História Hard love - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Kyou Kara Maou!
Tags Kyou Kara Maou, Lemom, Wolfuri, Yurixwolfram
Exibições 69
Palavras 2.337
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Yaoi
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoal que lê minha fic!!
Bom, como eu disse tive que ficar um tempo afastada da fic, mas me perdoem pela demora.
Desculpa a demora e os erros.
Espero que aproveitem a leitura.

Boa leitura!

Capítulo 11 - Capitulo 11


Fanfic / Fanfiction Hard love - Capítulo 11 - Capitulo 11

Yosak suspirou novamente e olhou para a escuridão a sua frente. Estava na lateral do barco perto da cabine que dividia com Konrad encostado na mureta desse, com um copo de uísque na mão. Ele já havia terminado seu “trabalho” e agora ali estava ele se, martirizando por ter dado um passo falho em direção ao castanho. Não deveria ter falado sobre aquilo com o outro; tomou mais um gole do copo que continha uísque suspirando mais uma vez.

-O que faz aqui? -Perguntou sem mesmo se voltar para trás, havia escutados os passos tão conhecidos e a respiração quase ofegante do outro.

-Sim.

       Yosak franziu o cenho para o que outro disse por alguns minutos antes que a realização lhe batesse o fazendo se voltar rapidamente pouco se importando com o copo que se estilhaçava no chão do barco.

-O que disse? -Indagou segurando os ombros do castanho que tinha uma coloração avermelhando em seu rosto, mas seus olhos miravam os azuis com determinação, Yosak sentiu seu coração se encher de esperança.

-Eu disse que aceito sua pro- -Antes mesmo que o menor terminasse de falar o ruivo já havia tomado seus lábios em um beijo apaixonado.

-M-mas é apenas... sexo. -sussurrou ofegante quando se separaram do beijo.

     Yosak assentiu, ainda que seu coração doesse um pouco, mas ainda era melhor do que não ter nada; se aproximou novamente tocando os lábios inchados e vermelhos do castanho -pelo beijo anterior- mas sem beija-los novamente apenas sentindo a maciez desses e o calor do hálito que acariciava seu rosto o incitando ainda mais.

       Empurrou o menor na parede de madeira do navio tomando de vez a boca de Konrad que deixou um pequeno som escapar abafado pela boca de Yosak; eles se beijaram com intensidade, suas línguas travaram uma batalha sensual na qual a língua do castanho terminou como refém da do ruivo em uma deliciosa tortura. As mãos do ruivo estavam por todo o corpo de Konrad acariciando e apertando tudo onde ele podia tocar.

    Konrad estava tomado pelas sensações que o corpo pressionado ao seu, e a língua habilidosa de Yosak estava trazendo para seu corpo o fazendo estremecer a cada toque. Porém eles precisavam se separar antes que as pessoas os vissem; não que tivessem algum problema com pessoas do mesmo sexo, mas Konrad não queria ser pego naquela situação por ninguém e, principalmente não queria ser pego por seus irmãos ou Yuri.

-T-temos que... que parar... -Falou ofegante enquanto tentava afastar Yosak, mas não parecia que o outro estava escutando qualquer coisa; ele tinha sua língua em seu pescoço lambendo a pele sensível, deixando Konrad sem qualquer força para pará-lo.

-Yosak... temos que sair daqui.

      O ruivo finalmente pareceu escutar os pedidos gemidos de Konrad e se afastou um pouco do corpo do mais baixo. Seus olhos percorreram o rosto do castanho admirando  a pele alva toda corada e a pequena boca inchada e vermelha por causa dos seus beijos.

Ele estava tão... sensual

-Sim, devemos sair daqui. -Concordou com um belo sorriso enquanto se afastava do corpo do outro.

       Konrad observou o ruivo caminhar lentamente e quase sensual em direção a cabine que os dois dormiam, quase como se estivesse em um transe. Em seu rosto um sorriso lutava para aparecer, mas ele definitivamente não o deixaria vencer. Quando finalmente saiu de seu torpor Yosak já havia entrado no quarto que ocupava; desencostou-se da parede decidido a levar o início desse estranho relacionamento de necessidades utilizando apenas a luxuria e o desejo carnal, por isso sorrisos bobos não fazia parte do plano mesmo que seu coração tremesse um pouco com medo do que levaria o fim de tudo.

