História Hate Love & Revenge - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), T-ara
Personagens Eunjung, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine Jungkook, Passado, Vingança
Exibições 82
Palavras 1.701
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tá aí mais um capítulo da minha fic, espero que esteja bom de verdade.

Capítulo 2 - Capítulo I


Eu fiquei piscando os meus olhos até a minha visão voltar ao normal, e quando isso aconteceu eu virei a minha cabeça para os dois lados e vi que eu não estava mais no riacho.

Como eu estava deitada em algo macio e quentinho, eu tentei me sentar bem de vagar, porque a minha cabeça estava doendo muito e o meu corpo estava fraco e sem energia suficiente.

Quando eu consegui me sentar, eu coloquei a minha mão direita na testa, fechei os meus olhos com força e soltei um grunhido de dor por causa da minha cabeça, depois eu levantei um pouco a cabeça e observei cada canto daquele lugar.

Do meu lado direito tinha um guarda-roupa médio de madeira, do meu lado esquerdo tinha uma janela que dava uma bela vista do lado de fora, do lado da janela tinha uma cômoda, também média.

Eu estava em cima de uma cama de solteiro, que ficava no meio do quarto, mas encostada na parede e na frente da cama tinha uma porta com madeira um pouco velha, no canto do quarto tinha um espelho grande, que cervia para mostrar o corpo todo.

Depois de observar tudo e chegar na conclusão de que eu estava em um quarto, não identificado por mim, eu tirei o cobertor de cima de mim e vi que eu não estava com as minhas roupas de antes.

Eu passei as minhas pernas para o lado, respirei fundo, fechando os olhos e os abrindo logo em seguida, depois eu desci bem devagar da cama e senti os meus pés tocando no chão gélido do cômodo.

Depois que eu me acostumei com a temperatura do chão, eu comecei a dar passos lentos e cautelosos até o espelho, e quando eu fiquei de frente pra ele, eu pude ver o meu estado.

Eu estava pálida, muito magra, com olheiras de baixo dos olhos, boca resecada, meu cabelo estava até a minha cintura, todo ondulado. Eu estava usando uma camisola que ia até a metade da minha canela, a camisola era rosa e cheia de flores pequenas.

Você acordou- eu me virei rapidamente para a direção que veio a voz e me afastei um pouco do espelho e da porta- não precisa ter medo, eu não vou fazer nada.

A pessoa que tinha entrado no quarto, era um homem de mais ou menos trinta ou trinta e seis anos de idade, bem alto e usava uma calça jeans clara, uma bota marrom claro, uma blusa preta e uma jaqueta jeans, e estava segurando uma bandeja na mão.

Eu trouxe pra você- ele percebeu o meu olhar para a bandeja e disse bem calmo.

Eu não disse nada, só fiquei encarando aquele homem estranho na minha frente. Tenho que dizer, depois de tudo que eu passei, tá sendo bem difícil acreditar em alguém agora, então por que eu confiaria nele?

Eu sei- ele começou a andar em direção a cama do quarto, enquanto os meus olhos observavam cada movimento- eu sou um estranho pra você- ele colocou a bandeja em cima da cama, colocou as mãos dentro do bolso da calça e olhou pra mim- mas eu não vou fazer nada com você- ele deu um pequeno sorriso de lado- até porque, se quisesse... Já teria feito.

Depois dessas palavras, eu olhei para o rosto dele e vi que o mesmo estava com uma expressão seria no rosto, que dizia que o que ele estava falando era verdade.

Bom, eu vou deixar a bandeja aqui, se você quiser comer alguma coisa, tem um sanduíche de frango e um suco de morango na bandeja- ele começou a andar até a porta, mas antes de fechar a porta, ele se virou pra mim e deu um sorriso de lado, depois foi embora.

Eu fiquei parada ali por um tempo, pra ver se ele não iria voltar e tentar fazer algo comigo, e como ele não voltou, eu andei em passos lentos até a bandeja, e quando eu vi aquele sanduíche ali, eu não aguentei e comecei a comer ele como se o mundo estivesse acabando.

E por eu estar comendo o sanduíche depressa, eu acabei engasgando, então eu peguei o suco e comecei a beber. Depois de um tempo eu já tinha acabado de comer tudo, então eu fiquei passando as costas da minha mão na boca pra tirar o suco que tinha ficado nos meus lábios.

De repente eu senti uma dor enorme no meu pescoço quando eu tombei ele um pouco para o lado, por isso eu andei até o espelho e tirei o meu cabelo da região que doía e vi dois cortes pequenos que formavam dois "jotas", mas eles já estavam costurados.

Eu só parei de observar aqueles cortes, porque eu escutei o barulho da porta rangendo, então eu olhei para o lado e vi o mesmo homem de antes, mas agora ele tinha algumas roupas nas mãos.

Eu trouxe essas roupas pra você- ele levantou as roupas para me mostrar- porque parece que a camisola não está te deixando confortável.

