História Harvest Love - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Alfa, Baekyeol, Beta, Kaisoo, Ômega
Visualizações 674
Palavras 3.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aaah! Confesso que não ia conseguir passar o final de semana sem postar o capítulo de HL *O*
ainda mais depois que vi que estavamos com mais de 200 favoritos \o/ fiquei feliz, obrigada a todos que acompanham! Os que só colocaram na biblioteca e ainda vão acompanhar kkk um beijo para todos!
O capítulo está bem fofinho, porque a fanfic é fofa tá gente? kkk é mais para mostrar o desenvolver do relacionamento dos dois *-*

Espero que gostem!

Relevem os errinhos, eu ainda não revisei '-'

Capítulo 10 - Capítulo 10


 

Após ser deixado por Kyungsoo na porteira da fazenda, me apressei em correr até os estábulos onde sabia que encontraria Chanyeol.

O céu já assumia uma coloração rosada e o sol não brilhava mais, dando seu adeus com raios fracos a descerem no horizonte. E eu sabia que naquele horário, encontraria meu marido nos estábulos.

Ele tinha se tornado ainda mais dedicado aos cavalos após a morte do Proud. E eu ainda não conseguia pensar no nome do falecido sem sentir vontade de rir.

Andei mais rápido do que o meu habitual, não que estivesse animado para encontra-lo. Só queria contar para alguém como fora o meu dia. 

Sabia que teria ele e Kris para me ouvirem.

E tamanha foi a minha surpresa ao abrir a porta dos estábulos e encontrar Chanyeol com uma companhia desconhecida. Um ômega. Era perceptível pelo cheiro adocicado no ambiente. O qual eu sabia que não pertencia ao alfa. Porque, honestamente, ao final do dia Chanyeol cheirava igual aos animais da fazenda.

Os dois me olharam e o desconhecido me encarou como se eu fosse o estranho ali! De fato, eu era, mas a casa é minha. 

O analisei de cima a baixo, focando nas olheiras horrendas que havia ao redor dos seus olhos. Ele não era feio... Mas era bastante descuidado com o sono, isso era evidente.

- Oi amor! – Chanyeol levantou do banquinho de madeira de três pés no qual estava sentado antes e veio em minha direção.

Meus olhos não desviavam do desconhecido, que acariciava um dos potrinhos - descobri que cavalos pequenos se chamam assim - que nascera recentemente. 

Mantive minha postura elegante, desfazendo-a em seguida ao soltar:

- Quem é ele? – Minha voz saia arrastada. Não queria parecer que estava incomodado com o fato do meu marido estar sozinho com um ômega desconhecido.

Kyungsoo eu já estava aceitando, mais um não.

Chanyeol deu um sorriso de lado e eu sabia o que ele estava pensando: Que eu estava com ciúmes.

Eu não estava. Definitivamente não, era só um cuidado com a minha imagem. Eu não poderia sair como o esposo traído.

- Baek, esse é o Tao, esposo do Kris. – Minha vontade de cuspir e sair nadando na minha saliva foi enorme, mas me contive.

Eu estava pensando mal de alguém que eu nem conhecia. Chanyeol deveria estar gargalhando por dentro.

Estendi a mão, sendo negado o cumprimento com um aceno de cabeça e um sorriso simpático vindo do rapaz:

- Estou com a mão suja! É um prazer conhece-lo finalmente, Baekhyun! Meu esposo comentou de você.

- Espero que tenha comentado coisas boas. – Escutei um risinho vindo de Chanyeol, mas decidi ignorar naquele momento.

- Sim! Ele disse que você é uma excelente pessoa... Um pouco desajeitado, mas gente boa. – Tive vontade de esganar Kris.

Desajeitado? Eu? Para os parâmetros da roça, talvez... 

Um silêncio suave se instalou entre nós, até que Chanyeol o quebrou.

- Como foi na casa do Soo? – Soo, Soo, Soo... Qual a necessidade dele em chamar todo mundo por apelidos? O Tao também não se chamava daquela forma, provavelmente.