      Quando finalmente entrou na cabine sua respiração falhou ao ver o corpo de Yosak totalmente nu, -Era normal que ele visse esse tipo de coisa principalmente quando se está na guerra com seus companheiros- mas o que ele viu foi muito diferente de qualquer coisa que ele já tinha visto. O corpo musculoso e definido fez com que ele estremecesse mesmo sem saber qual o motivo, ele já havia visto o outro nu. O membro de Yosak parecia em toda a sua gloria na sua frente e ele se sentia quase envergonhado do seu próprio; a pele bronzeada do trabalho duro em campo quase parecia brilhar por causa das luzes amarelas das velas. Konrad estava extasiado com aquela visão.

-Vem aqui comandante. -Falou as palavras quase sussurrando.

     Konrad sentiu aquelas palavras ecoarem em seu corpo de forma sensual lhe dando um sentimento estranho de necessidade.

-Vem.

        O  castanho seguiu a voz quase hipnotizado a expressão sensual e maliciosa do ruivo eram tão diferentes das costumeiras que eram ironia e de zombaria, que talvez isso também tenha sido o motivo pelo o qual o castanho parecia uma libélula sendo atraída pela luz. Só saiu de seu estranho transe reflexivo quando sentiu as mãos ásperas em seu rosto acariciando sua pele.

         Seus olhos se encontraram com aquelas belas orbitas azuis que pareciam quase negras em uma confusão de sentimentos e desejos, Konrad não soube explicar por que a visão daqueles olhos cheios de conflitos fez com que seu coração se apertasse em seu peito.

      Assim que Konrad começou a caminhar em sua direção o coração de Yosak começou a doer, seus sentimentos batalhavam contra os desejos carnais que apenas o mandava seguir em frente e possuir o corpo do homem que ele ama -que ele sempre amou-, mas que nunca o faria de volta.

       Ele se inclinou lentamente para tocar seus lábios suavemente nos do castanho. Os dois mantiveram os olhos abertos ele pôde ver a confusão nos olhos castanhos, mas ele não se importou apenas fechou os olhos  adentrando a boca desse, sua língua passeando ternamente por cada canto da boca doce de Konrad. Ouviria seus sentimentos pelo menos uma vez antes que fosse apenas luxuria.

   Suas mãos acariciavam a pele macia do rosto de Konrad que naquele momento parecia muito entregue ao ruivo e isso encheu seu coração de esperança. Se separaram e seus olhares travaram um no outro e tudo o que Yosak viu fez com que sua recente esperança se desfizesse: Pesar e confusão. Era tudo o que ele podia ver, e nenhuma dessas emoções o ajudaria naquele momento, se inclinou dando um pequeno selo nos lábios do outro fechando seus braços em torno do corpo compacto do filho do meio da antiga Maou apertando fortemente sem deixar que o outro se machucasse.

-Hoje...  vamos apenas ficar assim.

    Sua voz tremeu por alguns instantes, mas não era choro iminente e sim o medo falando mais alto dentro de si. Konrad assentiu sem qualquer palavra, apenas balançou a cabeça que estava agora apoiada no peito largo do outro.

Como seria capaz de fazer aquilo? Como, depois tanto tempo de espera. Agora... ele queria mais do que apenas o corpo do homem de quem ele passou tanto tempo amando.

Mas faria aquilo. Com certeza faria possuiria o corpo daquele homem.

  Na manhã seguinte eles desembarcaram em Dai Shimaron, e rumaram em direção a casa de Saralegui como haviam combinado na noite anterior quando faziam os planos.

    Gwendal achou estranho que Saralegui tinha uma casa em um país que de acordo com ele mesmo era um opressor do seu, mas não falou nada muitos nobres faziam isso tinham várias casas. Ainda assim ele ficaria atento a tudo.

