História Happy B-day. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Sasori
Visualizações 32
Palavras 974
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Comédia, Slash

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu sei que deveria estar mexendo em Stress, mas o que fazer quando seu neném e amor eterno está fazendo aniversário? Isso mesmo, uma one! XD

Como eu já falo o suficiente dele por aí, apenas um presentinho para ele e para as que também lembraram desse dia especial. PARABÉNS AMOR DA MINHA VIDA, SALAME DA MINHA EXISTÊNCIA ヽ(´∀`)ノ

Espero que gostem, eu não sou boa em fics fofas /morre.

Capítulo 1 - .único


- Deidara, ainda quero saber o que está fazendo na minha cozinha tão cedo.

- Não se preocupe, Danna, eu vou fazer com que seu dia seja m- Opa! Você tem mais ovos aqui, certo? – ele olhava do chão para mim com um sorriso tosco de desculpas. – É que eu deixei cair alguns, hm.

Cocei a cabeça, tentando manter a paciência com o loiro descontrolado mandando e destruindo minha cozinha recém limpa. Ovos no chão, cascas espalhadas no balcão, farinha salpicada até em seus cabelos. Utensílios sujos jogados de qualquer jeito na pia. Eram 7 da manhã e eu ainda queria saber se estava tendo um pesadelo horrível com Deidara invadindo minha casa cheio de sacolas ou tinha ficado doido de vez.

- Não sei, não está nessas sacolas que você trouxe?

- O que? – seu traseiro esbarrou no pacote de farinha, que voou para o chão. – Ai, droga, o que eu fiz para merecer isso?!

O que ele fez? E o que eu fiz para merecer ver tamanha atrocidade culinária em pleno sábado?

- Deidara, fique calmo. – não aguentava mais vê-lo destruindo minhas coisas e esbarrando em tudo. – Saia desse fogão e vamos sair para comer.

Eu não queria gastar dinheiro com comida se podia cozinhar, mas não estava certo de quando poderia tirar tanta sujeira pelos próximos milênios.

- Não se preocupe, eu vou terminar essas panquecas. – Deidara fez um “joia” com o polegar, abandonando o fogão. Na ponta dos pés, desviou dos ovos e me abraçou. Seu calor e cheiro me fez ficar um pouco menos bravo.

Não por muito tempo, pois outro calor e outro cheiro alcançaram meus sentidos.

- Deidara, tem algo queimando.

- Dentro das minhas calças, huh?

- Não, as panquecas.

E lá se foram mais alguns segundos antes de ter que lidar com uma figura chorosa e desolada, e a perda total da minha cozinha.

 [...]

Eu tinha milhares de motivos para não querer ver Deidara nos próximos anos, mas acabou que ele parecia ainda mais bravo e impassível do que deveria, sendo o destruidor da minha manhã e da cozinha inteira. Depois do princípio de incêndio ter espantado qualquer sono e um banho gelado para esfriar a mente, tomamos o metro para a cafeteria onde geralmente comíamos antes do trabalho.

No trajeto inteiro, Deidara apertava o jeans como se ele o devesse dinheiro, vez ou outra mordendo os lábios e lançando olhares irritados para fora; nada passando despercebido por meus olhos. Estava considerando se não tinha sido bruto demais ao explicar que ele não teria mais permissão de invadir minha casa antes das 10h, ou se o direcionamento daquela raiva toda era para si próprio.

A situação ficou um tanto insustentável depois que ele empurrou com força a porta do estabelecimento; o vidro indo direto na minha cara, logo atrás dele.

A garçonete me entregou um saco com gelo. Apesar de ainda tonto e dolorido, podia jurar que ela estava com pena de mim.

- Obrigado. – murmurei, tirando um pouco o gelado do rosto. Deidara brincava com o copo de smoothie pela metade, rolando distraidamente entre uma mão e outra. – Deidara?

Na terceira vez que o chamei, resolveu me encarar.

- Eu sei que sou um cara sem graça, sem humor e gritei pelo fogo, mas não precisa se sentir culpado ou frustrado. – ele piscou, então continuei falando. – Isso já é importante, eu estou bem.

Ele desviou o olhar para a janela, olhando as pessoas que passavam.

- Eu estraguei tudo.

Mesmo que reclamasse, era aquela a função de Deidara desde que nos conhecemos. Ele quem bagunçava, agitava e tornava tudo mais complicado; e eu facilitava tudo. Deidara sustentava meu pilar de sanidade da mesma forma que o derrubava como pinos em um jogo de boliche, mas eu nunca ousaria fazer o mesmo com ele.

Então, vê-lo chateado por uma coisa que poderia ter sido divertida – se eu fosse o típico namorado legal que transformava tudo num filme meloso da tarde -, era um tanto dolorido. Mesmo sendo meu aniversário - e eu não dando a mínima para isso – soava minha obrigação garantir estar feliz e demonstrar animação quando ele queria me entreter. Resumindo, o aniversario era meu, mas quem comemorava e o tornava melhor era Deidara.

Não que eu tivesse duvidado daquilo em algum momento.

- Ei, você não vive reclamando que eu nunca faço nada no meu aniversário? – ele pareceu me escutar de novo. – Então, já estamos na rua, vamos aproveitar bastante.

 Recebi um sorriso brilhante de olhos úmidos de satisfação. E assim, estava tudo salvo outra vez.

[...]

Esticando os braços e pousando a mão na nuca, fechei os olhos. O banco da praça estava se tornando confortável, e a brisa noturna fazia cocegas em meu nariz irritado por pólen. Uma pressão suave nos lábios me fez despertar do estado sonolento, e ao abrir os olhos, encarei o brilho escuro da íris azuis – agora cinzentas – de Deidara.

- Está feliz, Danna?

Nunca teria coragem de confirmar, ou dizer o quanto amava como os gestos simples dele ficariam eternizados na minha mente. Talvez ele ficasse muito convencido da importância quase vital que eu insistia em esconder o tempo todo, além de espalhar para todos que sempre estivera certo. Enquanto distraído em pensamentos, ele me beijou outra vez e esfregou a cabeça em meu braço.  

- Claro. – desfiz a posição e abracei seu corpo, devolvendo um beijo em sua testa. – Foi um bom aniversário.

Ele quase esmagou meu lado, me apertando como um bichinho carente.

- Se eu tivesse terminado de cozinhar, teria ficado melhor ainda!

- Desculpe, mas o gosto daquela tortinha de aniversário parecia melhor. – recebi um bico enviesado. – Pensei que o aniversariante que tinha o poder de escolher, idiota.

Ficamos em silencio por algum tempo.

- Hey.

- Huh?

- Não se preocupe, eu sempre irei te escolher como presente, Deidara.

 


Notas Finais


Parabeeeeeens, pra voceeeeeeee
Nessa dataaaaa queridaaaaa

Ou não tão querida porque ele se encontra no além, mas aposto que rolou festinha -q

*。.。・*♥(´∀`)ε`*)♥*。.。・*


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