História Hate Love & Revenge - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), T-ara
Personagens Eunjung, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine Jungkook, Passado, Vingança
Exibições 77
Palavras 2.157
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu estava louca pra postar essa fic, espero que vocês gostem, e se gostarem e quiserem ler mais, é só favoritarem e comentarem, pedindo mais.

Bjs 😘 😘 😘 😘 😘 😘 e boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Hate Love & Revenge - Capítulo 1 - Prólogo

14/08/2004


Aquele dia estava sendo o melhor da minha vida, eu estava muito feliz e animada ao mesmo tempo, porque naquele dia, que muitas pessoas poderiam pensar ser insignificante.


Pra mim não era, porque eu estava completando os meus sete anos de idade, e como presente de aniversário, os meus pais pediram um dia de folga no trabalho, para comemorar esse dia especial comigo.


E para me animar, os meus pais me levaram a diversos lugares divertidos, onde eu brinquei bastante junto com eles, nada de ruim poderia acontecer naquele dia.


Bom, pelo menos era isso que nós pensamos.


Mas na volta pra casa, tudo que era bom, ficou ruim. Pra começar, estava de noite e a nossa casa estava bem longe do parque onde a gente estava, por isso, nós fomos por uma rua que levava a gente pra casa da Vovó Sook.


Tudo estava indo bem, até que uns homens de capuz saíram de um beco ali perto e puxaram a gente pra dentro do beco à força.


Quando nós chegamos lá, eu estava assustada, como os meus pais. Nenhum de nós sabia o que iria acontecer naquele momento, talvez se eu soubesse, poderia ter impedido.


Os caras de capuz começaram à bater  muito no meu pai e na minha mãe, enquanto um deles me segurava em um canto e me obrigava à ver toda à cena.


Até que um homem de terno, todo chique, parecendo um homem rico, apareceu e levantou a mão, fazendo os outros pararem de bater nos meus pais.


Depois o homem chique andou até na direção do meu pai, se agachou na altura dele (que estava ajoelhado), olhou bem no fundo dos olhos do meu pai, sem nenhuma expressão no rosto.


Você- com um pouco de voz que tinha, o meu pai disse, olhando para o homem à sua frente.


Eu avisei à você não avisei?- o homem diz, olhando ainda mais para o meu pai.


E eu disse que não tinha todo aquele dinheiro- meu pai elevou um pouco a voz, olhando com raiva para o homem.


Por isso eu te dei um prazo de dois meses pra arranjar o dinheiro- o homem se levanta ainda encarando o meu pai- e você conseguiu o dinheiro, mas resolveu gastar tudo- ele deu uma pausa e olhou na minha direção- em idiotice de criança.


Meu pai não disse nada, só abaixou a cabeça, ainda tentando recuperar o fôlego, enquanto a minha mãe estava chorando em silêncio, bem do seu lado.


Não faz isso na frente dela, ela só tem sete anos- meu pai levantou a cabeça, implorando para o homem a sua frente.


A sua fraqueza é a sua filha e a sua mulher- o homem se agachou na altura do meu pai de novo- e por causa do erro que cometeu, merece sofrer.


Não, por favor- meu pai começou à chorar sem parar, enquanto implorava para o homem à sua frente.


Então garotinha- o homem ignorou o meu pai e veio até mim, se agachando na minha altura- qual seu nome?


Mi Sun- eu disse depois de um tempo, ainda com muito tempo e chorando em silêncio.


Bom Mi Sun, você pode me chamar de Sr. Jeon ou de JJ- ele deu um sorriso falso pra mim- tudo bem?


Eu não disse nada, só confirmei com a cabeça ainda com medo.


Bom Mi Sun, você já ouviu falar de- ele deu uma pausa e olhou para meu pai, que olhava pra gente preocupado- estupro?


Quando o Sr. Jeon me faz essa pergunta, os meus pais ficam desesperados e tentam se soltar, mas estavam fracos de mais pra isso.


Não encosta nela- eu pai grita com raiva na voz- se você encostar nela eu vou...


Mas não é nela que eu vou encostar- o Sr. Jeon abri um sorriso sínico e vai até a minha mãe- vai ser nessa aqui.


Não, por favor, não- minha mãe ficou desesperada e tentou sair de perto dele, mas os homens eram bem mais fortes do que ela.


