História Hard - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Got7, KNK
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Park Seung-jun, Youngjae, Yugyeom
Tags Jackson, Jark, Mark, Markson, Possíveismudanças, Shortfic
Exibições 96
Palavras 2.304
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite *------*

P.S: nINGUÉM VAI MATAR NINGUÉM, É SO PARA PROSSEGUIR COM "CIÚMES DE AMIGO NÃO MATA" SHUSHAYSA parei

Então, como dito, estou aqui de novo, numa segunda, quase terça, mais to aqui kkk

Então, postar só de segunda ta me deixando anciosa, então vou fazer um Especial de quarta feira, a partir dessa semana. Nesses especiais vou colocar coisas soltas, não muito grande. Coisas que eu pretendia colocar no decorrer da historia, tipo o encontro deles de quando ainda eram crianças - Capitulo 1 - Essas coisas. Então até quarta e espero que gostem do capitulo <3

Boa leitura.

Capítulo 7 - Ciúmes de Jackson mata! Feat. Vamos namorar?


 

X_X

 

Jackson era do tipo de amigo que prefere se machucar do que vê o outro machucado.

 

Alguns poderiam considerar frescura, ou se convencer de que foi algo bobo, mas Jackson não pensava dessa forma e talvez nunca fosse pensar quando a pessoa envolvida fosse Tuan Yien, seu Mark.

Ele sabia, que no fundo Mark estava apenas tentando se convencer de que aquilo que aconteceu na madrugada, na festa de J.B era coisa boba, e que se alguém o visse remoer aquilo iria dizer que era frescura de sua parte.

 

Agora, sentado na sala de sua casa, com Mark fazendo de suas pernas travesseiros, Jackson observava cada linha de expressão do rosto do mais velho. As sobrancelhas levemente franzidas e o pensamento claramente muito longe, Jackson sabia o que se passava naquela cabecinha.

 

— Yien! – Jackson chamou calmo pelo outro que lhe encarou de imediato, com um bico nos lábios.

 

Jackson não costumava chamar Mark de Yien ou Tuan Yien, esses nomes eram somente pronunciados quando o assunto era sério, ou quando Jackson queria obviamente chamar a atenção do outro.

— Sim? KaYee! – Disse, torcendo mais ainda o bico, o que fez o olhar ´serio de Jackson se tornar em um grande riso.

— Sério! – Tentou tomar o rosto de sério novamente, quase não conseguindo – Que tal parar de pensar um pouco e focar em mim, que estou falando a vários minutos e tenho certeza que você não ouviu sequer uma palavra que eu disse! – Sorriu de canto, vendo a cara do outro mudar.

— Desculpa, Jack – fez um biquinho, descontente – Eu não prestei atenção, do que falava? – Perguntou, olhando para cima.

— Seungjun gosta de você? – Perguntou, pela segunda vez e sua cara demonstrava o quanto aquilo havia o deixado perturbado.

 

Jackson também era do tipo que NÃO deixava guardado o que lhe perturbava ou tirava o sono.

Ele era sincero, até demais e não hesitava em dizer o que o incomodava. Perguntas? Ah, esse era o ponto forte do garoto chinês.

Mark, havia se acostumado com o jeito do amigo, mas no início tinha sido meio complicado, coisa que ainda causou umas boas discussões bobas entre os dois.

Mais Mark ainda ficava envergonhado ou sem saber o que dizer quando era atingido pelos questionamentos do amigo.

 

— Hã? – Ficou sem saber o que responder, sabia que o amigo levaria para o lado sentimental e iria dizer que devia ter o contado ou algo do tipo. Jackson era rancoroso e Mark sabia disso.

— “Hã”? – Imitou Mark, que lhe deu língua – Cuida! – Cruzou os braços, fechando a cara que antes ainda esboçava um sorriso.

— Jack! – Sentou e se virou, ficando de frente para o amigo, ainda sentado no sofá – Você vai ficar chateado porque não te contei? – Questionou, vendo o amigo lhe ignorar.

— Depende! – Disse, esperando qual seria a reação do outro.

— De? – Reforçou.

