História Harry Potter e Percy Jackson: O Ritual do Apocalipse - Capítulo 1


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Categorias Harry Potter, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Alvo Potter, Annabeth Chase, Éris, Gina Weasley, Harry Potter, Hazel Levesque, Hermione Granger, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Ronald Weasley
Tags Harry Potter, Hazel Levesque, Jason Grace, Leo Valdez, Nico Di Angelo, Percy Jackson
Exibições 30
Palavras 982
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Misticismo, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Tudo bem com vocês?
Então...
Essa fic vai ser um baita desafio, misturar dois universos não vai ser fácil e fazer uma boa história com isso vai ser ainda mais complicado, mas não custa tentar ;)
Depois de ver Animais Fantásticos e Onde Habitam e ler O Filho da Magia, fiquei curioso sobre as capacidades de um filho de Hécate e me senti naquela vibe de Harry Potter de novo, até que me veio essa ideia. :3
Espero que gostem :)

Capítulo 1 - Obscurus


Nico

Acordei em uma praça, com chão de tijolos e arcos de pedra, junto à arvores que faziam o lugar lindo, mas não conseguia me concentrar na paisagem com a pergunta latejando em minha cabeça: onde eu estou?

Antes que eu pudesse tentar me encontrar, me deparo com névoas estranhas, como nuvens negras carregadas, não de chuva, mas de ódio, devastando tudo ao redor e se aproximando da praça, a medida que o céu escurecia.

Meu primeiro pensamento foi viajar pelas sombras, mas nada aconteceu, mesmo com as sombras das plantas e arcos da praça.

Enquanto via a sombra se aproximando, reparei que sua forna começava a se solidificar, tomando forma humana em questão de segundos, com uma aparência que lembrava muito a minha: Jaqueta de couro preta, camisa cinza (diferente de minha, também preta), jeans escuros (os meus eram negros) e um par de all-stars pretos. Porém, o diferencial eram suas feições. Aflitas e ressentidas, como se toda a tempestade se concentrasse na cabeça. Seus olhos eram de um vermelho brilhante e assustador, assim como sua pele reluzia como diamantes. Seu cabelo era cacheado curto cinza-escuro, com algumas mechas vermelhas e suas mãos brilhavam nas pontas dos dedos.

- Obscurus... - ele se pronunciou, com uma voz profunda ressoando pelo corpo inteiro.

- Nico... - me pronunciei, ainda encantado pela criatura que eu havia visto.

- Triste. - ele disse cabisbaixo. - Raiva. Ele é ruim. - ele terminou me abraçando, o que me deixou constrangido, mas retribuí por solidariedade.

Em outros tempos, talvez eu ficasse irritado, mas nos dois últimos anos, fui ficando mais acostumado com carinho. Grande parte disso se deve ao meu namorado, Will Solace. Nossa, como eu quero revê-lo...

- Saudades... - ele disse, como se lesse as minhas emoções. - Família, bruxo mal.

- Que bruxo? - não entendia o que ele queria dizer com isso, mas estava me importando com o tal Obscurus.

- BRUXO MAL. - Ele me disse antes de se tornar uma tempestade e avançar em cima de um cidadão que o evaporou com um jato de luz muito forte.

- O que você fez?! - perguntei desconfortável com a possibilidade do tal Obscurus ter morrido.

- Quem é você? - o outro perguntou. - E como conseguiu conversar com um Obscurus tão facilmente? Mais importante, por que você exala essa aura de morte ao seu redor?

- Me responde primeiro. - cobrei ríspido.

- Eu o silenciei. - pude ver um sorriso estampado na cara do sujeito.

- Meu nome é Nico di Angelo. - O fitei e exalei uma aura de medo, escurecendo e matando as poucas plantas ao meu redor. - E eu vou te silenciar.

...

- Nico di Angelo, 20 anos. - o auror me dirigiu a palavra.
Estávamos numa sala escura, similar a de um interrogatório, porém esta tinha duas cômodas e uma escrivaninha, como um escritório. A única luz acesa era a de uma luminária na escrivaninha, permitindo-me ver a figura que me interrogava.

Ele tinha uma estatura mediana, camisa social branca com listras azuis, uma gravata lima e um colete cinza. Em baixo, vestia calça social preta e sapatos marrons. Em cima, tinha a barba por fazer e usava óculos redondos que não ocultavam seus olhos, de um verde vivo, como meu velho amigo, Percy Jackson. E ele era tão bonito quanto.

- Mais que isso, na verdade. - me limitei a corrigí-lo. Ele não gostou. Jogou a pasta na qual lia meus dados em cima da mesa na minha frente.

- O senhor teve a audácia de matar um auror? E como fez isso desarmado?

- Primeiro, responda-me você: por que ele perseguia uma alma inocente e por que ele a matou?

- Ele... - sua voz tremeu. - O interrogado é você, me responda.

 - Ele matou uma alma inocente. E ele não morreu, está num estado parecido com coma. A diferença é que ele não vai acordar.

- Obscurus ainda não têm direto a vida, mas foi um ato inconsequente do meu parceiro. Porém, como você sabe que ele não vai acordar?

- Porque sou eu quem decide isso, senhor...

- Potter. Harry Potter.

- Sr. Potter. Mandei um sonho eterno para ele.

O Sr. Potter se aproximou de mim com um olhar ameaçador (que não funcionou, foi mal!) e disse, fuzilando-me com os olhos verdes:

- Então sugiro que o acorde o meu parceiro, Nico di Angelo. Porque atacar um auror como Ronald Weasley pode resultar numa viagem para Azkaban.

- Ele não é apenas um parceiro pra você. - deduzi.

- Amigo de infância.

Estalei os dedos e senti uma pequena tontura.

- Ele está acordado agora. - assegurei. - Posso ir?

- Como...?

- E-le es-tá a-cor-da-do a-go-ra. - falei debochando. - Pos-so ir?

Revirei os olhos enquanto Harry me analisava. Parecia uma novidade ter alguém capaz de fazer algo do tipo na presença dele.
Ele enfim assimilou o que havia ocorrido e reuniu forças para dizer:

- Receio que não, di Angelo. Preciso saber mais sobre o seu tipo.

- Se eu falar quem eu sou, você me deixa ir? - perguntei já mal-humorado.

- Provavelmente.

- Ótimo. Meu nome é Nico di Angelo, tenho 90 anos, sou um semideus filho de Hades e tenho algumas habilidades hipnocinéticas, motivo pelo qual induzi o senhor Weasley num tipo de coma.

- Hades...

- Deus do Mundo Inferior. Sim, aquelas lendas da Mitologia grega são reais, deuses ainda existem, estão nos Estados Unidos e se apaixonam por mortais, gerando semideuses.

Harry ficou parado, processando a informação. Enquanto isso,  senti uma aura estranha nele, como se o senhor Potter tivesse sobrevivido à morte mais de uma vez...

- Eu acho que consigo acreditar, já vi centauros uma vez, mas você pode me provar?

Tateei os bolsos e senti um dracma de ouro tilintar no meu anel de caveira.

- Tem alguma fonte de água por perto?


Notas Finais


Tenso... Deve ter ficado curtíssimo, né? Foi mal ;-; tô improvisando esse cap, porquê eu vou depender muito das sugestões de vocês a partir da sinopse pra eu poder prosseguir. Essa fic vai ter bastante base nos comentários, então seja criativo!
Até o próximo cap!


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