História Harry Potter e Percy Jackson: O Ritual do Apocalipse - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Calipso, Clarisse La Rue, Cronos, Frank Zhang, Harry Potter, Hazel Levesque, Hermione Granger, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper Mclean, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Ronald Weasley, Ted Lupin, Thalia Grace, Will Solace
Tags Apocalipse, Harry Potter, Hazel Levesque, Hermione Granger, Jason Grace, Leo Valdez, Nico Di Angelo, Percy Jackson, Ronald Weasley
Visualizações 221
Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Fantasia, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Tudo bem com vocês?
Então...
Essa fic vai ser um baita desafio, misturar dois universos não vai ser fácil e fazer uma boa história com isso vai ser ainda mais complicado, mas não custa tentar ;)
Depois de ver Animais Fantásticos e Onde Habitam e ler O Filho da Magia, fiquei curioso sobre as capacidades de um filho de Hécate e me senti naquela vibe de Harry Potter de novo, até que me veio essa ideia. :3
Espero que gostem :)

Capítulo 1 - Obscurus


Nico

Acordei me deparando com um Sol parcialmente coberto pelas nuvens iluminando, além da minha face pálida, uma praça com chão de tijolos e arcos de pedra, junto à diversas árvores. Era um lugar muito bonito, mas não conseguia me concentrar na paisagem com a pergunta latejando em minha cabeça: ONDE EU ESTOU?

Antes que eu pudesse tentar me encontrar, me deparo com névoas estranhas, como nuvens negras carregadas, devastando tudo ao redor e se aproximando da praça, a medida que o céu escurecia. O mais estranho sobre elas é que não estavam carregadas de chuva, apesar de produzirem barulhos similares aos de trovões. Elas emanavam ódio e tristeza, mágoa e medo, como se esses pensamentos tivessem adquirido forma física.

Meu primeiro pensamento foi viajar pelas sombras, mas nada aconteceu, mesmo com as sombras das plantas e arcos da praça. O segundo foi utilizar a minha espada, que por sorte ainda pendia à minha cintura, mas algo me dizia que uma abordagem físico-agressiva contra uma nuvem de ódio não traria-me bons resultados.

Enquanto via a sombra se aproximando, reparei que sua forma começava a se solidificar, tomando forma humana em questão de segundos, com uma aparência que lembrava muito a minha: Jaqueta de couro preta, camisa cinza (diferente de minha, também preta), jeans escuros (os meus eram negros) e um par de all-stars pretos. Porém, o diferencial eram suas feições. Aflitas e ressentidas, como se toda a tempestade se concentrasse na cabeça. Seus olhos eram de um vermelho brilhante e assustador, assim como sua pele reluzia como diamantes. Seu cabelo era cacheado curto cinza-escuro, com algumas mechas vermelhas e suas mãos brilhavam nas pontas dos dedos.

- Obscurus... - ele se pronunciou, com uma voz profunda ressoando pelo corpo inteiro.

- Nico... - me pronunciei, ainda encantado pela criatura que eu havia visto. Era mais bonita que qualquer criatura mágica que eu tivesse visto.

- Triste. - ele disse cabisbaixo. - Raiva. Ele é ruim. - ele terminou me abraçando, o que me deixou constrangido, mas retribuí por solidariedade.

Em outros tempos, talvez eu ficasse irritado, mas nos dois últimos anos, fui ficando mais acostumado com carinho. Grande parte disso se deve ao meu namorado, Will Solace. Nossa, como eu quero revê-lo! Não fiquei muito feliz com ele ontem, mas dormir abraçado a ele fez todo o resto irrelevante...

- Saudades... - ele disse, como se lesse as minhas emoções. - Família, bruxo mal.

- Que bruxo? - não entendia o que ele queria dizer com isso, mas estava me importando com o tal Obscurus.

- BRUXO MAL. - Ele me disse antes de se tornar uma tempestade e avançar em cima de um cidadão que o evaporou com um jato de luz muito forte.

- O que você fez?! - perguntei desconfortável com a possibilidade do tal Obscurus ter morrido.

- Quem é você? - o outro perguntou. - E como conseguiu conversar com um Obscurus tão facilmente? Mais importante, por que você exala essa aura de morte ao seu redor?

- Me responde primeiro. - cobrei ríspido.