O que foi? Eu só vou mostrar pra pequena Mi Sun que ela não pode confiar em ninguém- ele olhou pra mim com um sorriso sádico- não é mesmo Mi Sun?


Eu não respondi, não fiz nada além de chorar bastante e ver o Sr. Jeon começar à tirar a roupa da minha mãe na minha frente. E eu tentava virar o rosto para não ver, mas o homem que estava me segurando, segurou o meu rosto com brutalidade, me forçando à ver tudo.


Eu só escutava os berros dos meus pais, dos pedidos de ajuda que minha mãe fazia, enquanto era estuprada bem na minha frente, enquanto o meu pai apanhava mais ainda.


E só depois que o Sr. Jeon chegou ao seu orgasmo, os outros homens pararam de bater no meu pai, e enquanto o Sr. Jeon se vestia, alguns dos homens aproveitavam e faziam a mesma merda com a minha mãe.


Isso tava sendo muito divertido- o Sr. Jeon chegou na frente do meu pai, que estava com o rosto todo deformado e deu um soco no rosto dele- não é mesmo?- e mais um soco foi dado.


E quando meu pai abriu a boca pra falar alguma coisa, só saiu grunhidos de dor, depois o Sr. Jeon olhou pra mim por alguns minutos, deu um sorriso de lado e depois tirou uma faca do seu bolso e veio até mim.


Agora pra ficar mais divertido- ele me puxou pelo braço e me colocou de frente para o meu pai- vamos deixar uma lembrança para a Mi Sun nunca se esquecer desse dia, não é?


Seu... Seu...- antes de o meu pai terminar de falar, ele recebeu um soco do Sr. Jeon, bem no rosto.


Cala a boca seu estraga prazeres- ele fez uma cara de adolescente com tédio- isso é divertido, brincadeira de criança, se diverte um pouco.


Depois de dizer isso, ele colocou todo o meu cabelo para o lado, deixando o meu pescoço à mostra, depois ele escreveu duas letras pequenas naquela região com a faca, me fazendo chorar e gritar de dor.


Prontinho, assim você não vai se esquecer desse dia- ele deu uma risada e depois se levantou- e eu adoraria ficar mais, mas eu tenho dois filhos e uma esposa pra cuidar.


Depois de dizer isso, ele olhou para um dos homens e acenou com a cabeça pra ele, e foi embora, deixando eu e os pais com cinco homens à nossa volta.


É pra matar ela também?- um dos homens disse apontando pra mim.


Não, o Sr. Jeon disse que mais pra frente ela vai servir bastante- outro homem respondeu destravando a arma dele, e os outros fizerem a mesma coisa depois.


Eu não conseguia falar e nem me mecher, só olhava para os meus pais com os olhos e o rosto molhados por causa das lágrimas, nem o corte no meu pescoço doía mais, do que ver meus pais daquele jeito.


Estão prontos?- um dos homens perguntou olhando para os outros.


Sim- os outros responderam em uníssono.


Depois disso, todos eles apontaram as armas para os meus pais e atiraram nos meus pais sem parar, até que as balas acabaram, aí eles foram embora e me deixaram ali.


Esse era pra ser o melhor aniversário do mundo, mas acabou sendo o pior aniversário do mundo. Eu nunca odiei e odeio tanto uma pessoa como eu odeio o Sr. Jeon.


Depois de ficar sozinha com os corpos dos meus pais, depois de chorar mais do que nunca, eu me ajoelhei entre o corpo dos dois, olhei pra cada detalhe do corpo e do rosto deles.


Mamãe?- eu disse ainda chorando bastante e comecei à balançar ela, pra ver se acontecia um milagre que fizesse ela se levantar e dar um sorriso pra mim, dizendo que tudo ia ficar bem.. Mas isso não aconteceu- mamãe... Mamãe... MAMÃE- eu não parei de balançar ela nem por um minuto se quer, mas quando eu vi que ela não ia se levantar, mais lágrimas saíram dos meus olhos.


Eu virei o meu rosto lentamente e vi o corpo do meu pai todo ensanguentado, mas a única coisa que chamou a minha atenção, foi que ele tinha soltado um suspiro baixo e tinha aberto um pouco os olhos.


PAI- eu disse um pouco feliz por ele ainda estar vivo, mas muito triste por ele estar morrendo e eu não poder fazer nada.


Filha- ele disse baixinho com o resto de voz que ele tinha, mas ainda gemendo de dor- você pode fazer...  um... favor pra mim?