Descobri depois que eu estava certo. Seu nome era Zitao.

- Foi... Divertido. Desenvolvi algumas habilidades com as galinhas. E de tarde, Jongin apareceu. – Comentei despreocudamente, enquanto caminhavamos para fora dos estabulos.

- Jongin não desiste mesmo, não é? – Chanyeol riu, enquanto abria a porta. Sua risada foi acompanhada por Tao, que parecia saber do que ele falava.

- Não entendi... – Murmurei, me sentindo totalmente por fora do assunto.

- Jongin é apaixonado pelo Soo, desde bem antes de eu chegar aqui.

O que?! Impossível. E burrice também. Por que alguém se apaixonaria sabendo que não poderia ficar com aquela pessoa?

- Se é daquela forma que ele demonstra que está apaixonado... – Olhei o horizonte, refletindo sobre o assunto e vendo Kris se aproximar de nós com um sorriso bobo nos lábios.

Por um momento, invejei o relacionamento dos dois. Quando o grandão se aproximou de Tao com aquele sorriso e lhe deu um breve selinho.

Os dois se olhavam de maneira tão apaixonada. Em seguida, busquei o olhar do meu marido, que também os fitava com um carinho fraternal.

Vendo aquela cena eu percebi que... Havia muita coisa ali para eu conhecer. Vidas entrelaçadas de pessoas que possuíam um passado interessante, ou não. Amigos que eu poderia fazer.

Não seria ruim passar um ano ali.

- Jongin age daquele jeito porque todas suas tentativas anteriores não deram certo. – O alfa ao meu lado retornou ao assunto. – O Soo que não percebe as intenções dele.

- Por que ele faria isso? Quer dizer... Se apaixonar por alguém, sabendo que não vai poder ficar com essa pessoa. – Ergui minhas mãos em sinal de dúvida.

- Você deixaria de viver se soubesse que vai morrer? 

- É diferente, totalmente diferente. Comparar isso com a morte. Casar não é um martírio! – Só percebi que tinha falado demais quando o olhar zombeteiro de Chanyeol encontrou o meu.

Senti seus braços rodearem minha cintura e imediatamente olhei para o casal a nossa frente, que parecia perdido em seu mundo particular. Bati na mão do alfa, o obrigando a me soltar. Sem sucesso.

- Não é um martírio? Isso seria um avanço entre nós? – Quando eu preparava para retrucar, o senti morder minha bochecha. Ele tinha perdido a noção do perigo?

- Você está louco?! – Me debatia em seus braços, tentando me soltar. O que só fazia com que ele apertasse ainda mais.

- Eles não são fofos juntos? – A voz grossa de Kris cortou o ambiente e nem isso fez o alfa me soltar. Lancei um olhar de fúria e súplica para os dois, mas eles não captaram.

Chanyeol gostava de me fazer passar vergonha na presença dos outros e continuou me abraçando de lado até a saída da fazenda. Convidamos Tao e Kris para se juntar a nós no jantar, mesmo eu me perguntando mentalmente quem o faria, mas eles recusaram.

O que era uma sorte, porque se dependesse de mim... Seria macarrão estantâneo para todos. E tenho certeza que não seria a melhor primeira impressão a se passar para o meu recém-conhecido.

Seguimos em silêncio, da minha parte, até a casa. Chanyeol contava sobre o seu dia e eu prestava atenção sem tecer maiores comentários sobre o assunto, era estranho quando estavamos sozinhos.

Eu me sentia estranho. Com vergonha. Lembranças dos beijos trocados e do show que eu dei por ser o único virgem da relação sempre me atingiam e faziam com que eu sentisse vontade de correr.

Assim que entramos, eu corri para o banheiro social, sentia que precisava urgente de um banho para colocar minhas ideias no lugar. Tenho certeza que demorei uns quarenta minutos em todo o processo de pegar o pijama, toalha e me banhar. Fiz tudo com calma e paciência.

Minha mente emitia sinais de alerta como se eu estivesse em algum tipo de perigo e deveria continuar no banheiro para sempre.

