História Harry Potter the Butterfly Effect - Capítulo 7


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Hermione Granger, Lord Voldemort, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Regulus Black, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black
Tags Harry Potter
Visualizações 200
Palavras 2.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Noite!!!
Espero que gostem desse capitulo.
Peço que comentem, favoritem e compartilhem a fic.
Abraços do Tio Oshh

Capítulo 7 - Cap. 7 - O Mestre das Poções


O Dormitório da Sonserina era muito luxuoso assim como o Salão Comunal, os dormitórios eram divididos por duplas, e o Harry ficou mais do que satisfeito em ter o Draco como seu colega de quarto.

O Dormitório tinha duas camas King Box com cortinas verdes em suas extremidades, as camas ficavam separadas por um grande criado mudo preta, ao lado direito do quarto, na parede de pedra, tinha uma grande prateleira com alguns livros, que o Harry e o Draco aviam trazidos de casa, no lado esquerdo tinha uma grande mesa com alguns potes de tintas e algumas penas espalhadas pela mesa.

Os dois garotos estavam dormindo tranquilamente em suas camas, quando pequenas batidas são escutadas pela porta, o Draco se remexe na cama e apenas se vira, o Harry acaba por acordar e olha em direção a porta, e novamente pequenas batidas são escutadas.

O Harry suspira levemente e caminha até a porta quase se arrastando, amaldiçoando quem quer que fosse, seus olhos entre abertos por conta do sono, e ainda bocejando abre a porta, assim que a porta é aberta um vulto negro entra numa velocidade incrível.

Esse vulto era uma coruja, uma coruja com as penas completamente negras, grandes olhos azuis e um bico acinzentado um tanto curvado. Essa coruja carregava no bico uma carta vermelha com alguns detalhes amarelos.                                 

- Olá Black Moon. – Cumprimenta o Harry vendo a coruja se sentar na sua cama, a coruja era de ninguém menos que Sirius Black

O Harry se aproxima da coruja e pega a carta que ela carregava, e sem esperar algum pagamento, sai voando para fora do quarto, e por um segundo o Harry pensou como ela tinha entrando no Salão Comunal da Sonserina, porem sua curiosidade pelo conteúdo da carta falou mais alto.

- HARRY JAMES EVANS POTTER. – A voz do seu padrinho foi escutada assim que o moreno abriu a carta, e um olhar de fúria passou pelos seus olhos esmeralda, seu padrinho avia lhe mandado um berrador.

O Draco acordou assustado num pulo, deu uma rápida olhada ao redor, e reconheceu a carta na mão do amigo, era um berrador.

- Eu recebi uma carta do Ranhoso pela noite. – Fala a carta e o Harry suspirou pesadamente, já sabia do que se tratava a carta. – Aquele idiota me zoando falando que meu afilhado tinha ido para a Sonserina, MEU AFILHADO UM SONSERINO, espero que seja uma brincadeira de muito mau gosto sua e daquele ranhoso, se não for.....está de castigo até o final do sétimo ano, SETIMO ANO. – E assim que acabou de falar, a carta foi consumida por uma chama

- Uou. – Fala o Draco com um sorriso divertido

- Graças a Deus eu não recebi essa carta no Salão Principal. – Agradece a Merlim balançando a cabeça negativamente

- E esse deve ser seu padrinho, estou certo? – Questiona num tom de deboche

- Sim, Sirius Black. – Responde ele com um pequeno sorriso

- Black....ele deve ser o primo da minha mãe. – Murmura o Draco pensativo

- Na verdade é ele mesmo, ele e o Regulo são primos da sua mãe e suas tias. – Responde o Harry com um sorriso

- Ele ficou bem chateado, não? – Pergunta o Draco se levantando da cama, ele já avia escutado falar do Sirius, o garoto da família Black que foi para a Grifinoria

- Não....aposto que só drama. – Fala o Harry dando de ombros. – Depois eu mando uma carta para ele. – Completa ele abrindo sua mala e procurando seu uniforme

 

- Ali, olha.

-Onde?

-Ao lado do garoto alto de cabelos loiros.

- De óculos?

- Você viu a cara dele?

- Você viu a cicatriz?

