História Hate Love & Revenge - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), T-ara
Personagens Eunjung, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Imagine Jungkook, Passado, Vingança
Exibições 73
Palavras 1.448
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Capítulo II


Depois da cara que ele fez, eu fiquei muito confusa e perguntei pra ele se estava tudo bem, mas ele ficou parado me olhando nos olhos, como se estivesse pensando.

Hã- ele fecha a boca e balança a cabeça de leve- tá tudo bem, eu só estou um pouco cansado.

Depois disso ele se levantou e foi andando de cabeça baixa até as escadas, subindo as mesmas e indo em direção à algum cômodo da casa, que eu acho ser o quarto dele.

Eu fiquei olhando para a direção que ele tinha ido por um tempo, pensando no que tinha acontecido com ele, pra ele ficar daquele jeito de repente.

Mas depois eu fui até a cozinha, porque eu estava sentindo muita fome, mesmo depois de ter comido um sanduíche e bebido um suco, eu estava com muita fome e queria comer alguma coisa gostosa.

Quando eu cheguei na cozinha, eu fui direto pra geladeira, abri a mesma e encontrei um bolo lá dentro, então eu fui até uma gaveta e peguei uma faca de lá, depois eu voltei para a geladeira e cortei um pedaço de bolo e dei uma mordida no mesmo.

Depois eu fechei a porta da geladeira e fiquei ali parada, sentindo o gosto do chocolate e dos pedaços de morango, até que eu olhei pra geladeira e vi que ela tinha muitas fotos, então comecei a ver todas.

Eu deixei o meu bolo cair no chão, fiquei com a boca entre aberta e observei aquela foto, onde tinha três pessoas, o Chul, um homem e uma mulher. Eles estavam sorrindo e abraçando um ao outro de lado, enquanto faziam a letra "V" com os dedos.

Mamãe?- eu fiquei olhando a moça que estava na foto atentamente e percebi que era muito parecida com a minha mãe- mamãe.

Eu peguei a foto e aproximei ela ainda mais de mim, e comecei a observar o homem também... Não podia ser, como assim?

Papai?- eu senti algumas lágrimas saírem dos meus olhos- mas isso não...

Nós temos o mesmo sobrenome- eu olhei pra trás e vi que o Chul estáva de braços cruzados, escorado na parede- sua mãe nunca te disse que você tinha um tio?

Não- eu disse quase como um sussurro e olhei pra foto de novo.

Não me surpreende ela não ter te contado nada- ele vira o rosto para o lado.

Enquanto rolava um silêncio entre a gente, eu fiquei observando aquela foto e tentava entender tudo que estava acontecendo comigo naquele momento.

Eu nunca gostei de ver o seu pai trabalhando para o Sr. Jeon- eu olhei pra ele, que continuava do mesmo jeito- mesmo com aquele sorriso, eu sabia que ele não era uma boa pessoa.

O que você fez?- eu perguntei baixo de novo, cercando os olhos.

Tentei avisar para o seu pai deixar aquele emprego e procurar outro- ele olhou pra mim com um pouco de raiva- mas o seu pai era um grande cabeça dura e não me ouviu.
E agora ele está morto- eu abaixei a cabeça.
A minha esposa e a minha filha- eu pude perceber a sua voz ficar rouca, então eu nem precisei olhar pra ele, pra saber que ele estava quase chorando- aquele desgraçado, mais conhecido como Sr. Jeon, mas que eu chamo de desgraçado- ele deu uma pequena pausa- matou e estuprou as duas.

Quantos anos a sua filha tinha?- eu olhei de novo pra ele.

Ela era mais velha que você- ele disse dando um sorriso de lado- ela tinha treze anos quando ele matou ela.

Por que ele matou ela?- eu andei até ele é parei bem na sua frente.

O seu pai cometeu um erro com ele, e como ele sabia da minha existência, veio atrás de mim- ele ficou me encarando- disse que iria matar eu e a minha família, pra servir de aviso para o seu pai, felizmente eu consegui escapar, mas infelizmente a minha esposa e a minha filha morreram antes disso.

Você pode me ajudar?- eu perguntei olhando pra ele esperançosa.

Com o que?- ele olhou no fundo dos meus olhos, esperando uma resposta para a sua pergunta.

