História Happy Ending SesshyRin - Capítulo 7


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Inuyasha, Kaede, Kagome, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Visualizações 83
Palavras 997
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Forte, mas frágil


Inuyasha, que estava perto de Sesshoumaru, resolveu o seguir depois e já o encontrou com Rin fora d’água, engasgada até.. 

-Rin, me responda! - Sesshy estava nervoso, não sabia ao certo o que fazer com medo de machucar mais.
- Deixa eu vê-la, se você tentar algo é capaz de piorar. -Disse Inuyasha a ajudando a desengasgar e respirar normalmente.

*cof* *cof* - Obrigada - ela deu um suspiro longo e se sentou. – aquele youkai me pegou de surpresa.

- Que diabos deu na sua cabeça de querer lutar com um youkai por essas bandas?? – disse Inuyasha.
-Eu não vim pra lutar... Fui pescar apenas...
- Rin você está bem?- disse Sesshy ignorando seu irmão.
-Estou, desculpa por te meter nessa, mas mesmo assim agradeço sua ajuda. – Sesshy a abraçou.
-Bom, irmãozinho, fico feliz que agora nos igualamos – Disse Inuyasha aproveitando o momento pra sacanear o irmão “odiador de humanos” rs
- Dessa vez vou deixar passar, Inuyasha, porque tenho coisas melhores pra tratar. – olhou de canto pro irmão. 
- Ora, Sesshoumaru, não seja idiota. – Se levantou e cruzou os braços- talvez nossos destinos sempre foram de seguir as atitudes de nosso pai. – se virou pra ir embora – E saiba que não há mal nisso, você não vai deixar de ser poderoso por causa disso. – se virou para Rin- Melhoras pra você, Rin. – e foi embora.

- Sesshy – ela o olhou nos olhos- me desculpe, não queria causar tudo isso... – colocou a mão no rosto dele – É culpa minha...
- Não é culpa sua. – pegou delicadamente suas mãos e a juntou da suas. – Mas estarei mais perto para te proteger. 
Rin quase chorando pelo que passou – Não quero lhe causar mais problemas, sei que não gosta de humanos, porque insistir em mim... Sempre ouvirá esse tipo de coisa.
- Insisto pois você vale a pena. E Inuyasha está certo de qualquer modo... Não há mal nisso. Mesmo morto, nosso pai tem nos ensinado muito, e hoje eu entendo um pouco mais ele. – Sesshy pegou a adaga dela do chão, a ajudou a levantar, lhe devolveu e a mesma a guardou.
- Obrigada, Sesshoumaru-sama. – ele a pegou no colo e foi em direção a casa dela. 

Aquela noite foi tranquila, ele permaneceu ao lado dela o tempo todo. Rin ficou com uma marca roxa no pescoço, sabia que foi daquela luta. Sango foi até sua casa, afim de contar sobre a festa de despedida, quem abriu a porta foi ele, mas não a intimidou. Ele escutou Rin pedir pra ela entrar e assim o fez. Ele estava surpreso por quererem fazer aquilo, a vontade dele era partir sem nenhum contato, mas resolveu sentar e escutar a conversa. 

- Pensamos em flores, e vai ter bastante comida, e a Kagome vai fazer umas receitas da era dela.- comentou Sango.
- Como será que é aonde Kagome morava? Bom, eu quero que chegue logo amanhã pra poder comer de tudo um pouco! 
- Espero que você também goste, Sesshoumaru. Não fazemos apenas pela Rin, mas por você também. – Ele a olhou, resolveu que ficaria quieto, mas depois falou.
-Agradeço pelo esforço. – E não disse mais nada.

Sango se foi, e já estava tarde. Rin adormeceu bem fácil, já seu amor ficou pensando em tudo que acontecera desde que chegou ao vilarejo. Ao acordar, sentiu falta de algo. Ela já estava acostumada as carícias dele. Levantou, se arrumou e saiu de casa. 

- Bom dia! – Sempre sorridente, não tinha uma pessoa que não retribuísse seu bom dia. Já que Sesshy não estava por perto, resolveu ter um dia comum, foi checar a horta que tinha ainda com a Kaede, deu banho em seu cavalo, comeu. Resolveu ir ajudar o pessoal na decoração, mas não deixaram ela ver, seria surpresa. Só restou ela voltar pra casa, pegar suas roupas e ir lavar, mas depois de ontem, resolveu ir com Sango, que levou seus três filhos junto. 

- Obrigada por ser tão minha amiga, Sango. Vou sentir falta, mas pensarei sempre em todos vocês. – terminando de lavar as roupas 
- Eu que agradeço. Você merece tudo de bom que aconteceu na sua vida, e sei que batalhou duro para conseguir algumas coisas. Tudo mérito seu. 
- Queria que meus pais e irmão estivessem aqui para ver como estou feliz, e ver como eu cresci... – Rin suspirou. 
- Aonde quer que eles estejam, estão felizes por você, não fique triste! Venha cá – Sango a abraçou.  – e você vai amar hoje a noite!- olhou para Rin sorridente- Bora terminar essas roupas para dar tempo de secar tudo ainda hoje!
E assim foi. Quando voltaram para perto da casa delas, avistaram quem havia acabado de chegar. 

-Shippo!-  disse Sango.

- É, tampinha, você cresceu, hein – Inuyasha logo lhe deu um cascudo de leve.
- Aí Inuyasha, seu folgado! 
- Que saudades estava! – Kagome o abraçou bem apertado. 
- Ainda bem que cheguei a tempo! Oi Rin! – Foi pulando ao encontro dela 
- Oi Shippo! – Rin ainda achava ele muito fofinho.

Um vento bateu e Rin sentiu um cheiro familiar, era ele! Correu em direção ao vento.
- Sesshoumaru... - o abraçou – sama! – o senhor está de volta! Fiquei preocupada.
- Saí bem cedo e não quis lhe acordar. 
- Está com fome? Precisa de algo? Foi aonde? – Rin fazia perguntas enquanto ele se dirigia para a porta da casa. 
- A tarde já está dando lugar para a noite. – Olhava para a lua que, mesmo com céu ainda claro se mostrava bela. – Trouxe isto pra você. 
- Um presente? Um presente! – Rin pegou o pacote muito empolgada, já fazia tanto tempo que não recebia presentes de seu amado. 
- Calma, Rin. Abra ele lá dentro, ou vai acabar sujando aqui fora. 
- Venha, Sesshy, entre comigo! – puxou sua mão.
- Rin, quero lhe ver mais tarde com esse kimono. Espero que fique linda nele. – ele a puxou, a beijou a testa e saiu. Dar uma volta? Quem sabe. Era muita coisa pra um youkai como ele. 



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