Os murmurinhos começaram assim que o Harry saiu das masmorras com o Draco. A garotada que fazia fila do lado de fora das salas de aula ficava nas pontas dos pés para dar uma espiada, ou ia e vinha nos corredores para vê-lo duas vezes.

Havia cento e quarenta e duas escadas em Hogwarts largas e imponentes, estreitas e precárias, umas que levavam a um lugar diferente às sextas-feiras, outras com um degrau no meio que desaparecia e a pessoa tinha que se lembrar de saltar por cima.

E ali o Harry agradeceu a Merlim pelo Sirius ter lhe dado o Mapa do Maroto, um mapa criado por quatro jovens muito talentosos, Remo Lupin, conhecido como Aluado, Sirius Black, conhecido por Almofadinhas, e James Potter, conhecido como Pontas, avia outro criador, Peter, um idiota que o Harry odiava, assim como o Remo e Sirius.

Filch tinha uma gata chamada Madame Nor-r-r-a, como quem ronrona, um bicho magro, cor de poeira, com olhos saltados como lâmpadas, iguais aos de Filch. Ela patrulhava os corredores sozinha, se alguém desobedecesse a uma regra em sua presença, pusesse o dedão do pé fora da linha, ela corria a buscar Filch, que aparecia, asmático, em dois segundos. Filch conhecia as passagens secretas da escola melhor do que ninguém (exceto talvez Sirius, e agora o Harry) e podia surgir de repente como um fantasma. Os estudantes a detestavam e a ambição mais desejada de muitos era dar um bom pontapé em Madame Nor-r-ra.

Draco odiava astrologia, tinham de estudar o céu da noite pelo telescópio toda quarta-feira à meia noite e aprender os nomes das diferentes estrelas e os movimentos dos planetas.

Três vezes por semana iam para as estufas de plantas atrás do castelo para estudar herbologia, com uma bruxa baixa e gorda chamada Professora Sprout, com quem aprendiam como cuidar de todas as plantas e fungos estranhos e descobriam para que eram usados.

Sem falar, a aula mais chata era a de História da Mágica, a única matéria ensinada por um fantasma. O Professor Bins era realmente muito velho quando adormeceu diante da lareira na sala dos professores e levantou na manhã seguinte para dar aulas, deixando o corpo para trás. Binns falava sem parar enquanto eles anotavam nomes e datas e acabavam confundindo Emerico, o Mau, com Urico, o Esquisitão.

E até mesmo o Harry, que amava estudar, tinha que admitir que o Professor Binns era um saco, e ele tinha que lutar uma árdua batalha contra o sono em cada aula daquele professor.

O Professor Flitwick, que ensinava Feitiços, era um bruxo miudinho que tinha de subir numa pilha de livros para enxergar por cima da mesa. No começo da primeira aula ele pegou a pauta e quando chegou ao nome de Harry soltou um gritinho excitado e caiu da pilha, desaparecendo de vista.

Já a Professora Minerva era diferente. Harry estava certo quando pensou que ela não era professora para aluno nenhum aborrecer, severa e inteligente, fez um sermão no instante em que eles se sentaram para a primeira aula.

- A Transfiguração é uma das mágicas mais complexas e perigosas que vão aprender em Hogwarts. Quem fizer bobagens na minha aula vai sair e não vai voltar mais. Estão avisados. – Ameaça ela e transformou, então, a mesa em porco e de volta em mesa.

Todos ficaram muito impressionados e ansiosos para começar, mas logo perceberam que não iam transformar os móveis em animais ainda por muito tempo. Depois de fazerem anotações complicadas, receberam um fósforo e começaram a tentar transformá-lo em agulha. No fim da aula, somente Hermione Granger produzira algum efeito no fósforo, a Professora Minerva mostrou a classe como o fósforo ficara todo prateado e pontiagudo e deu um raro sorriso à aluna.

O Harry e Draco nem ao menos tentaram fazer essa tarefa, estavam fazendo sobre feitiços defensivos, claro que tomando o máximo de cuidado para a Professora Minerva não perceber.

