bem? – O rapaz questiona, me encarando.

– Estou bem, porém poderia estar melhor se você morresse, concorda? – A tal garota questiona ironicamente, me fazendo unir as sobrancelhas. Era seu ex? Ri histericamente por dentro. – E, por favor, nos dê licença; ele ainda não me disse seu nome. –Ela se sentiu na autoridade de tomar meu braço. Não reclamei, ela estava transformando minha manhã em algo divertido. – Então, qual o seu nome?

– Brian Haner. – Sorri-lhe, e vi ela suspirar. – E o seu?

– Joy Hendry. – Sorriu mais abertamente. – Então, Brian... – Ela proferiu meu nome, enfatizando-o, enquanto se afastava do tal ex, observando seu semblante irritadiço. – Qual o seu instrumento?

– Guitarra. – Sorri, orgulhoso da minha resposta. Sim, eu era um tanto exibido. Sabia que era um notável guitarrista, mas mesmo assim, não saia dizendo a todos.

– MENTIRA, VOCÊ NÃO PODE TOCAR GUITARRA! – A moça surtou. Permiti-me rir mais alto. Se continuasse replicando aquela vontade de rir em mim, eu morreria!

– Mas é! – Redargui.

– Deixe-me ver seus dedos! – Ela ordenou, e estendi minha mão para ela. Admirada com os calos de meu trabalho árduo, ela uniu as sobrancelhas. – O que significa “Marl”? – Me questionou.

– Ah, isso é marca de cigarro. – Estendi a outra mão, mostrando o “boro”.

Sim, queridos. Eu fumo, mas não fumo qualquer porcaria não.

Fumo Marlboro, e se não for Marlboro, eu nem fumo!

– Ah, desculpe. Eu não fumo, por isso que eu desconheci. – Ela desculpou-se. – Vai ter aula de quê agora?

– Biologia, eu acho. E você.

– Biologia, também. – Ela sorriu, bobamente. – Eu te acompanho! – Pegou em minha mão, puxando-me, mas logo parou. – Isso é, se você quiser ser guiado por mim!

– Vai ser um prazer, Hendry. – Sorri, galanteadoramente.

Até que eu gostei dessa sonâmbula derrubadora de mochilas alheias...!


Notas Finais


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