História Harry Potter e as garotas de Cokeworth - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Draco Malfoy, Duda Dursley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lílian L. Potter, Lorcan Scamander, Luna Lovegood, Lysander Scamander, Minerva Mcgonagall, Neville Longbottom, Personagens Originais, Petunia Dursley, Rolf Scamander, Ronald Weasley, Rose Weasley, Rúbeo Hagrid, Scorpius Malfoy, Severo Snape, Tiago S. Potter
Tags Harry Potter, Hogwarts, Magia, Severus Snape
Visualizações 8
Palavras 1.175
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ooi voltei, espero que gostem.

Capítulo 2 - Melissa


Fanfic / Fanfiction Harry Potter e as garotas de Cokeworth - Capítulo 2 - Melissa

Os olhos de Severus se abriram e a primeira coisa que viu foi a ave grande e vermelha, a Fênix de Dumbledore.

 

Ele estava na casa dos gritos. Ele escutou vozes, eram o trio que estava de volta para pegar seu corpo.

 

Severus não sabia o que fazer, então faz a única coisa que passa por sua cabeça... Ele aparata levando a Fênix com ele.

 

Severus se vê na rua da fiação ao lado de sua casa. O homem entra no local e logo que se vê seguro se joga no sofá.

 

A dúvida surgiu na cabeça do homem.​ O que iria fazer dali em diante? Só fez duas coisas na vida, ser comensal e ser professor. O que seria dele? Severus só tinha uma opção, se esconder no mundo trouxa, viver entre eles e era isso que faria.

 

Os dias se passaram rápido, Severus estava na frente de um hotel de luxo em Liverpool. Ele respira fundo e entra, todos o olham com estranheza, era sempre assim. Ele escutou uma voz doce e melodiosa vindo de um grande salão, aquela voz chamou a atenção de Snape, ao entrar no local que parecia um salão de apresentação havia uma mulher cantando. Ela tinha volumosos cabelos ruivos, olhos grandes e verdes em um tom completamente diferente. Seus olhos se encontraram e pela primeira vez em anos Severus se sentiu daquele jeito.

 

 

- Melissa! - Diz a mulher à Snape. - E o senhor? Como chama?

 

- Severus. - Disse o homem.

 

- Nome interessante. - Ela disse com o olhar em Severus. - Precisa de um emprego, não é isso? - Ele faz um sinal positivo para a mulher ruiva que a pouco estava cantando.

 

Ela mostrava o hotel enquanto dizia o que ele faria. Por algum motivo os dois pararam em uma porta de um quarto. Severus ia perguntar o porquê de terem parado, mas não foi necessário, ela o beijou e depois saiu andando na frente.

 

 

†††

 

Depois de um tempo trabalhando no hotel Severus e Melissa começaram a ter um caso e as coisas foram evoluindo. Depois ele descobriu que ela era filha única do dono do hotel, que já tinha falecido a muitos anos deixando o hotel para a mãe e sua filha. 

 

​Os dois se casaram e tudo ia perfeitamente bem. Mas ele não queria mais esconder da esposa que era um bruxo. Mas estava nervoso, Melissa estava sentada no sofá com seu violão, ela era diferente de todos que ele conhecera, em alguns aspectos ela lhe lembrava a uma aluna, a Srta. Lovegood. Melissa era diferente e expressava isso e não se importava com o que pensavam ou diziam ao seu respeito. Ele se sentou ao lado dela e ficou a observando tocar, ela sorriu para ele

 - O que foi? - Ela perguntou com um sorriso.

 

- Eu preciso lhe contar algo. - Ele lhe disse sério.

 

- Pode contar. - Ela disse parando de tocar o violão e o colocando de lado.

 

- E-E-E..- As palavras não saiam. O medo de ela lhe abandonar tomou conta de Severus, ele nunca tinha sido feliz daquele jeito, nunca teve alguém que o amasse, ele não queria perder isso.

 

A mulher viu a insegurança no olhar do marido, ela segurou sua mão e lhe beijou, um beijo demorado. Depois lhe olhou nos olhos.