A matéria que todos estavam realmente aguardando com ansiedade era a de Defesa Contra as Artes das Trevas, mas as aulas de Quirrell foram uma piada. Sua sala cheirava fortemente a alho que todos diziam que era para espantar um vampiro que ele encontrara na Romênia e temia que viesse atacá-lo a qualquer dia. O Harry teve que se segura para não estuporar o professor e tomar seu lugar.

Já era Sexta feira, o Harry  avia mandado uma carta para o Sirius que o Draco o ajudou a escrever.

“Caro Padrinho que eu amo tanto,

Sim eu cai na casa da Sonserina, não era um brincadeira do Tio Sev, fiz um amigo até agora, Draco Malfoy, um garoto bem divertido e que compartilha muitos dos meus ideais, ainda não tive tempo para conversar com a Hermione, aparentemente ela ficou amiga de um garoto idiota chamado Ronald Wealey, um garoto que é um idiota que aparentemente me vê como uma fonte de fama.

Fale para o Tio Remo que ele estava certo, o livro que ele me deu é muito interessante.

O Tio Reg tinha razão, o Salão Comunal da Sonserina é muito bonito.

Abraços, do seu afilhado SONSERINO.

PS: Repense seu castigo, se não você ira dormir para fora por um ano.”

Ele não recebeu uma resposta, provavelmente o Sirius estava com medo do PS que o garoto mando, e que se errasse alguma palavra, bom, dormiria para fora de casa por ano.

- Que aula tem hoje? – Pergunta o Harry comendo uma coxa de frango enquanto olhava para o loiro

- Aula Dupla de Poção. – Fala o Draco com um largo sorriso que foi retribuído pelo Harry, ambos estavam muito animados para essa aula

 

A sala de poções era nas masmorras, assim como o Salão Comunal da Sonserina, a sala de poções era razoavelmente pequena, tinha muitos frascos espalhados pela sala, e as carteiras eram em duplas.

O Harry e o Draco assim como em outras aulas se sentaram juntos, enquanto esperavam o Professor chegar, e assim que o Severo chegou, a maioria dos alunos se encolheram, ele entrou andando sem pressa com as vestes negras perfeitamente limpa.

Assim como a maioria dos professores começou a aula fazendo a chamada tranquilamente.

- Harry Potter. – Fala ele com um pequeno sorriso quase imperceptível e levanta o olhar procurando o garoto, e o avista no fundo da sala sentado junto de Draco Malfoy, seu afilhado

- Aqui. – Fala ele esticando a mão

 

- Vocês estão aqui para aprender a ciência sutil e a arte exata do preparo de poções – Começou, falava pouco acima de um sussurro, mas eles não perderam nenhuma palavra. Como a Professora Minerva, Severo tinha o dom de manter uma classe silenciosa sem esforço. – Como aqui não fazemos gestos tolos, muitos de vocês podem pensar que isto não é mágica. Não espero que vocês realmente entendam a beleza de um caldeirão cozinhando em fogo lento, com a fumaça a tremeluzir, o delicado poder dos líquidos que fluem pelas veias humanas e enfeitiçam a mente, confundem os sentidos... Posso ensinar-lhes a engarrafar fama, a cozinhar glórias, até a zumbificar se não forem o bando de cabeças-ocas que geralmente me mandam ensinar.

- Incrível. – Murmura uma garota perto do Harry

- Alguns aqui podem ter um talento enorme para o Estudo de poções. – Fala ele olhando para o Harry com um sorriso. – Outros nem tanto. – Completa ele olhando para o Neville que estava viajando em seu próprio mundo

Hermione Granger estava sentada na beiradinha da carteira e parecia desesperada para começar a provar que não era uma cabeça-oca, e que era uma das com um talento enorme. O Harry soltou um sorrisinho ao olhar o olhar que o Draco mandava para a garota, e assim que o olhar dos dois se cruzaram, o loiro abaixou a cabeça envergonhado.

- Potter! – Disse Snape de repente. – O que eu obteria se adicionasse raiz de asfódelo em pó a uma infusão de losna?

- Asfódelo e losna produzem uma poção para adormecer tão forte que é conhecida como a Poção dos Mortos Vivos. – Responde o Harry rapidamente, todos o olharam admirado, principalmente Draco e Hermione

- Ótima resposta, cinco pontos para Sonserina. – Fala ele com um pequeno sorriso. – Malfoy se eu lhe pedisse, onde você iria buscar bezoar? – Questiona o Severo olhando para o loiro ao lado do moreno

A Hermione levantou a mão rapidamente, o Harry trocou um olhar com o Draco, que parecia não saber, os Grifinorios ao olhar para a expressão do Malfoy, começaram a soltar risadinhas baixas.