Ao chegar no quarto eu percebi que deveria ter escutado minha intuição. Chanyeol estava deitado na minha cama com seu jeito despojado, os cabelos molhados cobrindo sua testa franzida, gotículas de água por todo o seu dorso nu faziam um caminho até a calça de moletom azul escuro, que era a única coisa que ele usava. Ele tinha em mãos um dos livros que coloquei em cima da minha cômoda, era um romance que eu adorava e já tinha lido várias vezes:

- Oi amor! Você demorou. – Ele nem me fitou, continuou interessado na leitura.

- O que está fazendo aqui, Chanyeol? – Fui direto, sentado na beirada da cama ao seu lado e usando a toalha em minhas mãos para secar meu cabelo.

- Vim dormir com você. Já que você não quer ir dormir comigo. – Ele largou o livro de lado e se virou para mim, ainda deitado, e ergueu um pouco o corpo para ficar a minha altura. – Não é uma boa ideia? – Sua expressão era uma tentativa mista de parecer sexy e bobo ao mesmo tempo.

Devo admitir que estava funcionando... Só um pouco.

- Não, vá para o seu quarto. – Dei ênfase no “seu”.

Ele se sentou de vez na cama, com aquelas pernas grandes e desengonçadas em cima do MEU colchão e parou atrás das minhas costas. Quando eu ia questionar o que ele pretendia, senti seus braços envolverem minha cintura e ele trazer meu tronco em direção ao seu, suas pernas se encaixando de cada lado do meu corpo:

- SAI! Seu tarado! – Tentava me debater para soltar de seu aperto, mas ele era bem mais forte. Desisti. Pendi meu braços ao lado do corpo e coloquei a toalha ao lado da cama, em cima do travesseiro.

- O que tem de errado nisso? Estou sendo carinhoso! – Sua voz grossa e calorosa em meu ouvido fez um calafrio percorrer a minha espinha. O que não passou despercebido por ele. – Olha, ficou arrepiadinho. – Cutucou o meu pescoço, como se quisesse mostrar sua grande descoberta.

Eu sabia que tinha ficado arrepiado. Não precisava que ele jogasse na minha cara.

- Eu acho que você deveria ouvir os seus instintos e aceitar que eu fique com você aqui, ou... Vir para a minha cama comigo.

Antes que eu pudesse responder, senti seus lábios tocarem o meu pescoço em um beijo calmo e demorado. Seria pedir demais que tivesse autocontrole em não inclinar um pouco a cabeça para dar maior acesso a ele... Então, foi isso que fiz. Chanyeol seguiu com os selares até o lóbulo de minha orelha, onde mordiscou somente uma vez, me deixando necessitado por mais, e aos poucos seus beijos seguiam a linha do meu maxilar.

Foi eu que tomei a iniciativa em virar o rosto para que seus lábios encostassem no canto da minha boca e assim que o fez, eu arfei. Aquele ato o deu passagem para juntar-nos em um beijo afoito e carinhoso ao mesmo tempo.

A posição era estranha para mim, que não era um grande especialista no assunto, mas não era desconfortável. Na minha cabeça, beijos só aconteciam com um de frente para o outro. Eu conseguia sentir perfeitamente sua língua em contato com a minha em um movimento consistente. Levei minha mão em direção a seu rosto e segurei, numa tentativa de aprofundar o contato.

Senti um sorriso se formar em seus lábios e não evitei sorrir junto. Eu queria aquilo, um calor subia por todo meu corpo e parecia ficar em meu peito, como se batesse de dentro para fora em uma tentativa vã de sair.

Aos poucos a posição foi realmente se tornando desconfortável e desaceleramos, quando nos separamos, eu não conseguia encará-lo. Em um momento estava o enxotando da minha cama e no outro agarrado a ele como um desesperado:

- Olha pra mim. – Segurou o meu queixo com delicadeza, tentando em vão fazer com que eu o encarasse. – Não precisa ficar com vergonha de mim, sou seu marido...

- Não estou com vergonha. – Nossa, eu não sabia nem mentir.