— Se você me contar o que houve e não esconder mais nada de mim! – Continuou sério.

— Ele disse que gostava de mim, a uns dois meses – Disse, sem pausa – No dia que você faltou para ir andar na cidade com a Jay! – Sua voz continha um pouco de ironia, Jackson deveria ter notado mais estava ocupado demais tentado parecer sério perante a Mark.

— Ele disse mesmo? – Encarou Mark, ainda sem acreditar – Naquele dia? – Seus olhinhos curiosos fizeram Mark querer rir. O moreno era um bobo, e por mais que Mark tentasse ficar irritado com ele era uma coisa quase impossível de se concretizar.

— Sim, disse – Cruzou os braços mais forte e apertou os olhos, como se quisesse intimidar Jackson, mais não dava, aquilo só parecia fofo vindo de Mark, porém Jackson conseguiu segurar o riso – E eu só não te contei porque você andou ocupado demais com sua namorada naqueles dias e depois perdeu a graça, não quis mais contar – Virou o rosto, vendo Jackson prender o ar e procurar por argumentos.

— Mesmo assim, devia ter me contado! – Empurrou o outro com o pé, o fazendo cair sobre o sofá e de imediato começar a tirar dois travesseiros em seguida.

— Talvez não! – Fez uma cara emburrada. Ele realmente queria ter dito aquilo, afinal, era uma declaração um tanto diferente das que estava acostumado a receber.

— Se você me esconder coisas, principalmente desse gênero eu juro que te bato – Disse sério, ouvindo logo em seguida sua mãe aparecer na escada, perguntando se os dois estavam brigando.

 

Jackson disse não, quase gritando, e ao mesmo tempo começou a cutucar o outro, infinitas vezes entre as costelas do mesmo, quase o matando de rir.

O máximo que Jackson conseguia machucar do outro era assim, com cocegas e risos.

Ou melhor, era a única forma que ele vinha para machucar seu precioso Mark.

 

Pararam de brincar de cocegas, logo após as duas mães se juntarem a mesma casa. Não que Mark e Jackson não gostasse de estar com as duas mães ao mesmo tempo, mas era estranho.

Formavam-se panelinhas, ali naquela sala.

Os dois pais, quando estavam presentes após o trabalho, se juntavam também - como agora - e começavam a falar de futebol, comida, países.

As duas mães, por sua vez falavam de novelas, aquele ator, aquela atriz, babados da vizinhança e o mais recente rompimento do namoro dos dois com as antes “namoradas”.

 

“Um dos motivos, para saírem dali o mais rápido possível naquela noite onde as panelinhas pararam de falar sobre coisas que costumavam e começarem simplesmente a perguntar o porque daquilo”.

 

Como a panelinha de Gaga e Markie pooh não tinha marcado entrevista, trataram logo de dispensar aquela rodada de perguntas. Iriam evitar o quanto pudessem e lá estavam os dois, praticamente correndo da casa.

Os pais de Mark eram, ou pareciam, por várias vezes mais jovial que ele. Energia lhes sobravam, e na mesma sequência, os de Jackson não ficavam atrás, eram mais animados que muitos adolescentes por aí, cheio de vida. Muito ao contrário dos filhos.

 

Jackson e Mark era do tipo de amigos que se completavam até no sedentarismo.

 

Um se apoiando no ombro do outro, após percorrer apenas poucos quilômetros a pé, até chegarem no centro de Seul, derrotados, loucos por água ou um sorvete do tamanho GG - Se é que existe - em mãos.

Gordos, só que não. As duas pessoas ali, que se acabavam, ou melhor, acabariam com o estoque daquela sorveteria, poderiam comer e comiam, tudo que quisesse e que coubesse no estomago e durante a semana, gastando poucos minutos na academia, tinham, acredite ou não os corpos mais bem malhados e formosos da coreia, se encaixavam perfeitamente nos padrões.

Davam de dez a zero nos coreanos que tentavam manter os padrões e aquela piada, totalmente sem noção já os fizera correr bons quilômetros para salvar o próprio rosto, zero porcento plástica.

