História Has Been A Long Time - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias DAY6
Personagens Jae, Young K
Tags Brian Kang, Day6, Jaehyungparkian, Jaek, Noth Korea, Park Jaehyung, Pyongyang, Youngk
Visualizações 6
Palavras 670
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Violência
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


*imagem do capitulo by: insta>> @peppermint.b*

Aquele comeback merecido.
Estou de volta pessoas !!

Eu não queria ficar postando a fanfic em capítulos, mas eu sou muito ansiosa, eu simplesmente não consigo me segurar.
Gente ISSO AQUI VAI SER HINO, Nunca me senti tão feliz aaa :v ♡
I'm really really really really really (100000000x really) HAPPY
sinto que preciso melhorar muito ainda na minha escrita, mas não deixo de estar feliz.

Capítulo 1 - Pyongyang - 1999


Fanfic / Fanfiction Has Been A Long Time - Capítulo 1 - Pyongyang - 1999

Coréia do Norte, Pyongyang – 1999

Nenhum dia era calmo, não havia paz. Mal olhávamos um no rosto do outro e também pouco conversávamos, não havia muito o que conversar. As pessoas não costumavam sair de casa, sorrir e desejar bom dia, afinal, o que era ter um bom dia?

Éramos ameaçados e feitos de reféns naquele mundo. Não tínhamos liberdade alguma, nem mesmo discutir coisas do dia a dia. As comidas, vestimentas tudo era limitado, não podíamos desejar ter algo, não podíamos sentir.

Quando olho para trás e lembro de tudo que já perdi, não consigo segurar as lágrimas. Já faz tanto tempo, mas é como se as cicatrizes ainda estivessem totalmente abertas. Lembro de tudo como se fosse ontem.

Há alguns anos antes de fugir dali, encontrei um rapaz, as roupas do mesmo um tanto gastas e sujas, sentado no chão escorando-se em um dos bancos que ali haviam. Eu o olhei de soslaio e pretendia continuar o meu caminho, mas a expressão dele era um tanto triste, estava de noite e já era quase hora do toque de recolher, me aproximei dele continuando de pé.

“Você não vai ir para casa? Falta pouco para o toque de recolher, os guardas vão começar a ronda e pode ser ruim para você se ficar aqui.” Disse, tentando tomar cuidado para não ser pego dizendo aquilo muito alto.

“E daí? Espero que me matem” Foi o que ele me respondeu, fiquei assustado com tais palavras sendo ditas em tom alto. “Quem gosta de estar num lugar como esse? Com esse presidente de...” tapei a sua boca no mesmo instante, antes que terminasse tal fala.

“Você está louco? Como pode dizer isso tão alto? Você não só vai ser morto, você vai ser executado em frente a toda Pyongyang da forma mais dolorosa possível”

“Eu vou fugir daqui” ele disse tirando minha mão que estava tapando a sua boca.

“O que? E como pretende fazer isso tem guardas em todo lugar e como pode dizer isso a uma pessoa que você nem conhece? Imagina se eu te entrego para eles.”

“Você não seria capaz. Você não tem cara do tipo de pessoa que realmente faria isso, qualquer outra pessoa já estaria me entregando neste exato momento.”

“Talvez tenha razão.” – olhei para o relógio que carregava em meu bolso, faltava meia hora para o toque de recolher. – “Você mora longe?”

“Porque quer saber? Eu não vou voltar para casa”

“Você não pode ficar aqui “– digo praticamente implorando.

“Eu sou de Sunchon”

“Você o que? Como chegou até aqui? Digo, como...”

“Eu vim andando” - eu respirei fundo pensando no que fazer, não iria manda-lo voltar para sua cidade novamente, por que seria um caminho muito longo e perigoso e também ele tentaria fugir de alguma forma.

“Vem, você não vai ficar aqui fora, e nem vai fugir, não hoje.” - Levantei-me do chão estendendo a mão para ele.

“Porque eu deveria? Eu não conheço você” - Ele indagou, permanecendo sentado no chão.

“Ah sim, ok, me chamo Park Jaehyung ou apenas Jae, como preferir. Agora levanta.” Ele permaneceu sentado, até então não tinha olhado para mim em nenhum momento, dessa vez me encarava. – “Olha se é fugir que você quer eu vou te ajudar. Você sequer tem ideia de como passar por tantos guardas, nem deve ter pensado em um plano. Não fuja hoje, vamos pensar em algo. Talvez, depois eu seja morto por isso, mas eu vou te ajudar.”

Ele finalmente levantou. Fomos para minha casa, eu o deixei dormir lá aquela noite.

“Você é muito corajoso em hospedar um desconhecido.” – ele brincou.

“Já não é tão desconhecido, mas afinal qual seu nome?” - Perguntei enquanto estendia um lençol no chão para que ele se deitasse.

“Kang Younghyun ou Young, Younghyun ou Kang, enfim como preferir.” – ele sorriu levemente – “você mora sozinho? Onde está sua família?”

“Sim eu moro sozinho, eles morreram enquanto participavam de um movimento cristão” – respondi.

“Sinto muito” – foi a última coisa que ele me disse naquele dia.


Notas Finais


*imagem do capitulo by: insta>> @peppermint.b*


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