Ele andou até a cama como antes e deixou as roupas lá, depois pegou a bandeja e saiu do quarto outra vez. Enquanto isso eu ficava observando cada movimento dele sem nenhuma expressão no rosto.

Ele parece ser confiável- eu pensei comigo mesma, ainda olhando para a porta.

Depois eu virei o rosto e observei as roupas em cima da cama, e andei até elas, peguei a blusa e abri a mesma na minha frente para ver ela.

Vou vestir- eu pensei comigo mesma, depois eu tirei a camisola e comecei a vestir aquela roupa.

Depois eu fui em direção ao espelho de novo e fiquei olhando pra mim. Eu estava com uma blusa rosa, uma bermuda jeans que ia até a cima do joelho.

E só depois de ter respirado bem fundo e de ter pensado umas trezentas vezes, eu andei até a porta e fiquei encarando a maçaneta por alguns segundos, depois eu segurei a mesma e girei ela bem de vagar.

Eu fiquei abrindo a porta bem de vagar, depois eu coloquei a minha cabeça pra fora e olhei para os lados, e quando eu vi que aquele homem não estava ali, eu sai do quarto e andei até a escada e desci cada degrau com um pouco de medo.

Oi- eu me assustei com a voz do homem que surgiu de repente- tudo bem, pode vim.

Eu pisquei os olhos duas vezes, ainda olhando para ele, que estava sentado no sofá da sala com um jornal na mão, e só depois eu continuei descendo as escadas e fiquei do lado do sofá, encarando o homem à minha frente.

Você não é muito de falar né?-  ele me pergunta olhando sério pra mim.

Eu só abaixei a cabeça e fiquei olhando para os meus dedos, que eu não parava de mexer por causa do nervosismo.

Eu sou Kim Chul- ele estendeu a mão dele pra mim, dando um sorriso de canto- e você?

Kim Mi Sun- eu disse baixo depois de ter pensado muito.

Olha- ele fingiu estar surpreso e sorriu- você fala- ele solta uma risadinha- mas então... O que aconteceu com você noite passada?

Hum?- eu levantei a cabeça e olhei confusa pra ele.

Quando eu te encontrei, você estava na margem do lado, com o pescoço e a cabeça sangrando- ele estava olhando pra frente, depois deu uma pausa e olhou pra mim- o que aconteceu com você noite passada?

Eu... Eu não- eu voltei a olhar pra baixo, para não deixar ele ver as lágrimas saindo dos meus olhos- eu não quero falar sobre isso.

Tudo bem- ele voltou à olhar pra frente- e os seus pais? Onde estão?

Eu também não quero falar disso- eu apertei um pouco do meu braço direito.

Sabe... As vezes é melhor deixar o pássaro voar, do que deixar ele preso na gaiola- ele ficou com uma expressão calma e olhou pra mim.

Como assim?- eu fiquei confusa, porque ele não estava falando coisa com coisa.

Sente- se aqui- ele bateu a sua mão com calma no lugar que estava vazio no sofá.

Eu olhei pra ele, e me sentei um pouco afastada do mesmo, com a cabeça abaixada e olhando para as minhas mãos entrelaçadas.

Eu quis dizer, que é melhor contar os seus problemas para alguém- eu olhei pra ele, que estava olhando pra mim- do que deixar eles presos dentro do seu coração.

Eu voltei à olhar para as minhas mãos e pensei um pouco.

Você poderia me ajudar?- eu disse baixo.

Com o que?- ele cruzou os braços.

Há me vingar de uma pessoa- eu deixei uma lágrima cair, mas não uma lágrima de tristeza, e sim, uma lágrima de raiva.

Você é uma criança ainda- ele tinha uma expressão confusa- uma criança da sua idade não pensa em vingança.

Uma criança da minha idade?- eu perguntei e olhei pra frente, me lembrando de tudo que aconteceu noite passada.

Sim, uma criança da sua idade pensa em...- ele não terminou de falar, porque eu me levantei bruscamente do sofá, ainda olhando pra frente.

Uma criança da minha idade- eu dei uma pausa e olhei pra ele, com os punhos cerrados- também não deveria ver os pais morrerem, não deveria ver a própria mãe ser estuprada- eu disse com um tom de voz irritado.

Como assim?- ele estava surpreso e parecia... Preocupado.

Foi isso que aconteceu comigo noite passada- eu não aguentava mais, as lágrimas só foram caindo dos meus olhos- eu vi os meus pais apanhar, vi a minha mãe ser estuprada, vi os meus pais serem mortos- eu aumentei o meu tom de voz- eu fui obrigada à ter essa bendita marca no pescoço e fugi dos homens que tentaram me matar...  Foi isso que aconteceu comigo ontem.

Q-quem fez isso...- ele se levantou e ficou agachado na minha frente, e segurou as minhas duas mãos- com você? Quem matou os seus pais?

Sr. Jeon- eu falei com muito ódio na voz, enquanto via ele arregalar um pouco os olhos e deixar a boca entre aberta.

"As vezes, as pessoas que a gente mais desconfia... Podem nos ajudar no futuro".



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