 

- Eu te amo e nada nesse mundo vai mudar isso. - Isso lhe faz se sentir seguro e ter certeza de que ela precisava saber.

 

- Eu sou um... Eu sou... Eu sou um Bruxo. - Ela não fez nada, não falou nada por um tempo, apenas deu um sorriso calmo e segurou a sua mão. - V-Você acredita em mim? Não me acha louco? - Ela dá uma gargalhada.

 

- Um bruxo? Dos que fazem mágica? - Ela perguntou com curiosidade.

 

- Sim. - Ela sorriu encantada.

 

- faz uma para eu ver. - Ela disse sorrindo.

 

Severus pegou a varinha e conjurou o Patrono. 

 

A corça andou pela sala brilhando, Melissa bateu palmas e riu, isso deixou Severus feliz. Mas então se lembrou de algo, de dizer que ela não poderia falar para ninguém.

 

- Ninguém pode saber. - Ela lhe olhou séria.

 

- P-por que? - Ela disse decepcionada.

 

- Você se lembra da caça as bruxas? - Ela fez um sinal positivo - nós só queremos paz e se os trouxas descobrirem vão nos matar de novo.

 

Ela se levantou e beijou o marido. Melissa pegou a varinha de Severus e tentou conjurar o patrono. Severus riu da inocência da esposa.

 

- Como faz? - Ela perguntou. - Quero fazer também.

 

- Só bruxos podem fazer. - Ela parou para pensar.

 

- Como viro uma bruxa? - Mais uma vez ele dá risada.

 

- Não tem como se tornar, se nasce bruxo. - Ela parecia triste.

 

- Quais são as chances de nos termos filhos bruxos? - Ela perguntou com esperança.

 

- uns setenta, oitenta porcento. - ela se animou bastante. - Eu também tenho muitos livros do mundo bruxo, você pode ler.

 

.......

 

- Eu gostei da... Lufa-lufa. - Disse Melissa lendo o livro de Hogwarts. - De qual você era? - Snape lia um livro sobre ervas e não tirou a atenção dele para responder.

 

- Sonserina. - Ele disse e ela sorriu.

 

- Como era lá? - Severus se lembrou do seu tempo de escola, mas decidiu deixar essas lembranças de lado.

 

- Divertido. - Disse deixando o livro de lado.

 

....

 

Depois de alguns anos Melissa tinha tido duas meninas e e estava grávida do terceiro filho. Ela tinha ido visitar a mãe e já estava voltando para casa.

 

A mulher sentiu um aperto no coração e sentiu que tinha que falar com o Marido e as filhas antes de sair. 

 

Ela pegou o telefone e ligou para Severus.

 

Severus - Oi Melissa... Algum problema? 

 

Melissa - Não, só liguei para dizer que te amo. Posso falar com as meninas?

 

Severus não achou estranho, mas algo lhe dizia que alguma coisa ia acontecer.

 

O homem colocou no viva voz.

 

Severus - Pode falar, está no viva voz e elas estão aqui.

 

Melissa. - Oi minhas bruxinhas. Mamãe está... - Ela ia falar voltando, mas algo lhe dizia para não falar isso. - Mamãe está muito feliz. - Ela sentia que se dissesse que estava indo para casa, estaria mentindo para suas bruxinhas.

 

Ela escuta suas filhas fazerem sons, pois não falavam direito.

 

Melissa - Eu amo muito vocês. - Ela sentiu a necessidade de acressentar mais uma coisa. - Cuidem bem do Papai de vocês, como eu cuidaria. Severus, eu te amo. - Ela desligou sorrindo e uma lágrima caiu do seu olho esquerdo.

 

Aquela foi a última vez que Severus e suas filhas falaram com Melissa, ela sofreu um acidente de carro quando estava indo para o aeroporto de Madrid, ela implorou aos paramedicos que salvassem o seu bebê e que queria que ele se chamasse Severus. Os paramedicos conseguiram salvar o menino, mas Melissa morreu horas depois...


Notas Finais


Obrigada
ATC: BiN


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