 

“Nos encaixamos perfeitamente em todos os padrões coreanos, mesmo sendo eu um Americano Taiwanês – Dizia Mark, antes de uma de suas fugas – E eu sendo um Chinês? ” – Completava Jackson, quando os olhares brincalhões se intercalavam e naquele momento sabia que era hora de sair de cena.

 

Ah, como esse desacato havia os feito correr. O que eles não gastavam nas esteiras da academia, gastavam correndo para salvar o rosto – como dito antes – 0% plástica.

 

 

— Mark! – Cutucou o pé do amigo, por baixo da mesa do estabelecimento – Porque você ficou com aquela menina, do cabelo falsamente ruivo? – Sua voz continha alfinetes bem conhecidos por Mark.

— Porque sim? – Fez de conta que a ironia não carregava as palavras do outro.

— A gente havia dito que daria um tempo, não? – Indagou, cruzando os braços, e demonstrando o que realmente que se passava na sua mente naquele momento.

 

Era pouca as vezes que Mark costumava ver Jackson daquela forma com ele, se ele ficava assim é porque o assunto tem um grau de sinceridade.

— Eu sei, mas ela veio para cima, não deu tempo nem de fugir! – Disse, suspirando sua frustração, encarando o outro, para ver o que viria a seguir.

— A, claro! – Encarou Mark, não gostava daquilo. Por vezes odiava sentir aquilo, sem nome ainda. Podia ser considerado ciúmes de amigo, mas ele não gostava, o deixava facilmente irritado.

— Não vem Jack! – Agora Mark que estava claramente irritado – Já sabemos o que acontece quando começamos a falar e pensar deste jeito. Acaba em briga e por mais que cinco minutos depois a gente já tenha esquecido o que falávamos ou pelo que nos chateamos é chato e principalmente para mim, porque você guarda rancor e quem se ferra sou eu – Disse sério, tratando de encher a boca do outro com seu sorvete – E você também não fez diferente, bem que eu vi você cheio de gracinhas para cima da Suny – Deu língua para o outro que ainda estava emburrado, abrindo a baca para receber mais do sorvete.

 

“Parecia estranhamente fofo de longe, e as pessoas que ali iam com a mesma frequência que os dois amigos já estavam acostumados em ver aquela cena, de um alimentando o outro”.

 

— Mas não fiquei, fiz o que tinha dito – Disse, tentando desmanchar a carranca – Quero mais! – Apontou para o sorvete do outro que por sua vez negou com a cabeça, o deixado irritado novamente.

— Não tem mais, coma o seu e com a sua mão – Disse, sem pausa.

 

Os dois ficaram de birra e cutucando assuntos, ainda da festa do J.B. Não mencionando hora nenhuma, o ocorrido maior, coisa que Mark agradeceu.

 

— Dá pra parar com a melação, as outras pessoas estão me perguntando se vocês se assumiram, finalmente – O rapaz que antes observava de longe veio, dando um tapa na cabeça dos dois, com as reclamações de sempre.

— Jae, quantas vezes eu pedi para não fazer mais isso? – Mark falou baixo, em consideração as outras pessoas que ali estavam.

— Youngjae, juro que te bato na próxima!! – Disse Jackson, não tão baixo como o outro que ainda teve consideração.

— Cala a boca, Jackson Wang! – Disse, baixo também, já que estava em seu local de trabalho – Então? Parem com o amorzinho ou respondam vocês mesmo aos curiosos que continuam me perguntando a mesma coisa desde que chegaram aqui, okay? Para mim é obvio, mais para os outros não.

— Jae, para de falar besteira e volta para trás do balcão e me traz outro sorvete, que tal? – Disse Mark, já cansado de ouvir tantas vozes juntas.

— Mark, sua cobra! – Disse, desafiando o outro com o olhar – Você me paga!! – Ameaçou – E se mais alguém vier fazer a mesma pergunta idiota eu vou dizer que se assumiram e que o casamento está marcado para dezembro – Saiu, quase gritando.

 

Jackson e Mark se olharam, já acostumados com aquele papo e nada disseram por exatamente 5 segundos.