- Sei... Está se fazendo de difícil então? – Chanyeol encostou o nariz no meu pescoço, que estava exposto devido ao meu rosto que o evitava, e ficou alisando o local com a ponta deste. – Pois assim você fica parecendo um bezerrinho bravo. – Balançou o nariz em meu pescoço e me apertou contra seu corpo em seguida.

- Chanyeol...

- Sim? – Senti seu queixo encostar no meu ombro, e seu rosto ao lado do medo, prestando atenção ao que eu ia falar.

- Você acabou de me chamar de bezerro?! – Cravei as unhas em suas coxas e o percebi se contorcer de dor, pendendo para o lado.

- Qual o problema?! Foi de uma forma carinhosa! – Ele tirou a minha mão com dificuldade e me soltou, sentando ao meu lado em seguida. – Bezerros são fofinhos e você também e...

- Pois vá dormir com um então! – Esbravejei enquanto apontava para a porta do quarto.

O grandalhão abaixou a cabeça, como um cachorro arrependido e se pôs de pé, respeitando minha ordem.

- Esse povo da cidade não entende... – Resmungou enquanto ia até à porta.

- O que?! – Saiu do quarto rapidamente, antes que eu pudesse ter alguma reação. – Que tipo de elogio é esse?!

Escutei a porta do quarto de Chanyeol bater e sua voz roucar sair abafada em um “boa noite”. Argh! Como ele conseguia estragar tudo!

Voltei para minha cama e me joguei, tive dificuldade para pegar no sono... Toda hora a imagem do beijo vinha em minha cabeça, e era como se eu ainda sentisse o gosto de menta dos lábios dele contra os meus. E em seguida... A imagem de um bezerro.

(...)

Acordei cedo no dia seguinte. Cedo o suficiente para ouvir Chanyeol sair cantarolando de seu quarto. Contudo, não me levantei e me forcei a continuar dormindo até que minhas costas doessem e eu não conseguisse mais ficar na cama.

Quando fui para o lado de fora, me surpreendi com o fato dele estar na varanda e não em algum outro lugar trabalhando:

- Bom dia amor! – Sua alegria pela manhã me incomodava. – Na verdade, é quase boa tarde... – Uma risadinha irônica acompanhou sua frase e eu senti vontade de dar um chute na bunda dele, que se encontrava de frente para mim.

Chanyeol estava agachado com uma caixa de ferramentas ao seu lado e uma corrente. Questionei-me o que ele faria com aquilo:

- Pra quê isso? – Não aguentei minha ideia de ignorá-lo.

- Vou colocar uma cadeira de balanço para a gente. – Respondeu de maneira simplória, procurando alguma coisa caixa de ferramentas azul. – Eu tenho faz um tempão, mas só agora me veio a ideia de colocar! Pensei que você iria gostar de sentar aqui comigo a noite e ficar observando as estrelas.

Nossa... Tão romântico que me deu vontade de vomitar.

- Como você fala essas coisas assim? Sem a menor vergonha? – Questionei, me agachando ao seu lado. Estava incomodado com o fato de não conversar olhando seu rosto.

- Por que eu deveria ter vergonha se não estou fazendo nada de errado? – Boa pergunta, Chanyeol. – Você é meu marido, eu gosto de você, quero fazer algo que te deixe feliz e disse isso. Simples. Não é um motivo de vergonha.

Chanyeol tinha razão. E como tinha... Por que demonstrar o amor deveria ser algo a se envergonhar? Desde quando eu tinha aquele pensamento de que demonstrações de afeto era algo feio e obsceno? Aquilo me tocou de uma forma que eu jamais tinha sido.

Sempre me achei muito inteligente e a frente de todos que conhecia. Mas aquele rapaz, tão jovem e com seu jeito despojado e brincalhão, de caipira, me ensinou muito mais em uma simples frase do que qualquer aula que eu tive durante todos esses anos:

- Eu vou te ajudar. – Chanyeol me olhou como se estivesse vendo a um E.T. Ignorei sua surpresa e estendi minha mão. – O que posso fazer?