- Eu o silenciei. - pude ver um sorriso estampado na cara do sujeito.

- Meu nome é Nico di Angelo. - O fitei e exalei uma aura de medo, escurecendo e matando as poucas plantas ao meu redor. - E eu vou te silenciar.

...

- Nico di Angelo, 20 anos. - o auror me dirigiu a palavra.

Estávamos numa sala escura, similar a de um interrogatório, porém esta tinha duas cômodas e uma escrivaninha, como um escritório. A única luz acesa era a de uma luminária na escrivaninha, permitindo-me ver a figura que me interrogava. Ele tinha uma estatura mediana, camisa social branca com listras azuis, uma gravata lima e um colete cinza. Em baixo, vestia calça social preta e sapatos marrons. Em cima, tinha a barba por fazer e usava óculos redondos que não ocultavam seus olhos, de um verde vivo, como meu velho amigo, Percy Jackson. E ele era tão bonito quanto o filho de Poseidon.

- Mais que isso, na verdade. - me limitei a corrigí-lo. Ele não gostou. Jogou a pasta na qual lia meus dados em cima da mesa na minha frente.

- O senhor teve a audácia de matar um auror? E como fez isso desarmado?

- Primeiro, responda-me você: por que ele perseguia uma alma inocente e por que ele a matou?

- Ele... - sua voz tremeu. - O interrogado é você, me responda.

 - Ele matou uma alma inocente. E ele não morreu, está num estado parecido com coma. A diferença é que ele não vai acordar.

- Obscurus ainda não têm direto a vida, mas foi um ato inconsequente do meu parceiro. Porém, como você sabe que ele não vai acordar?

- Porque sou eu quem decide isso, senhor...

- Potter. Harry Potter.

- Sr. Potter. Mandei um sonho eterno para ele.

O Sr. Potter se aproximou de mim com um olhar ameaçador (que não funcionou, foi mal!) e disse, fuzilando-me com os olhos verdes:

- Então sugiro que o acorde o meu parceiro, Nico di Angelo. Porque atacar um auror como Ronald Weasley pode resultar numa viagem para Azkaban.

- Ele não é apenas um parceiro pra você. - deduzi.

- Amigo de infância. - ele tentou passar indiferença ao responder, mas sua expressão deixou transparecer preocupação, o que me deixou um tanto culpado.

Estalei os dedos e senti uma pequena tontura. Libertei o tal Ronald Weasley do sonho eterno.

- Ele está acordado agora. - assegurei. - Posso ir?

- Como...?

- E-le es-tá a-cor-da-do a-go-ra. - falei debochando. - Pos-so ir?

Revirei os olhos enquanto Harry me analisava. Parecia uma novidade ter alguém capaz de fazer algo do tipo na presença dele. Eu não havia reparado antes, mas ele tinha uma pequena cicatriz em formato de raio na testa.
Ele enfim assimilou o que havia ocorrido e reuniu forças para dizer:

- Receio que não, di Angelo. Preciso saber mais sobre o seu tipo.

- Se eu falar quem eu sou, você me deixa ir? - perguntei já mal-humorado.

- Provavelmente.

- Ótimo. Meu nome é Nico di Angelo, tenho 90 anos, sou um semideus filho de Hades e tenho algumas habilidades hipnocinéticas, motivo pelo qual induzi o senhor Weasley num tipo de coma.

- Hades...

- Deus do Mundo Inferior. Sim, aquelas lendas da Mitologia grega são reais, deuses ainda existem, estão nos Estados Unidos e se apaixonam por mortais, gerando semideuses.

Harry ficou parado, processando a informação. Enquanto isso,  senti uma aura estranha nele, como se o senhor Potter tivesse sobrevivido à morte mais de uma vez...

- Eu acho que consigo acreditar, já vi centauros uma vez, mas você pode me provar?

Tateei os bolsos e senti um dracma de ouro tilintar no meu anel de caveira.

- Tem alguma fonte de água por perto? Tenho que mandar uma mensagem pro meu namorado.


Notas Finais


Tenso... Deve ter ficado curtíssimo, né? Foi mal ;-; tô improvisando esse cap, porquê eu vou depender muito das sugestões de vocês a partir da sinopse pra eu poder prosseguir. Essa fic vai ter bastante base nos comentários, então seja criativo!
Até o próximo cap!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...