 

— Seu idiota! – Quase gritou, sentindo raiva de ter ficado com raiva de si próprio por ter gritado com Jackson, e agora estava lá, recebendo aquele olhar de cachorro perdido que só o outro tinha – Se quer sorvete espere a colher chegar a sua boca e não me chute igual chutou agora – Disse, tentando produzir as palavras com toda delicadeza do mundo.

— Markie Pooh é mal! – Fez bico, apertando os olhinhos, como quem realmente está atingido e Mark não era nem bobo de duvidar que tinha muita verdade por trás daquela cara de cachorro abandonado.

— Desculpa, toma! – Disse com um bico nos lábios, alimentando seu filhote de cachorro com o sorvete que ainda tinha.

 

Youngjae não tardou e lá estava com o sorvete que Mark havia pedido em mãos e como seu horário já havia acabado ele apenas se serviu de sorvete e se sentou ali, com os dois, como se nada tivesse acontecido a minutos atrás.

 

Realmente não havia. Não para eles que era acostumados a essas guerras constantes. Guerras essas que eles consideravam essenciais para a amizade que tinham.

 

— Irei falar sério – Youngjae começou, se entalando com o sorvete.

— Como sempre não é Jae!! – Disse Mark, recebendo as palmas exageradas de Jackson, como sempre também.

— Parem! – Ameaçou (Ele sempre ameaça) – Porque não namoram? – Perguntou, como se fosse a coisa mais simples do mundo.

— Quê? – Mark que se engasgou agora – Youngjae, você devia apenas continuar seu sorvete! – As palavras eram um tanto irônicas, mais os olhos de Mark praticamente implorava para que o rapaz parasse com aquilo, de sempre.

— Não vejo mal! – Disse Jackson, que estava até calado demais para o gosto dos outros.

— Espera! – Youngjae fez alarde, parecia até sirene de ambulância de tanto que gritava e por sorte, não tinha muitas pessoas ali e as que ainda olharam pareceram não se importar com os gritos dos rapazes ali, naquela mesa – Eu não acredito que ouvi Jackson Wang dizer isso, calma? Deixa eu pegar meu celular para gravar isso? – E assim fez, abrindo no Kakao Talk, no grupo particular dos rapazes ali e começou a gravar e o que ele menos esperou que acontecesse, de fato aconteceu.

— Eu não vejo mal namorar o Mark! – Repetiu, com a mesmo timbre de antes e Youngjae gravou aquilo e também clicou no botão enviar e por fim enviou.

— Jackson, que loucura é essa? – Mark gritou, conferindo a temperatura do garoto, tentando ver resquícios de mentira e se assustou, ao não encontrar.

— Vamos namorar Mark? – Perguntou, encarando o rapaz que de tão pálido parecia branco (Quê)? E Mark, ainda levava tudo ali como brincadeira e só estava esperando a gritaria do resto da turma, aparecendo com uma câmera e anunciado que era uma pegadinha.

— Tudo bem Jackson, vamos namorar! – Disse, brincando e Youngjae definitivamente se sentia a pessoa mais feliz do mundo por ter presenciado aquela cena e principalmente por ter gravado o áudio daquilo e mandado para os outros que não estavam presentes ali.

— Pronto, Feliz Youngjae? – Perguntou Jackson, satisfeito, rindo para o outro que ainda se mantinha de boca aberta.

— Ahan! – Foi a única coisa que saiu da boca de Youngjae e a segunda coisa que ele conseguiu fazer foi correr dali, deixando agora, os dois que sobraram, assustados.

 

X_X

 


Notas Finais


'-' cABOU

hehehehe Markson <3 Eu amo tanto vei, sério, me fazem mais feliz a cada dia que passa....

Então, de um jeito ou de outro sempre tentarei fazer a partir de agora o especial de quarta-feira, sim?
E sobre o capitulo, gostaram? não gostaram?

Meu markson nessa historia vai ser bem lento, planejei isso desde o plot, então não fiquei chateados a demorar acontecer qualquer coisa entre os dois, okay?

Espero que tenham gostado, gostaram?

Até quarta <3 Bjão da Gaby.


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