Eu não pude dizer nada, porque eu chorava tanto, mais tanto, que as minhas lágrimas impediam a minha voz sair. Mas como ele estava com os olhos um pouco abertos, eu só balancei a cabeça, concordando.


Seja... Forte- ele tossiu um pouco de sangue- viva sendo essa garotinha... Sorridente, alegre, feliz... Não se sinta mal por isso... Porque eles vão pagar- ele tossiu mais um pouco, me deixando muito preocupada e com medo- como nas histórias... O bem sempre vence... Não é?


Papai- eu disse com a voz embargada e chorando ainda mais- não me deixa... Por favor, não me deixe sozinha.


Eu não vou- ele deu um pequeno sorriso pra mim- eu vou sempre estar aqui- mesmo muito fraco, ele colocou uma das suas mãos no lugar onde o meu coração estava- e cada batida que ele der... Será eu... E a sua mãe... Dizendo "eu te amo", pra você.


Promete?- eu coloquei uma das minhas mãos em cima da dele.


Prometo- ele deu um pequeno sorriso, e eu retribui, apertando ainda mais a sua mão- eu te amo.


Eu...- eu não pude terminar de dizer, porque no mesmo momento, eu comecei a escutar vozes com um tom de raiva e passos vindo na nossa direção.


Vai embora daqui- o meu pai tentou me empurrar, para que eu fosse embora.


Mas e você?- eu comecei a ficar desesperada, porque eu queria sair o mais rápido dali, mas também não queria deixar o meu pai pra trás.


Eu vou ficar bem- ele me empurrou pra longe dele- agora vai embora e não olha pra trás.


Eu não disse mais nada, só me levantei ainda olhando para o meu pai e me escondi no escuro, onde eles não podiam me ver, depois eu coloquei as minhas mãos na boca, para não gritar ou deixar a minha respiração sair do controle.


Ela fugiu- o Sr. Jeon chegou olhando para todos os lados com raiva- vocês deixaram ela fugir seus Idiotas.


Mas senhor, você disse que não era para matá-la- um dos seus homens disse, parecendo estar com medo.


Eu disse para não matá-la- o Sr. Jeon se virou para os seus homens- NÃO PARA DEIXAR ELA FUGIR- ele gritou e deu um soco no rosto do homem que protestou antes- SEU IDIOTA.


Depois ele olhou para os outros, com um olhar intimidador que deixou todos ali cheios de medo.


O que vocês ainda estão fazendo aqui?- ele perguntou olhando para cada um deles- VÃO PROCURAR ELA SEUS IDIOTAS


Depois de ele ter gritado isso, todos os homens começaram a correr em direções diferentes, deixando o Sr. Jeon sozinho. Ele estava com uma mão na cintura e a outra ele tinha colocado no rosto, e aparentava estar bem extresado.


Sem esperar nem mais um minuto, eu sai dali como um foguete, corri como nunca tinha corrido na minha vida inteira.


Peguem ela- o Sr. Jeon gritou para os seus homens, depois ele e alguns dos seus homens começaram à correr atrás de mim.


E quando eu estava quase parando de tanto cansaço, eu vi um barranco à alguns centímetros de mim, e sem pensar duas vezes eu corri na direção dele e comecei a descer o mesmo com muita pressa, só que eu acabei tropeçando em alguma coisa.


Então eu comecei a rolar sem parar no barranco, e quando eu pensei que eu ia morrer no final do mesmo, eu senti o meu corpo se encontrar com alguma coisa gelada, que me impedia de respirar  e deixava o meu corpo e as minhas roupas molhadas.


Eu estava em um riacho, eu tentava nadar até a margem do outro lado do riacho, mas a correnteza do riacho era muito mais forte do que eu, e começou a me levar junto com ele e a última coisa que eu vi, foi o Sr. Jeon e os homens dele na margem, olhando pra mim mas o único que me olhava com raiva era o Sr. Jeon.


Socorro- foi a única coisa que eu disse antes de sentir uma pontada bem forte na cabeça e desmaiar.


Escuridão... Uma imensidão de preto, era só isso que eu podia ver naquele momento, só isso que eu podia fazer... Ver a escuridão... Porque eu também não estava sentindo e nem ouvindo mais nada, tudo isso porque eu tentei fugir da morte.


"Ninguém consegue fugir da morte"




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