-Bem-vindos a minha casa. -Falou o loiro com um grande sorriso, seus olhos afiados por debaixo daqueles estranhos óculos brilharam.

-Obrigado por nos receber Majestade. -Agradeceu a Konrad com uma pequena reverencia.

-Não precisa se preocupar em agradecer eu estou disposto a ajudar Yuri a finalmente acabar com todas essas guerras inúteis. Agora se me derem licença irei me retirar para descansar e nos vemos a noite no jantar.

  Eles seguiram uma serva que apareceu, assim que eles entraram, que os levou em direção ao quarto que havia sido oferecido ao Maou e seu noivo ela tinha uma expressão nervosa em seu rosto fazendo com que os alertas do moreno crescessem ainda mais; quando estavam todos lá Gwendal começou:

-Yosak está em uma missão de reconhecimento na cidade, observando a quantidade de soldados e como eles estão distribuídos. Amanhã eu e Konrad sairemos para nos encontrar com os assistentes do rei para marcamos uma reunião com vocês dois. E tudo o que você tem que fazer durante esse período é sentar seu traseiro e pensar em como você com sua conversa vai convencer ao rei de Dai Shimaron, não pense em sair ou fazer qualquer das burradas que você faz. -Falou com tom de voz grave.

-Ah não precisa se preocupar comigo Gwendal. -Falou com um grande sorriso e com a voz em tom divertido fazendo com que todos exceto o moreno sorrissem.

-Não seja idiota, estou preocupado com o futuro de Shin Makoku. -Rebateu em uma mistura de irritação e vergonha.

    Gwendal infelizmente havia passado a se preocupar com idiota, mas ele nunca admitiria aquilo para aquele cabeça de vento.

-Wolfram, seu dever é proteger a majestade enquanto estivermos fora assim como o de Gunter. -Falou o castanho com seriedade. Os dois assentiram em resposta a Konrad.

-E você Yuri, Gwendal tem razão não faça nada que o ponha e também a seu noivo e Gunter em perigo. -Falou gravemente. Eles tinham que ser sérios em relação aquele assunto com o histórico que o Maou tinha de fazer coisas impensadas.

-Sim sim, eu entendi. Ficarei aqui aproveitando esse tempo com meu belo noivo. -Disse com um sorriso malicioso se formando em seu rosto.

-Yuri! -Gritou o loirinho batendo com um travesseiro na cabeça desse.

   Para Konrad era um pouco estranho ver o Maou daquele jeito. Yuri sempre foi brincalhão e divertido, mas com seu irmão mais novo parecia que aflorava outra personalidade. Uma mais séria e maliciosa que o dava um ar mais maduro do que ele realmente era.

   Quando tudo estava acertado cada um foi para seu quarto descansar um pouco antes de começar uma vistoria naquele lugar estranho em que eles estavam.

                                                 ****

-Você percebeu como Gunter estava calado? -Perguntou ao loirinho que estava em seus braços depois de uma serie de amassos.

    Ele havia percebido que o arroxeado tinha uma expressão perturbada durante todo o tempo.

-Ele está tendo problemas com meu irmão. -Wolfram falou simplesmente se aconchegando no peito do moreno.

-Ele brigou com Konrad? -Perguntou o Maou confuso. Nunca tinha visto os dois discutir por nada sério antes, não que deixasse o arroxeado tão perturbado.

-Não imbecil, Gwendal, Gunter tem um caso com Gwendal. -Falou o loirinho um pouco irritado com a estupidez do Maou.

-Com Gwendal?! Um caso?  -Indagou Yuri surpreso com aquela notícia. Ele nunca imaginou que Gwendal com aquele mau-humor pudesse ter alguém e ele definitivamente não pensou que ele pudesse ter um relacionamento com Gunter.

-Sim, e há tempo. -Falou o loirinho se aconchegando nos braços do moreno.

   Estava cansado por ter ficado tanto tempo no mar. Agora que havia parado de tomar o que Yosak havia lhe dado por causa do enjoo sentia seu corpo cansado e seu estomago parecia que a qualquer momento iria cair em um buraco fundo.