- Você... Pode começar separando os pregos que vamos usar. – Entregou-me a caixa de ferramentas e eu me arrependi no segundo seguinte em que coloquei meus olhos no interior dela.

A caixa era grande, e o que mais tinha nela eram pregos. De todos os tamanhos e a grande maioria enferrujados. Mas eu já tinha me oferecido, apesar de esperar por fazer algo mais grandioso, eu executaria bem aquela função:

- Qual prego você precisa? – Ele me estendeu um de tamanho médio e continuou ajeitando o material que usaria.

- Eu vou buscar a cadeira e já volto. – Acenei com a cabeça e o observei descer a pequena escadinha de dois degraus da varanda em direção ao local onde ele fazia de depósito de bagunças.

Sorri com a visão de seu andar desengonçado e as pernas tortas em formato de alicate, que não me incomodavam nem um pouco. Chanyeol possuía uma beleza única e que me agradava.

E eu não sabia ainda o por que, mas olhá-lo de longe me fazia sentir aquela mesma sensação de aquecer o peito.

(...)

Colocar a cadeira foi mais difícil do que eu pensei que seria. Eu e Chanyeol quase nos matamos várias vezes, porque devido a minha altura... Eu não alcançava o telhado, para que prendessemos as correntes de sustentação aonde Chanyeol queria. E ele não conseguia segurar e pregar ao mesmo tempo.

Tive que engolir o meu orgulho e pegar uma cadeira, como tinha sido a ideia do mais favorecido em altura desde o início. Falhei comigo mesmo.

Ao final, observavamos nosso trabalho bem feito com um sorriso de satisfação nos lábios. A cadeira era pesada e aquele sem dúvida seria um trabalho que Chanyeol não conseguiria fazer sozinho.

Era semelhante a um banco de jardim, com espaço somente para dois e duas correntes de cada lado a sustentavam para dar um balanço suave quando sentassemos. Chanyeol a testou, pois era mais pesado e queria se certificar de que tinha dado certo.

Eu estava feliz com aquilo. E era estranho, pois de certa forma era algo bem simples. Uma cadeira, que balançava até um pouco fora da beirada da varanda, assim nos possibilitaria ter um breve vislumbre do céu a cada movimento. Nada demais.

Mas eu estava feliz.

E a noite, após tomar o meu banho, a primeira coisa que eu fiz foi correr até a varanda para testar a minha cadeira:

- Chanyeol, sai da minha cadeira. – Sentei, o empurrando com a bunda.

- SUA cadeira? O certo é NOSSA. – Ignorou minhas tentativas de tirá-lo de lá.

 

-Você disse que era pra mim! – Cruzei os braços, o encarando. Ele tinha dito isso.

Chanyeol parecia bem relaxado e alheio aos meus gritos estéricos.

- Eu disse que era para a gente. Não falei hora nenhuma que seria só sua. – Em seguida me encarou com um sorriso divertido nos lábios. – É para a gente ficar aqui fora namorando. Vem cá, vem... – Estendeu os braços para que eu me aproximasse.

- Sai! Como você é pegajoso. – Meu rosto se contorceu em uma careta.

- Tudo bem então, eu vou ficar e quero balançar! – Ao terminar de falar, ele o fez, me pegando desprevenido e fazendo com que meu corpo fosse para trás.

Se não fosse seus braços me segurarem contra seu corpo, eu teria caído.

Controlei meu coração que se recuperava de um mini infarto e continuei em seus braços, com a cabeça contra seu peito e escutando as batidas ritmadas do coração. Devo ressaltar que só estava daquela forma porque estava me recuperando do susto.

A mão de Chanyeol foi de encontro aos meus cabelos e ficaram por um bom tempo os acariciando em um cafuné suave e calmo. Não sei ao certo quanto tempo durou, porque eu adormeci com aquele contato tão delicado e caloroso.

E aquela foi a primeira vez que dormimos juntos.


Notas Finais


O que acharam? Eu acho que é um caminho sem volta para o Baek ein... kkkk
Uma boa semana para todos ;*


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