História Hate Love & Revenge - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), T-ara
Personagens Eunjung, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine Jungkook, Passado, Vingança
Exibições 24
Palavras 1.670
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Capítulo XV


Depois do beijo que Jungkook me deu, ele foi embora depois de ter dado um sorriso de lado pra mim e me dado um beijo na bochecha, eu estranhei claro, mas o que eu pude fazer?

Agora eu estou dentro do meu quarto, deitada na cama e olhando para o teto com a boca entre aberta e sem piscar nem por um minuto, só passando e repassando a cena do beijo na minha cabeça.

O que está acontecendo comigo?-
eu pensei colocando a minha mão direita no lugar onde fica o meu coração, sentindo ele bater mais rápido do que o normal- por que o meu coração está desse jeito?

Deve ser porque você está apaixonada por ele?- minha mente me respondeu como se fosse óbvio.

O que? Claro que não, eu odeio aquele idiota, eu só estou usando ele pra me vingar do pai dele- eu me levantei da cama e comecei à andar de um lado para o outro, roendo as unhas.

Só que de tanto beijar a boca desse garoto e de tanto sentir os toques dele, você acabou se apaixonando- minha mente estava começando à ficar frustrada comigo.

Será?- eu parei de andar de um lado para o outro e fiquei com uma expressão nervosa e confusa.

É claro? Pensa só, o que você sente quando lembra dele, dos beijos, dos toques, das implicâncias e de tudo relacionado à ele?-
minha mente fez essa pergunta, me fazendo ficar "calada" por alguns minutos para me lembrar de tudo.

Eu sinto uma coisa estranha no pé do meu estômago, sinto o meu coração bater bem rápido e sinto as minhas bochechas esquentarem- eu me sentei na beirada da cama, ainda roendo as unhas- o que diabos está acontecendo comigo?

Você está apaixonada pelo filho do cara que matou os seus pais- minha mente gritou, impaciente e nervosa.

Não, deve ser os hormônios- depois de ter pensado nisso, eu comecei à querer enfiar isso na minha cabeça- é, são os hormônios com certeza.

Aff, desisto- minha mente calou a boca, me deixando "sozinha" ali.

Vem comer- Mi-Cha disse entrando no meu quarto com um sorriso doce- deis de que o Jungkook foi embora você não sai desse quarto, deve estar com fome.

Eu estou confusa isso sim- eu olhei pra ela indignada e depois voltei o meu olhar para o nada.

O que aconteceu para você estar assim?- ela se sentou ao meu lado e começou à carícias as minhas costas.

Um beijo, foi isso que aconteceu- eu olhei pra ela nervosa dessa vez, juntando as minhas mãos.

Pode me dizer isso melhor?- ela deu uma pequena risada, parando de acariciar as minhas costas.

O Jungkook me beijou quando a gente estava aqui, mas foi um beijo diferente sabe?- eu olhei pra ela esperançosa pela sua resposta ser "sim"

Diferente como?- ela estava se fazendo de psicóloga agora? Porque isso está me ajudando.

Toda vez que ele me beijou, ele sempre me deu um beijo feroz e "selvagem"- eu fiz alguns gestos e depois fiz aspas com as mãos- mas hoje não foi assim, hoje foi um beijo calmo, lento, doce, carinhoso e... Diferente- eu ia continuar mas depois mudei de idéia e falei isso, me deitando na cama indignada.

Você está apaixonada pelo Jeon Jungkook, Yang Mi?- ela olhou pra mim desconfiada.

Eu tô confusa nisso também, eu não sei se eu estou apaixonada ou se são os meus hormônios falando mais alto- eu levantei um braço ainda deitada, depois eu me levantei e encarei ela com um olhar de "me ajuda".

Eu acho que você está apaixonada por ele- ela deu um sorriso animado, como se isso fosse certo.

Não- eu disse mais alto do que pensei, ficando nervosa em seguida- e-eu não p-posso me apaixonar por ele, não mesmo.

Por que não?- ela cruzou os braços, levantando uma sobrancelha.

Talvez seja porque eu quero...- eu olhei para os lados, como se tivesse alguém escutando- matar o pai dele?- eu sussurrei.

Sabe do que você precisa?- ela se levantou da cama, me fazendo olhar pra ela um pouco confusa- de relaxar, e eu sei muito bem como você gosta de relaxar.

Sabe?- eu dei um sorriso debochado e olhei pra ela um pouco surpresa.

Sei- ela colocou a mão na cintura e virou de lado- Chul vem cá rapidinho?

Tá-
eu ouvi ele gritar de volta de um jeito preguiçoso, depois apareceu na porta do meu quarto com cara de tédio- o que foi?

A Yang Mi precisa relaxar um pouco, e você sabe como-
ela mandou um olhar "desafiador" para o Chul que entendeu no mesmo instante.

Pode deixar- ele começou à se animar.

Ele olhou pra mim, me mandou um sorriso que eu entendi bem qual era, me fazendo levantar da cama e ir até ele um pouco animada, depois a gente começou à andar até a sala de treinamentos.