-Estou surpreso. -Foi tudo o que disse.

    Olhou para o belo rosto de Wolfram e percebeu que ele já tinha os olhos fechados, se arrumou de forma mais confortável sem que o acordasse, fechou os olhos também precisava dormir um pouco. Precisava se preparar.

                                                      *****

-O que está errado? -Gwendal perguntou ao homem parado em frente à janela com uma expressão perturbada.

-Você sabe o que está errado. -As palavras foram proferidas cheias de raiva e ressentimento.

   Gwendal suspirou. Sim, ele sabia.

-Eu já disse que você é meu, o que mais você quer? -Perguntou sentado na ponta da cama. Todos haviam ganhados quartos, mas ele não queria ficar longe do arroxeado então ali estava ele.

-Eu não quero um certificado de posse como um cavalo ou uma espada. Eu quero que você me reconheça como companheiro! -Gritou as últimas palavras e quase podia sentir as lágrimas em seus olhos.

-Eu sei que sim, e eu também quero iss...

-Não! Você não quer! -O menor interrompeu o moreno.

-Deixe eu falar. -Falou se aproximando de Gunter sua mão direita foi em direção a pele macia do rosto desse. -Eu quero você. E eu quero que todos saibam que você é meu, mas primeiro preciso resolver algumas coisas. -Falou acariciando a pele alva.

-Que coisas? -Perguntou Gunter olhando nos olhos de Gwendal tentado descobrir se ele estava falando mesmo a verdade.

-Algumas coisas com a antiga Maou. Será que você pode apenas mais um pouco? -Perguntou olhando com intensidade para seu amante.

   Eles se olharam por algum tempo antes que o de longos fios assentisse. Gwendal soltou a respiração que prendia em expectativa e puxou o outro para seus braços. Eles ficaram ali apenas abraçados por algum tempo.

*****

         Yosak havia voltado durante a noite e contou todos os detalhes de como a cidade parecia um forte se preparando para guerra, soldados armados em todos os lugares, as ruas estavam quase vazias.

-Já imaginava isso. -Ponderou Konrad.

    Estavam reunidos todos depois do jantar no escritório de Saralegui.

-Majestade Saralegui, informou a alguém que estava em Dai Shimaron? -Gwendal perguntou de sua cadeira.

-Não, apenas alguns poucos servos sabem. Não se preocupe General meus homens estarão de vigia durante a noite. -Falou dando um sorriso ambíguo.

-Ah obrigado Saralegui! -Agradeceu Yuri com um grande sorriso em seus lábios.

     Eles conversaram mais uma vez sobre os planos para o próximo dia e logo depois todos começaram a rumar para seus quartos. Gwendal fez um sinal discreto para que Yosak ficasse quando todos começaram a sair.

-O que houve General? -Perguntou quando se viram sozinhos.

-Se aproxime. -Pediu o moreno. Ele não poderia se arriscar estava com sentimento estranho em relação aquele rei.

-Eu quero que você investigue a mansão e os arredores dela essa noite. -Ordenou em um sussurro.

      Yosak assentiu.

 Havia algo de muito estranho na história daquele rei.

 


Notas Finais


Olá pessoas lindas!
Gostaram? não? me digam!
Obrigada por ler e comentar a todos (as) vcs! Eu agradeço mesmo, desculpem mais uma vez os erros e a demora.

Em relação a fic: Faz muuuito tempo que vi esse anime e como todos nós sabemos ele não é pequeno rsrs. então queria pedir que me desculpem se algo não bater com que vcs lembram da historia. Eu quis muito deixar a fic junto ao anime, masss eu nunca consigo fazer isso, nunca mesmo. Então desculpem se eu viajar, ainda assim espero que gostem dessa minha viagem.
Ah em relação ao cabelo do Gunter: Bom, eu não sei muito bem se é prata ou roxo 0_o A cor que eu vejo é um roxinho claro não sei se tem outro nome essa cor, masss bem se alguém souber... Agradeço ^~^
Obrigada!

Beijos da sua Autora *-*


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