Me ajuda à me vingar dele- eu disse bem rápido, mas em uma velocidade que ele poderia entender.

E o que eu ganho com isso?- ele arqueou uma sobrancelha.

A chance de ver o homem que matou a sua esposa e a sua filha- eu dei uma pequena pausa- morrer na sua frente, enquanto pede misericórdia.

Ele ficou olhando pra mim por um tempo, enquanto pensava e procurava algo em mim que dizia que eu estava insegura, mas eu também retribuía o olhar e mostrava pra ele que eu estava confiante e que era aquilo que eu mais queria.

Tem certeza que você não vai desistir depois?- ele se agachou na minha altura.

Tenho certeza- eu respondi sem no mesmo momento, cheia de certeza.

Então- ele se levantou de novo- apartar de hoje, você só dorme, come e bebe na hora que eu mandar e se eu deixar, entendido?

Entendido- eu abaixei um pouco a cabeça, concordando com o que ele dizia com um sorriso no rosto.

Amanhã você vai acordar bem cedo para começar o treinamento- ele andou até as escadas e subiu cada degrau un pouco rápido- então eu sugiro que você vá dormir, porque amanhã você vai acordar cedo, mesmo que esteja doente.

Ainda com o sorriso no rosto, eu também subi as escadas e fui até o quarto onde eu estava, dentes na cama e adormeci.

(*_*)

No dia seguinte eu acordei com alguma coisa fria e molhada caindo em cima de mim, o que me fez cair da cama assustada. E quando eu vi quem foi que me acordou, jogando um balde de água em mim, eu fiquei com muita raiva.

Precisava me acordar assim Chul?- eu me levantei e olhei pra ele.

Eu vou continuar te acordando assim, até você se acostumar com o horário que você acorda e acordar sozinha- ele foi andando até a porta do quarto, como se nada que ele fez tinha acontecido- caso contrário, é melhor ir se acostumando ser acordada assim.

Depois que ele saiu do quarto, eu vi que tinha roupa em cima da cômoda do quarto, então eu fui até ela e peguei a roupa, tirei a que estava toda molhada no meu corpo e vesti a roupa que estava seca.

Depois eu amarrei o cabelo em um rabo de cavalo, calcei um tênis que estava no quarto e sai do mesmo logo em seguida, desci as escadas e fui até a cozinha.

Como eu tive que te acordar hoje, você vai receber uma punição hoje- Chul disse tocando uma maçã pra mim, eu peguei e comecei a comer- você só vai comer essa maçã hoje antes do treinamento- eu arregalei os olhos indignada com o que ele tinha dito- depois você vai treinar três horas seguidas.

Mas eu só tenho sete anos- eu abri os braços indignada, olhando pra ele.

Uma garota de sete anos que sobrevive depois de ter desmaiado dentro de um riacho, com o pescoço sangrando sem parar- ele olha pra mim com cara de deboche- aguenta comer apenas uma maçã e treinar três horas seguidas.

Já tô começando à odiar esse cara, depois de ter terminado de comer a maçã, o Chul me levou até a sala de treinamento e me ensinou o box, cada golpe, cada regra é etc.
Não, não, não- ele veio até mim, começando a ficar frustrado- você erra toda hora, eu já disse que é assim- ele faz o chute de novo, pela décima vez- e não do jeito que você está fazendo.

Eu estou cansada, preciso me sentar um pouco- eu coloquei as mãos na cintura, com a respiração ofegante- eu não consigo fazer esse chute direito, porque eu estou fraca.

Sabia que você iria desistir- depois de ele dizer isso com deboche pra mim, eu fiquei com tanta raiva, que eu não sei como, mas eu achei bastante energia no meu corpo e fiz aquele bendito chute do jeito que ele me mostrou, fazendo o mesmo ficar surpreso.

Nunca diga que eu desisto fácil- eu me virei pra ele um pouco ofegante- porque eu sou cabeça dura de mais pra isso.

Depois de dizer isso, eu sai da frente dele e fui até o segundo quarto, e abri a porta do quarto onde eu estava. Já tinha se passado três horas exatas, então eu decidi ir dormir um pouco e não me importei com o suor que estava no meu corpo.

"As vezes ser cabeça dura é bom, porque pelo menos, a gente não desiste das coisas tão fácil assim".



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