História Harry Potter e o Livro Amaldiçoado - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cedrico Diggory, Cho Chang, Córmaco Mclaggen, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Duda Dursley, Fred Weasley, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Pansy Parkinson, Personagens Originais, Petunia Dursley, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Remo Lupin, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Sirius Black, Theodore Nott, Tom Riddle Jr., Valter Dursley
Tags Cedrarry, Drarry, Mistério, Suspense, Tomarry, Yaoi
Visualizações 49
Palavras 1.467
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Ficção Científica, Lemon, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii. Me atrasei muito?
Foi mal, é que eu tinha escrito o episódio sem planejamento algum e saiu muito estranho, então fiz de novo.
Acho que agora vou postar quarta-feira ou sábado, um desses dias.

Boa leitura!

Capítulo 2 - Two people can keep a secret if one of them is dead.


Fanfic / Fanfiction Harry Potter e o Livro Amaldiçoado - Capítulo 2 - Two people can keep a secret if one of them is dead.

Harry`pov

 

Jardim de Hogwarts- Quarta-feira 7: 44 PM

 

Eu estava em um banco qualquer do jardim de Hogwarts, já faziam três semanas do ocorrido da biblioteca, eu estava até me acostumando com a minha nova “visão”, as coisas costumavam a acontecer do mesmo jeito; paranormais e irregulares. Porém, isso não mexia comigo, o que realmente me incomodava era o fato de em todo lugar eu me sentir vigiado; eu não me sentia mais seguro, eu estava sentindo que as coisas não não iam nada bem, e eu também pressentia que acontecimentos horríveis estavam por vir.

 

Eu suspirei fechando meus olhos; eu encontrava-me tão cansado ultimamente, as coisas tem me deixado sufocado, parecia que ninguém poderia me salvar disso, não tinha nem uma pessoa sequer para me ajudar, nem Hermione e Rony acreditaram em mim, bom, eu não culpava-os, afinal, ver “fantasmas” não era nada costumeiro. Mas, eles disseram coisas que me machucaram muito. Sentia-me tão conturbado e… Perdido. Eu só queria ter alguém para desabafar, jogar tudo para fora, mas, quem acreditaria em mim?

 

Havia uma enorme guerra em minha mente, perguntas para lá e pra cá, as dúvidas cresciam a cada dia que se passava, eu estava pensando demais, e isso está me levando à loucura.

 

Será que realmente eles eram meus amigos?

 

“Harry, você está ficando tão paranoico! Aceite de uma vez que fantasmas não existem.” — Essa frase foi dita por Hermione. Tinha machucado tanto, mas tanto, eu queria entender por qual motivo tudo isso estava acontecendo comigo…

 

Sentia-me desnorteado, eu não consegui esquecer o que Hermione dissera, mesmo tentando muito. Aquilo me feriu de todas as formas.

 

Olhei para o relógio no meu pulso, faltava dezesseis minutos para o jantar, no salão principal, eu levantei-me do banco que estava sentado e comecei a andar por aí sem rumo olhando para o céu.

 

O céu estava limpo e sem nuvens, o que dava uma visão privilegiada das estrelas, não tinha  nenhum lugar sequer que não havia uma estrela, eram milhares e milhares.


 

Olhe quem está aqui… — ouvi alguém dizer em completa zombaria, em seguida alguns ruídos, me tirando dos meus pensamentos.

 

Eu fiquei estático e com um certo medo, movi meus olhos, olhando para todos os cantos que podia em busca de quem havia dito isso. Pronto, agora eu estava mesmo louco. Ver fantasmas e fazer chover do nada não era o suficiente, não é vida?

 

— Quem está aí? — Fui para trás de uma grande árvore do jardim na tentativa de tentar me esconder.

 

— Ora, vai dizer que não me conhece Potter? — Ouvi a tênue voz sussurrar em meus ouvidos, aquilo fez meus curtos pêlos do corpo arrepiarem-se todos, e em seguida senti uma grande mãos me empurrarem contra a árvore, fazendo meu rosto se chocar  violentamente, a seguir percebi mãos rodearem minha cintura, me prendendo.

 

Rapidamente olhei para trás para ver quem era, e isso foi uma péssima escolha, me assustei ainda mais ao ver de relance as madeixas prateadas.

 

M-Malfoy? — Eu entrei em pânico, o que o doido do Draco Malfoy poderia fazer comigo?

 

Tentei me soltar do seu aperto, mas, ele era bem mais forte que eu, eu estava com muito medo.

 

— Me solte Malfoy! — Comecei a se debater em seus braços, mas logo parando ao ouvir novamente sua gélida voz.

 

— Só te deixo ir se você  fazer a coisa que quero.

 

Q-Que coisa? — Minha voz saiu trêmula, foi um tanto ridículo.

 

O loiro  retirou lentamente suas mãos do meu corpo, fiquei aliviado, mas no momento seguinte senti muito terror, ele havia me virado para si, dessa forma eu podia ver seu olhar tempestuoso me encarado de um jeito indecifrável.

 

— Quero silêncio.

 

— Hum… Bom, ok.