- E então? – Pergunta o Severo incentivando o garoto

- Uhhh..... O bezoar é uma pedra tirada do estômago da cabra. – Responde o Draco após alguns segundos, o Harry viu que o amigo não sabia, e discretamente escreveu no seu caderno de um modo que o amigo pudesse ler. – E pode salvá-lo da maioria dos venenos. – Completa ele com um sorriso orgulhoso

- Correto. – Fala o Severo trocando um olhar com o Harry. – Eu dou pontos ao Senhor ou ao Senhor Potter? Afinal o Senhor apenas leu as instruções passadas por ele. – Fala o Severo fazendo os Grifinorios soltarem risadinhas

- Há se ferrou. – Fala o Weasley, que soltou uma risada junto de seu amigos

- Ao Draco é claro, eu apenas o ajudei, afinal, “Se vocês verem um Sonserino com problemas, o ajude”. – Fala o Harry, ignorando a fala do ruivo, com um sorriso ao citar um trecho do discurso do Severo, e muitos dos Sonserinos ali presentes aplaudiram o garoto

- Vocês entenderam o que é ser um Sonserino, mais dez pontos para cada. – Anuncia ele com um mínimo sorriso

- Ei isso é injusto. – Ralha o Weasley do outro lado da sala

- Menos dez pontos da Grifinoria, por atrapalhar minha aula.

- Mas...

- Quer perder mais dez pontos? – Pergunta ele recebendo um aceno quase imperceptível do ruivo

 

- Senhor Potter, fique por favor . – Fala o Severo vendo os alunos saindo da sala

- Quer que eu o espere lá fora? – Pergunta o Draco segurando seus livros nos braços

- Pode ser. – Responde o Harry dando um soquinho no ombro do loiro

- Sabe....eu ainda não o parabenizei por estar na Sonserina. – Fala o Severo com um sorriso olhando para o Harry. – Hoje você me provou que é realmente um Sonserino. – Deu uma bagunçada nos cabelos do moreno

- Hehehe, obrigado. – Respondeu o Harry. – Me desculpe por te responder, Tio Sev.

- Ora, não ligue para isso, você é um sonserino, e também esta no seu sangue responder ao que não lhe agrade, a sua mãe também era assim, sempre tentava ajudar os amigos, e mesmo que eu odeia admitir, seu pai também faria de tudo por um amigo. – Fala ele. – Mas não te chamei aqui para falar suas semelhanças com seus pais, afinal você já as sabe de cor. – Ele da um sorriso ao lembrar das discussões com o Sirius sobre a personalidade do Harry, se ele tinha puxado a Lilian ou o James. – Te chamei aqui para te dar um presente. – Ele retira das vestes uma caixinha de veludo preto, era quadriculada com um laço dourado em cima

O Harry abre a caixinha devagar, ao abrir viu um Colar Guarda Foto de ouro, com o Brasão da Sonserina, ele o abriu e sentiu lagrimas encherem seus olhos.

Uma das fotos era Lilian Potter e James Potter o segurando, os dois abraçados com lindos sorrisos olhando para o bebe no colo da ruiva.

A outra foto era a sua família de coração, na foto estava o Harry, com o Sirius bagunçando seus cabelos, enquanto o Severo e o Regulo riam do bico que o Harry tinha e o Remo tentava inutilmente fazer o Sirius parar de chatear o garoto.

- Tio Sev.....Obrigado. – Fala o garoto pulando no pescoço do Severo o abraçando

- De nada pequeno. – Fala o Severo abraçando o garoto, não importava que o garoto fosse muito poderoso e maduro para a idade, para Severo, Sirius, Regulo e Remo ele ainda era uma criança, uma criança que precisa de carinho, atenção e principalmente amor.


Notas Finais


Gente estou pensando em colocar uma cobra como o animal de estimação do Harry....Por favor coloquem dicas de nomes para a cobra, por favor.....

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