A gente entrou lá, trocou de roupa no banheiro de lá (eu primeiro e ele depois) e começamos à lutar um contra o outro, mas sem machucar pra valer. A gente só parou de lutar quando eu vi algumas gotas de suor pingar na minha testa, e o Chul começar à ter algumas dores nas costas.

Eu tô ficando velho pra isso- ele se sentou em uma cadeira na sala, imitando um idoso, fazendo eu rir ofegante.

Você só tem trinta e três anos Chul- eu dei um sorriso pra ele, e dei um sorriso- e mesmo que você esteja velho de mais... Você ainda gosta de uma boa luta.

Você tem razão, eu gosto sim- ele olhou pra mim com um sorriso "de pai"- mas eu gosto mais de comer, então vamos preparar um rango pra gente.

Ele se levantou e veio até mim, colocou uma mão nas minhas costas e fomos juntos para a cozinha, vendo a Mi-cha mexer no celular dela, roendo a unha do dedo indicador enquanto tinha uma expressão confusa e pensativa.

Tá tudo bem amor?- Chul perguntou indo até ela e olhando pra tela do celular da mesma.

Eu só estou pensando no que eu posso preparar pra gente comer- ela olhou pra ele e depois para o celular.

Deixa eu ver- eu fui até eles e fiquei do lado esquerdo da Mi-cha enquanto o Chul do lado direito.

Eu estava pensando se eu podia fazer kimchi ou bibimbap- ela ficou apontando para as receitas das comidas, depois olhou pra gente- qual vocês querem?

Bibimbap- eu e o Chul dissemos juntos, levantando as nossas mãos esquerdas.

Então vai ser bibimbap- ela deu um sorriso e olhou pra gente bem feliz- querem me ajudar?

Eu quero-
eu fiquei animada, porque sempre quis cozinhar alguma coisa.

Eu não, prefiro o sofá- o Chul fingiu estar entediado e estava indo pra sala, até a Mi-Cha segurar o braço dele.

Nada disso, você vai ajudar a gente, se não você não come- ela soltou o braço dele e cruzou os braços, enquanto eu estava com as duas mãos afiadas no balcão de costas para o mesmo, enquanto observava os dois.

Você perguntou- ele olhou pra ela injustiçado- ela perguntou, e eu disse que não.

Eu só perguntei por educação, mas ia fazer vocês me ajudarem do mesmo jeito- ela estava com um sorriso vitorioso no rosto e colocou as suas mãos nas cintura.

Isso é injusto- ele começou à ajudar a gente com a cara emburrada.

Injusto é você ser um machista- ela deu um cocão leve atrás da cabeça dele- e querer fazer nós mulheres fazermos à comida, pra depois o bonitão aí comer, sem ao menos ter ajudado- ela começou à pegar as vasilhas, mas depois parou, levantou o seu dedo indicador e olhou pra ele com as sobrancelhas levantadas- isso é injusto.

Ash-
ele disse mas depois deu um sorriso de lado pequeno.

Depois dessa "discussão" daqueles dois, a gente começou à fazer a comida, e enquanto nós fazíamos à comida, as vezes a gente se atrapalhava em algumas coisas, fazendo uma bagunça danada no final. Mas a gente riu, conversou, zoamos uns aos outros, foi bastante divertido.

E quando a comida ficou pronta, nós preparamos a mesa, a Mi-cha pediu para eu e o Chul tomarmos banho, porque como ela disse "nós estávamos fedorentos demais", depois a gente comeu bastante a comida, que tenho que admitir, estava bem gostosa.

Agora, eu estou dentro do meu quarto, deitada na cama com os pés apoiados no colchão e com uma foto na mão, observando a mesma com uma expressão séria.

Eu estava olhando a foto dos meus pais verdadeiros, a gente estava em um parque, eu estava brincando na areia naquele dia, até que meus pais chegaram, ficaram ajoelhados, minha mãe no meu lado direito e meu pai no lado esquerdo, e pediram para uma pessoa qualquer tirar uma foto nossa.

Como seria a minha vida- eu sussurrei e dei uma pausa depois- se nada daquele dia tivesse acontecido?- eu mexi um pouco a cabeça, ainda olhando pra foto- eu teria conhecido o Chul? Vocês me contariam sobre ele? Sobre o Sr. Jeon? Ou eu ia continuar vivendo uma mentira?

Depois de longos minutos, eu fechei os olhos, soltei um suspiro pesado, sequei uma lágrima que tinha caído e me levantei da cama, fui até o meu guarda roupa, guardei a foto no álbum e escondi o mesmo debaixo das minhas roupas na primeira gaveta.

Eu fechei as portas do guarda roupa e virei o meu rosto, olhando para a varanda do quarto de Jungkook, ainda com uma expressão séria.

Nada pode mudar- eu pensei olhando pra lá- porque se mudar... Eu vou machucar você, não só o seu pai... Em silêncio.

Depois desse pensando, eu fui até o interruptor, desliguei a luz do quarto, fui até a minha cama, me deitei, me cobrir, deitei a minha cabeça no travesseiro e só depois de eu respirar bem fundo, eu apaguei a luz do abajur e fui dormir.

Eu não posso me apaixonar por você Jungkook, já não basta ter que machucar você por causa do seu pai? Você quer que eu machuque o seu coração... E o meu?



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