 

— Escute Potter, existem sete objetos, conhecidos como As Relíquias Amaldiçoadas, você contém um deles, o livro, que te deu poderes no seu primeiro contato com o mesmo, alguns ainda não se manifestaram; você é representado pela Coruja, você tem habilidades ocultas, clarividência, visão interior, enxergar perfeitamente na escuridão. A coruja está ligada ao mundo dos espíritos, por isso, você vê alguns fantasmas. Eu tenho o colar, meu representante é o gato, por tanto, possuo entendimento sobre mistérios, sensualidade, sabedoria e também posso ver espíritos como você, na verdade, acho que todos os portadores de um desses objetos conseguem.
“Aquela água de salsicha tem a pulseira, que é exibido pela sereia, simboliza a sedução mortal;  podendo respirar embaixo d'água, criar uma calda, fazer telepatia aquática, resistência em altas e baixas temperaturas, controlar certas quantidades de água pela sua segurança e mudar alguns aspectos do seu corpo, por exemplo, o formato do seu nariz. Acho que outra pessoa poderia ter recebido esse objeto ao invés dessa Weasley nojenta!” — Harry segurou a vontade de dar um soco em Malfoy por ele ter dito isso sobre Ginny.

 

“E Tom Riddle também contém uma dessas relíquias, eu não sei exatamente o que é, nem por quem é exibido, e Cedric também possui, porém, também não sei nada sobre... ”

 

— O que? — Foi inevitável não soltar um riso.

 

— Estou falando sério Potter. — O loiro disse com uma enorme carranca em sua face.

 

Isso não existe Malfoy.

 

—Luna. Venha aqui e mostre para esse testa rachada do Potter que nada disso é mentira.

 

Neste instante uma gatinha saiu de dentro de um arbusto, tinha pelinhos da cor branca, e olhos negros, que me olhava de uma forma estranha, assim como eu fazia com a mesma.

 

— Um gato? Sério Malfoy? — Perguntei debochado.
 

Eu já ia ir embora e acabar com tudo isso quando vi a pequena gata transformar-se em uma garota, contudo, aquilo havia sido fascinante. Tinha brilhantes cabelos platinados, mais claros que os de Draco, e extraordinárias orbes brancas, e baixa estatura, e o corpo volumoso —  não muito exagerado — da cabeça aos pés, e a pele morena clara. Como ela havia feito isso? Isto tão anormal!

 

Meus olhos encontravam-se arregalados pela minha enorme surpresa. — Uau… — Foi tudo o que eu consegui dizer.

 

— Essa é a Luna, minha guardiã. Riddle, Diggory, você e a ruiva desbotada tem uma guardiã também, no entanto, ainda não se manifestarem. As guardiãs são inteiramente fiéis e amigas… E um tanto gentis, e muito moles na minha opinião. — Olhou para a platinada, que apenas revirou os olhos.

 

— É um prazer Harry. —Inquiriu acenando divertida para mim,  retribui com um sorriso tímido.

 

Por que estão me falando isso? Se existem sete relíquias, cadê o sexto e o sétimo? E como ela fez isso?! — Questionei curioso em busca de respostas.

 

— Uma pessoa me mandou dizer isso. — Draco respondeu indiferente em seguida cruzando os braços.

 

— Quem?

 

— Isso não é da sua conta testa rachada. — Pronunciou me chamando do pior apelido possível.

 

— Draco! — Repreendeu a outra presente no local. — Harry… Não podemos dizer quem foi, é segredo. E posso fazer isso assim como todas as outras guardiãs conseguem, é um tipo de habilidade.

 

— Mas…

 

— Nada de mas Potter! — Malfoy descruzou os braços e foi andando em direção à saída do jardim.

 

— Tchau. E por favor, tenha cuidado. — Transformou-se em uma gata novamente e correu para alcançar seu dono, me deixando sozinho no jardim.

 

Como assim tenha cuidado? Não entendi…

 

Para falar a verdade eu não havia entendido quase nada naquela noite.

 

                                              

 

               Sete dias depois- 2:34 AM



 

Eu estava em meu dormitório  — o qual eu não dividia com ninguém — , tentando dormir,  entretanto, eu não conseguia de forma alguma. Já havia sete dias que eu não dormia tranquilamente, desde de Malfoy me dissera aquilo, isso era constante.  

 

Olhei para o  teto  — que estava cheio de desenhos feitos por Rony e Mione  —, e soltei um sorriso triste, não nos falávamos já tinha quase um mês. Eu sentia falta deles, apesar das palavras maldosas proferidas a mim, eu os amava, eram como uma família, as únicas pessoas que eu gostava de estar sempre por perto. Queria muito resolver os problemas com eles.

 

Ronald e Hermione foram meus únicos amigos durante toda minha patética vida, eu sentia um enorme carinho por eles, assim como também tinha por Sirius Black, meu padrinho.

Ouvi alguém bater na porta, isto era um pouco peculiar, essa hora quase ninguém andava pelos corredores.

 

Levantei-me da cama com um pouco de dificuldade, pois eu estava cansado e não dormia bem há dias. e andei calmamente em direção à porta. Destranquei-a e a abri esperando encontrar uma pessoa, entretanto, não havia ninguém. Olhei para baixo e avistei uma pequena caixa preta com detalhes vermelhos, e um pequeno aviso escrito: “Para Harry”, e um pequeno H no interior da caixa, mas ignorei isso, depois de alguns instantes avaliando a caixinha, peguei-a, e fechei a porta, trancando-a novamente.

 

Abri a caixa lentamente, sem pressa alguma; me assustei muito depois  ver o que tinha, e mais ainda ao ler, era tão psicótico para uma frase só.

 

“Duas pessoas podem guardar um segredo, se uma delas estiver morta”

 


Notas Finais


Foi isso...
A frase foi tirada da música Secrets.
Porque dps de ver PLL achei ela legal.
Até a próxima!


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